Ohayou pessoas!Posto um cap pra vcs nesse início de semana!Desejo a todos uma ótima semana e muitas novidades felizes!Espero que curtam esse cap, pois daqui em diante a guerra será declarada entre minha querida Kia contra a peituda Hime!Espero que curtam, porque eu estou amando escrever!Claro que tenho muito a melhorar (perdoem os erros, sempre escapam)!

Patty de Aquarius: mas vai escrever agora,certo?Porque amo ler review, e com a sua não será diferente!Leia esse cap e diz novamente: Toma essa Inoue!kkkkk
Mi Yuuki:Amo seus reviews Mi, me deixam sempre muito feliz!Ichi tá mais pra lá de Bagdá com ess aproximação da baixinha!Nesse cap de hoje então, nem se fala!Também pensei em fazê-lo invadir, mas tenho idéias mais pervas pra ele!kkkkk!Quanto a Ran, acho que vai durar pouco na fic, pois a Kia vai matá-la!Mas conforme o andar da carruagem, eu fico em dúvida!Creio que no fundo ela vai agradecer!Valeu pelo review!
Luud-chan:Todas queremos isso! E estou doidinha pra ver a cara da Hime quando Ichi der em cima da Kia!kkkkkk!Começa a guerra!
Ana Paula:?Estou esperando o seu review!
Beatriz:Repeat o que disse a Ana, vamos deixe sua opnião, ela vale muito pra mim!

Beijo molhado a todas que me enviaram reviews e a todos que leem essa fic! JJ


–Pai!Chegamos? – Rukia com seu vestido jardineira jeans, cabelo longo solto e a famosa franja cobrindo o olho esquerdo se retorcia no banco de passageiros, cansada com a longa viagem de carro com sua família. O dia não parecia querer colaborar com as boas vindas a pequena cidade de Karakura. Passaram por praias de areias brancas e enseadas que certamente eram calorosas quando num dia mais ameno. Byakuya já estava no limite de sua escassa paciência, respondendo mais uma vez a décima pergunta seguida de sua única filha.

–Quase Rukia!Será que não dá pra se acalmar e curtir a paisagem? – Não era um pai muito amistoso por assim dizer, mas amava muito a filha e dizia sempre que mantinha o véu de frieza para proteger a família.

–Kia meu bem, já estamos quase lá!Tenho certeza que vai amar sua nova casa e seu colégio! – Hisana olhou pelo espelho a chateada adolescente que estava irritada com a dita mudança. Afinal todos os seus amigos eram de Tókio, e não poderiam mais se ver com a mesma freqüência.

–Sei! – Ultimato da moreninha que ligou o mp3 para ouvir suas músicas preferidas. Não adiantava mais fazer birra, já que seu pai já havia vendido o apartamento e comprado uma casa confortável, segundo a mãe, na tal cidade. O dia em que viajaram era sexta-feira, e teriam assim dois dias para aprontar tudo, para que na semana seguinte iniciassem tudo novo. Emprego novo para o líder da família, comunidade e clube novo para a determinada Hisana e escola nova para a pequena Kuchiki.

Chegaram ao cair da tarde, seguidos pelo caminhão de mudança que os acompanharam de perto. Byakuya foi o primeiro a sair do carro, abrindo a porta para a esposa e a filha para o primeiro dia da casa nova.

–Como disse é maravilhosa!Não acha meu amor? – Hisana apertou a mão do marido num gesto carinhoso. Seria a primeira vez que morariam em uma casa, ou sobrado, pois desde que se casaram sempre habitaram apartamentos. Rukia não estava nem um pouco animada, principalmente porque a chuva fininha não parava de cair.

Sem esperar os pais ela resolve dar uma "analisada" no lugar, já que seus pais não tiveram a bondade de mostrá-la antes de comprar, alegando que seria uma bela surpresa.

–Bela surpresa!Hunf!Droga de casa!Droga de jardim!Droga de muro!Droga de bola! – Chutou a pequena bola de futebol contra a parede que já não seria mais branca com a pancada cheia de lama que a garota deu.

Ei, essa bola é minha! – Karin surgiu pendurada no muro a esquerda. Com nove anos, parecia mais um menininho que uma garota. Usava um uniforme de jogador de futebol e os curtos cabelos estavam encharcados com a chuva.

–Se está no meu quintal, então é minha! – Rukia aproveitou para irritar alguém, já que com seus pais não funcionaria muito, tinham um comportamento meio zen quando estavam fazendo algo que gostavam.

