O processo de dar a luz a uma criança não lhe era nada familiar, o ambiente ainda não lhe era familiar, para não falar do homem que estava ao seu lado na cama, enquanto ele passava pelos picos de dor até que o canal de parto se formasse. Draco agarrou-lhe a mão e engoliu os gemidos que queria soltar. Não era nada honroso ter um bebe ali, com ele ao lado, mas mesmo assim, Draco não podia deixar que ele se afastasse, estava com medo, nunca havia passado por aquilo, precisava, desesperadamente, de apoio.
Harry estava em silencio a mais de uma hora, apenas oferecendo apoio, e percebeu o quanto Draco era grato por isso. Havia saído a procura de uma medico e voltou sozinho, pois o medico saíra para atender a um chamado. Primeiro Draco ficou com medo, mas ao primeiro toque dos longos dedos, o aperto firme na sua mão, relaxou e não contestou quando Harry tomou conta de tudo.
Harry apenas se afastou para acender o fogo e encher a chaleira com água, voltando logo em seguida para seu lado. Quando Draco achou necessário, ele o ajudou, quase o carregando degraus a cima. Draco reclamou nos momentos mais complicados, mas cedeu a discreta persuasão e deixou que Harry o ajudasse a tirar a túnica, puxando a camisola branca pela cabeça.
Tomando cuidado de não olhar para baixo, Harry firmou os olhos nos de Draco, procurando não deixá-lo mais nervoso, afinal Draco já estava tendo de suportar tantos problemas. Harry ajudou durante todo o processo, mas não pode deixar que suas mãos roçassem na pele macia das costas alvas, e ele gostou do modo como o donzelo se arrepiou, depois o ajudou a se deitar na cama e o cobriu com o lençol e se acomodou para esperar.
Com certeza o medico estava para chegar, Draco pensou, as coisas ocorreriam da maneira certa, tinha que ser da maneira certa, o homem chegaria a tempo. Com certeza...
Draco se remexeu no colchão, surpreendido por um espasmo que aumentava rapidamente, o envolvendo em tentáculos quentes de dor. Se controlou, olhando para o homem que se debruçou sobre ele, as mãos gentis afastando a franja de sua testa suada e colocando um pano frio, fazendo uma leve pressão e lhe oferecendo conforto.
Harry invocou todo o seu vago conhecimento sobre partos, Draco passaria por um ciclo de dor, com vários picos, até que o canal de parto se formasse, somando isso as dores naturais das contrações. Sabia que precisava urgente de um medico, não seria capaz de lidar com aquilo sozinho, viu que a dor de Draco diminuiu, pois ele havia fechado os olhos e respirava mais calmamente. Com a certeza de que Draco ficaria bem, Harry saiu galopando à toda para encontrar o médico, com Elizabeth empoleirada na sela em frente a si. Uma rápida parada na casa de Molly e a criança gritava de agonia por ter de ficar com a avo.
— Quero ver minha mamãe — ela pedia de forma lastimosa, esticando os braços para Harry enquanto ele montava o cavalo. Molly se agachou para pegar Elizabeth nos braços e com umas poucas palavras ditas baixinho Harry a deixou a par da situação.
— Amanhã você vai ver sua mamãe de novo — ele disse a Elizabeth resolutamente. — Talvez esta noite mesmo. Tudo vai depender. E o melhor de tudo, meu amor, é que devemos ter uma surpresa para você.
Elizabeth parecia cheia de esperanças.
— Eu gosto de surpresas — ela disse, fungando e limpando as lágrimas, e acenando.
— O médico não está. — Alta, magra e usando avental branco, a senhora Henderson o encontrou na porta do consultório do doutor Henderson, gesticulando em direção ao centro da cidade enquanto falava. — Ele recebeu um chamado do outro lado da cidade. Quando voltar, digo para lhes procurar.
E então ela baixou a voz.
— Ouvi falar que o senhor se casou com um donzelo que mandou trazer. Tinha de haver uma lei regulamentando estas coisas — ela disse, torcendo o nariz com indignação evidente e típica de pessoas moralistas. — Ele lhe armou uma armadilha, não foi?
