The Black's: My True Family

Pandora N. Black


Sumário: Sirius toma conhecimento das revelações a que está implicado. Narcissa conversa com as irmãs...

Notas da Autora: Os personagens, excepto alguns originais, pertencem a J.K.Rowling.

Observações: Nesta história, podem existir os seguintes pontos:

Palavra: texto normal/diálogo

Palavra: feitiços

//Palavra//: pensamentos

"Palavra": parsel

+ Palavra +: lugares


Capítulo Sete - Help II

Em determinadas situações da vida, temos que tomar decisões fácies ou difíceis. Contudo, para decidir, teremos que abdicar do imenso orgulho que predomina em nós.

(Pandora N. Black)


+ Mansão Tonks+

+Quarto de Sirius+

Remus Lupin pousou a varinha escura na mesa de madeira, com uma lentidão usual. Finalmente. Finalmente, tudo tivera um fim. A missão fora um êxito. Sirius Black tinha, de novo, as suas recordações. Recordações boas e más. Todos os dias, o animago tinha uma secção de terapia com Clark Morrison em busca de memórias perdidas e, em menos de quatro dias, duas horas, dez minutos e cinco segundos, o homem obtivera as passagens que a sua vida teve.

Só restava acordar, criar a explosão, BUMM! e ficar desperto até altas horas para prestar explicações.

O lobisomem olhou o rosto sereno do melhor amigo que repousava em descanso na extensa cama da mansão de Andrômeda. Como reagiria ele? Quando soubesse de Bellatrix, Harry e sabe-se lá de mais o quê. Era verdade. Iria fazer escândalo, soltar palavras furiosas e quem sabe alguns feitiços.

A porta da habitação abriu-se e a esbelta figura de Syth entrou no quarto. Remus quase sorriu quando os olhos violáceos caíram sobre a figura do…. Pai.

- Como está ele? – sussurrou, tomando cuidado para não o despertar. – Bella pediu para perguntar. Estamos ansiosos.

- Bem. Já se recorda de tudo. Foi um processo difícil. Como… Como foram as coisas lá em Diagon Alley? Compraste tudo?

- Sim. Pandora estava entusiasmada. Ela vai estudar lá em Hogwarts, comigo. Para me vigiar. – o lobisomem sorriu. – Bella, mandou uma grande quantia de dinheiro por Andrômeda. – a sua voz tornou-se inaudível e Remus esforçou-se para ouvir. – Comprou, para mim e para Pandora, duas vassouras da nova colecção. Flecha de Vento.

As sobrancelhas de Remus inclinaram-se para cima. A Flecha de Vento era uma nova colecção de vassouras, a melhor a nível mundial. Custava imenso dinheiro. 20 Mil galeões, se não se enganava.

Porém, Syth não estava entusiasmado.

- Que sucede, cachorro?
- Amanhã vou para Hogwarts. – confessou, tristemente. – Não vou poder estar com ele. Ele é especial. Não sabe que eu existo, mas eu sou Harry Potter. – o loiro abanou a cabeça e preparou-se para interromper, mas o adolescente impediu-o. – Sou o Menino-Que-Viveu. É assim que ele me conhece. Sou o seu afilhado, se reencarnar essa personagem.

- Syth, ouve uma coisa. Eu reagi mal quando soube que eras filho da Lestrange, perdão, da Bella, mas aceito que és filho dela e sei ver que vocês têm semelhanças. Sirius, quando aceitar a paternidade, vai oferecer-te aquilo que te faltou. E, eu como teu amigo e amigo dele, tenho a certeza absoluta que ele não queria que ficasses dependente dele e perdesses períodos escolares. Ás vezes, temos que escolher entre coisas que gostamos.

- Obrigada, Remus. – abraçou o lobisomem. – Deixo-te com ele. É verdade. – voltou-se. – Bella disse para não contares sobre mim, quando ele acordar. Ela diz que isso é obrigação dela. – e abandonou a habitação.

Lupin ainda ficou uns momentos a olhar para a porta e logo voltou-se para o animago. Suspirou.


