DIA 4

– Bom dia... – falou a jovem enquanto se sentava.

– Bom dia... – o hanyou respondeu.

Sentados no mesmo banco de sempre, os dois se conheciam não havia nem uma semana mas ficavam confortáveis pertos um do outro. Kagome lia todos os dias e Inu Yasha não fazia nada, exceto observá-la, conversavam muito pouco.

Todos que passavam observavam o hanyou e a humana sentados no banco. Faziam um belo casal. Ele, um rapaz de boa aparência que trajava um jeans e uma camiseta pólo azul , uma linda jovem, arrumada impecavelmente.

A jovem trajava uma blusinha tomara-que-caia preta com pequenas bolhinhas brancas espalhadas por toda a sua extensão, uma bermuda jeans de cor vermelha e um par de sapatilhas peep-toe brancas. Mantinha os cabelos soltos e usava um par de pequenas argolas prateadas.

– Você está muito bonita... – Inu Yasha comentou baixo.

– An? – Kagome o olhou surpresa – Obrigada.

A colegial olhou ao seu redor como que se procurasse por algo.

– Venha! – ela levantou-se e virou-se para Inu Yasha estendendo-lhe a mão. – Eu deixo você me pagar um sorvete...

– Que bom que você deixa... – respondeu Inu Yasha sínico. Estendeu-lhe a mão e levantou mantendo-se de mãos dadas com Kagome.

A colegial puxou Inu Yasha até um carrinho de sorvete Ben & Jerry's que estava estacionado perto da fonte de água.

– Posso ajudá-los? – o senhor que dirigia o carrinho perguntou, examinando-os, sorriu ao vê-los de mãos dadas.

Kagome nem se tocou do olhar do velhinho, estava mais preocupada com o que iria pedir, já Inu Yasha reparou e enrubesceu um pouco.

N/A: Só um pouco! ; D –

Kagome observava o container com os diversos sabores de sorvete já havia se decidido. – Eu quero Phish Food por favor... – se dirigiu ao velhinho.

N/A: Para quem nunca comeu sorvete Ben & Jerry's... Phish Food é sorvete sabor de chocolate com camadas de doce de leite, marshmellow derretido e pedaços de chocolate ao leite, Yum Yum! –

– Na casquinha ou copinho? – perguntou o senhor.

– Copinho... E será que o senhor pode colocar pedaços de biscoito Oreo ©? – Kagome pediu com um sorriso.

– Claro meu bem... – respondeu o senhor enquanto preparava o pedido.

Os olhos de Kagome brilharam quando ele lhe entregou o copinho cheio. Inu Yasha observava a colegial extasiado, ela tratava o velhinho do carrinho com respeito, e era sempre educada, era realmente encantadora.

– E para o rapaz? – O velhinho perguntou a Inu Yasha.

– Uma casquinha de baunilha por favor...

Kagome que até então estava entretida com seu sorvete despertou.

– Casquinha de baunilha Inu Yasha? Tem tantos outros sabores... Seja mais criativo!

– O que você tem em mente? – Inu Yasha perguntou.

Chunky Monkey!

– Não sou muito fã de sorvete de banana!

– Mas tem pedacinhos de chocolate!

– Kagome...

– Está bem... e que tal... Cherry Garcia?

Cherry Garcia?

Cherry Garcia!

– Não vou comer nada com esse nome!

– Ele vai querer quatro bolas no copinho, por favor! – Kagome se dirigiu ao senhor mostrando o número 4 com a mão direita.

O senhor riu e preparou o pedido. Entregou para Kagome e virou-se para Inu Yasha.

– 7.99 £

Inu Yasha puxou a carteira do bolso de traz e pagou o senhor.

– Obrigado, tenha um bom dia!

– O senhor também! – disse Kagome dando um dos copinhos para Inu Yasha.

– Por que esse sorvete chama Cherry Garcia? – perguntou Inu Yasha quando chegaram ao banco.

– Porque foi feito em homenagem a Jerry Garcia... Não precisa fazer essa cara! É só sorvete de cereja com pedaços de chocolate e de cerejas – a colegial explicava enquanto aproveitava o próprio sorvete.

– E você sabe disso por que? – Inu Yasha remexia o sorvete com a colher.