— Com ou sem bebê, Draco é meu esposo — ele disse com voz baixa. — Eu me casei com ele e vou cuidar dele
— Bem, ele não teria a mesma sorte se ficasse com algum dentre os outros que mandaram trazer donzelos. Às cegas... Confesso que não consigo imaginar uma coisa destas.
Ela ainda estava murmurando palavras de desaprovação quando Harry montou no cavalo e tomou o rumo da fazenda. Ele bateu com os calcanhares nas laterais do capão e o paciente animal passou a trotar com mais velocidade. Harry queria seguir mais rápido possível e fez o cavalo alcançar um ritmo que garantiria uma breve chegada em casa.
Ao chegar à sala ele pensou na esposa do médico e no desdém por Draco. Há mais ou menos um mês atrás ele teria pensado as mesmas coisas, admitiu, mas agora, após semanas dormindo ao lado daquele donzelo, aprendendo a conhecê-lo, compartilhando a casa, o via de um modo totalmente diferente.
Draco o intrigava, com o jeito quieto, a forma carinhosa com que tratava Elizabeth e a inteligência ágil que emergia prontamente. Durante o jantar, Draco falava muitas coisas, normalmente começando pelos eventos do dia, sempre descrevendo tudo que a "filha" havia feito, incluindo a criança na conversa. A partir daí, Draco fazia perguntas sobre a fazenda e sobre os planos de Harry para a colheita, e assim ele percebeu que o loiro era bem educado e tinha conhecimento sobre as coisas que não se costumava ver em donzelos ou mulheres.
Se ao menos Draco não tivesse a língua tão afiada, pensou, franzindo os lábios ao se lembrar de algumas discussões mais acaloradas que tiveram. Mas o que mais lhe atraia era justamente esta recusa em se subjugar e este orgulho que o fazia manter o nariz empinado e as costas retas.
Draco não se dobrava a ele e Harry o respeitava por isto. Concluiu que, para um viúvo, ele não havia se saído tão mal. Seria capaz de apostar que, nenhuma daquelas mulheres ou donzelos no trem, que foram agarrados pelos maridos como pedaços de ouro valendo cinco dólares, seriam capazes de cozinhar e de se virar tão bem como Draco. E nenhum deles teria tratado Elizabeth do mesmo jeito que Draco. Harry sabia que Draco tinha alguma experiência com crianças, talvez a mencionada irmã, ou algum filho.
Harry esfregou o pescoço e virou-se para fitar o corpo tenso na cama. Draco torcia o lençol com a mão, mordia a fronha e apertava os olhos com força, as vezes ele arqueava as costas nos picos mais altos de dor. Harry então percebeu, os olhos arregalados de surpresa, medo e dor, os gemidos e exclamações de susto, Harry podia até sentir o termo que Draco emanava.
- Esse é seu primeiro filho – ele afirmou se sentando na cama e tomando uma das mãos entre as suas.
Draco abriu os olhos, soltou um suspiro dolorido, assentiu com um movimento da cabeça e novamente afundou o rosto no travesseiro, apertando com força a mão de Harry.
- Está sentindo muita dor?
- Desde sempre - Draco murmurou, fechando o olho outra vez, tomado pela dor.
Harry deu um sorriso amargo, mesmo sentindo dor, Draco era capaz de dar respostas ambíguas e com um senso de humor que o fazia pensar.
- O medico deve chegar logo – disse arfando entre uma palavra e outra – Acho que posso lidar com o resto sozinho, se for demais para você. Pode ir Harry.
— Aposto que você seria mesmo capaz — ele murmurou. — Mas não há necessidade. — Ele esfregou a mão de Draco com os dedos longos e gestos precisos. — Você tem mãos fortes, Dray. Já trabalhou duro na vida.
