Especulações
Quarta-feira.
Sala dos professores. Albus Dumbledore se senta em seu lugar costumeiro, à cabeceira, na grande mesa retangular. Às suas costas a janela ampla, aberta, dando para o poente descendo nas colinas que circundavam o castelo; à sua direita, também em seu lugar habitual, sua vice. Ele não parece propriamente feliz, ao menos não como sempre, tampouco pode-se dizer que esteja aborrecido. Mas algo no tamborilar dos dedos longos sobre o tampo de madeira de lei denunciou um certo nervosismo, coisa que só quem o conhecesse bem saberia distinguir.
McGonagall, por sua vez, se fosse para descrever com uma analogia do gosto de sua amiga Rolanda, parecia-se muito com um gato que engolira um canário.
– Tem certeza de que isso vai dar certo? – o bruxo pergunta enquanto consulta o relógio pela terceira vez no último minuto.
– E eu por acaso já estive errada alguma vez?
Albus abre a boca para responder, mas se detém a meio caminho para ponderar um instante.
– Se eu dissesse que sim, você prolongaria essa conversa até a eternidade.
– Acaso acha que sou teimosa?
– Acaso acha que sou tonto de responder isso?
Uma sobrancelha da professora se ergue em advertência, mas perante a cara de sapeca do outro ela não teve como não abrir um sorriso. Então um barulho fraco de vozes distantes e passos abafados, se aproximando pelo outro lado das grossas paredes de pedra, muda o rumo da conversa.
– Está pronto pro nosso número de hoje?
– Perguntou a algoz pra guilhotina – o diretor ironiza com um muxoxo.
– Pensei que você fosse se denominar minha vítima – ela rebate.
– Não, mas elas estão chegando agora.
Nesse momento entram porta aberta aqueles que Minerva chamara mais cedo de "os cabeças do motim", grupo seletíssimo composto por Hooch, Sprout, Flitwick, e Pomfrey, além de especialmente hoje contar com a participação de Snape (que comparecera unicamente por insistência de Dumbledore, numa conversa via flu poucas horas antes). Segundo a chefe da Grifinória, Filch, Pince e Trelawney, assim como Rosmerta, Aberforth e os demais professores ausentes não cometeram injúria e traição comparável aos outros quatro e, portanto, foram poupados da "reunião de última hora" que estava para se iniciar naquele instante. Sim, a doce e supracitada vingança.
Os professores em questão se acomodam em seus lugares, apressados, e imediatamente voltam seus olhares curiosos para Dumbledore. Então ele limpa a garganta, um pouquinho encabulado, antes de começar a falar.
– Bom, convocamos vocês aqui porque as suas atitudes nos últimos dias nos deram a entender que andam desconfiando do nosso... relacionamento.
– E decidimos revelar, nós mesmo, exatamente como tudo tem acontecido por todos esse anos – Minerva completa.
– Há, eu disse! – exclama Filius baixinho, porém bastante audível para os demais.
– Vocês estão namorando, não estão? – se adianta Poppy, ainda que bastante timidamente.
Mas em vez de responder Dumbledore e McGonagall trocam um olhar cúmplice antes de caírem num sonoro ataque de risos. E Severus apenas faz uma careta de desaprovação enquanto os demais, é claro, não entendem absolutamente nada.
– Na verdade somos casados há mais de 40 anos – McGonagall declara em tom de brincadeira e todos os olhares pasmados, incluindo o de Dumbledore, se viram para ela. – Mas não sei se aquilo pode ser mesmo considerado um casamento.
– Tenho duas testemunhas que podem provar que sim – Albus replica com um ar de forçada seriedade, pelo menos até fazer um som engraçado com a boca como se estivesse engasgando e em seguida desatar a rir novamente.
E Snape olhou de um para o outro, com um misto de assombro e compreensão. Até que ponto eles estavam pretendendo chegar com aquelas brincadeiras?
– Afinal, o que há de tão engraçado nisso? – a vice-diretora pergunta para um Dumbledore sem fôlego, que dava pequenos socos na mesa em divertimento. – Albus!
– Desculpe, mas é eu tenho idade pra ser seu pai. E falando assim, hahaha... Admita que soa engraçado de qualquer forma.
