~Saori Joga Truco!
Título do Capítulo: Cavaleiros, Finalmente, em Atenas
Autor: Mr. Devilish Blueberry (mr. DB)
Classificação: Boys Love (Yaoi) / Adult +18 (Lemon) / Comédia
Pares: Milo x Kamus, Máscara da Morte x Afrodite, entre outros.
Status: In-Progress
Comentário: Os cavaleiros adolescentes, com os hormônios a flor da pele, decidem ir a um bordel, tendo de driblar Saori Kido. Muitas cenas hilárias acontecem e eles acabam se conhecendo melhor e descobrindo coisa que jamais imaginaram. Comédia/Romance(Yaoi)/Lemon
Importante: Os nomes dos personagens utilizados nesta fanfic foram retirados do anime/mangá Saint Seiya, cujo dono é Masami Kurumada. Não existe nenhum objetivo por parte do autor de lucrar em cima da obra Saint Seiya ou qualquer tipo de benefício que contradiga os direitos de patente do respectivo dono. Deixa-se claro que qualquer semelhança entre as personalidades dos personagens descritos aqui são mera coincidência, já que eles foram criados com diversas características diferentes. Em suma, são outros personagens, porém com os nomes, detalhes físicos e algumas informações do anime/manga, sendo o crédito disso direcionado aos seus respectivos proprietários: Masami Kurumada e seus colaboradores.
-Aaah... mas só o que me faltava vocês não saberem o caminho! –Shaka reclamou já dando um safanão em Milo, que estava no banco do carona.
-Ai! –Foi com a cabeça para frente, quase furando o mapa que segurava, com ela. –Não faça isso! Tô tentando encontrar logo esse caminho, não atrapalha!
-Você já devia saber, né Milo? Não foi o inventor desse bendito plano? –Saga já não agüentava mais entrar em retornos por causa das confusões do escorpiano.
-Eu sei! Eu sei! Mas, caramba, faz séculos que eu não venho para Atenas... aliás, eu nunca saí do Santuário sozinho! O Kanon que deveria estar aqui para explicar direito onde é o bendito bordel. –Milo virava o mapa no ar, nem sabendo se ele estava de ponta-cabeça ou não.
-Não dá, você sabe. Aioros é péssimo motorista, se não for eu, só Kanon pode dirigir. –Virando uma esquina, seguiu pela avenida central de Atenas que, inclusive, estava lotada de pessoas. Haviam barzinhos, locais de entretenimento, como boates luminosas, alguns restaurantes e lanchonetes. Entretanto, não era bem o centro de Atenas que estavam procurando.
No outro carro, Kanon já xingava seu irmão por causa dos vários retornos que estavam fazendo.
-Aaah, que droga! O que diabos está acontecendo com a mula do Saga? –Acompanhava a curva, seguindo o irmão para a avenida. –Será que Milo não sabe onde é? Mas eu expliquei para ele...
-Você deveria ter explicado para Saga, né, Kanon? Ele que ta dirigindo, oras! –Aioros, ao lado de Kanon, já começava a se exasperar com a situação. Odiava a idéia de estar fora do Santuário fazendo nada.
-Ih, olha lá! Ele deu sinal para nós encostarmos na frente daquela lanchonete ali. Acho que quer perguntar direito onde fica o local... Quem mandou não ter ido para a Casa de Madame Djon comigo na época? Hehehe. –O gêmeo de olhos esverdeados encostou devagar. Por sorte o irmão conseguira um lugar onde cabiam os dois carros perfeitamente.
-Hãm! Porque Saga é um homem de respeito, diferente de você! –Sagitário olhava torto para o outro, já querendo sair correndo daquele carro.
-Ai, ai... Vai começar? Quer apostar que o Kanon vai falar que o Aioros é o namoradinho do irmão dele, que sempre defende Saga, e aí ele vai responder que é besteira e que Kanon fica inventando essas coisas o tempo todo? Quer? –Afrodite dizia, tanto para Mask quanto para Shura ao lado direito no banco traseiro.
-Afe, Aioros... Você sempre foi e sempre vai ser o "namoradinho do meu irmão" que defende ele o tempo todo, hein? Mas tudo bem, eu sou o gêmeo malvado e me satisfaço com isso.. Hehe. –Sorriu safadamente e já foi saindo do carro também. Após todos saírem, Kanon ligou o alarme e seguiu para o outro grupinho de cavaleiros que já havia se formado um pouco mais a frente.