— Trabalho duro é um fato da vida — ele disse —, mas, na verdade, eu fui um esposo muito mimado. Eu precisava discutir com Thomas para que ele me deixasse cuidar do jardim ou fazer qualquer tipo de trabalho pesado em casa.
Bem, esta era outra informação que ele ia guardar para pensar depois, Harry pensou. Era mesmo impressionante que alguem gostasse de fazer o trabalho doméstico, caso pudesse escolher. Entretanto, pelo jeito Draco gostava de cuidar da casa.
Mimar. Não havia a menor sombra de dúvida de que ele não chegara nem perto de mimar ninguém nas últimas semanas, concluiu, e sentiu uma pontada de culpa por esperar tanto do donzelo. Apertou mais forte a mão delicada e notou que Draco começava a suar muito na testa. Harry pegou o pano úmido que estava sobre o travesseiro e o molhou na bacia. Quando colocou-lhe o pano na testa, Draco estava de olhos fechados e as lágrimas brotaram sob as pálpebras, rolando pelo rosto e molhando a fronha sobre a qual apoiava a cabeça.
— Está ficando pior? — Ele sentiu um ímpeto de lhe tocar a barriga, aquele caroço inchado e inflado que brotava do corpo erguido como se fosse uma montanha. À medida que a dor aumentava, formava-se uma saliência arredondada que sem dúvida devia esticar dolorosamente a pele.
E então, em um gesto que Harry pelo jeito não conseguiu controlar, passou a palma da mão sobre a silhueta dura e firme do de Draco, dentro do ventre dele. Draco inalou profundamente, depois deu um suspirou e se deixou cair pesadamente sobre o colchão. Pela primeira vez desde o começo do casamento, estava totalmente relaxado na presença de Harry. Somente um lençol e o tecido da camisola separavam a palma da mão dele, da carne tensa da barriga de Draco. Foi um momento permeado de intimidade e Harry fechou os olhos, para não perturbar o donzelo com o olhar.
Debaixo da mão os músculos se contraíram mais uma vez, e ele percebeu que Draco sentiu uma nova onda de dor. O ouviu arfar profundamente e um gemido que foi crescendo até que ele ficasse totalmente tomado pela dor. Um soluço escapou os lábios rosados quando os músculos relaxaram ao toque da mão do moreno, que se inclinou para beijar carinhosamente a bochecha de Draco.
— Quer um pouco de água? — ele perguntou, disposto a fazer tudo que pudesse para aliviar aquele tormento solitário.
Draco fez que sim com a cabeça e mexeu os lábios para soltar um sussurro quase inaudível.
— Chá. Tem uma caixa no meu baú.
— Sim. Tudo bem. Eu vou pegar. — Levantou-se rapidamente e foi até a janela, ajoelhou-se em frente ao baú e levantou a tampa. O conteúdo do baú era de Draco, cada peça representava uma parte do donzelo com quem ele se casara, desde a camisola macia até as peças de flanela, tudo ali era parte de Draco.
Uma caixa de papelão no canto do baú parecia o tipo de recipiente onde se guarda chá, então ele abriu a tampa. Havia uma variedade de tubos e potes caprichosamente arrumados, e a caixa de madeira estava marcada com tinta preta, no que ele identificou como sendo a caligrafia de Draco. No rótulo estava escrito Chá de Ervas para Parto, e debaixo destas palavras havia um aviso que o fez estremecer. Use com Cautela. Perigo de Envenenamento.
E qual seria a dosagem segura daquele chá? Pensou, tirando a caixa de dentro do baú e fechando a tampa. O chá devia ser para a dor, e só poderia ser usado depois que ele fervesse água e deixasse em imersão. Mas primeiro ele tinha de ter certeza de que havia encontrado o que Draco estava pedindo.
- Draco? – ele se ajoelhou ao lado da cama, notando a tensão que aflorou no donzelo, que segurou firme a barriga. Harry viu como Draco virou a cabeça no travesseiro uma vez, e mais outra, enquanto inalava profundamente.
Pôs a mão sobre a de Draco, os músculos retesavam pausadamente, e sentiu a tensão se esvair do loiro quando sussurrava seu nome mais uma vez.