– Pois saiba que você definitivamente não faz o tipo da minha mãe – McGonagall corrige, erguendo o queixo com arrogância. – E eu odeio desmenti-lo, mas na verdade você tem quase a idade do meu avô.
– Ai, essa realmente me ofendeu – ele retruca, ainda às gargalhadas.
– Mas o que...? – Pomona começou, mas não foi preciso terminar a frase. Seus outros três colegas, que estavam tão confusos quanto ela, faziam mentalmente a mesma indagação.
– E temos filhos e netos, que inclusive já estudaram aqui com sobrenomes falsos – ele prossegue desafiador, falando como que incentivado pelas exclamações mudas de surpresa e incredulidade ao seu redor. – Não sei como ninguém nunca percebeu.
– Essa foi boa! – então Minerva também solta um riso seco e e eleva o tom de voz, virando-se para os colegas que assistiam a cena, mudos e imóveis – Agora ouçam isso: nunca contamos pra ninguém sobre nós porque na época eu era muito jovem, ele muito famoso, e achamos melhor manter tudo em segredo.
– Sem contar que os McGonagall ainda estavam se recuperando do escândalo de ver a filha abandonando o antigo noivo às vésperas do casamento – Albus completa e os quatro conspiradores inspiraram audivelmente, de olhos arregalados.
Já o também caladíssimo Severus Snape estava se controlando para não começar a aplaudí-los, nem tampouco interromper aquela deliciosa e inesperada encenação. Era a piada mais genial de que já tivera ouvido falar, e, ao que tudo indicava, estava dando muito certo.
Parecia mais com uma competição acirrada de quem conseguia chocar mais o quarteto de bruxos apostadores.
– Ah, e você fala como se a culpa não tivesse sido toda sua – McGonagall acusa, dessa vez falando exclusivamente para o patrão.
– Minha? – o outro responde. Agora os dois discutiam como se fossem os únicos na sala. – E de quem foi a brilhante idéia de chamar justo a mim para ser padrinho?
– E-eles estão falando sério? – o professor de Feitiços sussurra ao chefe da Sonserina, e as outras três apuram os ouvidos para escutá-los, mas com os olhos ainda vidrados no ex-suposto-atual-talvez-sim-talvez-não casal de amigos.
– É claro que não! – Snape responde, porque até mesmo ele já começava a achar que os seus superiores estavam indo longe demais com aquela palhaçada.
– E nós quase nunca jogamos xadrez de verdade – McGonagall provoca, um olhar de malicioso para o colega em questão.
– Binns certa vez nos pegou no meio de uma "partida" excepcionalmente animada – ele mais uma vez completa, devolvendo o mesmo olhar para a mulher a sua direita. Então os dois rompem em gargalhadas, como se estivesse contando uma boa anedota que só eles conheciam. – Coitado, não sabíamos que o sujeito era cardíaco.
– O que diabos está acontecendo aqui afinal? – Hooch enfim pergunta, cansada de daquele pingue-pongue de revelações bombásticas e absurdas à sua frente.
– Não e óbvio? – Snape declara em tom grave, se levantando num gesto grandioso e solene, com um sorriso de desdém para os colegas confusos. – Eles estão zombando de vocês, seus imbecis! Fingiram o tempo todo: no tal jantar, nas insinuações, naqueles flertes sem sentido... comigo, inclusive.
Naquele momento a ficha dos quatro finalmente cai, e eles se sentem imbecis de verdade. Até mesmo bastante ofendidos. E, convenhamos, tinham toda a razão em se sentirem assim.
– E o que nos deixou mais irritados com toda essa bobagem de aposta é que, com vocês aqui no castelo nos monitorando noite e dia, não teríamos a liberdade de que geralmente usufruímos nas férias – Dumbledore baixou o tom de voz, a mão passeando suavemente sobre o tampo de madeira de lei da mesa como se o acariciasse. – Ah, se essa mesa falasse.
– Já chega – Minerva repreende com uma leve cotovelada na costela do outro, para então recompor a seriedade que lhe era mais característica –, eles já entenderam.
– Então vocês sabiam da aposta? – pergunta Poppy, agora mais zangada do que surpresa.
