DESCULPEM, SINTO MUITO, NÃO TIVE A INTENÇÃO...
Sempre tõ promentendo, ams as coisas tão complicadas p/ o meu lado
Sinto muito pela demora, espero que gostem e até ao prox cap!
mandem review comentando, por favor! :)
Se tiver algum erro mandem review q não tive muito tempo de rever, aí eu reparo
Bjus e Boa Leitura
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O dia estava tranqüilo, havia pouca papelada para ser assinada e Sesshoumaru preparava a contabilidade, mas se concentrar estava difícil. Seus pensamentos iam em direção a noite anterior, a conversa descontraída com Kagome, vê-la sorrir daquele jeito meigo e despreocupado, mas então ele lembrou-se do motivo da briga. O tio que ela apresentara a seus filhos.
Isso o irritava, mas não era assunto dele, Kagome não era assunto dele, ele não tinha o direito de pedir satisfações a ela. A vida amorosa dela não o interessava.
Os pensamentos foram quebrados pela entrada de Bankotsu.
–Bom dia, meu velho
–Vou logo avisando que se não quiser morrer, sugiro que saia pela mesma porta que entrou agora mesmo.
–Hi, está nervosinho hoje. Pode me contar, o que foi dessa vez?
Sesshoumaru tirou os olhos do computador e olhou para o intruso com um olhar gélido
–Você é pior que uma mulher, nunca vi homem mais intrometido que você.
Sesshoumaru voltou-se para o computador
– Estou apenas tentando manter um diálogo civilizado entre nós, mas quando você está irritado isso fica impossível. Vamos lá Sesshoumaru, conte-me logo o que aconteceu, foi a Kagura?
Vendo que não teria escapatória de Bankotsu, Sesshoumaru desviou o olhar para encarar o amigo, ou a próxima vitima.
–Ela veio com uma história de dar a guarda dos meus filhos para Kagome, dizendo que seria o melhor para as crianças e para nós, que Kagome como mulher, ficaria contente por cuidar deles, que assim ela teria uma família a quem se dedicar
– Eu te disse, Kagura não faz o tipo maternal, ela não vai aceitar essa situação, ainda mais sendo duas crianças
– Ia ser tudo bem simples, me separaria de Rin, ela ficaria com as crianças, pagaria a pensão para ela e eu e Kagura iríamos morar num apartamento. Seria perfeito, mas nem tudo saí como planejamos...
Sesshoumaru começou a fantasiar como a vida teria sido.
– Foi realmente algo trágico, não conheço a sua família, mal conheci Rin, mas com as suas conversas sei que era uma boa pessoa.
– E era, me ajudou muito nesses 8 anos de casamento, era uma boa amiga, apesar das circunstancias que nos uniram...
Sesshoumaru disse pensativo, Bankotsu não gostava muito desse lado de Sesshoumaru, estava acostumado com um Sesshoumaru bravo e de pavio curto.
– E o que pensa em fazer com Kagura?
– Penso em me casar com Kagura, ela pode ter seus defeitos, suas histerias e manhas, mas é uma mulher fantástica, aprenderá a gostar das crianças e elas da madrasta.
– Se você diz que vai ser assim, não ficaria tão certo. E em casa como estão indo as coisas?
– Tive uma briga ontem com Kagome, na frente dos meus filhos – Disse colocando a mão na testa – Aquilo não poderia ter acontecido.
– O que aconteceu?
–Ontem ela levou os meus filhos para um encontro com o namorado
–Ela está namorando? É por isso o seu mau humor!
–Não diga asneiras! Apenas não quero que ela leve os meus filhos para que presenciem cenas... – Só de imaginar Sesshoumaru sentiu uma frustração crescer dentro de si. – E não foi só isso, Koji teve uma corte sério por causa dela, provavelmente pela sua negligencia
– Está exagerando, sua cunhada se mostra disposta a cuidar dos seus filhos até a hora em que você sai da casa de Kagura, devia agradecer e ver o lado dela de querer se divertir
– Mas isso não significa que ela possa levar os meus filhos para conhecer o namorado, não quero este homem perto dos meus filhos
– Você conhece o sujeito?
