Disclaimer: "Todos os personagens reconhecíveis pertencem a JK Rowling e eu não sou JK Rowling. E eu não tive a idéia dessa fanfic sozinha, ela foi inspirada em uma história chamada "Collared" de Albe-chan." — Além disso, acrescento que a fanfic foi escrita (assim como esse Disclaimer) pela Remy-Luna. Eu estou só traduzindo.
The Pet — Animal de Estimação
Fanfic escrita por Remy-Luna
Sirius, em suas vestes a rigor, sentou-se no sofá do salão, meditando. Ele não conseguia entender porque seus pais o forçaram a participar de sua festa de Natal quando ambos sabiam que ele e todos os convidados ficariam muito mais felizes se Sirius estivesse lá em cima, em seu quarto. Nem mesmo Regulus falava mais com ele. Ele tentou chamar a atenção de Monstro, que estava servindo os aperitivos, mas ele tinha o pressentimento de que o elfo estava o ignorando de propósito.
"Sirius!" Uma voz estrondosa ecoou pela sala. Sirius olhou para cima e, pela primeira vez desde que desceu para a festa, sorriu.
"Tio Al!" Ele disse feliz, e o homem que era o irmão mais novo de sua mãe se aproximou dele, dando-lhe um abraço com um braço só. "Não te vejo há anos." Sirius disse, olhando para seu tio — um dos poucos parentes que ele não odiava e que não o odiava de volta.
"Minhas desculpas, Sirius." Tio Alphard disse, soando sincero. "Eu tenho passado os últimos natais com sua prima Andromeda. Aliás, não diga isso para seus pais." Ele adicionou, abaixando sua voz e olhando em volta para ter certeza que ninguém ia escutá-lo. "Ninguém mais a considera parte da família desde que se casou." Então Alphard sorriu. "Ela acabou de ter um bebê, você sabe, a Andromeda."
"Sério?" Sirius perguntou. "Eu gostaria de ter conhecido. Eu sinto falta dela." Ele adicionou introspectivamente. "Ela era a única prima com quem eu me dava bem."
"Você poderia escrever para ela, sabe." Alphard sugeriu. "Deixe com que ela saiba que você não a desaprecia por ter casado com um nascido-trouxa."
"Então, por que não se juntou a eles nesse ano?"
"Com o novo bebê, eles estão tendo um Natal mais silencioso." O tio de Sirius explicou. "Talvez eu passe lá para o Ano Novo, no entanto. E, além disso," Ele adicionou com um sorriso. "faz anos que não vejo meu sobrinho favorito."
Sirius sorriu de volta. "Bom, é ótimo te ver, tio Al." Ele disse. "É bom ver alguém nessas festas que não se assuste comigo."
Alphard riu. "Diga-me, você se importaria de me mostrar seu quarto?" Ele olhou em volta para ter certeza que ninguém estava ouvindo. "Tenho um presente para você, mas ele é um pouco volumoso e... Entre nós dois... Não acho que seus pais iriam aprová-lo." Ele piscou.
"Claro." Sirius disse, feliz não apenas pelo presente mas também por ter uma desculpa para sair dali. "E enquanto estivermos lá em cima, posso te mostrar meu animal de estimação!"
—
"Tio Alphard, esse é o meu lobisomem Moony." Ele disse um momento depois após ter levado seu tio até seu quarto. "Por favor, não diga à Mamãe e ao Papai que ele não está preso." Ele adicionou em um tom mais baixo. "Não será lua cheia até que voltemos para a escola e ele não é perigoso. Odeio mantê-lo amarrado."
Alphard apenas piscou novamente. "Prazer em conhecê-lo, Moony." Ele disse agradavelmente, estendendo sua mão para o lobisomem.
Moony olhou para Alphard por quase um minuto inteiro. Então ele, hesitantemente, seus olhos cravados no tio de Sirius, apertou sua mão.