–Não mesmo!Passa essa bola pra cá garota!A não ser que queira apanhar feio! – Ameaçou com os punhos cerrados próximo ao rosto de Rukia que sequer saiu do lugar. A baixinha deu uma risada e virou sem responder nada, segurando a bola com firmeza em direção a porta da sala.

Ei você me ouviu? Me devolve baixinha! – Cruzou os braços contra o peito de forma ameaçadora. Rukia se vira pelos calcanhares e sem prévio aviso eleva a perna contra a pequena Karin, lançando a menina para o chão a meio metro à frente. A garota ainda no chão não conseguiu captar a ira nos olhos violetas da adolescente que largou a bola para se colocar em posição de ataque.

–Como ousa me chamar de baixinha, sua anãzinha cara de moleque? – Karin não curtiu o elogio e partiu pra cima da nova vizinha. Ambas brigavam com chutes e socos; quem as visse pensaria num campeonato de karatê a céu aberto. Seguiam assim sem fazer muito barulho já que não eram de chamar atenção com gritos desnecessários, quando foram ambas suspensas do chão em lado oposto. Karin estava sendo agarrada por Tatsuki e Rukia por Renji. Estes estavam jogando vídeo game na casa dos Kurosaki quando sentiram a falta da menina.

Oe meninas, comportem-se!Parecem karatekas em final de campeonato! – Renji recolocava a pequena vizinha no chão.

–Luta muito bem! Qual é seu nome? – Tatsuki já gostou de cara da menina.

–Que nada!Ela não quer devolver minha bola!Não passa de uma ladra! – Karin ainda pendida pela colega não sentiu nenhuma feição por aquela que seria uma companheira inseparável.

–Posso saber o que está acontecendo aqui? – Byakuya lembrou que tinha uma filha adolescente e que não estava dentro de casa.

–Perdoe nossa invasão senhor, só viemos buscar nossa amiga! – Tatsuki tentou parecer cortês, mas estava um pouco nervosa com a frieza dos olhos do homem imponente a sua frente. Vestido com terno completo de cor azul petróleo, os cabelos escorridos até o ombro e dono de olhos escuros penetrantes e acusadores, perfil perfeito para sua profissão de juiz e empresário.

–É verdade Rukia? – Inquiriu da filha que estava paralisada com a situação em que se encontrava. Seu pai sempre a deixava assim.

–Sim pai!Eles vieram aproveitar para me dar as boas vindas à cidade e essa menina me convidou para jogar uma partida! – Pegou a bola e arrumou a roupa, deixou um lindo sorriso brotar de seu rosto, o que fez os quatro ficar sem jeito. Afinal não estava brigando?Como mudava tão de repente suas feições?

–QUÊ? – Karin estava confusa.

–É isso aí!Mas não tivemos tempo de nos apresentarmos! Abarai Renji, essa é Arisawa Tatsuki e a pequena aqui é sua vizinha Kurosaki Karin! – O jeito mecânico com que apresentou o rapaz fez o Kuchiki suspeitar dos garotos. Mas resolveu manter o protocolo de bom vizinho; não queria arrumar problemas e desavenças logo no primeiro dia.

–Kuchiki Byakuya e minha filha Rukia! Obrigado pelos cumprimentos! Espero podermos nos levar bem! Agora se me dão licença, preciso continuar a levar minha mudança! Rukia não demore a entrar, não quero que pegue um resfriado! – Deu meia volta após um meneio de cabeça e se foi do mesmo modo que chegou.

–Ufa!Quase achei que estava frita! – Suspirou. – Toma!Foi mal, é que eu estava entediada com a longa viagem que sofri que acabei descontando em você! – Rukia ofereceu a pequena mão à garota que ainda a olhava com duvida, mas após um soco leve na cabeça por parte de Tatsuki, ela estreitou a mão em sinal de paz.

–Então você é nossa nova vizinha?Achei que viessem só amanha! – Tatsuki resolveu quebrar o silêncio que se formou entre todos.

–Sim!E é um prazer conhecê-los!Moram ali também? – Apontou para a casa ao lado.

–Não, mas como ficamos a maior parte do dia por aqui, pode se dizer que sim! – Adiantou-se o rapaz de cabelo vermelho.

