Capitulo 7:

Três anos depois...

A equipe de John iam à um planeta parecido com Atlants negociar.

- Zalenka, você pode cuidar dos meus filhos? – perguntou Elisabeth segurando Pollyanna no colo.

- Não posso, pede para a Sora – respondeu Zalenka

- Sora está em lua de mel – disse John chegando com Mathew no colo.

- Ótimo, Zalenka, você cuida das minhas crianças, eles tomam mamadeira antes de dormir – disse Elisabeth colocando a filha no chão – Te amo, não apronta muito – disse Elisabeth para a filha.

- Sentir-lhe-ei falta – respondeu a menina abraçando a mãe.

John colocou o filho no chão e disse:

- Boy, se cuida, cuida da sua irmã, obedece o tio Zalenka, e quando eu voltar prometo deixar você tomar sorvete.

- Ok – disse o garoto abraçando a pai.

Depois de se despedirem dos filhos Elisabeth seu mais algumas ordens e quando ia entrando no Stargetes Pollyanna falou:

- Mamãe, posso comer chocolate?

- Pode

- Vai com Deus – disse Mathew – Só com passagem de ida – sussurrou

- Diz isso de novo e será uma criança morta – ameaçou Pollyanna

Mathew mostrou a língua para a irmã e saiu.

XXX

Na outra cidade depois de cinco horas...

- Ele está mentindo... – disse Elisabeth

- Com certeza – concordou Teyla

- O que fazemos? – perguntou Ronon

- Amanhã vou conversar com ele... De novo... – respondeu Elisabeth

- Vamos dormir... – disse John

- Tem quatro camas e um sofá para cinco pessoas – disse Ronon

- McKay, o sofá te ama – disse Teyla.

No dia seguinte...

- John estou indo – sussurrou Elisabeth para seu marido – Deixe o pessoal dormir mais um pouco.

Elisabeth saiu do quarto e foi até o escritório do chefe daquele mundo.

- Licença – pediu Elisabeth entrando na sala – Vamos ter uma conversa de líder para líder.

- Ok – respondeu ele.

- Por que não quer ajudar meu povo?

- O que eu ganharia?

- Se algo acontecesse com você ou seu povo com certeza eu ia ajudar.

- Mas o que pode acontecer?

- Doença, espectros...

- Temos excelentes médicos e os espectros não vem aqui.

- Conte-me seu plano sobre os espectros.

- Quando eu tiver, eu conto.

- Você disse que já tinha um plano.

- De líder para líder, você acha mesmo que eu ia/vou te dizer algo? Você teve a idéia de vir aqui, na minha sala e me oferecer nada de que eu queria ou precise? Você teve essa capacidade de pensar isso? A coragem de vir aqui e oferecer seus lixos?...

- Olha muito bem como fala sobre meu povo, sobre mim...

- Inútil – xingou o líder

- Então não tenho mais o que fazer aqui?

- Guardas, levem-na até seus subordinados.

Os guardas pegaram Elisabeth pelo braço e levaram-na até a prisão onde seus subordinados estavam.

- O que houve? – perguntou McKay

- Ele não tem plano – respondeu Elisabeth – Ainda.

- Como? – questionou Teyla

- Isso mesmo – respondeu o líder entrando na sala

Ele colocou a mão na testa de John, depois de Teyla, depois de Ronon, logo depois de McKay e por último Elisabeth.

- Obrigado – disse o líder saindo

Depois de cinco minutos eles voltaram a pensar.

- Minha cabeça está latejando – queixou Elisabeth

- Ele entrou na nossa mente para conseguir informações – disse John

- Percebi – responderam Teyla, McKay e Ronon juntos.

- Como será que estão minhas crianças? – perguntou Elisabeth

- Melhores que nós – respondeu Ronon

Nove horas depois...

John e sua equipe tinham conseguido fugir com a ajuda de um guarda-robô.

- Então, você e o pessoal do seu mundo são robôs? – perguntou McKay

- Robôs que estão perto de chegar a ascensão e se tornar um "Antigos", somos formados por mini células que...

- Se multiplicam até ficarem da forma humana – cortou McKay.

- Isso mesmo.

De repente o robô homem parou de falar e olhou para Elisabeth e disse:

- Eles descobriram e querem que eu te mate – dito isso o robô jogou Elisabeth contra a parede da nave e começou enforcá-la. Teyla, Ronon e John empurraram o robô para fora da nave.

- Está bem? – perguntou Teyla

- Acho que vou... – começou Elisabeth

Ronon percebeu o que ia acontecer e entregou uma balde a Elisabeth, a mesma vomitou.