– Quase o tempo todo – Minerva responde, vitoriosa. – E nos divertimos muito vendo vocês se batendo pra descobrir quem tinha ganho.
– Filhos da p#%! – a instrutora de vôo deixa escapar, mas todos fingem não ouvir.
– Então ninguém venceu? – questiona a professora de herbologia, a coragem de falar vinda unicamente do despeito pela brincadeira de mal gosto na qual acabaca de cair.
– Deixe-me ver: – Albus cita em voz alta, rindo e levantando um dedo para cada nome citado. – Filius e Septima em parte, Aurora, que foi a quem chegou mais perto, Rosmerta, e nem quero imaginar como ela soube disso, Argus, é claro...
– Ah, e não se esqueçam da Trelawney – interrompe Snape, entrando na brincadeira.
– Por quê? – McGonagall pergunta, intrigada.
– Não souberam? – responde o professor de Poções. – Ela mudou de idéia e agora acha que vocês dois são o próprio epítome da luxúria.
– Escutou essa, Minerva? – Dumbledore brinca mais uma vez. – E você ainda ousa me dizer que ela não é vidente.
– Parem! – pede Poppy, parecendo verdadeiramente indignada. – Isso não tem graça.
– É claro que tem! – McGonagall tripudia. Agora é a vez dela se levantar e olhar os colegas de cima, os olhos se estreitando na medida que seu sorriso irônico cresce. – E se chama vingança. Por termos sido seguidos, interrogados, espionados, trancafiados na enfermaria a atirados um em cima do outro a semana inteira.
– Pelo menos você não levou um tapa – Albus resmunga fazendo careta.
– Não seja chorão, eu já pedi desculpas.
– É, admitam, nós merecemos isso – concorda Filius com uma única risada constrangida.
– Então, se era só isso... Estamos liberados? – Severus questiona, ainda parecendo se divertir um pouco com a infelicidade dos colegas. – Por mais que eu goste de vê-los espezinhar esses cabeças de vento, tenho mais o que fazer.
– Claro, claro. Acho que já foi o bastante – a professora de Transfiguração concorda, abanando as mãos como se os dispensasse e desse a reunião por terminada. – E que lhes sirva de lição.
– Já vão? – o diretor indaga em tom de voz elevado, já que seus funcionários estão se afastando rapidamente em direção ao corredor. – Não querem nem ouvir o que nós fazemos na Sala Precisa nas noites de sexta?
Mais uma onda de gargalhadas de Albus e sua vice, e a porta se fecha. Ninguém vê a troca de olhares significativos dos dois.
– Eu sugiro que gastemos o dinheiro no Três Vassouras, depois devolvemos o do resto do pessoal – opina Rolanda assim que eles cruzaram as portas da sala dos professores, com Snape já sumindo na distância, dobrando o próximo corredor.
– De acordo – concordaram os outros em uníssono.
Em seguida a instrutora de vôo dá meia volta e se afasta apressada com um "já encontro vocês nos portões para sairmos juntos" e então eles caminham por mais de um minuto de completo silêncio mal-humorado até que alguém sinta vontade de retomar o assunto novamente.
– Mas não vamos convidar o Severus! – resmungou Pomona.
– De acordo – responderam os dois outros, juntos novamente e ainda com mais ênfase que antes.
– Continuo achando uma pena eles não estarem juntos de verdade – fala a enfermeira, pontuando a frase com um suspiro. – Mas eu ainda acho que poderíamos...
– Desista, Poppy! Esses dois não tem jeito mesmo – interrompe um aborrecido professor Flitwick. – E também é melhor paramos com isso enquanto ainda temos empregos e um último fiapo de dignidade aqui.
Pouco mais de uma hora depois, assegurando-se de não estava mais sendo seguido por fantasma algum, Albus seguiu até seu escritório pra dar uma olhada em sua correspondência e, ainda analisando a pilha de cartas, se dirigiu para para seus aposentos. Uma vez só em sua sala entulhada de coisas, cujo papel de parede roxo era totalmente estampado de minúsculas estrelas prateadas, jogou os papéis na escrivaninha, tirou o manto exterior, deixou-o sobre sua poltrona de chintz e foi até sua estante de livros, ignorando a porta que dava para o quarto. Correu rapidamente os olhos pela prateleira do meio e puxou um dos livros sem contudo retirá-lo. A estante toda se moveu para o lado sem fazer barulho algum, dando lugar a uma porta, a qual ele abriu e passou.