+ Grimmauld Place +

Albus Dumbledore olhava a fotografia de um rapaz de onze anos, com cabelos pretos e olhos verdes. Harry Potter. O director de Hogwarts possuía imensos conhecidos no Mundo Mágico e em toda a Europa e nenhum desses falados sabia onde se encontrava o seu pupilo.

Há meses que anda desaparecido. Até debaixo das pedras haviam procurado. Nem um fio de cabelo.

Hedwig, a sua coruja, estava com os amigos. O seu material escolar estava na sede da Ordem da Fénix, aguardando pela chegada do dono.

E Albus Dumbledore tinha um peso nos ombros. Fora errado, concluiu. Errado testemunhar-lhe acerca de uma profecia perdida que ligava o seu destino a Lord Voldemort, momentos após ter visualizado o falecimento do padrinho.

//- Foste um ser sem compaixão, Albus. Devias ter deixado o miúdo respirar ar puro, sem confrontos e novidades e, só depois contar-lhe acerca disso. Também devias ter colocado segurança máxima em Privet Drive e não o estúpido do Mundungus e a velha Figg. // - pensou, com pesar.

E agora o velho estava ali, naquela sala vazia. Os membros da Ordem estavam nas suas casas, com as suas famílias e ele ali. Não por obrigação, mas por opção. Para meditar acerca do jovem Salvador.

Amanhã, ás dezasseis horas, Hogwarts iria receber os novos alunos e, talvez isso, aliviasse a culpa do director.

Uns murros na porta distraíram-lhe.

- Sim?
- Posso entrar, Professor Dumbledore?

- Claro, Nymphadora.

A auror metamorfaga entrou e sentou-se á frente do velho. Dumbledore também tinha outro problema. Um outro desaparecimento. Remus Lupin.

- Passa-se alguma coisa, Nymphadora? Há novidades?
- Não, professor. Eu queria saber se….

- Sim, Nymphadora?

- Já têm Prof. de Defesa Contra as Artes das Trevas?
- Minerva encarregou-se disso. Porém, não encontrámos ninguém disponível. Temo que Severus Snape será o novo professor este ano. E colocaria um novo professor de poções, meu conhecido.

- Professor Dumbledore, eu queria-me oferecer para esse posto. Já falei com Kingsley acerca do assunto e ele deu-me autorização para fazer parte do professorado este ano. Não está de acordo, Prof?

- Tens consciência das responsabilidades a que vais estar sujeita? Serão imensas turmas para ensinar, sete turmas de quatro casas, Nymphadora.

- Eu sei disso. Mas eu quero, professor. Estou disposta a oferecer os meus conhecimentos para disciplinar os alunos de Hogwarts.

- Bem. Se tem tanta certeza disso, comparece amanhã de manhã, por volta das dez, para te apresentar aos outros professores. Mais alguma coisa?

- Sim. – anuiu Tonks. Tenho um primo e uma irmã. Syth e Pandora. Será que eles podem ter uma vaga em Hogwarts?
- É por causa deles que queres ir para professora? – a auror corou. – Ai, Nymphadora…. Syth e Pandora, dizes? A garota é tua irmã? – um aceno afirmativo. – E o garoto é filho de quem? Narcissa ou Bellatrix?
- Sirius.

- Perdão?

- Syth Elliot Black é filho de Sirius Black.

- Não sabia que Sirius havia tido um filho. Ele sabe que o pai faleceu? – novo assentimento. – Muito bem. Tens aí os documentos deles? Vou ver se mexo uns cordelinhos com Rufos.

Nymphadora Tonks sorriu-lhe radiante, e após entregar a papelada, retirou-se da antiga casa dos Black.

O director olhou as fichas dos novos alunos. Algures, lá no fundo do seu ser, algo lhe dizia que aquela família escondia um terrível segredo. E ele iria descobrir. Ou não se chamava Albus Dumbledore.


+ Mansão Tonks +

+ Quarto de Sirius +

Lentamente abriu os olhos, para rapidamente os fechar. Era demasiada a claridade. Uma sombra colocou-se á sua frente.

- Olá, Sirius.

- Remus? – aquela interrogação alegre que escapou dos lábios do doente, comoveu o lobisomem que transmitiu um sorriso calmo. – Moony!

