Capítulo Sete
"Não vou me entregar
À sua tentação
Seu corpo me chamando
À pura perdição"
Draco passara mais uma noite em claro, tentando pensar em algo que acabasse de vez com aquele casamento ridículo. Esperou que Ginny saísse para a aula e foi até a biblioteca da Mansão, onde achou vários livros de direito da magia.
Examinou os exemplares por muito tempo sem nenhum sucesso, quando já estava desistindo de tentar encontrar algo, viu a solução para seus problemas.
"Adultério!" – disse, um sorriso de triunfo brotando dos lábios.
Leu o livro e então lembrou das aulas entediantes de Direito de Família, o professor dissera, certa vez, que o adultério era uma causa de dissolução da sociedade conjugal. Sendo Ginny a parte que cometeria o adultério, além da separação, teria que pagar uma espécie de indenização à ele.
Seus olhos brilharam de satisfação mediante idéia tão fabulosa.
Era um gênio!
Colocou o livro novamente na estante e saiu da biblioteca, precisava falar o mais rápido possível com Zabini.
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O Preço do Amor
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Estacionou o carro dentro do pátio da Mansão de Blaise, rezando para que ele estivesse em casa. Sentia-se tão animado que precisava falar logo com o amigo. Bateu na porta e quase imediatamente um elfo veio atendê-lo.
"Quero falar com Blaise." – disse para a pequena criatura.
"Entre, Sr. Malfoy." – o elfo respondeu ao fazer uma pequena reverência.
Draco sentou na poltrona branca da sala e esperou o amigo durante alguns minutos. Quando já estava quase desistindo de ser educado (tinha vontade de subir as escadas e arracar Zabini da cama), o rapaz desceu, preguiçosamente, as escadas.
E como Draco suspeitara, Blaise estava dormindo, se considerasse o fato de que o outro estava só com a calça do pijama.
"Bom dia, Draco." – o rapaz disse, tranqüilamente – "Desde quando você faz visitas de madrugada?"
O loiro olhou o relógio e viu o ponteiro menor no nove e o ponteiro maior no seis, desde quando nove e meia da manhã era madrugada?
"Zabini, preciso da sua ajuda." – Draco disse, não ia fazer piadinhas sobre a vida de playboy do amigo, até porque um dia fora igualzinho à ele.
"É dinheiro?" – Blaise perguntou, esparramado na poltrona em frente a Draco – "Porque minha mãe ainda não me deu a mesada... e também não recebi meu salário do escritório."
"Você trabalha?" – o loiro perguntou.
"Claro, Malfoy. Tenho um escritório de advocacia mágica."
"Certo. Não é dinheiro, Zabini." – Draco disse, impaciente – "Antes de pedir, preciso contar uma coisa e você tem que prometer que não vai contar a ninguém. Ninguém, entendeu?"
"Tudo bem." – disse, despreocupado.
Draco começou contando como tinha acabado falido depois da morte do pai, o pagamento das dívidas por Ginny e depois a chantagem para se casarem. Finalizou a narrativa com o que descobriu após o casamento.
"Meu Deus." – Blaise, agora parecendo mais acordado, disse, boquiaberto – "Essa mulher é diabólica."
"Eu sei." – Draco deu um suspiro e completou – "Hoje procurei várias formas de me livrar dela e desse casamento, e acabei lembrando de uma coisa. Adultério é uma causa de dissolução do casamento."
"Sim. E além de acabar com o casamento, você pode pedir uma pensão ou uma indenização bem generosa." – Blaise disse, os olhos brilhando de satisfação – "Mas tudo bem para você ser corno, Malfoy?"
"Eu não serei corno... ela e eu não temos nada."
"Você vai ser um corno famoso, Malfoy." – Blaise disse, claramente se divertindo com isso – "Todos vão saber do seu chifre."
"Não me importo. Só quero acabar com essa palhaçada." – Draco falou.
"Ok, então." – Blaise deu um risinho e levantou da poltrona – "Como vamos fazer? Você conhece alguém para isso?"
"Não." – Draco disse, aliviado por Blaise ter entendido onde precisava da sua ajuda.
"Eu acho que conheço alguém." – Blaise disse pensativo – "Temos que planejar tudo."
E foi o que os dois fizeram durante todo aquele dia.
À noite, tudo estava armado...
Agora era só esperar para ver a Weasley rastejando aos seus pés.