– Nem estou interessado em conhecer, Kagome pode fazer o que bem entender da vida, desde que mantenha meus filhos longe dessas aventuras – A raiva que Sesshoumaru sentira na noite anterior voltava
– Então é melhor arrumar outra pessoa para cuidar dos seus filhos
– Isso já ia acontecer de um jeito ou de outro – Sesshoumaru disse ao mesmo tempo em que digitava
– Do que está falando?
– Desde o inicio ela deixou claro que seria algo provisório e fico contente que assim seja, o único inconveniente é o salário que terei que pagar para uma empregada
Bankotsu olhou intrigado para o amigo, um sorriso malicioso se formou nos lábios de Bankotsu.
– É isso mesmo que você quer, Kagome longe, se enroscando nos braços de outro?
Uma raiva começou a tomar conta de Sesshoumaru, mas ele não deixou transparecer, olhou com os olhos frios em direção ao amigo e disse com a voz gelada e sem emoção.
– A única coisa que Kagome significa para mim, é o fato dele ser a tia dos meus filhos. É SÓ.
– É o que dá se apaixonar, deixar-se levar por uma mulher a ponto de querê-la tanto apesar do tempo e de tudo que aconteceu entre vocês.
– Saia daqui e deixe-me trabalhar, já vai dar 11 horas e ainda quero almoçar.
– Que horas são?
– Você é surdo, acabei de dizer que vai dar 11 horas – Sesshoumaru disse se desviar o olhar do computador
– hoje tenho que pegar a Sarah no colégio e tinha me esquecido completamente
– é no que dá ocupar sua mente com assuntos que não lhe cabem
Ele ouviu apenas o esbravejo de Bankotsu antes de sair. Sesshoumaru começou a digitar, mas a voz de Bankotsu invadiu-lhe a mente
– É isso mesmo que você quer, Kagome longe, se enroscando nos braços de outro?
Kagome fazia parte do passado, a história deles terminou há muito tempo, não tinha sentido remoer aquilo, não tinha sentido voltar a ter aquele ciúme, ou aquele efeito que fazia seu coração disparar a cada riso que ela dava, a cada olhar que ela direcionava...
Como na noite anterior, sentados ali no sofá, o rosto dela, mesmo sem maquiagem mostrava como os anos não a afetaram, como o riso que escapava por seus lábios continuava puro, como ela continuava a pertencer e a ser a sua Kagome...
Kagome corria alegremente pelo campo. Ela usava um vestido amarelo cheio de flores. Sesshoumaru logo atrás dela. Ele então a pega pela cintura fazendo-a encará-lo.
– peguei você fujona!
– oh sesshy, isso não vale. Você corre mais que eu – falou provocante
– eu odeio esse apelido – disse com voz rouca em sua orelha
Ele a beijava incessantemente o pescoço da garota causando-lhe arrepios
– mentira, você... adora – disse mordendo o lábio inferior
Sesshoumaru acordou de seus devaneios, passando a mão nos cabelos prateados e levando embora aquelas imagens.
– Quanto mais rápido ela for embora melhor
Kagome fez a apresentação para os diretores da empresa, Philip se mostrava satisfeito com a garantia da conta milionária.
– Eu não estava certo se conseguiria, mas parabéns Higurashi, você me surpreendeu. Agora como vai ser este baile que você comentou? Eu confesso que não entendi bem a idéia.