Os velhos amigos abraçaram-se, talvez até chorosos. Á muito tempo que não se viam. O abraço fora longo e caloroso.

- E aí, Moony? Como estás?
- Anda-se. – sorriu Remus. – Fico contente que estejas bem, Paddy. Fizeste-me muita falta, meu amigo. A mim e a outros.

Um sorriso trouxe cor ao rosto pálido do homem.

- Harry? Aonde está Harry, Moony? Dumbledore prometeu-me que Harry iria viver para Grimmauld Place. Aonde está Harry?

- Tem calma, Sirius. Tem calma, primeiro temos que conversar, há coisas que tens…

- AONDE ESTÁ O MEU AFILHADO, REMUS JOHN LUPIN???
- Sossega por uma vez na vida, Sirius Órion Black, os teus impulsos protectores e escuta-me! – rugiu Lupin, raivosamente. – Reconheces este lugar, Sirius?
- Não. Ainda que me pareceu a Mansão Black.

- Estás em casa da tua prima Andrômeda. Estás aqui desde foste tirado do Véu da Morte.

- E Harry?
- Ficas-te em coma durante meses, perdes-te as memórias e já as recuperaste. Tranquiliza-te, Black. Escuta. – um pensamento cruzou-lhe a mente. Como diria ao seu amigo que estava na casa da sua ex. namorada e, supostamente, assassina Bellatrix Black? – O problema é o seguinte…

- Lupin? – uma voz feminina e fria interrompeu o lobisomem. – Agora é a minha vez. Vai lá para baixo.

- Mas…

- Já!

Remus fez o que a mulher lhe pediu e, assim que fechou a porta, um silêncio mortal instalou o quarto. Sirius abriu a boca, perplexo e, ao mesmo tempo, furioso.

- Bellatrix.

A Death Eatear sorriu-lhe, com desdém e tristeza.

- Sirius.

- Que raios estou aqui a fazer, Bellatrix? É aqui que Voldemort-Cara-de-Serpente se esconde. Na casa de Andrômeda? Aonde está HARRY? Se tu lhe fizeste alguma coisa, sua cabra assassina, eu juro que vou remover mares e oceanos em busca do teu sangue!

- Silencium. – conjurou Bella.

Nenhuma palavra saiu da boca de Padfoot, ainda que movesse a boca furiosamente e os olhos azuis brilhassem fantasticamente.

- Ora bem, Sirius, é melhor sentares-te, que a história é longa, chata e sentimental. Preferes ficar de pé? Depois não te queixes se ficares com nódoas negras no traseiro. Tudo aconteceu….

O animago apoiou-se na cama. As suas pernas em gelatina. A cor abandonou e a expressão fantasmagórica foi visível nas feições do homem. O pai de Syth continuava a encarar a mulher, que falava sem parar, com secura e dificuldade. Era impossível.

Deixou-se cair no colchão, ignorou o ranger da cama e começou a recolher ar. Certo, ele estava a dormir, a ter um pesadelo, onde do seu namoro incestuoso com a sua prima Bella resultou uma criança que agora tem dezasseis anos e que se chama Syth e vai amanhã para Hogwarts; que foi salvo do véu pela prima e que Lily Potter era uma autentica casamenteira do destino. Para complicar a situação grave que a sua vida levava, a sua amiga ruiva tinha que lhe dar um presente de aniversário atrasado que era uma catástrofe na sua vida.

- E, o teu filho Syth é na realidade Harry Potter. – concluiu Bella.

Sirius Black não aguentou. Desmaiou e a cabeça caiu pó lado, tamanha era a surpresa reservada.

- Oh Merlin… Desmaiou. – proferiu a mulher, desconcertada.


Abriu os olhos novamente. Como um flash, a sua conversa com Bella retornou á mente.

Filho? Harry Potter, filho do seu 'irmão' James Potter, era, na completa e absurda realidade, seu filho? E que se chamava Syth Black? E era filho de Bellatrix?

- Oh Godric…

- Oh Godric, digo eu. – pronunciou Bellatrix. – Estavas apagado á quatro horas. Já ia para chamar um medimago.

