Notas:
1)ER e seus personagens são propriedade da Constant Productions, Amblim Television, NBC e Warner Channel. (Exceto Natalie Joahson que é criação própria da autora, no caso, EU)
2)Direitos Autorais, qualquer 'republicação' somente com autorização
3) Críticas, reviews, são bem-vindos. xD
4) Os traumas são diretamente inventados por mim, sem nenhuma opinião médica, por favor não tentem isso em casa... Risco de Vida!!
-PREVIOUSLY ON ER-
"Millecent Carter foi um exemplo de mulher!"
"Dave?! What hell you doing here??"
"Voce ainda é minha irma lembra?"
"Vai com calma rapaz- disse Carter"
"PAREM!! Dave PARE!! – gritava Natalie – Eu sinto muito! – e partiu"
•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••
Alguns dias se passaram. Natalie estava sumida por todos esses dias e Carter estava muito preocupado. Ela não atendia o celular e algumas roupas de seu guarda-roupa desapareceram. Carter estava dando alguns exames a um paciente quando foi interrompido por Abby:
-Dr.Carter, telefone!
-Eu atendo ao lado!! Hemograma completo!- disse ao residente e assinou a ficha. Entrou na sala adjacente e pegou o telefone: - Dr. Carter.
-Hi John!
-Natalie?!? Onde diabos está você? – ele segurava o telefone com todas as suas forças- Você sabe como estou me sentindo? Pelo amor de Deus eu...
-Eu sei, me desculpe! – ela dizia com a voz fraca do outro lado da linha – Estou com Dave em New York, ele está fazendo um tratamento e eu não posso deixá-lo sozinho.
- Você não o vê a dias!!
- He is my brother!!!
-Eu precisava de você Natalie, você disse que ficaria comigo!!
-John pare! Está parecendo um adolescente!
-Você nunca cumpre o que promete! Minha vó morreu!! Eu não tinha ninguém para me consolar, apenas você!! E no primeiro instante você me abandona!
-Não foi assim, eu...
-Não?!? Seu irmão está querendo sua atenção, você mesma me disse isso!! Pare de mimá-lo, ele não é mais criança!! Assim tomará jeito!!
- Você está sendo egoísta!
- Não...eu queria minha namorada comigo no momento que eu mais precisava!
- Eu sinto muito! Eu só queria avisá-lo que chegarei amanhã. Até mais Carter!!
- Até Natalie! – e desligou o telefone com toda a força. Ele não sabia se estava sendo egoísta ou não, mas ele precisava dela mais do que nunca, ainda sentia a perda de sua avó e o mundo inteiro parecia estar contra ele. Passou as mãos nos cabelos e tentou se concentrar no trabalho.
•• NO DIA SEGUINTE ••
Carter estava na triagem cuidando de alguns residentes quando Weaver passou com Natalie para a sala de descanso. Por mais que tentasse ouvir o que elas falavam não conseguia, mas podia ter noção do assunto. Natalia não comparecera ao trabalho a dias sem notícias e Weaver deveria ter dando uma bronca nela. Quando Weaver saiu da sala, John percebeu que Natalie passava as mãos nos cabelos e vestia o jaleco pegando os instrumentos. Eles passaram o resto do plantão sem se falarem. Natalie estava na triagem assinando suas fichas quando Carter parou um pouco distante dela, também assinando suas fichas. Susan que notara a situação dos dois fez um gesto com a cabeça para Natalie ir falar com ele, mas ela negou.
- Natalie! Assina aqui pra mim? – chamou Abby no corredor. Ela saiu para direita e Carter para esquerda. Percebendo que esquecera a caneta, Natalie virou-se de repente e deu um encontro em cheio em Carter. Ela olhou para ele.
- Hi – ele disse.
- Hi – disse ela.
- Posso te oferecer um café?
- Claro! – e foi assinar para Abby.
Eles saíram juntos pela porta de ambulâncias indo em direção a lanchonete, mas Carter puxou o braço de Natalie obrigando-a parar.
- Escute. Sei que falei coisas que não devia falar, mas você me deixa louco, sempre dizendo que sente muito e...
-Sei que nada vai bem, mas gente precisa concordar em alguma coisa! Somos tão diferentes John, mas ao mesmo tempo tão iguais! E eu não sei como lidar com isso.
- Temos que pensar em nós dois Nat, mas você sempre pensa em si mesma!
- Como?!
- Não compartilha comigo seus problemas, eu quero te ajudar também!!
- Ah por favor!! – e ela saiu de perto dele.
- Você sempre foge da verdade!
Ela que estava caminhando para o hospital de costas, parou e virou encarando-o em fúria.
- O seu problema é que sempre joga a culpa em cima de mim! – e dizia gritando apontando o dedo de modo imperativo – E não percebe que também tem grandes problemas... talvez maiores que o meu! – e entrou no County.