- Draco, estou aqui – A mão seguiu para a testa úmida e quente, fazendo um leve carinho com o dedo, a respiração arfante de Draco foi se normalizando e virando um leve suspiro.
— Vou fazer o chá para você agora — ele disse baixinho. — Mas eu preciso ter certeza de estar fazendo a coisa certa. — Então ele leu em voz alta as palavras escritas na caixa de madeira, e Draco fez que sim com a cabeça e confirmou com um sussurro.
— Vou colocar a chaleira no fogo e já volto — disse, esperando que Draco confirmasse com um acena da cabeça.
Harry desceu as escadas correndo, pulando degraus, e entrou na cozinha derrapando ao mesmo tempo em que a porta dos fundos se abria.
— Bem, eu diria que não tenho dúvidas de que você está com pressa — o médico disse, tirando o chapéu ao entrar. — Faz um bom tempo que não o vejo, Harry. Desculpe por não estar em casa quando você me procurou.
Ele pôs a bolsa sobre a mesa e tirou o casaco, parando na pia para lavar as mãos. Então deu uma olhada de rabo de olho para Harry, e as palavras soaram sérias.
— Creio que você não estava esperando algo assim quando mandou buscar um esposo, não é mesmo?
— Acho que é fácil presumir isto — Harry disse. — Mas nós já nos resolvemos. Eu não voltarei no acordo.
O doutor Henderson empurrou a bomba de água e deixou as mãos debaixo da água corrente para enxaguá-las. A voz dele soou enérgica quando se virou para Harry.
— Seria possível dizer que ele ainda não deu à luz?
— Não, mas eu não acho que vá demorar muito. Ele está tendo muita dor. — Harry levantou a caixa de chá que tinha nas mãos. — Ele me disse para fazer um pouco deste chá.
— Deixe-me dar uma olhada — disse o médico, examinando o rótulo com seus óculos. — Chá de ervas. Sim, isto deve ajudar. Basta meia colher de chá para uma xícara. Veja bem, isto aqui é muito forte. — Ele voltou a esfregar as mãos e antebraços. — Ele está lá em cima?
— Primeiro quarto à direita — respondeu, passando a chaleira para o ponto mais quente do fogão. — Dentro de um minuto estarei lá.
— Traga minha bolsa e duas toalhas limpas, meu filho — o médico disse, e saiu em direção ao corredor com as mãos para o alto.
— E água quente também. — Em seguida os passos dele soaram ao subir os degraus da escada.
Draco bebericou do chá, apoiando-se no braço de Harry, a mão cobrindo a dele, que segurava a xícara.
- Obrigado – murmurou, se permitindo descansar a cabeça no peito dele. Harry o segurou por um momento, sem querer solta-lo, mas Draco começou a arfar e a respirar mais rápido, indicando que estava sentindo dor, mais uma vez. Harry o fez se deitar novamente sobre o travesseiro, com as mãos gentis e levantou a cabeça para olhar para o medico.
— Quanto tempo? — Harry perguntou, torcendo para que a resposta fosse de seu agrado.
— Não vai demorar muito mais — disse Henderson. — Draco precisa começar a fazer força. — Ele olhou cautelosamente para Harry.
— Você tem certeza de que quer presenciar isto?
— Eu vou ficar. Eu disse a ele que ia ficar. — Apesar de as memórias serem desoladoras, pois ele se lembrava do que Gina passara ao dar à luz Elizabeth. Ele havia prometido a Draco, e a importância desta promessa lhe pesava imensamente. Draco era corajoso, mais corajoso que qualquer mulher ou donzelo que já havia conhecido, e merecia tal lealdade.
- Tudo bem – Draco murmurou e abriu os olhos, procurando pelo rosto do moreno – V-você não precisa ficar.
Harry lhe agarrou a mão, e sentiu os dedos pálidos se dobrarem fortemente ao redor dos deles.
— Você precisa fazer força, Dray. Eu vou lhe ajudar.
