Disclaimer: CCS não me pertence e não estão me pagando para escrever isso aqui! Original da CLAMP!
N/A: Importantíssimo: meu pc resolveu ficar dodói e enfiou mais de 10 cavalos de tróia de uma vez só. Então, pode acontecer de as atualizações ficarem prejudicadas por isso (formatações à vista).
Capítulo Dedicado: Esse capítulo começou um desastre, depois foi melhorando e depois piorou. Tudo devido a uma mudança de sentimento e decisões. Espero que gostem do resultado final. Presente de Natal adiantado para vocês.
[Música recomendada: Yoru no uta - Tomoyo
Bem Vindos Novos LEITORES!!! Espero que gostem desta fic!Natal está chegando, Boas Festas para as pessoas com quem eu tenha oportunidade de me comunicar por meio da fic. É um imenso prazer escrever cada pedacinho.
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"Tudo" em uma semana (Parte – II) – Chegadas e despedidas, lembranças e sonhos.
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Sakura apertou o envelope entre os dedos, depois retirou o papel novamente e leu aquela frase solitária.
Seu coração dava saltinhos. Medo? Ansiedade? Curiosidade? Insegurança? Receio?
Era um turbilhão de coisas que se misturavam em uma massa incompreensível de emoções.
Syaoran havia dito que se explicaria sobre aquilo e que talvez fosse melhor esperá-lo para poder compreender o que aquelas palavras significavam.
Sakura apertou o papel novamente entre os dedos e olhou o teto do táxi.
Em seguida encarou pela centésima vez o papel e abriu, passou os olhos milhares de vezes e voltou a olhar o teto e apertar o papel.
Mas, ele também havia dito que era algo bem claro, conciso.
Bufou.
Estava se sentindo transtornada. Aquilo podia ser uma brincadeira de mau gosto para vê-la naquele estado… embaraçada?!
-Ai ai ai ai ai! Se for isso, você está morto Li – o taxista encarou-a pelo retrovisor, exibindo fúria através da exposição de sua arcada dentária, preferiu não falar nada e voltar a dirigir. Apressou um pouco o percurso por receio do que poderia acontecer se passasse mais tempo com a garota de dentes cerrados com força.
Vendo a cidade passar a sua volta e vez ou outra olhando para o tal papel, decidiu que não o leria mais.
Então, decidida, abriu mais uma vez, leu com toda a convicção que foi capaz em meio de sua vergonha e confusão e enfiou dentro da bolsa.
Era impossível não pensar sobre aquilo, mas era mais seguro fingir para si mesma que aquilo não importava.
-Oi! – quase berrou ao atender o celular que devia estar chamando pela quarta ou quinta vez – Touya? Está sumido hein? Que foi?
A pausa para ouvir os comentários desnecessários do irmão foi infinita, Sakura praticamente cochilou esperando-o terminar de falar.
-Sabe o que é? Você sumiu, não é culpa minha se não tem tido noticias das coisas por aqui – Sakura riu, imaginando o que seu irmão seria capaz de fazer se soubesse do papel dentro de sua bolsa – Não tenho notícias de papai e sim, já estou curada da gripe. Li fez um remédio que – passou a mão no estômago –… você não imagina o quão me fez bem – engasgou.
Não devia ter dito aquilo.
Meia hora de reclamações cheias de ameaças super protetoras. Afinal… Quem era o tal de 'Li' e por que aquela voz 'esquisita' ao mencioná-lo?
O sangue de Sakura fugiu do corpo, como explicaria sobre a existência dele sem que comprometesse a vida de ambos em seu atual estado? De meia em meia palavra que saia por sua boca, alguma a fazia lembrar-se do tal bilhete e corria um grave risco de falar bobagem graças a sua condição emocional.