Após ser convidada pela nova coleguinha a sua garagem iniciaram o famoso inquérito sobre as curiosidades de cada um para se conhecerem melhor. Não demorou para que as meninas, apesar da diferença de quatro anos, perceberem que tinham muita coisa em comum. Ambas não tinham nada de menininha; adoravam praticar esportes; odiavam a escola e detestavam falsidade. Rukia se animou ao saber que estudaria no mesmo colégio que Tatsuki e Renji haviam estudado, e se sentiu mais confiante com o lugar. À noite a família Kuchiki foi convidada pela família Kurosaki a um jantar de recepção, já que Masaki era responsável pelo clube de chás do bairro. Conheceram o excêntrico médico, a carinhosa Yuzu, e alguns informes sobre o lugar, desde os dias e horários da retirada do lixo, o valor dos impostos, os lugares mais interessantes para se visitar e os vizinhos que poderiam confiar, assim como os que deveriam evitar. A noite foi muito alegre, e ambas as famílias sentiram que conseguiriam um laço duradouro e fiel de ambas.


–No início eu e a Karin ainda mantivemos nossas diferenças e brigas, mas conforme meu pai me exigia um comportamento mais cabível a uma senhorita, não pude mais me portar normalmente com freqüência! Depois veio a doença de minha mãe, e a ajuda maravilhosa de Kurosaki-san!Enfim, me mudar para Karakura foi à coisa mais divertida que já passei!É isso! – A baixinha respirou fundo após seu extenso conto. Percebi vários sorrisos de Tatsuki e Karin enquanto ela contava o relato. Noto agora o quão intenso são os laços delas e me senti muito feliz por isso. Chad que estava ouvindo tudo em silencio sorriu minusculamente com a animação das meninas.

–Ainda temos algumas briguinhas de vez em quando, mas nada muito fora do esperado, né Kia? – Karin deu um soquinho no braço da baixinha que aproveitou para abraçá-la com força. Tatsuki aproveitou a deixa e afagou o cabelo de ambas.

–Vocês cresceram meninas!Sinto-me uma velha agora! – Como sempre Arisawa exagerava em seus comentários. Olhei para o céu e vi que à tarde já havia chegado, me levantei para chamar atenção.

–Creio que seja melhor voltarmos às cabanas! – Confesso que senti uma ponta de ciúmes de minha irmã e minha prima por terem ficado ao lado dessa garota que definitivamente era muito cativante e divertida. Sinto que o receio que ela mantinha sobre minha pessoa diminuiu com esse acampamento, e me deixa mais relaxado ante ela.

–Tem razão Ichi!Vamos pessoal! – Tatsuki começou a apagar a fogueira, jogando terra por cima para não provocar nenhum incêndio acidental na floresta. Chad arrumou as mochilas e as distribuiu a cada um de nós. Minha irmã puxou Rukia pelo braço para tirarem uma foto juntas para aproveitar a paisagem. Sem dúvida alguma, esse foi meu melhor acampamento em toda minha vida. Espero de verdade que possamos fazer outros.


–Droga Kurosaki-kun!Porque não atende ao telefone? – Inoue tentava pela quarta vez conseguir contatar o noivo pelo celular. Deu um leve gemido quando o massagista passou a mão com força contra sua cocha. Estava nua, coberta apenas nas nádegas com uma toalha branca e o corpo estendido na mesa almofadada do SPA. Como havia dito a Ichigo, aproveitaria para passar uns dias de descanso naquele lugar.

–Também o que você queria Hime, numa floresta não tem sinal de celular, ou não pega bem! – A melhor amiga no Japão de Inoue era Asegawa Senna. Uma modelo mais nova, de cabelos negros com mechas roxeadas e corpo simétrico e delicado.

–Mesmo assim Senna-chan!Ele deveria ter levado aquele que funciona!Kurosaki-kun é muito chato!Não sabe que estou carente dele!Acredita que ele passou a semana inteira fazendo plantão? Absurdo!Será que não sabe como aproveitar a vida? Pode massagear mais pra cima querido? – Apontou próximo as nádegas para que o massagista a aliviasse. Este estava um pouco ruborizado, apesar do costume; quando a viu pensou que fosse uma garota recatada e tímida, uma dádiva que a ruiva herdou da mãe. Sempre deixava uma primeira impressão de menina boa, mas quem a conhecesse bem, não concordaria.

–Mas ele é médico Hime!Normal!Mas conta, como foi à noite de sexta?Rolou alguma "coisa" no seu AP? – Levantou um pouco da espreguiçadeira em que estava para observar melhor a amiga. Estava com um biquíni minúsculo aguardando a vez para a massagem.

–Não teve nada Senna-chan!Ele disse que estava "cansado" e que teria que acordar cedo para o acampamento idiota com os "coleguinhas" dele! – Fez aspas com os dedos para enfatizar o sarcasmo com que falava.