– Não me entenda mal, não que eu não goste de Grateful Dead mas eu não era a maior fã deles... Principalmente porque quando Jerry Garcia morreu eu tinha 3 anos... Mas acontece que no intervalo do campeonato de basquete do ano passado eu mudei de canal e apareceu um programa daqueles 'A historia da vida de fulano' que por acaso era sobre ele e lá apareceu sobre o sorvete...

– E o que você estava fazendo assistindo o campeonato de basquete?

– Eu gosto de esportes...

– Você pratica algum?

– Não, não... O único esporte que eu pratico é levantamento de garfo! E sou campeã devo dizer...

Inu Yasha riu com a declaração da colegial e continuou a remexer no sorvete.

– Ah é? E que outros esportes você gosta de assistir?

– Futebol claro, vôlei, tênis, pelo resto não me interesso tanto...

– Ah é? E que time você torce no futebol?

– Bom... é um time pra cada nacionalidade...

– Italiano?

– Milan...

– Alemão?

– Bayern...

– Espanhol?

– Real...

– Português?

– Porto...

– Brasileiro?

– Flamengo...

– Inglês?

– Manchester... – Kagome que até então olhava para o copinho em sua mão se virou para Inu Yasha, para dar de cara com um hanyou embasbacado – United claro, não City!

Continuou sem ter resposta dele.

– Vai me dizer que você é Chelsea? Juro se for... vou embora...

– Não, não... Sou Manchester...

– Que bom... Então por que essa cara de 'cão chupando manga'?

– É só que você acertou todos os meus times, sem errar nenhum... E que diabos é um 'cão chupando manga'?

– Sério? Que bom! Pelo menos não vamos precisar discutir nos campeonatos sobre quem vai ganhar! A sei lá 'cão chupando manga' é um 'cão chupando manga'! Você nem tocou no seu sorvete vai derreter!

– Só vou comer se você me disser que sou mais bonito que o Kaká do Milan! – Inu Yasha lhe propôs sínico.

– Isso é impossível! Ninguém é tão lindo quanto ele... OK talvez o Alexandre Pato, ah! O Cristiano Ronaldo! E o Lukas Podolski! E o Torres! E o Lucas do Liverpool!

– Ai meu Deus! Tá bom, já chega!

– Poxa eu só estava começando!

– Mudando de assunto!Tênis! Torce pra quem?

– Nadal...

– Que nojo! Federer!

– Haha! Perdeu as olimpíadas!

– E o Nadal o U.S. Open!

– Quem é o número 1 do mundo?

– Você é impossível sabia?

– Sim, já me disseram isso antes! Agora come esse sorvete!

Kagome já havia terminado o seu e já havia até jogado o copinho no lixo. Mas Inu Yasha não havia nem começado.

– Feh! Não quero!

– Come logo! Se você não comer por você mesmo, juro que vou te dar na boca!

– Agora é que eu não como mesmo! – mas claro que isso foi o que ele pensou o que ele disse foi:

– Você e quem mais?

A colegial lhe lançou um olhar sinistro.

– Calma Kagome! Ô! Estou comendo – Inu Yasha colocou a primeira colherada na boca, seus olhos brilharam por um instante – Hum! Que bom! – continuou a comer, acelerando cada vez mais.

– Olha se você não quiser comer não precisa, viu? Me desculpe... Eu não devia ter pedido se você não queria...

– Nossa foi de assassina pra arrependida! Rápida você em!? – Inu Yasha fez pose para arremessar o copinho no lixo – Mas não se preocupe! Estava uma delícia! – e acertou... – Fico feliz que você tenha pedido!

– Sério?

– É sim! Pode ficar tranqüila.

Trocaram olhares por alguns instantes.

– Que horas são? – perguntou Kagome.

– Dez para as duas... – Inu Yasha falou olhando seu relógio de pulso – Ih! Você tem que ir! Se não vai se atrasar!

– Exatamente! – a colegial se levantou – Obrigado pelo sorvete Inu Yasha.

– De... – o hanyou começou a falar mas parou quando a colegial se inclinou para frente até estar ao nível de seus olhos, ela lhe deu um beijo na bochecha esquerda e voltou a posição inicial – ... nada.