-Sabe o que é?.! – Ela coçou a garganta ouvindo o típico "Se eu soubesse não estaria te perguntando" – Eu sei, eu sei… mas é que, ele é primo da menina com quem divido o dormitório – tinha de parar ai, não podia falar absolutamente mais nada – Claro que não. Curso? Curso que ele faz? – revirou os olhos – Não tenho a mínima idéia, ta vendo? Não somos tão íntimos quanto você imagina e nesse exato momento, a única coisa que pretendo é chegar logo ao aeroporto para me despedir do Yukito e comprar uma barra enorme de chocolate.
Depois desse desvio, o irmão não tocou no assunto por uns dez minutos.
O tempo necessário para ela pagar o taxista, agradecer pela ida até o aeroporto e entrar naquele local lotado.
-Olha só Touya, sei que está sentido pela minha falta e tudo mais, mas tenho de desligar – olhou no relógio – Já cheguei atrasada, vou ter menos de quarenta minutos com Yukito e acredite, é muito importante para mim essa despedida – precisava avaliar se aquele sentimento de começo de libertação era imaginário ou real e com a presença de seu querido amigo, aquilo seria mais fácil de certificar – Agora, vá se ocupar com algo importante e não se preocupe, também sinto sua falta, às vezes… - sorriu – e vou ligar para papai essa semana. Quando lembrar o que queria me dizer, liga, enquanto não o fizer, não começa com as crises de meia em meia hora como forma de tentativas inúteis. – desligou e procurou pelo nome de Yukito na agenda do celular, ligou enquanto passava os olhos por todo aquele ambiente movimentado.
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Meiling desviou o olhar para encarar um Syaoran com expressão séria. Sabia que ele devia estar bastante transtornado com toda aquela confusão e com toda certeza, não seria uma tarde muito produtiva.
Ele mostrava aversão a todas as fotos que tirava. Sorte ser tão querido naquele meio, ele realmente sabia fazer aquilo muito bem, mas no fundo, era como se não se importasse realmente com o que os outros esperavam. Cumpria seu dever e ganhava seu dinheiro mantendo suas peculiaridades, talvez daí viesse seu talento.
Levantou da cadeira que estava e foi tomar um pouco de água. Detestava ter de esperar o expediente acabar, não entendia o porquê de ele fazer aquilo, afinal podia conseguir dinheiro sem dificuldade.
Passou os olhos em toda aquela gente. Nenhum rosto era familiar o suficiente para entretê-la.
Começou a caminhar pelo corredor, várias salas, gente de tudo quanto é tipo, estilo e esquisitices. Foi para o elevador, ia para o teto tomar um pouco de ar fresco.
Subiu para a cobertura e escancarou a porta das escadas que levavam até seu objetivo.
Escutou uma belíssima voz vinda de cima, certamente estavam fazendo algo por lá. Subiu, animada, cada degrau.
Seus olhos caíram sobre a pessoa que cantava.
Era uma garota com cabelos longos e presos por uma trança um pouco solta, vestido vermelho rodado e longo. Cantava com uma voz vinda do coração. Meiling não conseguiu se mover, ficou paralisada pela arrebatadora combinação de melodia, harmonia, tom, voz, entonação.
Com muita calma, tomou o rumo em direção a garota.
Sentou-se em uma cadeira ao lado do rapaz que filmava, próxima ao senhor que tocava violino e de frente para a garota que cantava acompanhada por, também, um piano e flauta.
Suspirou emocionada, procurou palavras para descrever o que via, sentia, mas as expressões da jovem faziam-na ficar calada e apenas ouvi-la.
-Está ficando bom Tomoyo – uma mulher surgiu do nada atrás de Meiling e piscou sinalizando para esta encerrar e ir descansar – Amanhã continuamos, acho que até o evento, tudo estará maravilhoso. Sua voz está cada dia mais…
-Fantástica! – Meiling saltou da cadeira e correu até a jovem, tomou suas mãos com os olhos brilhando, afastando a mulher que tentava falar com ela – Quero cantar igual a você um dia.
-Obrigada – Tomoyo sorriu de modo educado e se afastou da jovem – Fico contente por você ter apreciado a melodia, não foi uma das melhores, na verdade – tomou um gole de água de uma garrafinha – errei bastante – sorriu triste.