-E aí? Onde que é o negócio? –Kamus já ia chegando perto de Milo, encarando o amigo.
-É-é... –O cavaleiro ficou um pouco confuso com a postura mais incisiva de Kamus e o observou, estranhando-o, para depois voltar ao normal. –Bom, eu sei a rua, mas como não conheço Atenas, fica difícil saber direitinho das coisas. Onde que era o bairro mesmo, Kanon?
-Jardim das Tulipas. Eu já te disse isso. –Kanon participava da rodinha de cavaleiros que quase interrompia a passagem de transeuntes.
-Jardim... das... –Shura se segurava para não gargalhar. –TULIPAS?
-É, Tulipas. –Kanon entendeu a piadinha e já sorria com um olhar sacana para Shura.
-HAHAHA! Ai ai... Que nome para o bairro de um bordel, hahaha.
-Ô gente, não sei se vocês perceberam, mas ta TODO MUNDO olhando para cá. É melhor vocês decidirem logo. –Afrodite disse, se encolhendo na rodinha para fugir dos olhares e interrompendo Shura.
-Sabe, eu tô com fome... A gente podia encontrar um lugar legal e comer alguma coisa. O que acham? –Aioria perguntou, sendo a primeira vez que desgrudava os olhos de seu "Muzinho" desde a hora que falaram com Athena.
-É, seria uma boa mesmo. O que Saga comprou para nós vai ficar pra amanhã mesmo, né? Devíamos ter pensado nisso antes, assim não precisávamos trazer aquele monte de coisas dentro do carro! –Kamus olhou torto para Milo.
-Eu trouxe aquilo porque bebida a gente vai tomar hoje ainda, ué... E além de o resto poder ficar dentro do porta-malas porque não estraga, amanhã no show nós vamos precisar de algum lanche e tudo mais. Era melhor já deixar lá no carro mesmo. –Enquanto Milo ia se explicando, observava as pessoas que passavam por eles olhando de gaiato. Simplesmente, Atenas inteira os secava. Sim, tudo bem, eles sabiam que eram gostosos, mas tinham que olhar tanto?
-Bom, então vamos sentar ali naquela lanchonete que eu tô com vontade de comer cachorro-quente. Vem, Mu. –Disse Aioria, anunciando aonde ia, independentemente do que os outros decidissem. Áries, que era arrastado para lá e para cá por Leão, nem teve tempo de dizer nada.
-Eita... Sair do Santuário para comer cachorro-quente é foda! Bem que a gente podia ir a um restaurante maneiro, não acham? –Saga dizia encostando-se ao carro, começando a cansar-se de ficar em pé.
-É, mas... Deixar Mu e Aioria sozinhos ali não vai dar certo. O melhor é ou nós comermos ali mesmo, ou esperarmos os dois comer e irmos para outro lugar depois. –Aioros atalhou, com razão.
-Ah, acho melhor nós comermos ali mesmo. Que horas abre o lugar lá, Kanon? –Mask dizia abraçando Afrodite de lado e fitando o amigo.
-Ixi, não se preocupem com isso. –Sorriu maliciosamente. –A Casa de Madame Djon vira a noite... Abre por volta das 22h.
-Ótimo. Então vamos comer algo que eu tô morrendo de fome. –Shaka foi indo na direção da lanchonete, já juntando uma mesa com a de Mu e Aioria, prevendo que só uma mesa não daria, e sentando-se junto dos dois. Os outros pegaram umas cadeiras e se apertaram dentro da lanchonete.
O lugar tinha uns detalhes originais. Aquela região da capital era muito bonita e, mesmo após toda aquela confusão, agora sim teriam paz para poder observar a avenida. Era larga, mas somente pelo fato de ser a central, pois todas as outras eram estreitas, com prédios antigos ou em estilo grego moderno. Alguns prédios já eram mais clássicos, remontando ao tempo em que Atenas era uma cidade-estado, mas eram raros, apenas pequena parte da grande maioria de edifícios novos.
A rua tinha restaurantes de diversos tipos e era impressionante, realmente, como aquela avenida lotava em uma sexta-feira à noite. E isso, especialmente, incomodava demais os cavaleiros. Com o passar do tempo, chegou a ser insuportável. Obviamente, esse exagero todo de olhares acontecia por causa da beleza de nossos queridos cavaleiros, mas um deles, em especial, era intensamente secado. Um não, na realidade dois: Afrodite e Mu.
