7— Bem-Vindo a Hogwarts.
Dumbledore segurou a sereia em seus braços envolvendo-o com uma toalha. Ele piscou para os dos meninos que imediatamente mergulharam de volta na água. Ele entregou o menino a Harry que aguardava próximo a ele, pedindo que o levasse até a enfermaria.
Harry não estava compreendendo nada, mas carregou o menino direto para o castelo. Ele notou que não era exatamente uma criança, tinha provavelmente uns dezesseis, dezessete anos. Os cabelos ostentavam uma cor achocolatada com mechas azuis, cor que Harry nunca tinha visto.
Madame Pomfrey estava a postos, já tinha uma cama preparada e um bom banquete para quando o paciente acordasse. Harry pensou em ir embora, mas a docilidade e abandono no rosto adormecido do garoto não lhe deixavam ir.
Ele observou os feitiços de aquecimento e revigoramento que a enfermeira aplicou, e sentiu que a cor já mudava nas faces do pequeno estranho. Ele parecia tão bem que Harry não se assustou quando ele acordou, segurando os lençóis contra si.
Onde estou? — o garoto pensou. Teddy se sentia grogue, mas observou que Harry estava do outro lado da sala fitando-o e por isso sentiu seu rosto aquecer.
— Você está na enfermaria, rapaz. Aqui é o Castelo de Hogwarts e você é nosso convidado. — madame Pomfrey colocou uma bandeja com frutas, pães e suco de abóbora ao lado dele, na cama.
— Será nosso convidado pelos próximos dias, professor Harry irá acompanhá-lo em sua estadia, você ficará em seus aposentos. — Dumbledore sorriu diante da expressão confusa do ex-aluno. — Será um prazer, não é, Harry?
— Sim. — Harry sorriu para o rapaz, que sorriu de volta o mais lindo sorriso que ele já tinha visto. — Seja bem-vindo.
Teddy estava mais do que feliz.
E a bruxa tinha enviado suas enguias, agora em forma de ratas para atrapalhar ao máximo os dois pombinhos.