-Errou? – Meiling arregalou os olhos e se aproximou da garota – Se isso foi erro, pretendo errar como você pelo resto da minha vida.
-Então nunca chegará a lugar algum – uma mulher com semblante ríspido estendeu uma toalha branca para Tomoyo – Esta canção não tinha sentimento, era vazia. Bonita, porém oca. Já faz quase três anos que as canções são assim. Precisa se esforçar mais, por que não tenta voltar a filmar? Aquilo te inspirava bastante, deveria…
-Mamãe! – Sonomi olhou para a filha com ar cansado – Sabe muito bem que não posso fazer isso – era sempre o mesmo discurso.
-Pode sim, não só pode como deve. Vai começar a faculdade essa semana, podia filmar pessoas em seus cotidianos, essas coisas que você gostava de fazer.
-Gostava… usou bem o verbo – Tomoyo saiu parecendo transtornada.
-Ela realmente parece ter perdido a fé e confiança nas pessoas… - Meiling observou uma garota de cabelos curtos e ruivos aos cochichos com um rapaz um pouco afeminado atrás de si.
-Deviam cuidar da vida de vocês – Meiling deu língua para os dois fofoqueiros e saiu, sentindo-se irritada tanto pela mãe quanto pela filha, mas na verdade, estava bastante curiosa com aquilo que ouvira… o que havia tomado o dom que ela tinha? O que a perturbava afinal?
Observou o relógio.
As horas passaram voando enquanto ela se perdia nas lembranças daquela música, supostamente "imperfeita". Ficava cantarolando em silêncio. Voltou às pressas ao encontro de seu primo.
Finalmente ele havia terminado, estava sentado passando as fotografias para um computador e salvando-as. Esperou que ele enviasse e pegasse o sobretudo sobre a mesa.
Ficou encostada na parede ao lado do bebedouro, com um sorriso amistoso.
-Meiling, não adianta, não vou aceitar esse presente absurdo.
-Syaoran, não estava pensando nisso, mas já que mencionou acho que devia aceitar – cruzou os braços e seguiu o primo de perto, chegou até a pisar duas vezes em seu sapato – Pode ser uma tentativa da tia se redimir, não está dando passagem para a paz que tenho certeza que você quer ter novamente.
-Ela vai te ligar de novo?
-Acredito que sim, você sabe como a tia Yelan é… me acordou para falar isso, me fez correr atrás de você para que eu lhe falasse isso e está manipulando toda essa história, queira você ou não. Admiro esse poder dela – sorriu animada.
-Meiling – empurrou com força a porta do edifício, nem notou quando entrou no elevador e saiu deste – como foi o seu dia hoje?
-Por que tanto interesse?
-Quero mudar de assunto, apenas isso.
-Horrível! – ele não precisava de justificativas, afinal, sua prima amava falar e quando era sobre si mesma, sentia-se satisfeitíssima – Sakura me fez ajudá-la a limpar cada cômodo, estou exausta. Mas, escutei uma canção linda agora a pouco.
-Canção? – ela fez que sim com a cabeça e sinalizou que conversariam sobre isso depois – Ela fez isso? Como te convenceu? – não conteve um sorriso.
-Essa crise de amores antigos faz com que as pessoas façam bobagens, vai ver que foi por isso que ela decidiu surtar, quanto a me convencer… sou uma pessoa caridosa, entendi seu sofrimento, apenas isso. – guardou para si o fato de ter sido convencida pela questão dos quilinhos extras.
-Sei…
-Ela também disse que pretende aprender a dirigir e arranjar um emprego – tossiu – Espero que ela volte ao normal, caso contrário, vai ser difícil conviver com alguém tão inconstante – sorriu com uma piscadela.
-Claro, de inconstante basta você, certo? – subiu a gola do sobretudo, aquele clima de termino de inverno estava pior que o próprio.
-Não sou inconstante… - fez careta e com impaciência revirou os olhos, depois pulou no braço do primo e se agarrou a esse com uma gargalhada leve.