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O Preço do Amor
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A Sala da Mansão Zabini estava toda decorada com faixas brancas e detalhes dourados, mesas e cadeiras brancas lotavam o lugar, sobrando apenas um lugar para a banda tocar e outro para os casais dançarem.
"Por que nós estamos aqui?" – Ginny perguntou, entediada.
"Blaise é meu amigo." – Draco respondeu – "E eu serei padrinho do casamento, então tive que comparecer ao noivado."
"Certo." – Ginny suspirou – "Então, por que EU estou aqui?"
"Você é minha esposa." – o rapaz disse sorridente – "Tenho que ir ao banheiro, querida." – e saiu logo em seguida, deixando a ruiva sozinha na mesa.
Nos minutos seguintes, a mulher preocupou-se em pensar nas diversas formas de arrancar, fio por fio, os cabelos sedosos e cuidadosamente desarrumados de Draco. Uma semana passara desde o casamento dos dois e era incrível como ela conseguia odiá-lo cada vez mais.
Pensava nas diversas formas de torturas a serem praticadas no marido, quando um rapaz alto e forte, de cabelos castanhos e olhos azuis, sentou-se na mesma mesa em que ela estava.
"Olá. Está sozinha?" – o homem perguntou em meio a um sorriso perfeito.
"Estou." – Ginny respondeu, sorridente, hipnotizada por aqueles olhos incrivelmente azuis.
"Ótimo." – o estranho disse – "Meu nome é Craig Jenkins... e o seu?"
"Não, o meu não." – respondeu com um sorrisinho.
O rapaz riu em resposta e disse:
"Senso de humor. Ótimo."
"Eu sou Ginny Weasley." – respondeu, por fim. Lembrou que não era mais Weasley, por isso completou – "Desculpe, sou Ginny Malfoy."
"Ah, então é casada?" – o homem perguntou com um ar de desapontamento.
"Sim." – mas não o amo, teve vontade de completar, mas conteve-se.
Um breve momento de silêncio instalou-se na mesa e foi nesse exato instante que Ginny reparou em Draco, do outro lado da sala, junto a Blaise, rindo muito sobre algo. Quando os dois olharam para ela, a ruiva entendeu tudo.
Draco tinha mandado aquele homem ali, com a vã esperança que ela se rendesse aos encantos dele, assim cometeria adultério e ele conseguiria a separação.
Ginny sorriu, um esgar de maldade estampado no rosto e virou-se para o homem que fazia gestos (nada) discretos para Blaise.
"Craig? Acertei seu nome?" – perguntou, um sorriso angelical no rosto.
"Ahm.... claro." – o estranho disse.
"Quer dançar?" – perguntou levantando, o que deu ao homem uma visão do vestido tomara-que-caia lilás, muito bonito, que valorizava as curvas da moça.
"Ahm... quero sim." – respondeu com os olhos vidrados no decote dela.
Os dois foram para a pista de dança e, lentamente, foram entrando no ritmo da música que era bem lenta, logo eles tinham que ficar bem juntos. Conversaram durante isso, e, tudo bem, Craig era legal, mas ele ia pagar por estar associado a Draco.
Quando a música acabou, os dois andaram para o jardim e Ginny sabia que estava sendo seguida por Blaise e Draco, conseguia ouvir os passos dos dois. Ainda conversando, sentaram em um banco e ficaram alguns minutos falando sobre futilidades, até o exato instante em que Craig avançou. Ele curvou-se em direção a ela e Ginny já conseguia sentir o hálito quente e com aroma de menta, quando gritou:
"Socoooooooooorroooooo! Estou sendo atacadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!"
Craig pulou para longe dela, procurando o possível invasor, mal sabendo que ele era o tal.
"Seu safado." – Ginny disse, dando um chute bem certeiro na canela do rapaz que saiu pulando em um pé só – "Atrevido!" – chutou a parte "preciosa" do rapaz e gritou mais alto, o que chamou a atenção de várias pessoas.
"O que houve?" – Jaque, a noiva de Blaise, perguntou.
"Esse cara quis me atacar." – Ginny disse chorando muito – "Ele me trouxe até aqui com um feitiço silenciador e depois... e d-dep-pois..." – gaguejou e chorou mais alto.
"Calma, Ginny." – Jaque disse, abraçando a ruiva – "Meu Deus, onde está o seu marido?"