Atravessando o portal, o bruxo já estava noutra parte bem distinta do castelo, saindo da passagem aberta de outra estante, noutro lugar diferente. Esta sala, que não lhe pertencia, era bem arrumada e toda decorada em vermelho e dourado, mas ele não se deteve nela tampouco. Apenas abriu a próxima porta e se permitiu soltar um suspiro ao encontrar uma cama de casal vazia com uma camisola verde cuidadosamente dobrada por cima. A próxima porta já estava aberta, e dela vinha um calor agradável acompanhado dum cheiro familiar de lavanda. O som de água corrente e o vapor quase imperceptível terminavam de compor o cenário bem iluminado: era um banheiro. E não estava vazio.
Mais uma vez ele entrou sem bater.
– Desista de procurar – ele diz e caminha até a bruxa só de roupão, que estava parada examinando o próprio rosto de frente pro espelho sobre a pia. – Você não vai achar nenhuma imperfeição aí.
– Você demorou – McGonagall responde, observando-o atrás de si, através do reflexo.
– Fui dar uma palavrinha com o Severus e depois passei na minha sala para pegar a correspondência – enquanto fala, Dumbledore se ocupa de soltar os grampos do coque dela até que seu cabelo negro e longo esteja caindo livremente sobre os ombros. – Ele pode não ser tão bom como Sybill em consolar um homem rejeitado, mas indicou alguns estabelecimentos onde eu posso encontrar companhia feminina de qualidade por um preço razoável.
Nesse ponto Minerva lança um olhar ameaçador através do espelho e ele abre um sorriso traquina em resposta.
– Mas eu recusei, é claro.
– E por que ele acha que você precisa ser consolado? – McGonagall pergunta e inclina um pouco o pescoço, num convite a aumentar ainda mais a proximidade.
– É que Severus me perguntou porque eu nunca me declarei e eu disse que você já é comprometida com alguém há um bom tempo – ele afasta o cabelo dela pro lado, então prossegue falando baixinho em seu ouvido. – Só não disse que esse alguém era eu.
– Manipular a verdade é o mesmo que mentir, querido.
– Eu sei, e nossos colegas estão aí pra provar o quanto estamos ficando bons nisso. Aliás, um plano perfeito.
– Obrigada – a bruxa agradece enquanto é abraçada por trás. – Admita que á muito melhor do que simplesmente obliviá-los de novo. Não sei como ainda não causamos nenhum dano permanente à memória de alguém... E o melhor é que eles estão com tanta vergonha que não vão nem querer tocar no assunto por anos.
– O que é muito bom para a nossa privacidade.
Ele a solta e vai até a banheira, então fecha a torneira e se senta na beirada. Tudo muito natural, como num gesto repetido inúmeras vezes.
– Como se depois de quarenta anos juntos fôssemos resolver contar tudo só porque eles acham que formamos um belo casal!
– E formamos mesmo – Albus corrige enquanto tira as as botas.
– Mas ninguém precisa saber.
– Não. Apesar de que eu estava gostando bastante da idéia de te exibir em público.
E McGonagall o encara seriamente por um momento, enquanto se ocupa de retirar o brincos e deixá-los sobre a pia.
– Albus, tem certeza de que não quer contar nada ao menos para o Snape? Quer dizer, vocês são tão amigos e ele foi tão leal conosco.
– Não, sem exceções. Não me interprete mal, eu confiaria minha vida a Severus, mas não a sua. Ou a das crianças.
– Acha mesmo que ainda é tão perigoso assim?
– Temo que sim. Mas eu sempre lhe disse que teríamos de fazer concessões se quiséssemos ficar juntos.
– Tudo bem, você vale a pena – Minerva afirma e finalmente se livra do roupão. Então dá a volta nele, entra na banheira e se submerge até os ombros.