– Te vejo amanhã? – perguntou a colegial colocando o cabelo atrás da orelha

– Sem dúvida! – respondeu o hanyou sorrindo abertamente.

0o0o0

Kagome foi correndo pra casa, quando chegou o relógio da sala marcava 13:59, "Graças a Deus!" pensou. Correu até a sala de almoço onde encontrou seus pais e seu irmão tomando seus lugares.

– Achei que não ias chegar a tempo! – falou seu pai que puxava a cadeira para sua mãe sentar.

– Mas cheguei! – falou a colegial triunfante.

Depois de ajudar sua mãe, seu pai a ajudou e tomou o próprio lugar na cabeceira da mesa. Logo os empregados começaram a trazer travessas cheias de comida. O almoço estava excepcionalmente bom. Kaede havia caprichado.

Conversaram alegremente durante o almoço todo e os três notaram que Kagome estava de bom humor. Mas quando alguém mencionava isso ela só mudava de assunto, afinal "Temos que aproveitar esse tempo que temos para passar na companhia uns dos outros por que quando as aulas voltarem nós não almoçaremos mais juntos" ela dizia.

0o0o0

O almoço terminou e cada um foi para seus aposentos. Kagome passou pela porta de seu quarto e se jogou na sua cama. 'Tok-tok'

– Pode entrar! – a colegial se apoiou nos seu cotovelos e viu a cabeça de Souta pela porta entre aberta. – Oi irmãozinho!

– Pode começar a falar! – ele disse enquanto puxava a cadeira da bancada de Kagome e a posicionava na frente da cama, sentou-se com uma perna de cada lado da costa da mesma.

– Falar o quê? – Kagome, que já sabia o que irmão queria dizer com aquilo, levantou-se e foi andando na direção do banheiro.

– Para de se fazer de boba Kagome! – disse Souta.

Kagome colocou a cabeça pra fora do banheiro viu seu irmão encarando-a ainda na mesma posição de antes. Ela saiu pulando em sua direção e jogou-se novamente em cima da cama.

– Ah! Souta, ele é tão lindo! – falou a colegial com o rosto no travesseiro.

– Ele? Ele quem Kagome? – perguntou o irmão surpreso.

– Inu...Yasha... – falou com um suspiro.

– Inu quem?

Kagome lhe contou tudo o que aconteceu desde a primeira vez que viu o hanyou até a última.

– O que mais você sabe sobre ele Kagome?

– Eu lhe contei tudo Souta... Por quê?

– Eu só acho... Eu acho que você tem que tomar cuidado...

– Cuidado com o que Souta?

– Ora Kagome, você vem de uma boa família, vai cursar uma das escolas mais caras do mundo, existem muitas pessoas interesseiras...

– Mas Souta, ele não sabe nada disso! Essa é uma das coisas que faz com que eu goste dele! Ele não fala comigo por que meus pais tem dinheiro ou por nada assim!

– Ai está outra coisa! Como você acha que a mamãe e o papai vão lhe dar com esse seu 'namorado'?

– Namorado? Souta! Pelo amor de Deus! Eu não conheço o menino não há nem uma semana! Não exagere!

– Exatamente! Você não o conhece!

– Eu agradeço a preocupação Souta, mas não precisa ser super protetor! Vou ficar bem!

– Só tome cuidado, sim?

– Prometo irmãozinho!

– Está bem... Vou dormir um pouco... Te vejo mais tarde?

– Claro...

'Tok-tok'

– Entra! – disse Kagome

– Filha? – sua mãe pôs a cabeça para dentro do quarto.

– Sim?

– Vou para o salão... Não quer ir comigo?

– Claro mamãe, eu estava mesmo precisando fazer as unhas!

– Bom eu vou indo, por que o papo está ficando muito feminino para o meu gosto! – Souta disse levantando-se.

– Poxa filho, já ia lhe convidar para ir conosco, comprei um esmalte novo lindo! Ia ficar muito bem com seu tom de pele!

– Haha! Muito engraçada mãe! – falou enquanto saia.

Kagome observava a cena com um sorriso no rosto enquanto sua mãe se aproximava de sua cama.

– Vamos então?

– Sim, deixa só eu escovar os dentes e arrumar uma bolsa! – Kagome levantou e foi em direção de seu closet.