Em meio às dores, Harry segurou a xícara de chá para que ele bebesse e durantes as fortes contrações que fizeram brotar gemidos agoniados nos lábios rosados, Harry lhe segurou as mãos, permitindo que Draco se apoiasse nele e o convencendo da própria força. O médico falou baixinho com Draco , lhe encorajando e examinando-o com cuidado enquanto o donzelo passava pelo processo de dar a luz.
Harry viu de relance a perna de Draco quando o medico o descobriu para envolve-lo em toalhas molhadas. Harry desviou o olhar, pois não queria invadir a privacidade de Draco em um momento no qual não podia fazer nada para evitar aquele olhar. Mas a visão da perna marcada por cicatrizes ficou na mente dele. Draco se machucara, as cicatrizes eram grandes e disformes, pareciam queimadura, e Harry sentiu uma pontada no coração ao imaginar a dor que aquele donzelo tão orgulhoso deveria sentir ao caminhar.
- Harry – Draco chamou seu nome e Harry reforçou o aperto nas mãos quando Draco deixou escapar um gemido horripilante. Ele se agarrou a Harry, mordendo os lábios e se debatendo em espasmos sobre o colchão.
Um choro alto invadiu o quarto, e o medico riu alto, erguendo a figura rechonchuda do bebe.
- É um menino. Um belo menino – ele disse animadamente, e com uma das mãos, envolveu com uma flanela o corpo do bebe, que não parava de se contorcer.
— Segure aqui — ele disse a Harry — Preciso cortar o cordão umbilical.
Harry esticou os braços para segurar o bebê com firmeza e cuidado e colocá-lo na cama.
Sangue e muco cobriam a cabeça, e os olhos azul-acinzentados piscaram por causa da umidade que os cobria. E então o choro do bebê parou quando ele olhou para Harry.
Harry sentiu uma pontada de ansiedade no coração ao observar o bebê que parecia olhar para ele também. E, para sua perplexidade, depois de toda a dor e mágoa, o bebê passou a não ser mais filho só de Draco, mas dele também.
Ele limpou a garganta e observou enquanto o médico cortava o cordão umbilical, e então ofereceu o corpinho gorducho para Draco segurar.
— Quer segurá-lo? — ele perguntou, já sabendo a resposta antes mesmo de perguntar.
— Ah, sim — Draco disse, sem fôlego por causa do esforço do parto, mas ansioso para tocar o bebe ao qual dedicara tanta energia para dar a luz. Beijou suavemente a cabeça úmida de cabelos castanhos claros, segurou o corpinho junto ao peito, cheio de ternura e sussurrou baixinho o nome dele.
- Edward. Vou chamá-lo de Edward.
— Ele é um lindo bebê — disse Harry, esticando o braço para tocar a pele manchada onde o sangue havia começado a secar.
— Deixe-me lavar o rosto dele, Dray - ele ofereceu, pegando o pedaço de pano que havia usado antes para lhe enxugar a testa.
Draco o observou limpas os fluidos do bebe, acompanhando com os olhos cada um dos movimentos, e quando ele terminou, Draco levantou a cabeça para olhar dentro dos olhos verdes.
— Não sei como lhe agradecer — disse baixinho, acariciando a face morena com a ponta dos dedos. — Não sei como teria passado por isto sem você.
Ele não tinha palavras para explicar os próprios sentimentos, não havia nenhuma frase simples que pudesse demonstrar a Draco, que àquelas horas ao lado dele começaram a operar uma cura em sua alma cansada. E assim, só podia oferecer um presente que torcia, para que fosse capaz de expressar: a aceitação da criança que o esposo tinha nos braços.
- Vou subir até o sótão daqui a pouco – ele disse – O berço que era de Elizabeth está lá, se você quiser, podemos passá-lo para Edward.
N/A
Oi gente
Então gostaram do baby?
Harry aceitou o baby XD
Agora Draco tem q se recupera...e tudo mais...as coisas vão ficar interessantes...
Comentem plz
bjsbjs