Apesar de Shaka também chamar muita a atenção, Afrodite tinha uma androgenia que chegava a ser exótica de tão bela e Mu possuía seus longos cabelos e olhos lilases, coisa que, sem dúvidas, a maioria das pessoas ali jamais vira. Aliás, os cavaleiros nunca conseguiriam descanso fora do Santuário, porque ali ninguém tinha cabelos como o deles, que não fossem pintados é claro. Os cavaleiros sabiam disso, já que as cores "estranhas" de cabelo era uma das possíveis marcas a serem dadas a um Cavaleiro de Athena.
A situação era muito engraçada: eles estranhavam completamente o fato de serem os únicos com cabelos de cores exóticas, mesmo que as cores dos cabelos de Aioria, Aioros, Shaka e Shura fossem "normais". As pessoas ao redor os estranhavam completamente. Para elas, provavelmente era algum tipo de grupo doido ligado a uma tribo ainda mais doida.
Com o passar do tempo, os outros clientes daquela lanchonete pararam de olhar. Claro, "pararam". Hora ou outra alguém observava, mas nada que os incomodasse muito. Entretanto, com o passar do tempo um cavaleiro começou a notar o exagero de olhares de uma pessoa em especial.
Havia um rapaz em torno de 20, 21 anos, que não retirava os olhos de Afrodite. Observava-o de tal maneira e tão fixamente que o cavaleiro, o qual obviamente possuía os sentidos intensamente apurados, percebera há tempos e já se incomodava bastante com aquilo, mesmo que não tanto quanto seu namorado. Se havia alguma coisa que Máscara da Morte realmente era é ciumento. E seu ciúmes estava começando a sair e tomar forma.
-Se esse filha duma... –Grunhiu. –Ai que raiva! Se esse maldito não parar de olhar para você, eu vou dar uma surra nele!
-Que surra o que, Mask! Você o mata só com o pensamento, nem pense nisso! –Afrodite olhava o namorado fixamente. –Sério.
-Só uns tapinhas, Afro. –Câncer observava o rapaz - que inclusive era muito bonito também - com cara de assassino. Era um moreno forte de cabelos negros lisos e curtos, com olhos azuis escuros penetrantes, vestindo roupas negras. Era bem claro, provavelmente um dos milhares de europeus que visitavam Atenas. Observava Afrodite, bebericando uma dose de alguma das bebidas da seleção do Menu.
-Esquece ele... –Abraçou com carinho, dando um selinho no cavaleiro. –Pessoal, o que vocês vão pedir? Já se passaram 30 minutos nessa enrolação... –Lembrou Aioros, vendo as horas no relógio.
-Ah, o meu já chegou. Haha. –Aioria sorria de boca fechada, cheia de cachorro-quente. Mu, ao seu lado, ria dele comendo e também mordia uns pedaços de seu lanche. O cavaleiro estava tão constrangido e confuso pelos montes de mudanças repentinas acontecendo em sua vida, que preferia ficar quieto durante um bom tempo no seu canto, tentando entender toda aquela situação. Realmente, se falara uma ou duas palavras desde que saíram do Santuário era muito.
-Acho que vou pedir um cachorro-quente também, há tanto tempo eu não como isso. –Aioros comentava com Saga, que olhava o cardápio junto de si. Aquela aproximação fez Sagitário observar o cavaleiro, que não percebeu. Observava de pertinho o rosto que estava tão acostumado de ver, mas nunca nessa proximidade. Aioros ficou nessa até perceber alguém o cutucando com o pé debaixo da mesa. Era Kanon, apontando para ele e seu irmão, e fazendo um coração no ar, piscando para ele. O cavaleiro olhou torto e deu um chute na canela de Kanon, que quase deixa escapar um gemido de dor.
-Bom, eu vou pedir um X-Burguer. E uma coca. –Shura ia dizendo, enquanto devolvia o cardápio para o garçom.
-É... acho que vou acabar caindo nessa de lanche também. –Entregou o cardápio para o garçom e se acomodou mais na cadeira, observando se seus cabelos esverdeados estavam desalinhados. Kamus ainda não tinha começado o seu plano maligno de fazer ciúmes em Milo, mas logo iniciaria. Só não sabia exatamente com que cavaleiro tentaria algo.
Quem sabe... Shura? Não, afastou esses pensamentos. Talvez ele fosse o mais heterossexual deles. Se ia começar com algo que deveria dar certo, era melhor ter uma "presa" mais fácil. Hum, que tal Kanon? "Esse daí já ta de olho no Shaka que eu percebi!" –Pensava. Fora Milo, só sobrariam Saga e Aioros. Será que os dois tinham alguma coisa, como às vezes notava? Começaria a trabalhar nisso e tentar descobrir algo.
