Já era quarta feira, Regina havia almoçado em seu escritório, Ruby entra com um envelope na mão.

Ruby: Com licença senhora Prefeita

Regina sorri para a moça

Regina: Não precisa me chamar de prefeita Ruby!

A moça sorri de volta

Ruby: Tudo bem! A documentação da contratação do novo Xerife já ficou pronta

Regina: Ah sim, obrigada Ruby!

Ruby: Quer que eu avise e marque um horário pra ele vir?

Regina: Vou revisar e já te aviso!

Ruby: Tudo bem!

A moça sai e fecha à porta, Regina estava pensativa, mas a conversa que teve com Blair ontem foi bem esclarecedora. Regina não tinha sentimentos por David, e também não achava que ele tinha por ela, mas mesmo assim não entendia o por que daquela reação desconexa que teve quando ele a tocou, ele só encostou a mão na mão dela e nada mais.

Ela começa a revisar a documentação, estava tudo correto, era só ele assinar e enfim assumir o cargo de Xerife. Ela diz a Ruby que pode ligar para ele e dizer que ele podia vir hoje mesmo.

(x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x)

David manda uma mensagem rápida para a irmã:

"Eii, fui chamado para assinar a documentação e enfim ser Xerife oficialmente, mas estou um pouco nervoso por vê-la"

Não demora muito e Emma responde a mensagem do irmão:

"Não fique, lembre-se que agora vocês irão se ver com mais frequência e além do mais ela é casada, e o mais importante, a partir de hoje, ela é oficialmente sua CHEFE!".

Ele ri quando lê a ultima parte da mensagem e responde:

"Ok, prometo que não vou assediar a mulher que tanto amei no passado, afinal She is my Boss kkk!".

Ele já estava saindo do Elevador, quando chega outra mensagem da irmã:

"Acho bom! Ruum, Boa Sorte e me conte como que foi! Até amanhã *-*".

Ele decide não responder de imediato, entra no carro e vai em direção à prefeitura que não ficava muito longe do hotel.

(x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x)

Regina estava pensativa. Decidindo o que falar, mas ela tinha que o questionar do porque de ele não ter se identificado como quem de fato era. Irmão de Emma, uma de suas melhores amigas, ele era filho do melhor amigo do pai dela, que ela também o considerava muito. Ela decide seguir a conversa de forma séria, sendo objetiva quanto à finalização da contratação e o que iria proceder a seguir.

Ela ouve algumas batidas em sua porta, e Ruby diz que ele já havia chegado. Ela o manda entrar e vê tudo aquilo que tinha planejado dizer se perder quando viu aquele sorriso tão cheio de ternura que ele sempre tinha e que fazia Regina sorrir também. Aqueles olhos azuis, que brilhavam, e faziam que o sorriso dela se alargasse ainda mais em resposta. Ele estava tão elegante, como de costume desde a primeira vez que ela o viu na entrevista, ele usava terno preto e uma gravata vermelha, o terno lhe caia muito bem, perfeitamente alinhado ao seu corpo que dava a impressão de ser bem definido. Regina se levanta e caminha em direção a ele que por sua vez a olhou de cima em baixo, tentando não parecer desrespeitoso. Ela usava um vestido vermelho bem justo ao corpo, que favorecia suas curvas, com comprimento até o joelho, a maquiagem leve que a deixava séria, aquele batom vermelho que fazia com que ele olhasse intensamente para os lábios dela, mas ele se sente obrigado a desviar o olhar, quando ela se aproxima e estende a mão a ele, cumprimentando-o.

Regina: Olá senhor Nolan!

David: Olá Senhora Prefeita!

Regina segue em direção a sua mesa, e David a acompanha, ela se senta e já estende os documentos explicando tudo a ele, que ouvia cada palavra atentamente. Ela tentava se conter em não o encarar, ele fazia o mesmo, para não correr o risco dela se sentir constrangida. Ele assina os papéis, olha em direção a prefeita e sorri. Ela o olha, com um sorriso simples nos lábios

Regina: Davi... Senhor Nolan, agora o senhor é oficialmente o novo Xerife de StoryBrooke

Ela entrega o distintivo a ele e sente um arrepio quando a mão dele encosta na dela, como aconteceu no hotel a alguns dias atrás. Ela logo afasta a mão delicadamente, mas sem conseguir quebrar o contato visual que se iniciou naquele momento

David: Muito obrigado!