Sirius também encarou, com os olhos arregalados, a cena a sua frente.
"O que vocês estão olhando?" Tio Alphard perguntou, olhando de um rosto confuso para o outro.
"Você... Apertou minha mão." Moony murmurou. "Ninguém… Ninguém havia feito isso antes."
"E por que eu não deveria? Licantropia não se transmite por apertos de mão."
"Porque somente humanos dão apertos de mão." Moony disse, parecendo confuso sobre porquê ele tinha que explicar uma coisa tão óbvia ao mais velho. "Eu sou um lobisomem, um animal, sou o animal de estimação de Sirius."
Alphard apenas riu. "Você parece um humano para mim."
"Mas eu não sou." Opôs Moony.
Alphard suspirou. "Talvez não na sociedade atual. Mas lobisomens eram considerados humanos, sabia?"
Sirius e Moony se entreolharam. Claramente eles não sabiam.
"Não..." Alphard esclareceu rapidamente. "... Não iguais aos bruxos comuns, é claro. Eles eram tratados inferiormente, até pior que nascidos-trouxas, e não conseguiam arranjar um emprego dentro do Ministério para salvar suas vidas. E sempre houve bruxos que os consideravam animais, bestas que deveriam ser executadas. Da mesma forma que, atualmente, existem aqueles que os consideram humanos."
"Eles estão errados." Moony suspirou, olhando para o chão.
Sirius olhou rapidamente para seu tio Alphard e, em seguida, estendeu sua mão e deslizou seus dedos pelo cabelo de Moony.
"Bem, de qualquer forma," Alphard disse, claramente tentando acalmar a situação. "o que estamos fazendo sentados e conversando? Eu subi aqui para te dar seu presente, Sirius." Ele sacudiu sua varinha e um longo pacote apareceu no ar, pousando sobre as mãos de Sirius.
O jovem Black olhou para seu tio, que acenou para ele. "Vá em frente."
Moony e Alphard observaram enquanto Sirius levava o pacote até sua cama e, lentamente, começava a abri-lo.
Uma vassoura caiu sobre o edredom de Sirius.
"Santo Merlin!" Sirius sussurrou, encarando sua nova e completamente perfeita vassoura.
"O que você acha?" Perguntou Alphard entusiasmadamente. "Novinha em folha — ainda nem está disponível fora da Grã-Bretanha. Eles reformularam o modelo antigo, arrumaram todos os defeitos — isso é importante, você sabe, para uma nova companhia de vassouras. Você nunca deve comprar o primeiro modelo porque eles ainda não tiveram a chance de aperfeiçoá-lo. Sempre espere para a segunda série, quando eles já tiverem levado em conta a opinião dos consumidores..."
"Uma Nimbus 1001." Sirius sussurrou, ainda encarando seu presente com admiração. Ele deslizou sua mão pelo cabo e afastou um galho estático da cauda da vassoura, virando-se, então, para seu tio. "Tio Al, eu não sei o que dizer. Meus pais nunca me deram nada disso."
"Então eles não estão te tratando direito." Alphard supôs, cutucando seu sobrinho.
Sirius sorriu e passou seus braços em volta de seu tio, que o abraçou de volta calorosamente.
"Agora, use-a bem, ouviu?" O bruxo mais velho perguntou quando eles se separaram. Sirius acenou enfaticamente e Alphard sorriu. "Esse é meu garoto. Agora vamos." Ele disse. "É melhor voltarmos lá para baixo antes que minha irmã pateta perceba que nós desaparecemos. Tudo bem?"
"Tudo bem." Sirius concordou, embora sem entusiasmo. "Te vejo mais tarde, Moony."
"Tchau, Sirius."
O garoto de quatorze anos acenou para seu lobisomem, que acenou de volta antes que eles fechassem a porta.
—
Sirius fechou os olhos quando o vendo bateu em seu longo cabelo.
