Yu-Gi-Oh – O Retorno Ao Mundo Das Trevas
Um amor pode curar outro? Ou melhor... Um antigo amor?
PARTE 2
Flash Back (Egito – Cairo)
Marik e Relena voltaram para o hotel. Enquanto o jovem egípcio colocava o carro no estacionamento, a garota observava o cartaz da portaria, anunciando um espetáculo que ocorreria um pouco mais tarde no hotel. A família Ishtar, costumava promover muitas festas e shows no hotel, para atrair os turistas. Naquela noite, haveria a apresentação de Abana, dançarina do ventre. Todos eram loucos por sua dança, muitos turistas chegam a fazer propostas milionárias, para ter uma noite com ela. Relena então teve uma idéia.
Relena: Desculpa Marik. Mas eu vou ter que voltar na tumba. Pelo menos uma última vez... – Diz ela, para si mesma, olhando fixo para o cartaz a sua frente. Marik se aproxima dela, parando em seu lado. Visualizando o cartaz também.
Marik: É Abana, dançarina do ventre. É uma das melhores atrações da casa, todos admiram o seu talento, principalmente os homens, hehehe... – A garota permanecia séria, observando o cartaz. Ele percebe e pergunta – Ainda está brava por não termos entrado na caverna? Relena eu já lhe disse... – Ela o interrompe, na mesma hora. Vira para ele sorrindo.
Relena: Absolutamente não! – Diz com um enorme sorriso.
Marik: Sério? – Arqueia a sobrancelha, duvidando.
Relena: Sim. Do contrário, ainda estaria insistindo, você não acha? – Ele suspira e diz:
Marik: Claro, teimosa do jeito que você é! – Dá um selo na boca de Relena. – Você irá comigo nessa festa, não irá? – A garota afirma com a cabeça. – Então está certo, te aguardo ás 20h, no rol do hotel ok? – A garota se aproxima dando um beijo caloroso e longo nos lábios dele.
Relena: Pode contar comigo. Estarei lá!
Marik: Que bom. Então, até mais tarde princesa – Ele lhe dá outro celinho. Quando ela dá as costas. Ela tira de trás das costas, a chave do Jipe.
Relena: Hã! Pode ter certeza que sim... Gatinho... – Ela morde o lábio inferior, em um sorriso e sobe para o quarto.
Relena já estava pronta para a festa, não parou de pensar na idéia de poder rever novamente o seu amor, e também recuperar o seu colar. A jovem estava realmente linda, usava um vestido longo, tomara-que-caia, vermelho de seda pura, apertado na região do tronco e solto, rodado na saia. E para mostrar a sua grandiosidade como filha do presidente da maior potência mundial, pôs uma exuberante gargantilha de diamante puro no pescoço, junto a uma pulseira do mesmo. Ela respira fundo e pára de ante ao espelho.
Relena: Droga, como eu vou fazer pra conseguir escapar do Marik, sem que ele me veja... – Relena se senta na cama e joga-se para trás. – Deus... Por favor, me de uma luz, eu preciso arranjar um jeito entrar naquela tumba... Eu te imploro, me trás uma solução. – Ela fica observando o teto pensando... De repente a luz que ela tanto quer aparece e um enorme sorriso se forma em seu rosto. – Ahhhh, já sei!
Marik esperava a jovem, no rol do hotel. Estava apreensivo. Ia finalmente pedir Relena em namoro. Conhecia o presidente, Milliardo de longas datas. Tinha certeza que o presidente aprovaria o seu romance com e garota. De repente, sua mente fica totalmente vazia. Seu ar, simplesmente some... A visão na parte superior da escada, lhe tirava toda a ação do pensamento. Jamais viu algo tão lindo como aquela mulher que graciosamente descia as escadas. Relena já fazia parte de sua vida, de sua alma. Não havia jeito. Desejava ela.
Marik: Fiuuuu... Uma vez perguntaram para mim, se eu já havia deslumbrado a beleza de uma deusa. Eu respondi que não. Pois ainda não havia lhe encontrado. – A jovem sorri tímida. – Hoje posso dizer com certeza, de que tive o prazer de olhar no fundo dos olhos de uma... Uma deusa na qual tem o poder de tirar-me o chão, e o ar...Quase fazendo-me desfalecer...
Vermelha como um pimentão Relena responde.
Relena: Aiiii Marik, não é pra tanto, você me deixou muito envergonhada.
Marik: Me desculpe por isso, não tinha a intenção de lhe constranger. Mas você é tão linda, que não me faltam palavras. Pelo contrário, é como se os próprios deuses me inspirassem...
Relena: Obrigado...Mas podemos ir agora? As pessoas ao redor já estão me olhando estranho.
Marik: Vamos, eu tenho o prazer de andar com você por estes salões. Exibindo o magnífico presente mandado pelos céus a mim...Um simples mortal... – O jovem egípcio lhe dá o braço e eles seguem.
Na festa...
Marik e Relena cumprimentavam os convidados da elegante festa. O jovem exibia com orgulho a "até então" namorada.
Haviam muitas pessoas importantes naquele lugar, inclusive políticos e diplomatas de todos os lugares. Todos olhavam e elogiam o casal, que por muitas razões em comum ficam perfeitos juntos. Mas o que todos não sabiam, é que somente um homem, fazia parte do pensamento da jovem socialight norte americana.
Atem...Pensou ela...Já está quase na hora.
As pessoas vão se dirigindo as mesas correspondente às reservas, e fazem os seus pedidos.
Marik: Humm..Vamos ver o que vamos comer? Relena que tal comermos lagosta acompanhado de Bliki, o que você acha? – Ele encara a jovem, e percebe que ela estava muito longe dali. – Relena? Relena? Você está me ouvindo. – Ela percebe que estava sendo chamada e lhe olha sorrindo.