Ginny olhou para o aglomerado de pessoas e viu Blaise e Draco, estupefatos, olhando para ela.
"Ali está ele." – disse se soltando de Jaque – "Oh, meu amor!" – e abraçou Draco com tanto amor que fez algumas pessoas suspirarem.
"Zabini, você só fica aí parado?" – Jaque perguntou, com raiva – "Pega esse safado e dá uma lição nele."
Um momento de silêncio passou até que Blaise saísse do lugar em que estava e fosse até Craig, que ainda urrava de dor, e os dois saíram pelo jardim, em direção à porta.
Os convidados voltaram para dentro da Mansão, deixando Ginny, Draco e Jaque no jardim.
"Malfoy, cuide bem dela." – a moça mandou e foi para o interior da casa.
Quando teve certeza que estavam sozinhos, Ginny saiu de perto do marido e o olhou, um sorriso maligno nos lábios cuidadosamente pintados.
"Eu sabia, Weasley!" – Draco disse quando viu a cara da esposa.
"Você me ofende assim, Malfoy." – respondeu enquanto limpava as lágrimas – "Desista, você me pertence."
"Weasley, como você pode ser tão má?" – perguntou, indignado.
"Aprendi com o melhor." – disse, fazendo uma pequena reverência para o rapaz – "E vamos logo para casa, essa festa já deu o que tinha que dar." – entrou na Mansão sem dar nenhuma alternativa para Draco.
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O Preço do Amor
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Draco desistira de tentar encontrar alguma maneira fácil para livrar-se de Ginny e daquele casamento ridículo, sabia que agora só lhe restava um caminho, muito mais difícil e tortuoso, também mais demorado. Ele tinha que trabalhar.
Falou com Blaise e o amigo arranjou um emprego para o loiro no escritório de advocacia que trabalhava. Draco não ganhava pouco, mas levaria, pelo menos, cinco anos para conseguir pagar a mulher.
De qualquer maneira, não desistiu de infernizá-la. Sempre fazia coisas para irritá-la, como trocar o chocolate quente que ela tomava toda manhã por café puro (isso lhe rendeu alguns adjetivos "diferentes"), ou então, colocar, acidentalmente, cola no shampoo dela e ouvir o grito de espanto da esposa com muita satisfação.
Claro que Ginny respondeu a todas as ofensas, principalmente tentava arrancar os cabelos dele à força.
O único momento em que não estavam brigando era quando Lorenzo ficava perto. Na frente do garoto, tratavam-se com gentilezas e até com um pouco mais de intimidade. Certa vez, em uma tarde de domingo, quando Lorenzo, Draco e Ginny estavam no chão da sala jogando xadrez bruxo, o garotinho disse:
"Um beijo."
A mãe e o pai deram um beijo em cada bochecha do garoto que, logo em seguida, deu uma gargalhada gostosa e disse:
"Um beijo" – apontou para os dois e logo Draco entendeu.
Teve vontade de sair correndo porque preferia beijar Voldemort do que a mulher.
Quer dizer, ela era muito mais malvada do que o Lorde.
Os dois se olharam desconfortáveis, mas não poderiam traumatizar o pequeno dizendo que aquele casamento era uma farsa, por isso se aproximaram rapidamente e deram um selinho.
"Não!" – o garotinho disse, um sorriso sapeca no rosto – "Um beijo!"
Meu Deus, por que crianças eram tão... tão... inconvenientes? Insensíveis?
Aproximaram-se novamente, dessa vez lentamente, e juntaram os lábios num selindo, quando Draco sentiu Ginny se afastando, puxou o rosto da esposa e aprofundou o beijo no exato instante em que algo estranho acontecia no seu peito, como se seu coração tivesse falhado uma batida. Separaram-se quando ouviram palmas do menino que sorria feliz para os pais.
Desde aquele dia, Draco sentia vontade de repetir o ato. Não, ele não gostava dela, era apenas uma questão de necessidade, uma vez que estava há muito tempo sem... ahm... nada.
Pelo menos era o que ele repetia para si, todos os dias, porque não era POSSÍVEL que estivesse apaixonado pela Weasley.
Não MESMO.
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O Preço do Amor
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Estavam casados há dois meses.
Ginny, por um lado, estava alegre, por ver a vingança dando resultados. Mas, por outro lado, sentia uma infelicidade enorme, não conseguia entender isso, era como se algo faltasse dentro do peito, um pedacinho que ficava, cada vez mais, maior, principalmente quando via Draco tão distante. Sentia uma estranha vontade de abraçá-lo, sentir aqueles braços fortes ao seu redor, ou então de beijá-lo, aquele beijo que conseguia levantar qualquer defunto.