- Qual medimago qual carapuça. – resmungou o homem, sentando-se. – Filho? Meu filho?
- Nosso filho…

- Meu filho? – a mulher bateu com a mão na testa, exasperada. – Nosso filho, Bella? Porquê que não tomaste a poção, mulher?

- Agora a culpa é minha, seu idiota encarapuçado?! Tu tinhas pressa naquela altura e eu avisei-te. 'Sirius, não te esqueças de pôr protecção.' E tu que me disseste? 'Descontrai, Bellinha. Estás a arruinar o clima.'

- Mas tu és mulher! A responsabilidade é tua! Nós, homens, só fazemos o serviço!

- Não sejas ignorante, Sirius Black! A culpa é dos dois, ainda que a maior parte é tua!

- Cala a boca, maníaca. Tu és quem menos tem palavra de razão nesta casa, sua Death Eatear!

- Ouve lá, cara de pau, a casa é da minha irmã Andrômeda e todos temos palavras de razão!

- Estúpida! Nem penses que o meu filho vai seguir os teus míseros passos!

- Estúpida é a tua avó, linguarudo! E o filho também é meu, Black. Aliás, é nosso!

- Olha sua p…

- CHEGA!

Os primos morenos voltaram-se. Como espectadores (além de nós, leitores) estavam Narcissa, Andrômeda, Remus, Syth e Pandora. Quem gritou foi a loira, vermelha que nem um tomate.

- Tenham respeito. Parecem duas crianças estúpidas a disputar por um doce. São adultos, porra. – a loira respirou com dificuldade. – Anda-te embora, Bella. Tenho que conversar contigo. Syth, hora de esclarecer as coisas. Pan, vai estudar para amanhã, Remus vai esperar Nymphadora e Andy ordena aos elfos para prepararem o jantar. Tenho fome e estou esgotada. O meu dia foi longo e impiedoso. Vamos lá, a mexer.

Apesar da casa não ser sua, Narcissa impunha ordem e respeito, uma vez que era uma mulher fria e tranquila.

A Death Eatear saiu do quarto do animago, fazendo caretas de gozo para o ex.merodeador, até que levou uma leve palmada no rabo de Cissy, que tinha rosto sério.

Enfim sós.

Sirius tornou a sentar-se na cama e Syth sentou-se, onde anteriormente, a sua mãe estivera sentada. O ex.recluso evitava olhar o rapaz nos olhos e, este, como que entendendo a situação do seu progenitor, transformou, com um passe de mágica, o seu físico no aspecto conhecido por todos.

E os olhos azuis captaram as esmeraldas e, dominado por impulsos das saudades, preocupações e amor, o adulto abraçou o corpo do adolescente, acariciando-lhe as costas e beijando-lhe a cabeleira escura.

- Harry, meu Harry….

Ainda que o adulto não pudesse ver, o jovem fez rosto triste. Foi como ele dissera. O seu pai não via Syth Black, seu filho; mas sim, Harry Potter, o afilhado.

Contudo, o jovem deixou-se embalar nos braços de Sirius. Aqueles braços ansiados e que lhe transmitiam calor.

Quando se separaram, Sirius disse:

- Estavas tão diferente á pouco.

- Era Syth, o teu filho.

- Não me peças para aceitar isso com facilidade. Já é impossível para mim conviver com Bellatrix sob o mesmo tecto. Não me implores para que eu te chame e trate como um filho, porque apesar de te amar como um, tu tens a plena consciência de que eu estou habituado a relacionar-me com Harry Potter e não com o meu próprio filho, que apesar de ambos serem a mesma pessoa e apresentarem físicos diferentes, têm personalidades distintas. Só te peço, Harry, que me des tempo. Tempo para mim, para ti e para os outros.

O adolescente, se fez cara triste, não mostrou. Ocultou tudo e transformou-se em Syth de novo.

- Já esperava isso. Mas tem que te fazer á ideia. Harry Potter não é nada de ti. Harry Potter morreu no ventre de Lily Potter. Sou teu filho, sou Syth e, apesar de compreensivo, não sei se vou tolerar muito mais esta situação. Porém, entendo a tua posição, respeito-a e vou cumpri-la. E, creio que a melhor maneira de começar, seja habituar-te ao meu aspecto e ao meu nome. – estendeu-lhe a mão. – Olá. Syth Black, Sirius. Sou o teu filho e estou disposto a dar-te a conhecer de mim.