Relena: Hummm...Disse alguma coisa Marik?
Marik: Você está tão distraída...
Relena: Não estava não, ouvi perfeitamente tudo que você disse!
Marik: Ahhh é? Então o que eu disse.
Relena: Ahh, por favor Marik. Não vou cair nessa.
Marik: Ok! Então vou repetir o que exatamente eu falei.
Ele se virá para a moça e diz:
Marik: Estava lhe dizendo que a nossa grande atração de hoje será a Britney Spears.
Relena: Isso mesmo!
Marik: Dã! Viu como você caiu... – "droga", pensou ela. – O que houve? Está tão séria. Aconteceu alguma coisa?
Relena: Hehe, é coisa de mulher, você sabe não é? Mas está tudo bem...
Marik: Se você quiser podemos voltar para o quarto se estiver indisposta.
Relena: Eu vou ficar, essa festa está maravilhosa, eu não quero perder. – O jovem pega-lhe a mão e dá um beijo carinhoso.
Marik: Certo, vamos ficar então. Bem! Vamos pedir o jantar?
Relena: Vamos! – Assim começa o jantar.
Já na hora da apresentação da bailarina, as luzes se apagaram lentamente, as cortinas do palco começaram a se erguer e uma música árabe começa se ouvir ao fundo... Até um grande estrondo e fumaça surgir diante de olhos espantados e curiosos, pra em seguida a bela Abana aparecer.
Todos batem palmas para a linda mulher, e o espetáculo começa. Enquanto Marik estava distraído com o show, Relena põe em prática o seu plano.
Relena: Marik?
Marik: Humm? O que foi meu amor? – Olha incrédulo para a garota.
Relena: Eu vou até o toalete e volto já está bem! – Ele lhe abre um sorriso e beija-lhe os lábios em um caloroso e longo beijo...
Marik: Claro meu amor... Só não demore muito, pois não quero ficar um minuto se quer longe de você. – Ela sorri graciosa e se retira.
Relena sai da festa despercebida, e entra na cozinha, onde todos estavam muito atarefados com os pratos dos clientes, por isso não percebem a presença da garota que perigosamente se aproxima dos interruptores do salão e desliga tudo.
Todos: AHHHHHHHH... – As pessoas dizem em decepção. Rapidamente inicia-se um zum zum zum no salão.
Ajudante: Mas o que aconteceu?
Gerente: Não sei, as luzes acabaram, será um blecaute?
Supervisor: Acredito que não, as luzes de apoio ascenderiam. Deve ser algo no interruptor de luz.
Supervisor: Certo! Querem que vão até a cozinha verificar o que está acontecendo, enquanto eu irei relatar ao Sr. Marik o ocorrido.
Ajudante e Gerente: Sim!
Enquanto isso...
Relena já se dirigia para o rol do hotel. Ela pegou o jipe que Marik a levou e saiu em direção ao Vale dos Reis.
Onde está Relena? – Disse Marik.
Gerente: Não a vi senhor. Mas fique tranqüilo, a senhorita deve estar em algum local seguro esperando que a luz volte. Nós já estamos verificando o que ocorreu. – De repente as luzes se ascendem. Nesse momento o ajudante se aproxima.
Ajudante: Senhor, já descobrimos o que houve, alguém tirou os disjuntores, mas nós já solucionamos.
Gerente: Mas quem poderia fazer algo assim? – E ai então que Marik entende.
Marik: Droga! Foi a Relena. – Ele levanta com tudo e jogando o guardanapo a mesa. – Quero que me tragam o meu jipe.
Gerente: Mais , vai sair em meio a festa.
Marik: Vou, Relena foi para o Vale dos Reis, como fui ingênuo em achar que ela havia desistido da idéia de voltar lá. Aquela teimosa... – Diz ele se dirigindo para a frente do hotel.
Ajudante: , a senhorita Relena acabou de sair no seu jipe.
Marik: Droga! Consigam outro, o de turismo, ou qualquer um. Sei lá! Vamos!!! Mexam-se! Vamos!!! – Marik sai em disparada atrás da jovem. – Relena, espero que esteja bem.
Relena seguiu a toda a velocidade para a tumba. Quando chegou ela, tratou de observar o local com muito cuidado, pegou uma lanterna para enxergar melhor, já que poderia haver ladrões naquele local. Como não havia uma alma viva se quer,colocou sua mochila nas costas e foi com cautela até a entrada. Aquele lugar era frio e sombrio, tinha um cheiro forte de umidade. Além disso, havia muita poeira, devido ao recente desabamento das paredes, tinha pedras por todo o caminho. Mas mesmo assim a jovem não se intimida com a situação. Mesmo o tempo sendo praticamente impossível de ser ultrapassado, a morena via isso como um pequeno detalhe que de alguma forma, ela ia superar. Ela descia com dificuldade, mas agradecia a si mesma por lembrar de pegar uma muda de roupa no carro, nada exagerado, somente uma saia jeans estilo colegial, uma frente única vermelha, botas sem salto, cor bege, com tiras envolta da mesma cor, que iam até os joelhos e uma jaqueta jeans branca. Já nos últimos degraus, a menina mulher viu uma pequena fenda entre as pedras, encolheu a barriga e conseguiu entrar rasgando a longa calda de seu vestido. Mas Relena não se importou, estava determinada.
Tudo era muito assustador, com muitas colunas e pedras no caminho era difícil prosseguir...
