N/A: Como sempre, eu não possuo nada além dos personagens originais e das situações em que eu os coloquei. Todo o resto pertence a outra pessoa e é assim que deve ser. Obrigada por lerem e espero que gostem desse último capítulo.

AVISO IMPORTANTE: Uma nota para todos, os personagens em cada capítulo irão VARIAR. Algumas vezes um casal pode nem ser mencionado em um e depois ganhar um capítulo todo só para eles. Então se o seu casa favorito não estiver muito em evidência, não fique triste, provavelmente em algum momento ele estará.


N/T: Esse até que saiu rápido, né? Haha. Obrigada mais uma vez pelas reviews, fico muito feliz em saber que estão gostando da tradução e também da fic. Boa leitura!


Um pouco de fúria feminina

Era tarde da noite e a capitã Soifon estava num humor que fazia com que qualquer um que a visse saisse de seu caminho enquanto ela marchava pelas ruas. Era quase uma da manhã e seu estúpido tenente já estava bêbado, bufou ela. Por sorte o bartender sabia que ele era o tenente dela, e a chamou a essa hora porque, é claro, o imbecil não tinha nenhum amigo que poderia pagar a merda da conta, já que ele mais uma vez tinha esquecido a carteira. Era muito provável que o bastardo tivesse dado o número dela ao bartender, pensou Soifon raivosamente. Quando ela finalmente descobrisse quem ele tinha subornado para conseguir a posição de tenente ela iria quebra-lo em pedaços tão pequenos que seria impossível até para a capitã Unohana consertar, mesmo que esse alguém fosse o general. Vestida em roupas escuras e comuns, Soifon se camuflou entre o ambiente, o que era uma boa idéia já que aquele não era o melhor bairro para se estar. O estúpido idiota provavelmente pensou que isso faria dele um homem macho, sair andando pelas favelas. Provavelmente ele teve que subornar os locais para não quebrassem sua cara brutalmente, pensou ela com um sorriso. Se não fosse pelo fato de que isso a causaria problemas mais tarde, ela o deixaria ali para apodrecer e desaparecer num segundo. Mas não, o general tinha deixado bem claro que ela teria que mantê-lo na linha e dar um jeito nele, não importa como.

Chegando ao lugar certo, ela marchou como se fosse a dona do lugar, se dirigindo direto para o bar onde via seu tenente, gesticulando estupidamente com as mãos para uma mulher cuja roupa mais mostrava do que cobria. Bufando, foi necessário todo o seu auto-controle para que ela não chutasse o traseiro gordo dele. "Omaeda!"

Tropeçando nos próprios pés na sua pressa para se levantar e se virar, Omaeda encarou sua capitã através de seus olhos remelentos. "Capitã!"

"Nós estamos indo embora. Quanto você deve?"

Quando ele nomeou a quantia que praticamente esvaziou a carteira dela, os olhos de Soifon apertara, anotando mentalmente que ela amanhã procurasse o pai de seu tenente, para conseguir o reembolso daquele que tinha gerado a causa de todos os problemas dela. Passando o dinheiro para o bartender, que olhou para ela de uma maneira que fez com que o temperamento dela subisse as alturas, Soifon estava pronta para gritar. Um belo grito de guerra antes que ela quebrasse a cara de todos naquele bar, pensou ela com um sorriso. Lançando um olhar mortal ao bartender que fez com ele ele se afastasse mais rápido do que o normal, Soifon esperou até que ele virasse as costas para encarar o seu tenente enquanto apontava o dedo fino em sua direção. "Você. Pra fora. Agora!"

Eles apenas tinham dado alguns passos quando Soifon teve dois idiotas corpulentos parados em sua frente, sorrindo ironicamente para ela enquanto bloqueavam seu caminho. "Já vai embora, amorzinho?" Se adiantou um deles, cambaleando ligeiramente devido a quantidade de álcool que tinha ingerido. "Porque não fica e se diverte um pouquinho com alguns homens de verdade?"