-Vou ajudá-la com o emprego, sei de um lugar onde estão contratando gente e ela faz veterinária, certo? – Meiling assentiu com a cabeça de modo vago – Amanhã vou conversar com Sakura – sorriu pressentindo que a curiosidade da garota havia sido maior e se estivesse certo, iria vê-la em seu modo mais comum, vermelha.
-Algo errado? – o olhar desconfiado foi o suficiente para fazê-lo esquecer aquela história, não queria ter de explicar coisa alguma para a garota pendurada em seu braço.
-Absolutamente nada, só estou cansado. E quanto àquela história da canção?
-Se resumi a um nome: Tomoyo! – ao dizer isso, a memória de Syaoran deu um giro por cada cantinho armazenado durante sua existência, aquele nome não lhe era estranho.
-Daidouji? – Meiling fez cara de desentendida, ignorou a pergunta e continuou falando sobre a música e a garota.
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Yukito já estava prestes a embarcar, estava um pouco afastado enquanto pagava pelo jornal que comprara para poder ler durante a viagem.
Sakura estava pensativa, observava as revistas em quadrinhos, paginava algumas revistas sobre artistas, não pensava mais com tanta freqüência no que Syaoran tentara dizer com aquelas palavras.
Olhou em volta. Piscou várias vezes seguidas. Seria aquilo uma miragem?
Suspirou, de longe, parecia Sonomi sempre apressada com suas guarda-costas, mas preferiu não certificar-se, sentia-se um tanto quanto perdida em sua relação com Tomoyo. Saudades passarem correndo por seu coração, tinha ótimas recordações, mas três anos antes de ir embora e até então, algo não havia dado muito certo na amizade entre elas. Recordou da caixinha de lembranças que achara pouco antes de viajar. Tanto era verdade, que esta nem ao menos deu noticias quando Sakura veio embora para fazer faculdade.
Seus pensamentos foram desviados pela mão de Yukito sobre seu ombro.
Ele estava já com a passagem em uma mão, na outra o jornal enrolado repousava em uma espera finita. O rapaz sorria de um modo calmo e que fazia com que Sakura sentisse um leve aperto no peito.
-Daqui a alguns tempos nos vemos novamente, você deve torcer para que as coisas dêem certo para mim – ele parecia tão pleno e seguro.
Estava na hora de dizer Adeus? Que conclusões tirara daquele pouco tempo com seu amigo tão querido?
-Tenho certeza que as coisas vão sair de acordo com seus planos Yukito – ela se aproximou dele e o abraçou – Você vai conseguir sim! – sorriu sentindo-se bem – Sempre vou torcer por você – encarou-o – Até a volta… Espero noticias maravilhosas e vitoriosas, hein? Não aceito nada menos que isso – piscou e abraçou-o mais forte.
Ele retribuiu o abraço e com carinho, afastou-se de Sakura ficando frente a frente com a garota.
-Kinomoto Sakura – ele sorriu – Obrigado por isso, vê se toma cuidado para não pegar outro resfriado – deu um beijo no rosto de Sakura e antes de se afastar dela, sussurrou – Que você encontre aquele seu amigo do sonho ou alguém tão bom quanto ele.
Sakura ficou parada, absorta nas palavras de Yukito. Levou as mãos próximas ao peito, sentia uma sensação estranha no coração. Não teve vontade de chorar, mas sim de sorrir e se lágrimas foram derramas, não eram de sofrimento, dor ou angustia, mas sim de uma sincera alegria e profundo agradecimento.
Ficou com a mão no ar despedindo-se até quando seus olhos não mais conseguiam alcançar a imagem de Yukito.
Respirou fundo e com um leve rodopio olhou para as portas de vidro por onde havia entrado e com passos leves tomou o rumo de volta para sua nova 'casa'.
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Obrigada por lerem.
Aceito reviews, basta clicar no GO ai embaixo de lilás
Reviews:
Verinha-sensei ."Crescer com esse vento e alcançar novos horizontes" Eterna frase da sensei, só pra lembrar mesmo. Valeu por me ajudar nos finais alternativos para essa fic.