Todos foram fazendo seus pedidos e devolvendo o resto dos cardápios. Passados alguns minutos, eles haviam chegado. A maioria estava comendo, só Mu e Aioria que ficavam namorando quietinhos na ponta da mesa por já terem terminado de comer. Diferentemente de como agia com os outros, Mu cochichava e volta e meia falava alguma coisa para Aioria. Aqueles dois estavam parecendo mesmo um casalsinho de namorados, inclusive... um dos mais bonitos casais que se poderia imaginar.
Conforme o tempo passava, eles iam terminando os lanches, enquanto conversavam animadamente um com o outro. Contudo, Saga, que já havia terminado, ficava observando a rua, notando uma série de locais novos que nem havia reparado no último dia em que passou por aquela avenida, quando foi comprar as coisas da lista de Milo. Estava alheio as conversas.
De repente, escutou-se um barulho estranho. Parecia um tipo de sirene. Ao passo que o Cavaleiro de Gêmeos escutou o barulho, dirigiu-se em direção a saída. Os outros observaram e notaram que aquele barulho era familiar. Aioros resolveu seguir o cavaleiro, pois sabia que aquilo era a coisa mais inusitada possível: o alarme de um de seus carros, e poderia acontecer algum problema.
Logo que saíram, perceberam uma rodinha de pessoas perto do carro. Notaram que havia uma briga e que um dos homens estava sendo prensado contra o vidro do carro que Saga dirigia. Os dois se aproximaram e começaram a tentar intervir.
-Hei. O que diabos vocês estão fazendo? Caiam fora daí, vão quebrar o vidro do meu carro!
-Cala a boca, ô idiota! Não atrapalha não. –Disse um dos homens, por volta de 30 anos, já se preparando para inferir outro golpe no outro, que parecia ter mais ou menos a mesma idade. Notava-se que ambos estavam bem vestidos e que a rodinha era uma mistura de conhecidos deles, pessoas sem o que fazer e outras querendo atravessar. Além disso, só pela voz, notava-se que estavam obviamente bêbados.
-Ow, ow, ow... Cala a boca não, rapa! Ta pensando que é quem? –Gêmeos já começou a olhar feio para os dois, mas Aioros entrou na frente e decidiu resolver as coisas a sua maneira.
Observando os dois com uma expressão terna e tranqüila, o cavaleiro começou a conversar com eles.
-Olha, é o seguinte... Vocês podem brigar e tudo mais, mas, por favor, que não seja em cima do carro, sim? Pode amassar, quebrar...
-Aaaah! Você por acaso ta querendo também? –O outro que estava sendo prensado contra o carro, interrompeu.
-Er.. hahaha. Você acha que é capaz?
Ao escutarem isso, as pessoas que estavam ao redor observando o que estava acontecendo fizeram uma série de comentários, alguns cochicharam e outros já começavam a incentivar que eles brigassem. Após alguns segundos, o que estava levando murros veio na direção de Aioros com tudo. Era um homem visivelmente forte, por volta de 1,80 m. O cavaleiro não se movimentou ao receber um soco, com toda a força do outro, bem em sua bochecha esquerda. Nada havia mudado: expressão, aparência da face ou temperamento. A única coisa que Sagitário fez foi pegar a mão do homem e levantá-lo com ela, como se ele fosse feito de isopor. Depois que fez isso, jogou-o com desleixo em direção da entrada de uma loja qualquer, sendo que mesmo tendo usado pouca força o homem voou e prensou-se de tal forma que acabou desmaiando.
No mesmo instante, o outro encrenqueiro partiu para cima. Agora quem estava quieto, mas já irritado e cansado, intrometeu-se. Naquele instante, Saga entrou na frente do amigo e apenas com um movimento rápido de sua mão espalmada no peito do homem fez com que ele voasse 15 metros de distância, caindo bem em cima de um monte de pessoas que transitavam pela calçada, sem terem nada a ver com o que estava acontecendo.
-Ai ai... Não acredito que nós, justo nós, teríamos que passar por algo tão degradante como isso. –O Cavaleiro de Gêmeos batia uma mão na outra, como se estivesse retirando o pó.