"Sai da frente ou morre." Foi a resposta fria dela, já farta de toda aquela merda.

"Olha só, isso não foi muito legal." A mão que tinha se levantado na direção dela nunca chegou a alcançar o alvo, já que o seu dono de repente se descobriu com coisas mais urgentes para lidar, como a mão larga que agora agarrava o seu pescoço. Levantando suas próprias mãos a garganta para tentar se libertar dos dedos brutos e calejados, o homem olhou sobre seus ombros desesperadamente, toda a cor deixando o seu rosto quando viu quem o segurava.

Acenando em agradecimento pela ajuda de seu colega capitão, Soifon tinha que admitir que a intervenção veio na hora certa, mesmo que fosse desnecessária. "Capitão Zaraki." Isso com certeza mostrava o quão irritada ela estava, já que ela não tinha percebido sua presença até que ele agarrasse o idiota pelas costas enquanto ela mandava ele se mandar.

"Quer que eu quebre o pescoço dele?" Perguntou o capitão Zaraki casualmente, sorrindo para ela como se nada pudesse agrada-lo mais.

Fingindo considerar a idéia, Soifon balançou a cabeça. "Deixe ele vivo por enquanto. Nós sempre podemos voltar mais tarde."

Encolhendo os ombros, Zaraki literalmente jogou o homem para o outro lado do recinto, como se estivesse descartando um pedaço de lixo. Virando as costas, Zaraki lançou a Omaeda um olhar que reduziu o tenente a uma massa de gordura balbuciante. Apontando para a saída, Zaraki fez com que Omaeda corresse a uma velocidade que Soifon nunca imaginou que ele fosse capaz de conseguir. Os dois seguiram atrás dele, ninguém mais se atrevendo a se aproximar deles de novo. Se a dama estava com Zaraki, eles brevemente estariam castrados como um bando de porcos. O que seria a coisa menos dolorosa que Zaraki seria capaz de fazer.

Caminhando lado a lado, os dois capitães mantiveram o tenente bêbado sob sua constante vigia, este último constantemente olhando sobre os ombros para se certificar de que eles ainda estavam atrás dele, mas assustado demais para espera-los. Enojada com seu tenente e com o mundo em geral, Soifon virou ligeiramente a cabeça para olhar para Zaraki interrogativamente. "Você não precisa vir com a gente. Você pode voltar e terminar a sua bebida."

"Não precisa." Foi a resposta brusca dele, não querendo admitir que ele a tinha seguido quando ele percebeu para onde ela estava indo. Não que ele achasse que os moradores dali teriam alguma chance contra ela, mas em número eles poderiam fazer com que ela precisasse de alguma ajuda. Então ele a seguiu, só por precaução. É claro que ela ficaria estupidamente irritada se soubesse, então ele achava melhor guardar isso em segredo.

Aceitando a resposta dele, Soifon se virou e passou a explorar as ruas com os olhos, em caso de ter mais alguém por ai que precisasse de uma surra. Zaraki tinha roubado a única chance que ela teve até agora de descontar sua raiva. Os olhos pausando sobre três indivíduos que vinham em sua direção, Soifon os reconheceu instantaneamente. "Seus homens." Disse ela simplesmente.

"Capitão Zaraki!" Chamou Ikkaku Madarame, se apressando na direção de seu capitão. "Você saiu de repente."

"Um idiota ai disse que o Kenny tinha corrido atrás de alguma garota bonita que ele viu na rua, mas eu sabia que era mentira!" Exclamou Yachiru sobre o ombro do 3º oficial, que não era nem de perto confortável quanto o de seu capitão. Descendo do dito ombro, ela era um borrão rosa e preto enquanto pousava sobre os ombros de seu capitão com a velocidade absurda pela qual era conhecida. Olhando para baixo, Yachiru lançou para a capitã Soifon um olhar surpreso. "E como você veio parar aqui?"

"Com ele, imagino." Foi a resposta de Ayasegawa, plenamente enojado enquanto olhava na direção do tenente de Soifon, que estava naquele momento vomitando na sarjeta mais próxima, se apoiando em um poste para ter equilíbrio. "Extremamente repulsivo."