Relena: Mas eu não posso parar!!! – Disse a garota com a voz firme e continua avançando. Ao longo que ela caminhava, a jovem percebia que no nas paredes, entre uma rachadura e outra, haviam escritas, provavelmente em egípcio. Como não entendia a linguagem, nem se deu o trabalho de decifrar. Mas, parou em um certo símbolo ao seu lado, na qual era muito familiar. – Eu não acredito... – Ela percorreu os olhos pela figura, meio rachadura pelo tempo – É o pingente do meu colar...O que será que isso quer dizer – Instintivamente ela toca na figura, bem de vagar, contornando com os dedos a figura. De repente as imagens do seu momento com o Pharaoh, começaram a percorrer sua mente, de vagar, ela fechou os olhos e deixou-se levar pelas lembranças. Lembrou do momento em que ele tocou seus lábios, em um beijo doce e casto, que com rapidez tornou-se urgente, suas mãos apertavam sua cintura, trazendo seu corpo mais perto do corpo forte e quente.
Foi quando um forte barulho na caverna lhe fez acordar de seus sonhos, chamando-lhe a atenção para o lado mais fundo do templo. Uma luz fraca, porém convidativa se forma diante a escuridão infindável. Passo a passo, ela se dirigiu aquela luz, e parou perplexa perante a grande pedra, quando viu que no centro da mesma o único indício de seu amado, em vida na terra. O enigma do milênio, em meio a outros artifícios de ouro, na qual ela nem fazia idéia do que se tratava.
Relena: Mas o que são esses artefatos. – Relena foi pegando um a um e guardando em sua mochila. A cada objeto que ela pegava, um novo poder renascia. – Mas que sensação estranha é essa. Sinto um calor em meu peito, que parece estar vindo desses objetos de ouro – Mas o que é isso? – A garota teve sua visão direcionada para o tabuleiro , com figuras gravadas, cheias de rachaduras, mofo e infiltração, correndo por ela. De fato foi gravado a muito tempo. Uns mil anos pela sua conta. Ela pode identificar algumas coisas que estavam gravadas em língua antiga.
Relena: Houve uma guerra. Entre um ambicioso sacerdote e um poderoso Pharaoh. Será que essa pessoa é o Atem? – Instintivamente ela passa os dedos sobre a imagem a sua frente. Despreocupadamente ela olha para o lado e vê o inimigo do Pharaoh na qual ele travou a terrível estava maravilhada com tudo aquilo. Porém, havia algo a mais naquele local, que por conta da emoção a jovem não havia percebido. Das profundezas do templo uma sombra surgia, cheia de ódio e fome. – Eu, conheço essa pessoa... – Quando ela vai se aproximar um vento forte bate em suas costas e a empurra em direção a pedra, fazendo com que a lanterna caísse no chão.
Relena: Ahhhh....aiiii. Mas o que? O que foi isso? – Tudo estava quieto. Muito quieto para se falar a verdade. Não era normal já que a pouco algo pareceu se chocar contra ela. Ela ficou atenta prestando a atenção em todo e qualquer movimento ao seu redor. O silêncio era perturbador,com apenas o barulho das gotas de água que caiam do teto rochoso, a expectativa do que ia acontecer a deixava apavorada. Ela sabia que algo estava errado, pois apesar do silêncio Relena pode perceber que não estava só. Foi quando algo mais do que esperado aconteceu. Algo se arrastava em direção a ela. Seu coração disparou e nunca em sua vida ela desejou tanto que Marik estivesse junto. - Ai Marik, por quê eu não te escutei e fiquei longe daqui?
A jovem estava com medo. Muito, muito medo. Relena permanecia sentada no chão de forma desajeitada. Era difícil mexer-se já que o pavor não permitia. De vagar ela foi tateando no chão para encontrar a lanterna. Ela pegou e colocou sobre o peito tomando coragem para levantar e ver o que estava se aproximando. Com a outra mão ela tirou do bolso de sua mochila uma câmera digital, pois lhe ocorreu uma idéia que parecia idiota, mas se fosse algo muito estranho , poderia salva-la. Relena acendeu a luz e pôs em direção ao som e viu o que algo que a fez tremer mais do que antes. Era uma criatura de olhos vermelhos, parecia um lobo mais muito maior e mais forte, com escamas nas costas ponte agudas, seus caninos a mostra. A criatura espumava de fome, fixa na americana. Estava prestes a devorá-la e sorrateiramente foi se aproximando da garota.
Relena: Meu deus... Por favor, não me deixe morrer aqui...- Ela disse para si mesma, com as lágrimas que começavam a cair. Em um salto a mostro pula sobre, ela. Mas ela consegue desviar, tirando uma foto do monstro para lhe perturbar com a luz e rosnou alto e passou sua enorme pata sobro os olhos para tirar aquela a cegueira temporária. Ela pegou sua mochila e o enigma do milênio que estava no chão e correu a vida para tentar sair da caverna, mas a fera não iria desistir e de forma rápida saltou por cima da jovem e parou em sua frente. Dizendo:
Youkai: Vai a algum lugar boneca...hamhamham... – Relena cai sentada apavorada e foi indo para trás.
Relena: Não é possível... Essa coisa...Eees..sa coisa fala?
Youkai: COISA??? – Rosnou – Eu não sou uma simples coisa...ruuuuuuu. Eu sou um Youkai... Chamado Alijenu.
Relena: You...Kai? É o termo japonês utilizado para designar fenômenos, objetos e criaturas sobrenaturais que estão além da compreensão humana e pode ser traduzido como "estranho", "inacreditável" ou "bizarro". Isso são apenas lendas. Vocês não podem ser reais. Não deveria estar aqui... – Diz a garota em meio a lágrimas e soluços.