– Muito bem lhe espero lá em baixo. – falou sua mãe andando até a porta. – Ah! Não esqueça de trocar de os sapatos! Se não vai borrar as unhas!

– Bem lembrado!

Kagome saiu de dentro de seu closet carregando uma maxi bolsa branca da Lenny & Cia. com sandálias de dedo combinando. Penteou os cabelos, colocou três pequenas bolsinhas dentro da bolsa, uma com necessidades femininas, outra com um kit de maquiagem básico e outra a outra era uma bolsinha de remédios. Pegou a carteira, celular, iPod colocou dentro também.

0o0o0

Joe levou-as até o salão, pois sua mãe não gostava muito de dirigir. O salão que sua mãe freqüentava era muito bonito, elegante, e bem decorado, estava lotado de dondocas, o que era de se esperar.

Tudo estava ligado com a sociedade, desde pequena, todas as festas, jantares e eventos que Kagome jamais fora com seus pais eram assim, cumprimentava um milhão de pessoas que a conheciam mas ela não conhecia nem metade. Isso foi melhorando com o tempo. Quando completou 15 anos Kagome já era capaz de recordar pelo menos seus rostos.

Quando viajavam, volta e meia encontravam com algum conhecido da família, e ali não podia ser diferente. Seu pai dizia que ela tinha que ser introduzida 'neste mundo' – a alta sociedade – desde cedo. Kagome sabia como se comportar perfeitamente, sempre sabia o que dizer e como dizê-lo.

Sua mãe tinha uma hora marcada, mas mesmo se não tivesse... Ela sabia que teria dado um jeito. Sentaram perto de uma senhora de cabelos ruivos e olhos verdes, ela contava a manicure como sua filha estava ansiosa com a volta das aulas.

Aulas, Kagome não pensava nisso há um tempo, Inu Yasha havia ajudado-a a esquecer dessa parte. Kagome viu sua mãe cumprimentar a ruiva e chamá-la até lá. Provavelmente ia apresentá-las.

– Kagome, está é Asuka Wolff... – falou indicando a senhora de olhos claros.

– Um prazer minha querida... – falou Asuka com a mão direita estendida.

– O prazer é meu... – Kagome apertou sua mão levemente, tinha a impressão de que se machucasse o esmalte vermelho tomate de Asuka sua manicure ficaria uma fera.

– Nossa Sakura, onde você estava escondendo sua filha? Uma moça tão bonita não pode ser privada da sociedade a qual pertence!

– Ora, obriga Asuka, Kagome estava viajando, as agora vai ficar aqui! Vai estudar na APSJ...

– É a escola da minha Ayame, vocês vão se dar muito bem Kagome!

A colegial ouviu Asuka se dirigir a ela. Kagome sorriu em resposta e pensou "Ai que ótimo agora vou ter que andar por ai com a filha de uma mulher que tem coragem de pintar as unhas de vermelho tomate, fala sério, TOMATE! Eu odeio tomate a fruta, muito mais o esmalte."

A moça que havia começado a fazer suas mãos há poucos minutos chamou sua atenção.

– Para cortar moçinha?

– Não, não. Só lixar por favor... Quadradinha.

Kagome ficou prestando atenção na conversa entre sua mãe e Asuka, elas falavam sobre a França, ou melhor, Asuka falava sobre a França, sua mãe só escutava, sorria, e balançava as cabeças nos momentos certos. Kagome fez uma pausa e pensou "Aposto que ela não sabe dizer o nome de três obras dentro do Louvre!"

Achava que sua mãe estava pensando a mesma coisa, afinal, Asuka só falava de lojas e restaurantes, e da casa de campo nova que seu marido havia comprado.

A manicure se dirigiu a ela novamente.

– Que cor?

– Francesinha...

Asuka já estava com as unhas compridas – e evidentemente falsas – devidamente lixadas e pintadas. Se despediu das duas e foi até a recepção.

– Vai pintar de que cor mãe?

– Vermelho, por quê?

– Me diz que não é vermelho tomate, por favor!

– Sabia que você tinha reparado... – começou rindo – Asuka sempre pinta dessa cor, não sei quem disse a ela que era uma boa idéia...