-Irritante esses pobres diabos que se atrevem a questionar a nossa capacidade. Hãm. Vamos embora... –Aioros pegou na mão do amigo e foi voltando na direção da lanchonete. A roda estava interrompendo a passagem e quando mal ele percebeu isso, todos já saiaram da frente, completamente espantados com o que havia ocorrido. Um perguntava para o outro: "O que diabos foi isso? Vo-você... viu alguma coisa?", enquanto outro respondia "Eu só vi o cara voando uns 20 metros para lá!". Depois de saírem da roda, desligou o alarme para dar um fim aquela barulheira e o ligou novamente.
Sendo guiado por Aioros, Saga chegou de mãos dadas na mesa e se sentou, sendo acompanhado pelo amigo. Nem haviam percebido esse gesto. Ambos eram amigos há tanto tempo e com tal intimidade que nem mais reparavam nessas coisas.
-E aí, o que que era? O alarme disparou mesmo? –O único que ainda não havia terminado, Kamus – que mastigava mil vezes por minuto até engolir – comia o último pedaço e questionava os amigos. Reparou que eles haviam chegado de mãos dadas, mas como sabia que o "caso" daqueles dois era mais complexo – diga-se de passagem... muito mais complexo – do que o seu, resolveu ignorar. Aioros e Saga sempre foram inseparáveis. Só perdia para Kanon e o irmão, que eram gêmeos. Aioros e Saga sentiam ciúmes um do outro, mas escondiam, ao passo que o tempo todo estavam cuidando das coisas do outro, parecendo um casal. A maioria dos cavaleiros já haviam cansado de falar que eles deviam admitir logo aquele namoro, mas os dois sempre mudavam de assunto ou fugiam de alguma forma.
-Sim, sim. Eram uns bêbados mongolóides. Nós demos um jeito neles, né Saguinha? –Aioros sorriu e deu um soquinho no ombro do amigo.
-É sim, Oros. Hahaha. –Abraçou-o de lado e encostou-se na cadeira.
Todos observaram os dois com cara de quem já sabia o que ia acontecer. Alguém ia comentar, eles iam se desvencilhar e fingir que não se conheciam, até, novamente, voltarem à mesma situação estranha. Parecia até um ciclo sem fim.
-É... deviam dar um jeito em vocês, isso sim. –Shura finalizou o pensamento de todos e recebeu um olhar assassino dos dois. Obviamente, tudo o que eles imaginavam se tornou realidade do jeitinho que pensaram. Eles se entreolharam. Sagitário corou e virou o rosto contra a direção do amigo e Saga fez o mesmo, pedindo a conta para disfarçar.
-Hãm, continua dizendo essas coisas que eu vou dar um jeito em VOCÊ, idiota! –Atalhou o Cavaleiro de Sagitário sem observar Shura, fitando algum detalhe do ambiente, todo irritado.
-Ta, ta... não ta mais aqui quem falou.
Os cavaleiros receberam a conta total e pagaram por ela. E sim, eles tinham dinheiro: o cartão da Saori, obviamente.
Após pagarem tudo, resolveram seguir caminho. Saíram da lanchonete e foram em direção dos carros, voltando novamente àquela sensação de que estavam sendo observados, quase comidos pelos olhos de uma série de curiosos. Após entrarem nos carros, Kanon saiu primeiro e começou a ser o guia da "expedição". Agora ficaria mais fácil acharem o famoso bordel de Madame Djon.
Continua...
(Não esqueçam dos reviews, hum? T_T)
Nota do Autor: Eita, pois é... mais um capítulo, né? ^^ Espero que tenham gostado. Antes de mais nada, queria explicar algumas coisas básicas para algumas pessoas: a Saori Joga Truco! é uma fanfic de comédia despojada, portanto não me entendam mal, sim? É feita para rir e para criar situações com nossos personagens preferidos que nos deixem felizes. De qualquer forma, espero que possam entender isso ^~ Bjus para todos que estão dando reviews, muito obrigado! Obrigado por ter corrigido mais um capítulo, Aquarius-chann. Enfim. Acho que a novidade aqui foi a relação Aioros e Saga, né? Huahua.. apesar de eu ter incluído um pedacinho no capítulo anterior que dava a entender que talvez eles tivessem algo, mas talvez algumas pessoas não tenham lido com esse pedacinho XDDD Desculpa se eu deixei você perdidos, foi uma falta minha mesmo... mas mesmo sem esse pedaço, não ficou tão estranho a entrada desse casal. Espero que gostem das situações legais que isso vai gerar ^^ Bom, até o próximo capítulo e espero que tenham gostado!