Alijenu: Hummm...Bela descrição sobre nós, mas um tanto incorreta. Os humanos criam imagens, na qual eles mesmos se amedrontam ou se familiarizam, muitos chegam a contradizerem a existência dessas entidades, pelo fato de não virem com os próprios olhos. Mas na verdade grande parte disso é medo. – O Youkai diz fazendo círculos e encurralando sua presa - Um medo existente no subconsciente, afinal se muitos desses "mitos" realmente existissem, seria impossível para os humanos, fracos e inúteis controlá-los. Já que são totalmente dependente dos suas habilidades mentais e suas armas para defesa. Nós os Youkai somos como deuses para vocês, alguns fracos que escolheram em deixar esse mundo para os humanos. Outros como eu, que vêem a sua raça insignificante apenas como carne, energia para os nossos corpos famintos, sedentos pelo sangue quente e pulsante. – A garota observava o mostro com pavor, franja cor chocolate grudada em sua testa, por causa do suor que teimava em escorrer. A cada passo do animal ela se encolhia, esperando pelo movimento fatal do animal. Seu lábio inferior sangrava pelas mordias que a mesma dava, deixando mais carnudos do que era.
Relena: Por favor... Senhor... – O Youkai lati auto – Desculpa, eu quero dizer Youkai...Senhor Youkai... – Ele revira os olhos – Sei que está com fome, e que no momento eu até poderia lhe satisfazer, mas... Eu, eu não tenho a carne tão saborosa assim... Eu... Eu só vim aqui, para descobrir algo sobre uma pessoa que eu estou procurando... Eu...Eu não quero morrer aqui – Ela começa a chorar Descompensadamente. Em um salto o mostro voa em cima dela, colocando uma de suas garras em sua garganta.
Alijenu: Xiiiiiii, QUIETA! PARE DE FALAR BOBAGENS MENINA E VAMOS ACABAR LOGO COM ISSO... E é melhor você ficar em silêncio e colaborar, tudo será muito mais fácil assim – E lambeu a boca deixando cair baba no rosto da jovem que chorou mais ainda com a nojeira, sem falar no terrível cheiro de carne podre e sangue coagulado que exalava de seus dentes. – Além disso, deixar alguém como você viva! É muito perigoso para os nossos planos. – Olhou de forma ameaçadora para ela.
Relena: O que? Como assim? Eu não entendo! Alguém mandou você me matar? Por quê? O que foi que fiz? – Ela gritava com os olhos suplicando perdão.
Alijenu: Chega de falar. Você servirá de alimento para o poderoso Alijenu. Agora... Feche os olhos e seja devorada por mim... – Ela fechou os olhos e segurou forte no enigma. – MORRAAAA!!!! – O monstro abriu a enorme e fedorenta boca, mostrando os enormes e afiados caninos. Pronto para devorá-la.
Deus...Por favor...Me ajude – Pensava a jovem. De repente os fleches do encontro com Atem vieram em sua cabeça, os beijos doce e quente trocados, as mãos firme tocando desinibidamente em seu corpo. O cheiro másculo de sua pele morena. As ternas palavras e promessas trocadas. EU VOU VOLTAR! PROMETO QUE VAMOS NOS REENCONTRAR...EU TE AMO! NUNCA... NUNCA ME ESQUEÇA! POR QUE EU JAMAIS TE ESQUECEREI ! – Ela Lembra das palavras do jovem Pharaoh. Relena aperta os olhos e sente o coração disparar, como se estivesse lhe dando um ataque cardíaco.
Relena: Eu não quero morrer – Ela fala baixinho – Não até te encontrar – O lobo vê um brilho em sua testa e pára o taque por instinto – Eu...Não...Quero..Morrer... – Ele rosna e quando tenta se afastar – EU NÃO VOU MORRER NESSE LUGAR!!! – A jovem grita e se protege com o enigma, pondo bem na cara do Youkai.
Alijenu: UAAAAAAAAAAAA....Ele é jogado para longe e cai com toda a força no chão, olha admirado a enorme explosão de luz em sua frente. – Ammmm? Mas que força é essa? Maldita fedelha, como conseguiu?
Egito Antigo.
Atem estava na sua sala de reunião entediado com o que escutava. Tudo não passava de coisas sem sentido para ele. Os engenheiros da época, mostravam os projetos das novas pirâmides de pedra que seriam construídas no local. Enquanto todos prestavam a atenção no homem espalhafatoso que explicava tim tim por tim tim seus planejamentos, o rei só pensava na garota. Em como faria para vê-la de novo, o que faria para tê-la em seus braços novamente, para quem deixaria o trono se ele fosse definitivamente para o futuro? Atem apoiou os braços na mesa e colocou as mãos sobre o rosto. Aquelas dúvidas o estava matando... – Rá. Como farei para voltar a aquela era. Relena deve estar me esperando. Estou louco para amá-la, para sentir seu corpo no meu, para fazê-la minha mulher.
Atem: Rá...Estou ficando maluco. – Ele deita sobre a mesa, enfiando a cabeça entre os braços fechados.
Shimon: Hummm...Neb! Aconteceu alguma coisa? – Atem olha para o servo – Parece um tanto preocupado? Seria pela construção do novo templo que atrasou? – O engenheiro engoliu seco esperando a resposta.
Atem: Não... Não é nada disso Shimon – Alívio geral – Só estou cansado. Não dormi bem essa noite. – Recupera sua postura.
Shimon: Não seria melhor cancelar a reunião para o senhor descansar?
Atem: Não é necessário. Continuem. Tudo está muito interessante. – Todos estranharam pelo fato do jovem rei não reclamar pela demora da construção. Ele era muito perfeccionista e dava muita importância para tudo que bolava. Quando seus planos não saiam de acordo com o que queria. Gritava firme, dava ordens, fazia ele mesmo a supervisão de seus projetos. Para que tudo e todos entrassem na linha, e tudo acontece-se como ele queria. Mas desta vez foi diferente, o desinteresse estava visível em seu rosto. Seus olhos estavam voltados para a janela e ele não fez questão de se pronunciar sobre nada.
Foi quando algo de muito estranho aconteceu. O jovem sentiu uma forte palpitação em seu peito. – Mas? O que é isso? Que força é essa? – Seus olhos perderam a vida, rapidamente ele levantou e ficou estático observando o nada, com os braços levemente abertos. Uma enorme palpitação se ouviu na sala.