Kagome riu, sua mãe sabia do que ela estava falando.

– Vou pintar de Licor não se preocupe!

A colegial sorriu, sua mãe sempre sabia o que dizer, como se vestir, e como se portar, e é claro que sabia qual era o tom de vermelho certo para pintar as unhas.

Saíram do salão uma hora depois, perfeitamente mani-e pedi-curadas.

– Mãe?

– Sim minha filha?

– Podemos dar uma volta pelas lojas? Eu queria comprar algumas necessidades básicas...

– Claro, o que tem em mente?

– Bom, eu gosto sim de uniformes, mas nunca gostei de ficar igual os outros...

– Já sei onde podemos ir...

Kagome sabia em que lojas queria ir mas não sabia se a pequena cidade portava tais lojas. Pararam na frente de uma La Perla.

– Mãe? A senhora lê pensamentos?

– Agora que você descobriu? – sua mãe fez cara de indignação.

O segurança da loja abriu a porta para as suas entrarem e logo uma moça de cabelo preto curto veio cumprimentá-las.

– Boa tarde! Senhora Higurashi... Em que posso ajudá-la hoje?

– Boa tarde! Yura, esta é minha filha... Kagome. Hoje você vai ajudar a ela.

– Muito bem, o que está procurando mocinha?

– Eu queria ver algumas meias-calças coloridas, as minhas já estão um pouco desgastadas.

– Certo, e que cor você gostaria?

– Todas as que você tiver...

– Ah... Está bem então... Voltarei em alguns minutos, fiquem a vontade.

– Obrigada Yura.

Exatos 2 minutos depois Yura estava de volta, vinha acompanhada de duas moças e cada uma delas – incluindo Yura – trazia uma pilha enorme de embalagens.

– Bom, presumo que você seja tamanho 38, certo? – a vendedora perguntou a Kagome.

– Sim...

– Bom eu trouxe todas as cores desde transparente até preto...

Ela entregou a Kagome uma paleta de amostra com as cores, e ela tinha literalmente todas as cores de transparente até preto. Amarelo, Laranja, Vermelho, Rosa, Azul, Verde, Roxo, Marrom... Em todos os tons. Era um total de 256 cores!

– Quer experimentar?

– Não precisa, eu sei que são do meu tamanho, as minhas são do mesmo modelo.

– E então que cores você vai querer?

– O que você acha mãe?

– Leve uma de cada minha filha, afinal, não podemos demorar muito, temos muitas lojas pra visitar!

Yura sorriu e levou as embalagens até o caixa, ela conhecia a senhora Higurashi, nunca a decepcionara, sempre gastava um absurdo toda vez que passava pela porta. Sorte de Yura que recebe por comissão.

Pagaram e chamaram Joe para pegar as sácolas, atravessaram a rua até a Tory Burch do outro lado da rua. A colegial comprou 24 sapatilhas do modelo Reva, mudando a cor claro. Kagome avistou uma Nordstroms no outro quarteirão e arrastou a mãe até lá.

Uma vez dentro da loja visitaram o quiosque Shu Emura onde a colegial e a mãe renovaram a coleção de maquiagens. Passaram na Lancôme pois é a marca de gloss favorito de Kagome.

Saíram por outra porta da loja e viram uma Burberry. Kagome comprou um casaco, uma pashimina, uma faixa de cabelo e uma bolsa. Entraram ainda em uma Express, uma Banana Republic e uma Zara dentro de um mini-shopping. Andaram mais um pouco pelas lojas e resolveram ir pra casa.

O coitado do Joe não via tantas sacolas faz tempo, afinal a última vez que a senhora Higurashi e a filha haviam saído para fazer compras juntas fora no Natal, e até ele ganhou presente.

0o0o0

Finalmente foram pra casa. Quando passaram pela porta, o pai de Kagome ,que descia as escadas , parou bobo e observou os pacotes que os empregados traziam pela porta.

– Vocês compraram tudo isso? – perguntou boquiaberto.

– Não, bobinho... – falou a mãe de Kagome – Tecnicamente...Você comprou!

– Engraçadinha, só me avise quando eu tiver que vender os olhos da cara para pagar essas dívidas... – o pai de Kagome fez uma careta – Sakura, eu tinha algo para lhe dizer... droga, esqueci!