Regina: A partir de segunda o senhor já inicia as atividades na delegacia, logo, um dos policiais vai lhe apresentar passo a passo da rotina, a questão da escala, e etc.

David: Então tudo certo e muito obrigado mais uma vez!

Ele diz se levantando, e estendendo a mão a Regina, que também se levanta. Mas ela tinha que questioná-lo e assim o fez

Regina: Davi... Senhor Nolan, porque não me disse que era irmão da Emma? Você me conhecia desde a adolescência pra saber que Emma é uma de minhas melhores amigas, e seu Pai é melhor amigo do meu Pai. Por que não se apresentou como tal?

David sentiu o rosto corar, e quebrou imediatamente o contato visual com a prefeita

David: Desculpe-me prefeita, não achei que era conveniente, já que se tratava de uma contratação. E como a senhora também não falou nada, preferi manter meu silêncio quanto a isso. Espero que não tenha sido um problema.

Ele diz com um tom de voz suave, tão paciente que fez Regina se conter da ansiedade

Regina: Eu não me lembrei de imediato, seu sobrenome me intrigou um pouco, mas me contive em perguntar. Quando comentei com meu marido, ele me disse que você era irmão da Emma e filho de Phill. Mas poderia ter me dito Senhor Nolan, fiquei orgulhosa quando soube que o rapaz cujas ótimas referencias foram cruciais para a sua contração era filho de Phillip Coulson. Mas não me lembro muito de você, muito pouco em alguns eventos bem fechados, como os de sua própria família, mas não era em todos que você estava presente né? Se não eu com certeza me lembraria. Mas as lembranças mais recentes que tenho de você, são as de depois do nascimento de Henry.

David se sente um pouco desapontado quando ela diz que não se lembrava muito dele e abaixa a cabeça quando ela menciona o marido, mas logo sorri quando percebe Regina se referir com tanto carinho e respeito ao seu Pai. Realmente ele nunca foi um adolescente de freqüentar baladas, só as ocasiões que eram de suma importância para a família, mas especificamente para a mãe que era a única que se importava com essas futilidades. Ele sorri quando ela se refere a Henry sorrindo de forma tão terna

David: Verdade, nunca fui de frequentar muitas festas, e como terminei o colegial antes da minha irmã, logo fui pra faculdade e tive menos contato ainda, indo em casa somente nas férias umas 2 vezes por ano. Quando Henry nasceu eu já estava terminando a Faculdade e então pude ficar mais com Emma e ajuda-la!

Regina então tenta encerrar o assunto ali, já bastou o suficiente para matar a curiosidade

Regina: Entendo, desculpe pelo interrogatório, passar bem senhor Nolan!

Ele sorri e a olha nos olhos

David: Não tem problema, é compreensível, e a propósito, já que está tudo esclarecido, pode me chamar de David

Regina sorri de volta, eles ainda se olhavam nos olhos

Regina: Ok, David, mas já que somos conhecidos de muito tempo mesmo que com pouco contato, pode me chamar de Regina!

David: Sou seu subordinado senhora prefeita, certas formalidades tem que ser mantidas

Regina: Não se estivermos a sós como agora!

Em um movimento involuntário, ela morde um lábio de forma delicada logo após a ultima frase, fazendo David quase babar. Ele sente o coração bater mais forte, a garganta ficar seca, esse tipo de sensação não deveria ocorrer, já que ela não disse nada de mais, não na conotação que ele desejava ouvir. Ela por sua vez, estava chocada com o que tinha acabado de dizer

David: Tudo bem então! Até logo!

Ele sorri e acena em direção a ela, que o acompanha até a porta

Regina: Até logo... David!