"Então como você veio pra cá?" Repetiu Yachiru, depois de fazer uma careta na direção de Omaeda. "E porque você foi embora, Kenny? Nós ficamos te procurando por toda parte o cabeça de bola de sinuca ficava fazendo com que a gente se perdesse."

"Você quer dizer VOCÊ fez com que a gente se perdesse." Resmungou o 3º oficial em resposta ao comentário dela.

"Capitão Zaraki me viu andando por aqui e eu pedi para ele me mostrar o caminho para o bar onde Omaeda estava." Acenando para Yachiru, Soifon se afastou do capitão, sabendo o quanto a tenente dele odiava ter outras mulheres perto dele. "Melhor eu ir, já ocupei demais o tempo do seu capitão. Obrigada pela ajuda, capitão Zaraki." Disse ela com uma pequena reverência de cabeça.

Acenando em retorno, Zaraki mentalmente amaldiçoou sua tenente por ter aparecido.

Andando até o seu felizmente acordado, e agora um pouco mais direito tenente, Soifon indicou com a cabeça a direção para qual seguiriam com um olhar que dizia claramente para ele não forçar ainda mais a barra.

"Então ele estava te seguindo, huh?" Censurou Omaeda, esfregando as costas de sua mão sobre sua boca, bêbado demais para pensar no que diia. "Como se você fosse descer ao nível dele."

Antes que os outros membros da décima primeira divisão aparecessem para tirar satisfações sobre o comentário de seu tenente, Soifon o pegou pelo braço e o jogou sobre seus ombros, mirando a bagunça que ele tinha feito no asfalto com seu vômito. Virando-se, ela o encarou com revolta. "Você nunca será metade do homem que ele é." Segurando-o pelos pés, Soifon acenou com a cabeça mais uma vez para os membros da décima primeira divisão antes de disparar para fora dali.


Dois dias depois

Depois de ter sido evitada por Renji por dois dias, Rukia desistiu e decidiu seguir o conselho da tenente Matsumoto, oferecendo a ele um almoço no restaurante favorito dele em troca dele conversar com ela. Para a sua sorte, Renji estava duro como sempre e finalmente desistiu, concordando em encontra-la. É claro que ele tentou usar a terapia do silêncio com ela lá também, falando apenas com a garçonete ou apenas com frases curtas.

Irritada, Rukia podia sentir o sangue subindo rapidamente ao limite, assistindo ele engolir o camarão frito pelo qual ELA estava pagando. Idiota estúpido e ingrato. Por que ela queria fazer as pazes com ele mesmo? Ela estava melhor sem ele. É, isso mesmo, ela tinha vários outros amigos, amigos que não a faziam pagar suas comidas ou davam um gelo nela sem nenhum maldito motivo. Puxando sua bolsa, Rukia pegou o suficiente para pagar a conta e jogou por cima da mesa. "Aqui, isso deve pagar a sua conta. Considere esse o último almoço que teremos juntos sem a companhia do meu irmão."

Surpreso, Renji instintivamente agarrou o braço dela antes dela sair. "O que diabos isso quer dizer?"

"Quer dizer que eu não quero ser amiga de um babaca como você."

"Um babaca como eu? Você é a única que escreveu aquelas coisas maldosas sobre mim, dizendo como Ichigo e Ishida são melhores do que eu! Que você preferia estar com eles do que comigo!"

Se aproximando mais, Rukia deu-lhe um soco na cabeça com sua mão livre. "Seu idiota. Quem foi que disse que eu preferia estar com eles do que com você? Aquela lista não tem nada a ver com isso. Eu nunca disse que eles eram amigos melhores do que você!"

"Mas você preferiria namorar com eles do que comigo!"