E Albus parece atordoado por um momento, então se lembra de algo que tinha que falar antes que se esquecesse novamente. Por isso retira um pergaminho dobrado do bolso antes de continuar a abrir seus botões.
– Ah, tem uma coisa que eu quero te mostrar. Nossa boa amiga Rolanda teve a excelente idéia de me mandar uma coruja antes de acompanhar os outros ao Três Vassouras – Albus entrega a ela a única e curtíssima carta que trouxera consigo de seus aposentos e então atira sua túnica longe. – Dê uma olhada.
– "Finta de Wronsky"? – a bruxa cita em voz alta as três palavras que compunham o bilhete, agora um pouco molhado, enviado pela instrutora de vôo.
– Ou ela quer que eu aprenda uma nova jogada ou essa é a senha de seus aposentos particulares, só para o caso de eu resolver fazer outra visitinha noturna – ele explica com ar zombeteiro e a outra lhe atira um bocado d'água em represália. Então prossegue, agora se ocupando em terminar de se despir. – Mas o que você esperava me anunciando por aí como um homem disponível?
– Tudo bem, Albus. Eu confio... no seu senso de auto-preservação.
– Não precisa dizer mais nada, aquele tapa fez maravilhas para a minha memória – ele fala e ri, então se junta à bruxa na banheira, transbordando água para todo o lado. Era notável que ali estava um tanto apertado para duas pessoas. – Ah, eu vou sentir falta do banheiro dos monitores!
Foi a vez dela rir e deslizar para o lado para lhe dar lugar. Mas assim que se acomodou, ele a puxou para seu colo e a beijou como estava aguardando o dia inteiro para fazer. Um beijo que fez o da pista de dança parecer sem graça.
– Você estava magnífica! Falou com uma naturalidade tão desconcertante que até eu fiquei em dúvida sobre nós dois. E ainda assim não acho que isso tudo tenha sido mesmo necessário.
– Tá bom, eu admito que exagerei com essa bobagem de vingança. De qualquer modo, obrigada por fazer isso por mim – mais um beijo, agora mais curto, e Minerva envolvia a barba dele com uma das mãos num gesto possessivo. – E saiba que eu vou te recompensar por isso.
– Vai devolver meu bilboquê?
– Não, mas vou fazer melhor que isso. Muito melhor.
Uhura: Guria, você que tem me pressionado por muitas madrugadas em busca de spoilers, o que acha desse capítulo agora? Bem, espero ter alcançado suas expectativas. Pq foi graças a vc q tive coragem e inspiração de escrever isso aqui ^^.
MarinaB.: Espero que tenha saciado sua curiosidade... e que vc não esteja com muita raiva de mim por isso agora. Kkkkk
Mamma Corleone: Vc que me honra, sempre acompanhando e comentando as minhas doideras! E vc viu q eu não fiz nenhuma piadinha com a altura do Fil hj? XD
Juliana Seven: Hei Ju (posso te chamar de Ju?), seja bem-vinda! Muito obrigada por comentar e saiba que isso me deixa muito feliz. Ainda mais pq eu tbm sou preguiçosa pra comentar nas fics dos outros, então aprecio muito q vc tenha aberto uma exceção pra mim. E se puder fazê-lo de novo, mais ainda ^^
n/a: Albus e Minerva, hein, enganando todo mundo há décadas... *piscadela marota da autora*
Acreditem, eu só bebi duas taças de vinho antes de escrever isso!
Sim, havia quatros outros finais possíveis. Alguns mais românticos, outros bem mais lógicos, mas acabei optando pelo que achei mais engraçado, e, admito, em parte por conta de uma grande amiga que tbm tem uma pequena quedinha por esse shipper que me [obrigou] ajudou a escolhê-lo.
E vocês, ficaram surpresos? Decepcionados? Contentes? Estarrecidos? Com vontade de me mandar um berrador cheio de nomes feios?
Não, não gastem suas corujas comigo, mas por favor compartilhem suas opiniões comigo por reviews, nem que seja só pra me chamarem de maluca.
Ah, e não saiam daí porque a fic ainda não acabou! Só falta o epílogo agora, então aguardem para mais algumas risadas.
Um bj e até breve.