Isis: Mas o que está acontecendo? Sinto uma enorme palpitação no recinto... – Ela também levantou assim como os outros.
Seto: É como se tivesse um enorme coração na sala!!! – O sacerdote se segurou para não cair no cão.
Mahado conseguiu com dificuldade manter-se em pé.
Mahado: De onde vem esse som? – O barulho começou a ficar mais forte. O peito de Atem palpitava fazendo seu corpo pulsar forte de acordo com as batidas, ele tremia. – Meu Neb. Pharaoh ele apontou para o jovem.
Seto: O que estava acontecendo Pharaoh. – Seto tentou se aproximar mas a força o repeliu. – Algo está levando o Pharaoh... Vamos unir nossas forças para tentar conter esse poder.
Shimon: É perigoso. Não podemos arriscar a vida do rei.
Karin: Não há escolha. Temos que fazer. Essa energia é muito poderosa. Sem dúvidas isso pertence...Isso pertence...
Akunadin entra nesse momento na sala e ativa sua relíquia do milênio.
Akunadin: Pertence a um deus. - E sem delongas eles usam seus artefatos Criando um circulo de magia em volta do jovem rei. O engenheiro se esconde aterrorizado com o acontece, atrás de Seto, gritando como uma menina.
Engenheiro: AIIIII MEUS DEUSES, SOU JOVEM DEMAIS PARA MORRREEERRR, TENHO APENAS 45 ANOS E AINDA NEM ME CASEIIIII...
A magia parecia estar funcionando na medida que o circulo ia se fechando envolta do Pharaoh. Mas outra palpitação foi ouvida e circulo se desfez facilmente.
Mahado: Não pode ser...
Karin: O circulo de magia criada pela união de nossos poderes...
Akunadin: Se desfez facilmente! Essa força sem dúvida...
Seto: É DE UM DEUS! – Nesse momento o jovem inconscientemente olha de vagar para a relíquia em seu pescoço... Diz com a voz rouca.
Atem: Re...le...na... – Uma explosão acontece mandando todos envolta para longe.
Minutos Depois...
Shimon acorda aos pouco. Ele percebe que está no chão e pela dor em seu corpo deveria estar a algum tempo naquela posição desconfortável. Ele levanta lentamente e nota que sua perna está presa de baixo de uma pedra.
Seto: Shimon, o senhor está bem? – Se vai até o velho e lhe ajuda a tirar o entulho de sua perna. – Parece que a sala de reunião ficou em pedaços. – Nesse momento vários guardas e servos do palácio entraram na sala.
Mahado: Karin, Shada, Isis? Estão todos bem?
Karin: Sim Mahado. Só estou com as costas doendo por causa da aos senhores? – O dono da balança do milênio pergunta aos companheiros que acenam com uma afirmativa para o outro.
Isis: Que força estrondosa, foi capaz de nos jogar para longe e anulou nossa magia. Nunca em toda a minha vida senti uma presença assim.
Akunadin: E não é só isso. Sinto uma perturbação longe daqui... – Todos olharam surpresos com a afirmativa para o velho sacerdote. – Ouve uma suplica em meio aquela luz. Parecia ser a voz de uma jovem mulher.
Seto: Uma jovem mulher? – O domador do dragão branco arqueia a sobrancelha mostrando confusão no olhar.
Isis: Eu também senti a mesma sensação. – Todos pararam para ouvi-la – No auge do acontecimento, senti um medo incontrolável tomar conta do meu peito. Mas essa sensação não era minha. Era da pessoa chamava pelo Pharaoh e repetia diversas vezes a mesma frase " eu não quero morrer".
Karin: Eu senti como se estivéssemos em outra dimensão. Muito afastada dessa em que vivemos.
Shada nessa hora percebe algo que até agora ninguém havia se dado conta.
Shada: Oh não! – Levanta ele assombrado.
Mahado: O que foi? Shada o que aconteceu? – O outro pergunta.
Shada: Olhem! – Todos viram na direção em que o portador da chave do destino aponta. – O Pharaoh.
Shimon engole seco.
Shimon: Pharaoh? – Eles se aproximam de vagar.
Akunadin: O nosso Pharaoh...Desapareceu...
Não restou um vestígio sequer do rei.
AHHHHHHHHHH...O que é isso? Que lugar é esse? AHHHHHHHHH – Atem viajava numa velocidade incrível pelas dimensões. Portas se abriam diante ele, foi quando uma enorme luz surgiu na frente do jovem rei.
Alijenu: Vai me pagar menina, por ter me ferido com o seu poder. – A garota ainda não acreditava no que aconteceu. Aquela pirâmide esquisita tinha poder e ela usou contra o monstro. Relena levantou com mais coragem, determinada em vencer aquele monstro.
Relena: Pode vir! Eu não vou desistir de viver, só porque um lobo fedorento, acha que pode me jantar. EU VOU TE DERROTAR, AQUI E AGORAAAA! – A americana levantou o enigma do milênio o mais alto que ela pode e disse – Atem! Me ajude a vencer esse Youkai!!! – Ela fechou os olhos com força e deixou que o poder invadisse o lugar.
Alijenu: TOLICE!!! VOU TE MATAR SUA MALDITA!!! – Nesse momento, uma bola de luz cai do céu, intervindo na batalha entre Relena e Alijenu. Um forte poder havia entrado no recinto. Uma aura branca apareceu. Relena viu que tinha alguém ali. Essa pessoa levantava lentamente em meio aquele brilho e parou frente a frente ao monstro. Pouco a pouco a fumaça erguida pelo impacto foi desaparecendo e a jovem desabou sentada quando viu a onipotente presença a sua frente.