"E por que você se importa com isso?" Quando ele simplesmente a encarou, o seu aperto permanecendo firme no braço dela, Rukia não sabia o que pensar. Por que ele não tinha respondido e porque ele se importava com toda essa coisa de namoro? Não era como se ele quisesse namorar com ela ou qualquer coisa assim, sem chance. Ele nunca deu nem uma pista de que pensasse nela dessa maneira. Bem...ele tinha quase morrido por ela, e e enfrentado os capitães e tenentes do Gotei 13 por ela. Mas foi apenas como amigo, como Ichigo e Orihime. Não era como se eles tivessem feito isso por razões sentimentais ou românticas. Bem, Orihime provavelmente foi porque Ichigo estava indo e Orihime tinha aquela queda pelo Ichigo e...caramba. Sua cabeça rodando, Rukia estava começando a repensar em todo o seu argumento e se perguntar se talvez, apenas talvez, era sobre isso que Matsumoto-san esteve tentando alerta-la. "Renji...você não gosta, gosta de mim...né?"

Então era assim que um animal devia se sentir, divagou Renji, sentindo-se como um pobre e estúpido animal cego pelas luzes da estrada, sabendo que não importando para onde ele corra ele iria acabar atropelado e estatelado no chão como uma panqueca. E não era um sentimento gostoso.

"Hey, Renji." Se aproximando mais, Rukia o bateu na cabeça de novo, pensando que ele estivesse em silêncio por não estar prestando atenção nela. "Eu te fiz uma pergunta."

"Para de me bater!"

"Tá, então para de ser um idiota!"

Ambos ofegantes e se encarando, Renji estava irritado o suficiente para soltar o braço dela, cruzando os próprios na frente de seu peito enquanto ele tentava pensar em alguma maneira de escapar daquela bagunça sem ter que admitir que esteva apaixonado por ela desde que se entendia por gente, o que era realmente muito tempo, infelizmente.

Tão irritada com ele que se esqueceu de esperar pela resposta, Rukia aproveitou que agora estava livre e se levantou da cadeira, marchando para longe da mesa e já estava fora do restaurante quando Renji parou de pensar e finalmente percebeu que ela tinha ido embora.

"MERDA!"


Nemu pensou bastante sobre a sugestão do capitão Zaraki. Ela não o conhecia muito bem afinal e também teve a distinta impressão de que ele tinha achado aquilo muito divertido. Cansada de ser manipulada, ela sabiamente decidiu analisar a sugestão ela mesma do que se apressar como ela tinha feito com o capitão Ukitake. O plano dele parecia bem básico e fácil de se entender, apesar de requerer a ajuda do capitão Hitsugaya, algo que o capitão Zaraki parecia achar que não era um problema. Ela podia ver um problema que era onde o capitão seria beneficiado por ajuda-la. Porque ele iria querer ajuda-la, se tudo o que ele iria ganhar era a companhia dela? Ela sabia muito bem que se tivessem escolha as pessoas preferiam ficar perto de outros ao invés de com ela. É claro que ela não tinha nada a perder se perguntasse para ele, não era como se ela tivesse um ego que para ser ferido pela rejeição, o pai dela já tinha tomado conta disso.

Finalmente, depois de pensar muito, Nemu decidiu se aproximar do capitão Hitsugaya e pedir que ele a ajudasse em seu esforço para voltar aos braços e carinhos do capitão Ukitake. Em seu caminho para encontrar o jovem capitão sua missão sofre um atraso quando ela viu Nanao-san sentada num banco próximo parecendo mais irritada do que Nemu jamais tinha visto. Caminhando até ela, Nemu comentou o óbvio. "Você esta realmente brava com alguma coisa."

"Eu vou matar ele." Foi a resposta lenta e torcida dela, seus dedos no momento estavam no processo de destruir tudo o que tinha sobrado do que já tinha sido uma sacola de papel. "Eu vou pegar aquela presilha que ele gosta tanto e arrancar o couro cabeludo dele com ela."

"Eu não acho que isso seja possível, a presilha não teria o tamanho necessário e nem seria afiada o suficiente." Atestou Nemu, querendo ser útil. "Por que você quer arrancar o couro do capitão Kyoraku? É por que ele não corta o cabelo?"