Era óbvio que isso não tinha relação com amor. Ela só estava carente... só isso.
Olhou para a sala da Mansão em que morava, toda decorada de bolas coloridas e uma faixa enorme que dizia "Feliz Aniversário, Lorenzo". O menino estava completando quatro anos e ela nunca tinha visto o filho tão feliz.
Bebeu mais um gole da cerveja amanteigada, quando viu um homem alto demais sentando à sua frente.
"Eu não estou sozinha." – disse, cansada.
"Sei que não, queridinha." – uma voz muito conhecida respondeu.
"Colin?" – Ginny gritou para o desconhecido.
"Euzinho!" – respondeu para a amiga.
Os dois se abraçaram animados, e então começaram uma conversa demorada, sobre o que tinham feito durante aqueles anos sem contato físico (eles só se correspondiam por carta).
Ginny estava tão empolgada com a conversa que nem percebeu o olhar revoltado de Draco sobre si.
"Interrompo?" – o loiro perguntou, sentando ao lado da esposa.
"Claro que não!" – Colin respondeu, sorridente.
"Mal... quer dizer, Draco, esse é meu amigo, Colin Creevey, ele estudou comigo em Hogwarts." – Ginny disse.
"Creevey" – Draco disse com um aceno – "Então, sobre o que vocês estão conversando?"
"Creio que seja particular, Draco, querido." – Ginny disse sorridente.
"Creio que não, Ginny, querida." – Draco disse com um sorriso – "Você disse ao seu amigo que estamos casados?"
"Claro que disse. Colin..." – Ginny tentou dizer.
"E que é muito indecoroso uma mulher casada ficar sozinha com um homem, em público?" – Draco continuou, tentando conter a raiva.
"Malfoy..." – Ginny começou.
"E que se ele ficar se insinuando eu terei que quebrar os dentes dele?" – Draco continuou.
"Agora já chega." – Ginny disse, levantou-se e puxou o marido para longe.
Quando estavam sozinhos na biblioteca/escritório, Ginny continuou:
"Qual o seu problema?"
"Weasley, além de tudo, agora você quer me fazer corno?" – Draco perguntou, irado.
"Não era isso que você queria?" – Ginny disse, exaltada – "Um par de chifres? Seja feita a sua vontade, querido."
Draco agarrou o braço da esposa com força. Sentia tanta raiva daquela mulher que poderia matá-la com um olhar. Mas o que fez em seguida não chegou nem perto de uma tentativa de homicídio. Empurrou a esposa em direção à parede e prendeu o corpo dela com o seu, parou o rosto bem próximo ao dela e disse:
"Eu sou seu marido."
"Isso é uma farsa." – Ginny disse ofegante por causa da aproximação repentina.
O rapaz capturou os lábios dela em um beijo feroz, como se precisasse provar que não era uma farsa, porque todo aquele desconforto no peito não era farsa, era muito real e verdadeiro. O beijo acabou alguns segundos depois, Draco já estava pronto para recomeçar quando a mulher o afastou com um empurrão e saiu da biblioteca, sem dizer mais nada.
O loiro soltou um suspiro de desgosto e logo em seguida voltou para a sala, onde procurou não ficar muito perto de Ginny e nem de Colin, ele ainda estava com vontade de socar o rapaz.
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O Preço do Amor
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N.B.B.: Como assim o próximo será o penúltimo?? Eu não deixei!! Até parece que essa fic tão maravilhosa pode acabar com apenas nove capítulos!!! Dez, se você for legal e escrever um epílogo!! Vai achando, Bee!! Hehehehehehe!!
Gentem, ela merece milhões de reviews, né?? Então, vamos comentar!! Esse capítulo foi MÁRA!!! Hahahahahaha!!
Amo todos vocês!! \o/
Beijos!!
ChunLi Weasley Malfoy
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Nota da Autora: Oies Oies!!! Gente, eu tinha um montão de coisa para dizer, mas esqueci. Desculpem, mas a idade está chegando (e não é exagero... snifs) e eu estou cada vez mais esquecida. Socorro!
Deixa ver...
Nhá, só consigo lembrar que o próximo capítulo é o penúltimo! E que ele vai sair em breve!