Tinha o corpo modelado, nem muito alto, nem muito baixo. Seus cabelos contradiziam em 2 tons. Sua pele morena pelo sol quente do deserto. Suas pernas grossas, torneadas e desnudas pela vestimenta. Relena estava maravilhada. Tinha certeza. Era ele, era o seu amor e ele atravessou o tempo para salvá-la. As lágrimas novamente começaram a cair. Mas não por desespero,e sim por emoção. Ela permanecia estática, na mesma posição em que caiu. Com os 2 braços apoiados no chão e as pernas desajeitadas.
Relena: A...tem... – Disse ela maravilhada como se visse um deus, perante ela. Ele vira o rosto lentamente e lhe dá um sorriso gentil e disse:
Atem: Oi meu amor... – Na mesma hora uma estrondosa energia explode de seu corpo ele vira para o monstro – Não se preocupe minha princesa. Eu vou acabar com esse monstro! – A voz firme do Pharaoh fez o lobo demoníaco tremer. – Prepare-se pois eu vou acabar com você! Criatura infeliz... – Apontou para o youkai.
Alijenu: Hã! Humano idiota! Acha mesmo que pode derrotar um youkai? Jamais! – Atem lança um olhar ameaçador ao bicho e fecha os dois punhos preparando-se para atacar. Enquanto o youkai coloca todas suas garras para fora. – Agora morra pelas minhas garras. UAAAAAAAAAA – E sai em direção ao príncipe para devorá-lo.
Atem corre em direção ao monstro e lhe dá um soco na cabeça tão forte, que no mesmo momento o crânio de Alijenu se parte. Quando o lobo vai ao chão seu corpo é totalmente pulverizado pelo brilho do rei.
Desaparecendo totalmente como se não fosse nada. Atem dá um sorriso de canto, estalando os dedos das mãos e olhando para o local onde Alijenu caiu, com desprezo.
Atem: Hã! Foi muito fácil. Monstro ridículo. Achou que poderia me vencer. Um castigo bem merecido para um demônio como você. – Ele pára de sorrir quando vê a garota estática no chão. O jovem corre até ela e se agacha na frente da Americana que estava paralisada, ele segura o seu queixo delicadamente – Relena? Meu amor? Você está bem? – Ela nada responde, Atem acaricia sou rosto – O que houve Relena? Por que não responde? Ele te feriu? Ele machucou você? Vamos ! Responda – Atem começa a se desesperar e sacode a garota pelos braços, que acorda – Por favor Relena. Me responda!
Relena: Atem? É você mesmo?
Atem: Sim! Sou eu, que bom que você está bem! Parecia que estava hipnotizada. Ahhhh se esse monstro tivesse feito algo com você... Traria esse lobo asqueroso do inferno para fazê-la acordar! Mas me diga, Relena está bem? – A morena havia acordado, mas não conseguia prenunciar uma palavra sequer. Ela finalmente conhecia o seu amado. Olhos grandes, com os cílios bem negros, pintados com uma tinta preta. Aqueles olhos profundos pareciam poder ver sua alma. Seu rosto exótico, porém lindo, com traços e expressões fortes, de homem... Que somente um rei tem.
A menina mulher, colocou a mão sobre a mão do rei que estava em seu rosto e abriu um sorriso encantador. Ele sorriu maravilhado com a linda mulher.
Atem: Sou sim minha princesa. Olha, pode me tocar, eu quero te sentir. Tu não tens idéia, das noites de sono que perdi pensando em te ter em minha cama, sem poder saciar a minha sede com o teu corpo – Ele chegou perto do rosto da garota, com o olhar embriagado, Atem roçava seus lábios levemente nos da jovem, sua pegada foi tão forte que de uma vez só ela (que estava sentada) ficou de joelhos, com o seu corpo totalmente colado no do jovem. – Ahhh meu amor... Quase perdi a razão tentando encontrar uma forma para vir e ficar com você. – Ele se afasta e encara a garota – Eu amo você, meu amor. Te amo como nunca amei, te quero como nunca quis um dia alguém... – Ele lambe os lábios da moça, morde seu queixo, de olhos fechados ele desce uma das mãos enchendo sua palma com carne firme das nádegas de Relena, que se contrai e geme.
Relena: Hummm – Ela aperta os olhos com força e deixa sua cabeça cair para trás, sentindo seu corpo queimar. – Atem eu também senti o mesmo. Arrisquei a minha vida para entrar aqui e encontrar você. – Ele para o que fazia para ouvir, suas duas mãos agora pousadas na cintura da moça, seu olhar fixo no de Relena. – Quando você entrou aqui e eu vi aquela luz, foi como se... – Ele arqueia a sobrancelha não entendendo que ela tentava dizer.
Atem: Diga... Apenas...Diga...
Ela engole a saliva e continua.
Relena: Foi como se, eu estivesse morta antes de te encontrar... Vivendo na sombra de um sonho, que eu nem sabia se era verdade ou não. Eu cheguei a pensar... Que eu estava louca. Sabe... Eu nunca tive um namorado de verdade. – Atem sorriu de lado, pensando no quanto ela era graciosa – Por isso, eu fico muito confusa sobre tudo que eu sinto e tudo que eu quero. Depois que eu senti o teu beijo, não tive mais dúvidas. É com você quero ficar, pelo resto da minha vida. – O Pharaoh não pode deixar de abrir um enorme sorriso, seus olhos brilhavam diante da declaração da moça. Agora sim. Não restavam mais dúvidas. Queria e iria, ficar com ela, para sempre. E estava disposto a largar tudo por aquele forte amor. Sem delongas ele puxou a jovem para si, puxando ela pela nuca, tornando-se um só. Beijando com ardor, os lábios de mel avidamente, exigente, entre suspiros e delírios. A excitação de Atem já começava a aparecer, ele já começava a sentir o volume em entre as suas pernas, pedindo para se libertar. Não resistindo mais, o jovem rei pediu:
Atem: Relena... Eu a quero para mim – Com uma mão o Pharaoh começou levantar a saia da garota, que mesmo com medo por ser sua primeira vez, deixou-se levar pelo o acontecimento – Eu quero você assim, entregue – Ele fechou os olhos e acariciou os cabelos dela com o próprio rosto, cheirando um seguida e sentindo o aroma de sândalo da cachoeira castanha – Como eu esperei por esse momento, em que eu teria você em meus braços, em que eu beijaria a tua boca – Chupou rápido o lábio inferior dela, deixando extremamente vermelhos e sensualmente molhado – Em que eu sentira o seu corpo no meu... Ahhhh, meu amor, eu quero... - Sugou a própria saliva deixada pelo beijo que escorria da boca da jovem, chegando pertinho do ouvido dela, com o olhar suplicante – Eu quero provar os seus seios, sentir sua feminilidade úmida em meus dedos, minha boca...rssss – Ele dá risinhos como uma criança que está prestes a aprontar.