– Não tem problema, quando lembrar me avise, e não exagere! Kagome tinha umas necessidades básicas para a escola...

– Estou vendo... – observou a empregada que passava ao seu lado carregando algumas sacolas – Eu soube mesmo que a Gucci tinha lançando una coleção outono/inverno de livros de matemática!

As duas riram.

– Bom pai, eu já comprei essa coleção completa, mas o senhor pode me dar a primavera/verão se o senhor quiser! – Kagome falou enquanto subia as escadas.

– Kagome – chamou seu pai segurando-a pelo braço – foi realmente a coleção toda? De uma só vez? – perguntou fazendo cara de cachorro sem dono.

– Relaxa pai, eu já tinha mais da metade, só fiz completar... – assegurou Kagome, dando um beijinho na bochecha de seu pai e continuou a subir as escadas.

Ouviu-se o barulho da porta do quarto de Kagome batendo.

– Essa menina fica mais igual a você a cada dia... – falou para a esposa parada agora do seu lado.

– Você fala como se isso fosse uma coisa ruim.

Sakura deu um selinho em seu marido que a envolvera pela cintura.

– Ah! Lembrei o que ia dizer!

– É mesmo? E o que era?

– Izayoi ligou atrás de você...

0o0o0

N/A: Bom, aqui está outro capítulo!
Meu recorde! 12 FOLHAS!
Creio que está de bom tamanho...
Repararam na Yura?? Yura dos Cabelos Invertidos?
Não sei por que mas eu consigo imagina-la trabalhando em uma loja de lingerie!

Depois que a Lalah-chan me deu uns toques
eu tentei fazer com que a história andasse um
pouco mais rápido
e ficasse mais interessante...

Essa "Semana de Reconhecimento" vai durar até o DIA 7
Vão ser dias mais curto mas bem mais dinâmicos...
Eu pretendo postar todos juntos para poder
realmente entrar na história!

Quando as aulas deles começarem prometo fazer capítulos maiores!
Perdoem se o capítulo ficou muito confuso!
Não foi minha intenção!

Tentei diminuir as descrições de roupas...
Acho que me saí bem!

Recebi um bom número de reviews!Obrigada a todas que escreveram!
Fico muito grata!

Mas isso não quer dizer que é para vocês pararem de escrever!
Se eu não chegar pelo menos a 25 reviews eu não posto outro, viu? XD

Aqui estão as respostas:

Kuchiki Rin:Olha eu tentei diminuir as descrições!
Ficaram bem mais curtinhas!
Eu pretendo colocar o Sesshoumaru daqui a uns 2 capítulos,
então é só esperar!
Vou postar outro assim que possível!
Bjinhos

Jaline: \o/ Leitora nova! Oba!
Bem vinda!
Que bom que você gostou!
Fico extremamente feliz!
Bom aqui está a continuação!
Vou postar outro capítulo assim que der!
Bjo!

Lalah-chan: Neura? Neura?
Não é neura não viu!
Eu já fiz isso, tá?
Não, ainda não decidi sobre AQUILO,
eu tô na maior dúvida!
Quem eu? Deixar os outros no suspense?? =O
Imagina! X3
Por que tu está ansiosa pelo próximo capítulo??
Eu sempre te falo o que vou por no próximo capítulo!
Tu sempre sabes o que vai acontecer! XD
Até manhã Anjo...

P.S.: Nunca mais vamos ver um filme como
Missão Babilônia
foi uma MERDA!

P.P.S.: Teve tarefa de casa?

Lory Higurashi: Nossa que coincidência!
A minha sorte é que eu tenho aula de inglês em casa!
Eu só faço correr do quarto pra sala!
Aqui está a continuação!
Não deixe de acompanhar!
Bjitos

LeticiaM: Eu queria isso mesmo!
Sabe?
Fazer com que aos poucos eles
fossem
demonstrando sentimentos
um pelo o outro!
Aqui está a continuação!
XOXO

Caroliinaa: Tô continuando!

Obridada a querida pessoa que
revisa todos os capítulos da minha fic!
LALAH-CHAN!

Bjos meninas...
Até a próxima!

XOXO
Mariah,

26/10/08