Huntress Angel : Que bom que você viciou (risadas histéricas). A chantagem funcionou viu, agora só não podemos (nem eu e nem você) deixar a peteca cair, posto de cá e você comenta daí... hihihi...Não vou contar para ninguém, segredo! Só um pouco nromal, eu também. Espero tua review sem noção. Obrigada!
Hitsumei-chan Não teve Takimo, vamos ver como vai ser essa relação, não é mesmo... hasuash... Espero que você goste desse capitulo também.
Vivx: Espero que tenha gostado desse capitulo e muito obrigada por sempre comentar nos capítulos. Vamos ver o que o Syaoran vai aprontar mais pra frente. Fica bem também.
Lara: Curso do Syaoran, boa pergunta (Syaoran, qual seu curso? – ele dá uma gargalhada de Magh-chan e sai avisando que é uma surpresa). Acho que este não teve interações muito profundas, mas vou trabalhar para melhorar isso, ok? Obrigada por ler a fic, espero continuar recebendo sua opinião sobre cada parte dela.
Tomoyodadaidouji2007: Ain, tudo bem, fiquei com medo de não estar mais gostando e por isso ter sumido. Que bom que você ainda lê. Vai ficar curiosa por mais um capítulo, até descobri o que o Syaoran quis dizer com aquelas palavrinhas.
:D : Sim, mas neste período de janeiro, talvez eu fiquei mais enrolada, provavelmente vá viajar e isso atrapalhe um pouco, mas vou tentar ser freqüente nas atualizações dessa fic. Vai ter de esperar mais um pouco para saber o curso do senhor Li Syaoran (surpresa). Espero que continue gostando e comentando sempre. Obrigada!
dessinha-almeidaObrigada… obrigada e obrigada!
Mary-chan: Sobrinhaa! (pula e da um abraço na sobrinha Mary-chan). Amo coisas com duplo sentido (apesar de não gostar de ficar confusa com isso, chego até a ficar tonta quando penso demais nisso... hasuhaushsa). Sim, eu te entendo! Realmente, o homem mais lindo do mundo. Realmente, quem dera (quero um Syaoran pra mim). Esse demorou um pouco mais, mas enfim, está ai sobrinha, espero que goste. Obrigada por ler sempre e comentar sempre e sempre e sempre! Até mais sobrinhaaaaaaa!!!! (Yue te manda um abraço)
Gabi: Obrigada! Bem vinda Gabi, espero continuar agradando e que você continue deixando suas mensagens para que eu saiba onde devo melhorar e entenda suas emoções sobre cada parte, suas expectativas e ansiedades, curiosidades e tudo o mais. Tchan Tcharam… possivelmente teremos mais noticias desse momento da suposta cartinha no próximo capítulo. Tento postar sempre nos finais de semana.
Yume Tsukishiro Kinomoto: Espero por seu e-mail, viu? Hoje eu dei uma de louca, mas é assim mesmo (meras semelhanças dessa Sakura com minha pessoinha, não são meras ilusões, sempre os personagens recebem uma parte de nós mesmos, em minha opinião). Espero que continue acompanhando a fic, bjos até dps!
Lara, Sak, Sylvana Melo, Haruna, Kimi Tsukishiro, Anônima, MeRRyaNNe, Camila, Neline-chan, Verinha-sensei (você não está sumida, mas é só pra te pressionar a comentar de novo) e Tomoyodadaidouji2007onde estão vocês? Voltem!
Obrigada por lerem.
Aceito reviews, basta clicar no GO ai embaixo de lilás. (praticamente implorando) "Yue: Onde está sua dignidade?
Maghotta: Nas reviews que eu receber."
Ps.: Comentários sobre cenas, sugestões e etc serão muito bem vindas. Acompanhem as músicas, as letras muitas vezes têm a ver além da sonoridade que dá pra fic. Se alguém quiser sugerir algo, estou a disposição. Aceito feliz!
Obrigada por lerem.
Aceito reviews, basta clicar no GO ai embaixo de lilás. (só para lembrar)