Relena por sua vez sente inúmeros calafrios. Mas era tudo muito maravilhoso já que era com ele. Ela sorri sapeca mordendo lóbulo da orelha de Atem.
Relena: Agora eu finalmente sinto o meu coração bater novamente. – Ele escuta tudo atentamente, com os lábios meio abertos, com o corpo colado no dela, como se tudo aquilo fosse necessário por sua própria sobrevivência, as mãos começam a descer, parando na cintura da garota. Sua respiração estava cada vez mais pesada. – Ao me deitar em minha cama para dormir, me perdia, nos pensamentos obcenos que eu tinha com você, imaginando suas mãos percorrendo o meu corpo, já molhado pelo teu suor, seus dedos maliciosos se aconchegando em meio ás minhas coxas e atiçando o meu desejo. - Ela lhe encara e diz:
Relena: Faça amor comigo Atem! Quero você dentro de mim! - Ele mesmo se surpreendeu com as palavras da jovem, ela o amava, e ele havia encontrado o amor de sua vida. Com certeza ela era dele. Já havia transado com muitas mulheres. Iniciou sua vida sexual quando criança, já que toda princesa e toda serva que conheciam seu charme, caiam em seus pés. Ele mesmo fazia questão de mostrar para todas o quanto era viril. O sexo era intenso, arrasador para assim dizer, seu forte apetite sexual conseguia satisfazer quem quer que fosse, para sua cama, por várias vezes em uma só noite. Mas com ela era diferente, estava emocioando, ansioso, e temeroso também. Era a primeira vez da garota. Sua expressão que antes era de susto, mudou pra um semblante calmo e gentil.
Atem: Sim, meu amor. - Ele encara a jovem, seu sorriso morre. Relena se assusta com o olhar lançado por Atem, um olhar de fome, fatal. De vagar sua mão vai baixando pela coxa grossa dela. Ele acariciava com a ponta dos dedos, as linhas torneadas da morena, que suspira com deficuldade. Os dois se encaravam incansavelmente. Atem vai levando sua mão para o meio das pernas da americana, puxando um pouco da saia para cima. Relena aperta os olhos e tranca um pouco a respiração.
Ele sentiu a garota já enxarcada de prazer, e não conseguiu deixar de sorrir a vê-la corar furiosamente com o toque. Começou então a sua tortura, ainda por cima da calcinha de algodão rosa, primeiro ele começou leve, apenas conhecendo a abertura molhada da garota, seus movimentos eram lentos, mas precisos, com apenas dois dedos ele estimulava Relena. Que mordia ferozmente os lábios.
Atem: Você gosta disso? - Perguntou ele com a voz sedutoramente rouca. Ela apenas afirmou com a cabeça. Ele sorri de canto com aqueles cílios negros egípcios, sem demora afasta a proteção da vagina de Relena acariciando com toda a sua mão, enquanto dois dedos ousados, se introduziam pelo meio, fazendo Relena arquear o corpo, dando um longo gemido de excitação.
Relena: Ahhhhhhhhhh!!! Atem!!! - Ele leva sua outra mão a boca da jovem, que chupa seus dedos agilmente, com movimentos insinuantes fazendo a sua parte, chupando delicadamente de trás para frente os longos dedos do Pharaoh.
Atem tira os dedos da boca dela e a beija ferozmente. Mas sem parar os movimentos.
Atem: Por favor, não me provoque. Depois não conseguirei me controlar. Não quero machucá-la, sei do que sou capaz. - Ele introduz um pouco mais forte seu dedo médio na entrada de Relena, que geme em protesto pela pequena fisgada. O jovem se assusta um pouco. - Eu te machuquei meu amor?
Relena: Affff... Afff...Não...Não pare...Afff...Afff...Continue...
Atem continua com a provocação, em quanto a garota faz movimentos circulares em seu dedo. O jovem Pharaoh pára o que estava fazendo para levantar sua veste e tirar o membro rijo para fora, em meio a gemidos de protesto, ele a deita no chão delicadamente ficando por cima da garota.
Atem: Xiiiii, calma, não precisa ficar brava minha linda. Prometo que o que farei agora será muito melhor que simples toques... – Ele da um selinho na jovem acompanhado de uma lambida, que vai dos lábios até a ponta de um dos seus seios, onde ele abocanha ferozmente.
Relena: Ahhhhhhhhhh – Ela arqueia o corpo pela e sorri maravilhada com a sensação de ser tocada tão intimamente. Relena aperta os olhos sentido a língua quente de Atem, apossar-se de seus seios. O jovem Pharaoh já não agüentava mais o incômodo que se formava entre suas pernas. Seu membro latejava implorando por alívio, ver Relena entregue daquela forma provocava sensações jamais sentidas antes. Dedes de muito pequeno se deitara com várias menininhas e mulheres que se ofereciam para ele. Mas nunca havia tido em seus braços, alguém despertasse algo mais além que luxuria, que despertasse amor puro. Ela era sua mulher e ele a queria e rápido.