"Você vai tentar entrar no time no próximo ano, certo?" James gritou de vinte metros acima.
"Talvez." Sirius gritou de volta. "Tenho a melhor vassoura da escola, não tenho?"
"Isso, necessariamente, não te faz talentoso, Sirius." James respondeu, descendo para despentear os cabelos de seu amigo. Sirius deslizou para frente, esquivando-se do amigo.
"Não sei como você consegue ter tempo." Sirius gritou por cima do ombro. "Entre as classes, brincadeiras, lições, perseguir Lily Evans—"
"—Eu não persigo ela!" James gritou de volta. "Eu só a lembro ocasionalmente de que eu ficaria interessado em ir com ela até Hogsmeade."
Sirius bufou, mas o som se perdeu no vento.
Depois que Sirius decidiu que sua vassoura nova já fora bem testada, ele e James aterrissaram ao lado do campo de Quadribol, onde Moony estava esperando por eles.
"Então, o que você acha?" Sirius perguntou, sorrindo para o seu lobisomem. "Minha vassoura é bem melhor que a de James, não é?"
Moony riu. "Claro que sim, Sirius."
Sirius sorriu para seu amigo. "O que eu disse para você mesmo?"
"Ele é tendencioso!" James argumentou, sorrindo junto com o outro.
"Hey, Moony?" Sirius disse, pensativo, quando eles se voltaram para retornar ao castelo.
"Sim?"
"Você...?" Sirius hesitou e, então, estendeu sua vassoura para seu animal de estimação. "Você gostaria de tentar?"
"O quê?" Moony e James disseram ao mesmo tempo, encarando Sirius enquanto pensavam que ele tinha ficado louco.
"Por que não?" Sirius perguntou, olhando de um rosto para o outro. "Ele pode falar, ler..." Sirius abaixou sua voz. "... Fazer mágica; por que não voar?"
"Porque eu não sei nada sobre voar!" Moony quase gritou, olhando para seu dono. "Sirius, eu não sei como começar, não sei nada sobre vassouras."
"Você assistiu nossa aula de vôo no primeiro ano." Sirius pontuou.
"Sim, mas isso foi há dois anos, e eu não tive nenhuma experiência prática."
"Eu vou te ajudar com isso." Sirius disse. "E estarei lá com você."
"Na vassoura de quem?" James perguntou.
"Na sua." Sirius disse simplesmente.
"Sirius," James disse severamente, aproximando-se de seu amigo. Ele abaixou sua voz e pegou o outro pelo braço. "posso falar com você um instante?"
"Acho que sim." Sirius murmurou, perplexo, e o os dois caminharam para longe. "Olhe, James, eu vou cuidar de sua vassoura—"
"—Não é isso." James interrompeu, olhando nos olhos do amigo. "É que… Você está dando sua vassoura novinha para o seu lobisomem que passa a maior parte de seu tempo preso. Você não acha que, talvez, ele possa... Você sabe... Ver isso como uma chance?"
"O quê?" Sirius perguntou, olhando para James. "Você acha que ele pode fugir com a minha vassoura? Ele nem sabe como voar."
James encolheu os ombros nervosamente. "Talvez não, mas… Isso não significa que ele não vá tentar."
"James, eu confio nele." Sirius disse.
O outro garoto levantou as sobrancelhas. "Você tem certeza?" Ele perguntou. "Você tem plena confiança de que ele não vai tentar nada?"
Sirius acenou lentamente. "Sim." Ele admitiu. "Tenho certeza."
"Ok, então." James disse, encolhendo os ombros. "Ele é seu animal de estimação; se você tem certeza..."
"Eu tenho." Sirius insistiu. "Agora vamos, o sol irá se pôr em uma hora ou duas e eu não quero praticar no escuro."