Ele sai, mas antes de ela fechar a porta, ele se vira e olha para ela mais uma vez, ela permaneceu parada, o olhando nos olhos ainda segurando a porta, ele dá um ultimo aceno, e segue o longo corredor em direção a saída. Ela fecha a porta e se senta no braço do sofá, que estava próximo a porta. Ela passa as mãos pelo cabelo nervosamente, pensando no que tinha acabado de acontecer ali. Porque David Nolan a deixava assim sempre que aparecia, não fazia sentido já que ela nunca teve muito contato com ele, a não ser nas vezes que o viu durante a gravidez de Emma, já que as duas estudavam juntas e Regina sempre esteve do lado da amiga nesse período. Parece que agora algumas lembranças estavam ficando mais claras na cabeça de Regina...

(x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x)

Regina chega em casa, e logo chama por seu marido.

Regina: Mark? Amor?

Não há resposta, Regina vai ate a cozinha e ele não estava, quando volta em direção a sala para então subir ao quarto, ela vê bem a sua frente à visão do paraíso. Mark estava suado, sem camisa, apenas de bermuda e tênis, estava sorrindo, um sorriso safado, que Regina conhecia muito bem

Regina: Uaaul, acabou de malhar agora?

Mark: Sim, mais nada me impede de fazer mais alguns exercícios agora mesmo

Ela morde o lábio

Regina: Hum... Sugestivo...

Ela para de falar quando percebe ele começar a se aproximar, ela vai se afastando a passos lentos, mordendo o lábio inferior, até que ela encontra a parece atrás dela, não podendo se mover mais, Mark vai se aproximando, eles se olham nos olhos, Regina sentia o desejo percorrendo todo seu corpo, ele chega já passando o braço em volta da cintura dela puxando-a para si, colando seus corpos, ela já havia envolvido seus braços envolta da nuca do marido, eles se beijam, um beijo quente, cheio de tesão e desejo, ele a pressiona contra sua ereção fazendo Regina gemer entre o beijo, ele desce mais as mãos chegando até a bunda dela, e apertando, pressionado ela ainda mais contra seu corpo. Ela passa os dedos nervosamente pelo cabelo dele, eles vão andando em direção a sala sem parar o beijo, ele se senta no sofá e traz ela com ele, fazendo que ela sentasse de frente a ele, ela suspende a barra do vestido rapidamente até a cintura antes de sentar, o beijo ficava cada vez mais intenso, suas línguas brigando por controle, ele começa a beijar o pescoço de Regina que joga a cabeça pra trás, já gemendo, devido o atrito de sua vagina com a ereção do marido. A excitação do momento toma conta do casal, Regina crava as unhas nas costas de Mark, que já estava com a mão por dentro de sua calcinha, fazendo movimentos circulares envolta de seu clitóris, ela geme mais alto e começa a se movimentar, criando seu próprio ritmo, ele sentia o quanto a mulher já estava úmida, molhada, ele geme, ela o puxa e o beija, apertando as unhas nas costas dele, que intensifica ainda mais os movimentos, estimulando mais e mais sua esposa, até que ele decide deitá-la, ficando em cima dela, e sem mais delongas, retira a calcinha dela, e logo a penetra, fundo, ficando um tempo parado, ofegando, ouvindo Regina que sussurrava alguma coisa, ela começa a se mexer, rebolando, se sentindo preenchida, ele começa a se movimentar, devagar, intensificando, até que começa a ir rápido, estocando-a com força, fazendo Regina gemer alto, ele retira a alça do vestido dela, e em seguida o sutiã, e abocanha um dos seios dela, chupando, girando a língua rígida em volta o mamilo já duro, Regina geme chorosa, aranhando as costas de seu marido que continuava a estocá-la com mais força, ele se aproxima do orgasmo, mais não quer gozar antes dela, ele intensifica ainda mais os movimentos, saindo e entrando, freneticamente, até que ele sente ela se contorcer embaixo dele, ela arqueia as costas e geme, virando a cabeça para o lado, já suada, sentindo o ar faltar, Mark continua estocando, com força fazendo seus corpos se chocarem, até que ela goza, ofegando, se sentindo exausta, não demora muito até que ele também chega ao orgasmo, derramando-se dentro dela, ela o puxa e ele se deita, ainda sem sair de dentro dela, eles dão um selinho demorado, e permanecem ali...