Atem: Relena... – Ele puxou a jovem para baixo de si, ficando cara a cara com ela. – Não consigo mais agüentar, eu a quero... E quero agora! – Beijou a jovem com intensidade deixando seus lábios inchados e vermelhos, ele posicionou-se no entre as pernas da jovem – Relena você é minha! – A garota fecha os olhos temerosa com o que estava por vir. Para aliviar a tensão dela, Atem fez por várias vezes carinho em seu rosto e espalhou diversos beijos em seu queixo e pescoço, enquanto vai introduzindo seu membro totalmente duro na jovem. Ela encolhe seu corpo e crava as unhas nas costas do Pharaoh.
Relena: Ahhh...A..Atem...
Atem: Xiiiii, calma meu amor, vai passar, eu te garanto você vai gostar demais... – Ele entra por completo dentro dela. – Minha linda princesa, não sabe o quanto eu a amo, quero fazer amor com você por noites e mais noites, durante toda eternidade, até que nossos corpos sejam consumidos pelo tempo e pela morte. – Ela lhe encara ofegante e beija-lhe os lábios.
Relena: Eu sou completamente sua, meu amor. Me faça mulher! – Ele sorri e começa a investida, calma, porém intensa aproveitando cada milímetro do espaço. A jovem geme baixinho, por dor e prazer. Dois sentimentos distintos, pois a dor é carnal e o prazer vem da alma. Relena prende o jovem entre suas pernas enquanto o mesmo cavalga deliciando-se com a sensação. Ele então dá mais ênfase aos movimentos pondo cada braço próximo a cabeça dela para entrar e sair mais rápido. O suor de seus corpos começava a se misturar. Relena não acreditava naquele momento, guardou-se tanto tempo para aquela miragem que só aparecia em seus sonhos. Atem estava maravilhado, tal sensação provocava arrepios desde seus células vertebrais até as que formavam o tecido responsável pela a única parte e mais significativa naquele instante, seu coração. – O mundo pode desabar, os deuses podem castigar esta terra com as sete pragas previstas nos livros antigos, mas nada, nada me faria interromper este momento. – Ele olhou fixo para a jovem, sedento de desejo. Ela parecia sofrer, mas o sorriso nos lábios mostrava exatamente o contrário, foi aí que a garota chegou ao ápice com um grito rouco e demorado, afundando a cabeça no chão úmido do antigo templo. Com tal visão Atem constatou, estava na hora então de terminar! Ele sentiu seu membro pulsar dentro de Relena, implorando alívio imediato. Ele se afasta da garota e massageia lentamente seu pênis e com um grosso ranger de dentes ele aliviou-se em cima dos seios rijos da jovem deixando-se cair por cima da mesma, ficaram juntos por um tempo, exaustos, apenas fitavam um ao outro, os olhos de esmeralda nos puras jamais vistos antes... Ele acariciou seu rosto e beijou-lhe os lábios...
Vento...
Atem: Relena...Prometa-me algo, muito importante neste momento...
Relena: Fale... – Ele respirou fundo espiando o mais profundo da alma jovem de Relena.
Atem: Até que a morte nos separe... – A garota apenas sorriu não compreendendo o significado de tais palavras.
Tempestade...
Relena: O...O que? Não te entendo?
Atem: Você Relena... Prometa que me amará e estará comigo, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, até que a morte nos separe? – A jovem abriu um sorriso de desdém que morreu ao perceber que ele falava sério, seu olhar penetrante e decidido dizia que aquilo não eram simples devaneios.
Relena: Sim... – Foram as únicas palavras que consegui dizer, diante daquele pedi informal, mas que para nós, representava, a verdadeira união eterna... – Eles se abraçaram e adormeceram naquele mesmo local. Onde nem imaginavam, mas olhos vermelhos observavam atentamente cada movimento em sua frente, somente esperando sua deixa. O momento certo, para atacar....
Escuridão...
Continua.....
Bikli: porção de legumes sortidos, temperados e em conserva.
Nota: Sorryyyyyyy, o atraso de praticamente 5 meses, PLEASE perdoem sua jovem Universitária que conseguiu o emprego mais interesse e complicado em época de crise. VENDA DE CRÉDITO!!! ISSO MESMO!!! EMPRÉSTIMOS... Bem....
Vocês podem imaginar o quanto é complicado. Por isso, quero agradecer a todos que me mandaram reviews... Não citarei nomes, pois isso ocupa muito tempo, mas sintam-se beijados e abraçados por essa autora tão carente de amor e de afeto (té parece). ENFIM! TENTAREI escrever pelo menos um capítulo por semana, para dar continuidade a essa obra.
Obs: Enquanto aos erros de português desculpe, mas se eu ler tudo novamente para corrigir meus erros, sei que vou odiar e colocar o texto fora. Essa é uma característica minha, um caro leitor que me chamou a atenção por causa disso tem isso como um ponto forte digamos assim, com essa questão. Bem meu caro ou cara...Hehehe. Não me entenda mal, mas meu ponto forte está em ser crítica principalmente na forma em que eu me expresso, tudo parece perfeitamente bom quando escrevo, mas terrivelmente perverso quando leio. Pois tudo sempre parece um tanto superficial ao meu ver...Então deixarei tudo como está, se não tocarei tudo fora e terei que reescrever este capítulo novamente... BEM CONTINUEM DANDO A OPINIÃO DE VOCÊS, PLEASE PORQUE E ME MOTIVO MUITO QUANDO QUANDO ADMIRAM O MEU TRABALHO E ESCREVO MAIS RÁPIDO!!!
Bem fico por aqui... E até o próximo e capítulo....
Um amor pode curar outro? Ou melhor... Um antigo amor?
PARTE 3