Sirius caminhou até seu lobisomem e sorriu para ele. "Então? Está pronto para voar?" Moony mordeu o lábio, olhando para longe, e Sirius suspirou antes de se aproximar do outro. "Olha, eu não quero pressioná-lo; se você realmente não quer, eu não irei forçá-lo... Mas realmente acho que você deveria tentar. E se você não gostar, nunca mais te farei tocar numa vassoura novamente."
Apesar de Moony ser mais alto que Sirius, suas respectivas posturas fizeram com que o lobisomem levantasse o olhar para fixá-lo nos olhos do outro. Eles se encararam por um momento antes de Moony suspirar, concordando. "Tudo bem, Sirius. Vou dar uma chance."
Sirius sorriu para seu animal de estimação, que sorriu em retorno. O bruxo, então, pegou a vassoura das mãos de James. "Te encontro mais tarde no Salão Comunal, ok?"
James olhou com raiva para seu melhor amigo. "Qualquer dano feito a essa vassoura fará você receber um Avada Kedavra enquanto dorme."
"Obrigado, James!" Sirius gritou sobre seu ombro enquanto corria de volta para o campo, arrastando Moony com ele.
"Ok." Sirius disse uma vez que eles estavam no meio do campo. "Você monta na vassoura assim…" Ele demonstrou. "... E então se lança no ar lentamente." Ele subiu alguns metros do chão e Moony, parecendo aterrorizado, imitou-o. "Assim está ótimo!" Sirius encorajou. "Agora levante um pouco a vassoura para subir, ou aponte-a para baixo para descer — mas não muito forte, porque isso é mais avançado..."
Sirius e Moony trabalharam no básico por um tempo e não demorou muito para que o lobisomem estivesse dando voltas ao redor do campo.
"É isso!" Sirius exclamou. "Agora veja o quão rápido você pode voar! Não serei capaz de te acompanhar — essa Cleansweep patética de James não se compara a minha Nimbus!"
Moony ultrapassou Sirius, fazendo esvoaçar as vestes do garoto de cabelos negros. Ele gritou em deleite e Sirius riu, empurrando a vassoura de James para tentar encontrá-lo do outro lado do campo.
Sirius encontrou Moony no meio do caminho, mas o lobisomem simplesmente o ultrapassou novamente, indo dar outra volta ao redor do campo.
"Oi!" Sirius chamou, mas Moony estava muito longe para ouvi-lo. "Hey!" Ele gritou, virando-se para seguir para a direita, no sentido anti-horário de Moony. "Hey!" O moreno gritou novamente quando eles se encontraram, mas Moony simplesmente riu enquanto se afastava. Ele subiu mais dessa vez, mas diminuiu a velocidade.
Sirius ergueu a mão da vassoura de James, esticando-a para pegar Moony. O lobisomem o viu chegando e mergulhou com o intuito de evitá-lo.
"Você vai se machucar!" Sirius avisou, sorrindo enquanto seguia seu animal de estimação. "O quê— uma hora numa vassoura e você já sabe quase todos os movimentos mais avançados?"
"Talvez!" Moony respondeu, saindo desajeitadamente do mergulho e acelerando novamente.
Sirius desacelerou e voltou para o chão, um pouco cansado depois de voar primeiro com James e depois com Moony. O moreno se ergueu e viu como seu animal de estimação deu mais algumas voltas ao redor do campo antes de mergulhar para se juntar a ele. A aterrissagem do lobisomem foi um pouco instável, mas ele não se machucou. Ele pegou a vassoura de Sirius e andou até ele, suas bochechas coradas e os olhos âmbar brilhando de prazer. Sirius, ao vê-lo, não pode deixar de sorrir; ele adorava ver Moony tão feliz.
"Então você gostou disso, huh?" Ele perguntou, voltando-se para Moony enquanto eles começavam a caminhar de volta para o castelo.
Moony sorriu e acenou.
"Não foi assustador?"