–Segunda vai ter uma festa magestic na mansão dos Kuroy e quero você e seu bad boypor lá! – Mudou drasticamente de assunto, como sempre faziam.

–Hum! – Fez uma carinha de menina pensativa com um dedo no queixo.

–Ah vamos Hime!"Por fa"! – Fez um beicinho e colocou as mãos em forma de oração.

–Ok Senna-chan!Você venceu!Apesar de que Kurosaki-kun disse algo como uma reunião importante no hospital, mas creio que não seja mais importante que acompanhar a noiva a uma festa, certo? – Sorriram com cumplicidade. Sempre eram seus assuntos em primeiro lugar, e se o ruivo não quisesse lhe fazer caso, fazia greve de sexo com o rapaz. Orihime sabia muito bem como deixar seus namorados a seus pés. E não seria diferente com seu noivo.


–As estrelas estão tão maravilhosas! Queria que fosse assim em Tókio! – Rukia estava deitada no chão ao lado de Tatsuki e Karin, contemplando o céu que estava limpo e estrelado. Sado e Ichigo também estavam deitados, mas um pouco mais afastado das garotas. Um espaço de segurança, segundo Arisawa.

–Bem vou me deitar!Vamos meninas? – Tatsuki se levanta e oferece a mão para a amiga baixinha.

–Eu também vou! – Karin limpou o pó da roupa.

–Eu fico um pouco mais! – Rukia fechou os olhos e respirou fundo em plena contemplação.

–Hum! – Sado se foi a sua cabana.

–Também fico! – Ichigo se levantou e deitou-se ao lado da baixinha para observar as estrelas. Ou outra estrela?

Após todos se deitarem o ruivo resolveu quebrar o silêncio.

–Fiquei feliz por saber que se tornou tão amiga de minha família! Até meu pai me disse que eu não precisava ter voltado ao Japão, já que ele conseguiu a filha que pediu a Deus! – Olhou a garota ao seu lado que desenhava um sorriso pervertido, o que o fez respirar com certa dificuldade. Santos hormônios.

–Que isso, foi eu que ganhei uma nova família! Pra nós, os Kurosaki são uma continuidade de nossa família! Minha mãe e a sua parece que se conhece por décadas! Adoro sua família Ichi!Posso te chamar assim? – Abriu os olhos e contemplou o brilho amarelo dos olhos do ruivo.

–Claro Kia!Acho que podemos nos chamar assim, afinal agora somos amigos? – Ichigo arrastou o corpo para perto de Rukia, que sentiu um leve calafrio nas costas. Teve a mente tomada pela aproximação de mais cedo.

–Sim, claro!Então posso contar com consultas grátis de um especialista? – A timidez já não era mais problema nesse instante, a brincadeira era mais divertida.

–Com toda certeza!E se quiser podemos agendar um dia para que eu possa examiná-la!Sabe um chek up de rotina? – O rapaz falou com ardor e voz um pouco rouca o que deixou a baixinha alerta, mas não a fez recuar, queria mostrar que também sabia jogar.

–Realmente?Sabe, tenho sentido algumas dores de cabeça e uns enjôos de vez em quando!Saberia me dizer o que pode ser doutor? – Se apoiou nos braços pendendo a cabeça para trás de forma sensual, para Ichigo, claro.

–Hum... Só examinando minuciosamente pra saber!Não posso te dar um diagnóstico errado, não é mesmo? – Também se levantou e colocou a mão no joelho da garota, que o observou com cara de "Veja onde está colocando sua mão!"

–Então está combinado!Me liga avisando um dia livre que não seja em meu horário de aula que irei imediatamente! – Tocou a mão do rapaz e a tirou delicadamente, levantando-se em seguida para entrar na cabana. Deu um tchauzinho antes de entrar e fechar o zíper da porta.

–Ficarei esperando, Kia! – Sussurrou para si e se deitou novamente. Precisava esfriar o corpo que ardia no momento. Um sorriso brotou de seu rosto e fechou os olhos para memorizar o sorriso daqueles lábios finos que sentiu desejo de tomar. Teve que contar até dez várias vezes mentalmente para não agarrá-la ali mesmo. Puniu-se mentalmente por ter noiva. Maldita hora que se antecipou e pediu Inoue em casamento.


É isso pessoal!Vejo vcs semana que vem!Ficarei aguardando review!E quero de vcs leitores anônimos também!Venham me dar o prazer de conhecer um pouco de vcs e compartilhar suas opniões e impressões dessa fic!Beijo grande,

JJ