Balançando a cabeça, Nanao estava tão irritada que ela poderia cuspir fogo, o que era realmente uma expressão estúpida pensando bem. "Não, é porque ele é um idiota." A constrangendo daquele jeito na frente do capitão Kuchiki, pensou Nanao sombriamente, ficando ainda mais irritada ao fazê-lo. Agindo possessivamente, como se fosse o dono dela. Ela estava apenas conversando com o outro capitão, não era como se estivesse flertando com ele ou vice versa. O capitão Kuchiki estava apenas perguntando a opinião dela sobre algumas políticas que eles tinham revisado em uma reunião alguns dias atrás. Seu inútil e estúpido capitão tinha agido como se o homem tivesse pedido a mão dela ou algo parecido. Não que ele tivesse algum direito de se intrometer se fosse esse mesmo o caso. Vendo que Nemu não estava entendendo nada, Nanao resolver ser mais clara. "Ele me envergonhou na frente do capitão Kuchiki."

"Oh." Nemu não via onde isso era ofensivo o suficiente para merecer quase que uma decapitação, mas normalmente ela não enxergava as coisas da mesma maneira que os outros mesmo. Isso era extremamente frustrante para ela, mas felizmente ela na maioria das vezes podia contar com Nanao-san para explicar tudo para ela. Nanao-san era muito boa em colocar as coisas de uma maneira que ela podia entender. "Por que ele merece morrer por ter te envergonhado?"

Abrindo a boca para responder, Nanao parou, a pergunta de Nemu a fez pensar de novo na resposta já que ela com Nemu que ela estava falando. "Eu não vou realmente tirar o couro dele. Eu só gosto de pensar em fazer coisas terríveis com ele. É terapêutico."

"Ah, entendo." Na verdade, ela não conseguia ver onde imaginar-se machucando alguém com quem você se importa pode te fazer sentir melhor, mas pelo menos agora ela sabia que não se deveria esfolar alguém só porque ele te envergonhou. Pensando sobre o assunto, se fosse assim, a maioria das pessoas seria careca como o terceiro oficial da décima primeira divisão.


Ambas as mulheres, sentindo um fluxo em seus poderes espirituais, não ficaram surpresas quando o capitão Ukitake apareceu na frende delas, ele apenas não era quem elas esperavam. O capitão Ukitake, por outro lado, ficou duro como uma estátua assim que viu Kurotsuchi-san parada ao lado da pessoa pela qual ele procurava.

Levantando uma sobrancelha para a expressão que beirava o pânico no rosto do capitão, Nanao se levantou, se perguntando o que estava acontecendo. "Ele te mandou aqui para me procurar?" Quando ele apenas olhou para ela sem resposta, ela reelaborou a pergunta. "O capitão Kyoraku mandou você me procurar?"

Se recompondo, o capitão Ukitake balançou a cabeça. "Não, eu viu sozinho. Você normalmente vem aqui pegar alguns pretzels quando está chateada com alguma coisa. Ele sente mundo, ele sabe que o que fez foi errado. Se eu te faz sentir melhor, aquele pisão que você deu no pé dele? Eu não acho que ele vai poder andar direito pelo resto do dia, provavelmente amanhã também.

Com um ligeiro sorriso, Nanao jogou a sacola vazia no lixo antes de voltar sua atenção para o ainda tonto capitão. "Não fique tão preocupado, eu sei que ele só estava sendo estúpido. É o que ele faz de melhor. Eu estava me aprontando para voltar para o escritório quando Nemu-san apareceu."

"Desculpe por ter te interrompido." Disse Nemu rapidamente, não tendo percebido que ela tinha impedido a amiga tenente de sair.

"Não se preocupe, eu sempre fico feliz em conversar com você." Sorrindo, Nanao deu alguns tapinhas no ombro da amiga. "Vejo vocês dois depois." Desaparecendo num instante, Nanao não tinha idéia do que estava fazendo, deixando aqueles dois sozinhos.