O adulto olhou a face serena do filho, marcado pela sinceridade das suas palavras e, aceitou a mão.

- Sirius Black. Idem.

As mãos morenas estreitaram-se.


+ Quarto de Bellatrix +

Narcissa torcia as mãos, nervosa.

Bellatrix estava preocupada. A sua irmã não costumava ser tão…. melodramática.

- Preciso de ajuda, Bellatrix.

- Que foi agora?

- Ele chamou-nos, a mim e a Draco. – a loira encarou a morena. – Ele pretende transformar o meu filho no estupor do meu marido. Ele quer que Draco seja o futuro comandante dos seus Death Eatears.

- Está na família á décadas, Cissy. Mais tarde ou mais cedo, o Lord teria que chamar Draco para o colocar ao serviço. Todos nós sabemos disso assim que nos casamos com gente das trevas. Contudo, o meu caso foi diferente. – explicou, pausadamente Bellatrix. – Mas o Lord não vai colocar o teu filho ao comando, porque ainda me tem a mim! Sou eu que tomarei o papel do Lucius!

- E o teu filho, Bellatrix?

- Isso, é um assunto que tratarei dele depois. O Lord deu-lhe a missão?

- Sim. Mas eu tenho a certeza absoluta que Draco não vai ser capaz de a pôr em prática. Vai ser muito complicado matar alguém de tamanho poder. Por isso, eu pedi ajuda…

- Oh, por Salazar, Narcissa! Que foste tu fazer...?

- Fiz o Voto Inquebrável com Severus. – a morena abriu a boca, surpresa. – Se Draco não conseguir completar a Missão, Severus terminará…

- Meu Salazar, Narcissa. Estás a cometer um tremendo erro. Snape não é de fiar. Estás como o Lord e o velho Dumbledore. Ambos vêem o que querem…

- E qual é a missão, Narcissa?
Andrômeda saiu das sombras do quarto e encarou as suas irmãs com um olhar austero. Cissy mordeu o beiço e deixou-se cair na cama com as mãos trémulas. Andy e Bella trocaram um olhar rápido. A mulher de cabelos castanhos-claros acercou-se á loira e puxou-a contra si, afagando-lhe os cabelos. A outra Black achou o gesto estúpido.

- Qual a missão, Cissy?

- Matar Dumbledore!!!


Respostas aos Reviews:

Lady My: Oie! Como estás? A sério?? Vais postar a 'tal' fic? Fico á espera. A respeito á tua proposta, se me consideras totalmente apta para tal pedido, sim, posso observá-la.

Fico muitíssimo contente que te tenha agradado o capítulo e, a respeito á aliança com Voldie, vendo que ambos lados (o sim e o não) estão empatados, decidi fazer uma 'surpresa' que eu espero ser do agrado de todos os leitores. Bye!

Scheila Potter: Oie! Que tal? Estou maravilhada com o teu encanto com as tuas histórias e, tal como disse á My, vai haver uma surpresa! UM Beijão!

KatariaMP: Até que enfim que a minha ilustre fic recebe um comentário da minha fiel leitora! Já cá faltava para a colecção. A sério que te agradou as memórias do meu anjo cachorro? Siiimmm! Isso saiu do fundo do meu pequeno coração, totalmente sentimental e artístico. Agradeço o teu review. Kiss!


A respeito a outros leitores assíduos, aguardo os reviews a respeito do capítulo anterior. Ouviu, Rafael? Vamos lá postar o review, senão Pan fica fula e ninguém quer ver a Pan fula, pois não?

A propósito, eu recebi uma mensagem privada de uma leitora a comentar, entusiasticamente, o capítulo; por um descuido meu, sem querer, apaguei a mensagem. Foi uma total responsabilidade, admito, mas não foi por mal. Se estás a ler isso, peço-te as maiores das desculpas pelo ocorrido.

Beijinhos a todos que vêm e comentou e àqueles que vêm e não comentam!


Pandora Narcissa Black

02 De Março de 2007