"Foi." Moony admitiu. "Aterrorizante, na verdade. Mas ao mesmo tempo... Merlin, Sirius, eu nunca tinha sentido tanta emoção em minha vida. Eu não sei se você já chegou ao capítulo de Entretenimento do livro de Estudo dos Trouxas, mas agora eu entendo porquê eles acham montanhas-russas tão divertidas."
Sirius riu e Moony sorriu para ele. "Seu cabelo está uma bagunça." O bruxo comentou, deslizando uma mão pelo longo cabelo castanho claro do lobisomem com a intenção de alinhá-lo, apenas deixando-o ainda pior.
"Bem, o seu não está melhor." Moony retrucou, erguendo a mão para alisar os fios despenteados do cabelo de seu dono.
Os dedos do lobisomem já estavam emaranhados nas mechas sedosas de Sirius quando ele se lembrou do que fazia e puxou a mão. Ele se afastou rapidamente e olhou para seu mestre em um pedido de desculpas.
"Não." Sirius disse gentilmente. "Está tudo bem, Moony, não tem problema. Você pode... Me tocar." Ele disse antes de sorrir. "Eu não vou ficar bravo."
"Tudo bem." Moony murmurou, corando e olhando para o chão. "Eu só... Esqueci... Por um segundo…"
"Esqueceu o que?" Sirius perguntou, aproximando-se. Ele deslizou uma mão pelos cabelos de Moony, realmente alisando-os dessa vez.
"Que..." Moony olhou para Sirius com medo em seus olhos, quase como se não ousasse continuar. "... Que eu sou seu animal de estimação e você é meu dono." Ele olhou para baixo, envergonhado. "Me desculpe. É só que… Voar…" Ele suspirou, soando frustrado, e então olhou de volta para Sirius. "Olha, desde que eu me tornei um animal, eu sempre estive preso a alguma coisa. Nós raramente saíamos da cela no centro de contenção; eu tenho que ficar com essa coleira o tempo todo, e quando você a tira eu tenho que ficar confinado em um aposento. E é desse jeito que tem que ser." Ele adicionou rapidamente. "Eu sei que esse é meu lugar, sei exatamente porquê e eu aceito isso. É só que..."
Ele olhou para o céu. "... Estar naquela vassoura, sentindo o vento em meu cabelo, rindo e ouvindo você rir, movendo-se com o que poderia muito bem ser a velocidade da luz..." Lindos olhos castanhos claros se viraram tristemente para os de seu dono. "... É a primeira vez que eu me senti livre." Moony se afundou no chão segurando seus joelhos, a vassoura de Sirius ao seu lado. "Eu sei que eu não devia me sentir assim." Ele admitiu, sua voz embargando.
Sirius se ajoelhou ao lado dele e continuou a acariciar seu cabelo, tentando acalmá-lo. "Eu não sou nada mais que um animal imundo e eu mereço ser mantido preso." Lágrimas caiam livremente de seus olhos enquanto ele encarava Sirius. "Mas eu nunca senti algo como aquilo antes, nunca. E foi tão... Um sentimento..." Ele balançou a cabeça enquanto as lágrimas continuavam a cair.
"Moony, eu queria que você pudesse ser livre." Sirius sussurrou enfaticamente, acariciando a franja do lobisomem com uma mão enquanto a outra descansava em seu ombro. "Eu realmente queria."
"Eu não posso." Moony sussurrou.
"Eu sei." Sirius respondeu baixinho. Ele sentiu um aperto doloroso em seu peito e passou seus braços ao redor de seu lobisomem, mantendo-o perto. "Eu sei que você não pode ser livre." Ele sussurrou em sua orelha. "Mas eu vou fazer... Tudo que eu puder, Moony, para você chegar o mais próximo disso possível."
N/T: Não dá vontade de morder esses dois? O que vocês estão achando? Vou avisando que próximo capítulo é censura M, pessoal! Deixem reviews lindas que eu posto o próximo capítulo lindo e cheirosinho o mais rápido possível!
Obrigada pelas reviews do capítulo anterior!