:o)
Agradecimentos:
ChunLi Weasley Malfoy: Obrigada pela review, Chun-Chun... É lei Maria da Penha, mulher, ou Lei Maria da Pêia... huahauahaua... Sabe o que é pêia? Huahauahauauahaua Infelizmente não vou poder fazer a sua vontade de prolongar a fic, amiga..hehehe Bem, é isso...Desculpa o comentário sem noção... Beijos
Nanda Black: Obrigada pela review!!!! Hahahaha Adorei suas sugestões para a fic...huahuahaua, mas coitada da Ginny, lembra que o Draco fez com ela? Então, ele merece, né...hehehehe Espero que continue lendo e gostando da fanfic... Beijos.
Hinata Weasley: Obrigada pela review!!! Ah... não tenha vontade de matar a Ginny, coitadenha... ela sofreu muito, por isso ficou assim, a pobe...hahaha O Lorenzo é a fofura em pessoa, né?hehehehehe Espero que continue gostando. Beijos.
Jane Alves: Obrigada pela review!!!! Sim, Jane, você acertou. Em breve, MUITO breve, vocês vão começar a se arrepender por quererem matar-socar-chutar a pobre da Ginny... Bem, vai acontecer uma coisa no próximo capítulo que vai deixar o Draco muito furioso e por isso ele não vai parecer mais tão bonzinho...hehehehe Ah, em breve eles vão chegar as "vias de fato"...huahahauhauahaua Você entendeu? Não? Deixa para lá então! Beijos!!!! Hihihihi
Carolzinhaz: Obrigada pela review, moça!!!! Que bom que está gostando! :o) Continua lendo!!! Beijos.
Gaabii: Obrigada pela review!!!!!! Mulher, eu nunca tinha percebido que parecia com Chocolate com Pimenta até você mencionar. Mas é mesmo, a Ginny tá igualzinha a Ana Francisca...huahauahauahaua Ah, em breve, mais actions! Hehehehehehehe Beijos.
Kaká Malfoy: Obrigada pela review!!! Sim, a Ginny tá muito má né? Depois melhora...hehehe Espero que continue lendo e gostando. Beijos.
BaahH: Obrigada pela review, querida!!! :o) Não chora, mocinha... Em breve, tudo melhora... ou não!!! Hahahahaha Sério, não chora... Ai Ai Ai! Hehehehehe Ain, eu sei! Você leu todas ou quase todas as minhas fanfics! Como você aguentou? Huahauahauahaua Obrigada por isso e pelo carinho, viu??? Beijos!
Lou Malfoy: Obrigada pela review!!! Você é a única que gosta da Ginny má! Hahahahahaha Beijocas.
Helena Malfoy: Obrigada pela review, moça!!!! Ela terá momentos de fraqueza, ele também...hehehehe E, apesar da maldade, ela é grifinória, né, no fundo, bem lá no fundo, ela é boazinha...hehehe Continua lendo!! Beijos.
Caah LisLis: Obrigada pela review, Caaahhh! :) É, quando ela quer ser má, ela fica péssima, néan?hehehehe Own, que bom que você gosta de ser coadjuvante, eu tb!!! Êêêêêê! Viva as coadjuvantes casadas com os gêmeos!!!! Hahahahahahahahaha O Draco merece a maldade da Ginny... ele é safado! Huahauaahauahua Beijos!
Misty Weasley Malfoy: Obrigada pela review, mocinha!!!! Draco malvado, mas nem tanto, já que a Ginny supera a maldade dele, néan! Heheheh Espero que tenha gostado! Beijocas.
SallyRide: Obrigada pela review, Sally e seja bem vinda! Êêê! Hehehehe (Adoro ê) Então... que bom que está gostando da fic, é normal odiar a Ginny aqui, quase todo mundo está odiando...hehehehe Espero que continue lendo e gostando. Beijos.
Loh Malfoy: Obrigada pela review e seja bem vinda, Loh! ÊêêÊ! (Adoro ê)² Então...hahahahaha... o Draco merece, vai...hehehehe... e espero que continue gostando e lendo a fic. Beijos.
Ain Ain...
Obrigada por todos os comentários maravilindos...hahahaha....e tb muito obrigada para quem só add no alert ou no favorite! :)
Então, até a próxima (que talvez seja Amor ou Amizade, mas pode ser essa....)
Beijos,
Manu Black
