Capitulo 7 – A primeira vez a gente nunca esquece

Peter soltava gemidos enquanto eu o mordia, cada vez mais intensos. Aquilo me deixa louco de prazer e

já não agüentando mais, sussurrei no ouvido de Peter enquanto estava sobre ele:

- Quero fazer!

- Era tudo o que eu precisava ouvir. – Disse Peter rolando e subindo em cima de mim.

Peter foi retirando minha roupa, sorrindo,aquilo me encantava.

- Eu te amo Peter.

- Roy...Eu te amo muito mais.

Peter me marcava por inteiro, me mordia na orelha, descia até o pescoço, mordia meu mamilo e logo abriu o zíper da minha

calça e fez algo que eu não esperava: colocou meu membro pra fora e logo começou a fazer sexo oral.

Céus,aquilo era maravilhoso,aqueles movimentos intensos eu gemia de prazer e quando menos esperava lá se foi a primeira gozada.

- Que rápido, agora vem cá.

Em pé, Peter me puxou contra seu corpo, me beijou e disse o suficiente para eu amá-lo ainda mais:

- Eu te amo demais, e não importa o que sugir para nos nos seprar eu sempre vou amar você, nada, nada mesmo vai separar a gente.

- Isso...Foi lindo Peter.

Enquanto me beijava, Peter me arrastava até o banheiro, me jogou dentro da banheira,abriu a torneira e subiu em cima de mim.

- Ta pronto?

- Sim.

Logo que penetrou não consegui me conter e soltei gemidos, seguidos, diversas vezes...Peter me olhava e repetia:

- Geme de novo amor, vamos. - Enquanto sorria.

A dor era grande...Mas o prazer era muito mais e eu não queria parar, queria mais e mais.

Porem,eu queria tambem sentir aquilo e após Peter ter gozado eu penetrei nele,seus gemidos eram perfeitos, senti

um prazer que eu nunca havia alcançado com nenhuma garota, talvez porque eu estava trasando com a pessoa que eu

amava. Até no sexo nos entendiamos e aos poucos iamos trocando e brincando de ativo e passivo.

Minutos...Horas se passaram, ficamos horas transando, na banheira, na cozinha, na sala, no quarto de Peter, em

todos os cantos da casa.

Depois, enquanto eu estava jogado na banheira, Peter foi fazer algo para comermos. Dia perfeito com ele, eu não esperava

menos. Apenas fiquei surpreso com a maneira atrevida que agi quando fiquei excitado,parecia um tarado.

Mas tudo o que era bom dura pouco, e depois de dormirmos de conchinha Peter me levou até o colégio de carro, sim ele

havia ganhado um carro zero no seu aniversario. Seus pais eram realmente maravilhosos.

Chegando ao colégio no final da tarde de domingo, encontrei com James logo na entrada.

- Demorou hein?

- ... – Fiz uma cara de "e daí?", eu estava tão feliz, tão completo que James não passava de um amigo ao qual não me

atraia mais como antes, aquela noite com Peter fez minha carência passar e eu não ficava mais balançado ao ver James.

- Seu pai te trouxe? – Perguntou James enquanto subíamos a escada.

- Não...

- Sua amiga?

- Não...

- ...Seu namora...

- É!

- Nossa? Te fiz algo. Você ta meio estúpido sei lá.

- ...Desculpa...È que depois do que você me disse outro dia, fico meio sem reação sabe...

- Relaxa.

Entrando no quarto tirei a camisa me joguei na cama e fiquei pensando em Peter, logo meu celular tocou.

- Amoor, claro...eu estava pensando em ontem, dá até arrepio!

James observava nossa conversa de longe, logo com uma cara de bravo. Desliguei.

- Você e ele...Transaram?

- QUE? Nossa! Olha só...Eu não te dei essa intimidade e...

- Roy, você me disse que nunca tinha se deitado com um homem!

- E eu não tinha mesmo!

- Teve sua primeira vez...Com ele?

- Tive! Porque?

James me encarou por alguns segundos, veio em minha direção, subiu em cima de mim, colocou suas mãos sobre

as minhas,prendendo-nas e disse:

- Isso não é justo! Deveria ser comigo! Essas marcas no seu pescoço...

- Me solta! E porque hein? Eu o amo, alias o corpo é meu, eu faço o que eu...

James me beijou. Ceus.

Continua...