– "não me surpreende", o baile será a campanha que vai marcar o novo conceito da Delph e com os lucros que arrecadar, a campanha vai sair de graça – Finalizou com um sorriso
– É, devo confessar que a idéia me parece muito boa
– "Obrigada" – Adicionou para si mentalmente – Boa para a empresa e também para nos, já que teremos nossa parcela nos lucros
– Essa é a minha garota
Kagome estreitou o olhar para o chefe, mensagem suficiente para ele entender
–Ok, "política contra o assedio no ambiente de trabalho"
Era comum na empresa campanhas de conscientização para a proteção da mulher, Philip porem as ignorava. Kagome deu as costas, já acostumada com o jeito do chefe. Avistou Sango conversando com uma secretaria
– Olá Sango, vai almoçar aqui hoje?
–Quem me dera, tenho trabalho a fazer, mas o que está fazendo aqui? Achei que ainda estivesse ajudando o seu cunhado
–E estou, mas hoje as crianças voltavam para a escola e eu ao trabalho, o Philip me mataria se faltasse hoje, foi a da conta da Delph, te conto tudo num café, tem tempo não?
– Claro, mas e os seus sobrinhos?
– Só saem às 14
–Serio? – Sango estranhou um pouco – Que idades eles tem?
– A Hinna vai fazer 8 e o Koji tem 5
– É estranho, crianças na idade do Koji terminam a aula mais ou menos 10:30, não?
Um frio percorreu a espinha de Kagome
– Tenho certeza de que não é bem assim Sango, lembro de ter visto Rin ir buscar Hinna e Koji sempre estava junto – Rin não seria louca de deixar o filho de 5 anos só em casa, então era possível que Koji saísse cedo e acompanhasse a mãe a buscar a irmã – Olha, a conversa está muito boa, mas lembrei que esqueci uma coisa... na minha sala
Kagome começa a se distanciar da amiga
–A sua sala não é na outra direção? – Sango inquiriu com um sorriso nos lábios
–Disse na minha sala? Quis dizer na sala do... da segurança
Sango só balançava a cabeça em tom de negação para a miga
Kagome correu para ir buscar o carro na garagem e saiu em disparada para o colégio de Koji.
– Isso não pode estar acontecendo, como posso ter deixado passar esse detalhe.
Atravessou correndo o portão principal, nem ligou que seus cabelos ou como ficariam depois daquela corrida. Apertou a capainha da secretaria e uma mulher grande com cabelos loiros, busto farto e quadril largo apareceu na porta. Devia ter uns 50 anos tinha a postura ereta e usava um terno verde com uma saia preta
– Olá – Falou cansada – Sou Kagome Higurashi e vim buscar o meu sobrinho, Koji
–Sei bem quem é, é um doce de menino, infelizmente, ele está dormindo, passa das 11:15 e só liberamos as 12, no horário de almoço
– Não pode estar falando serio, saí no de trabalho para vir buscá-lo, não pode me impedir de levar o menino
– Pois devia ter saído mais cedo, o menino está dormindo no momento e aqui ensinamos responsabilidade, comprimento de horários é fundamental, principalmente dos pais.
Falou num tom tão intimidador que fez Kagome recuar, como se aquela mulher precisasse usar aquele tom de voz, só o tamanho dela já era mais que suficiente
– Tenha um bom dia Senhora Higurashi.
Foi a ultima coisa que disse antes de fechar a porta, deixando uma Kagome atônita na porta
– Que mulherzinha...
– Ela é linha dura não é verdade?
Só então Kagome notou o homem sentado num dos bancos do pátio, mas ele a notara faz tempo, sua panturrilha bem torneada, as coxas grossas, seios fartos e o cabelo que caia levemente cobrindo uma parte do rosto.
Kagome tirou a mecha que cobria seus olhos e olhou intrigada para o homem sentado ali com terno bem alinhado, cabelos castanhos e olhar maroto, algo desconcertante começou a brotar nela, ele estava ali o tempo todo
– Ouviu a conversa?
–Pela forma como passou correndo, não é difícil saber o motivo da briga. Deixa eu adivinhar, perdeu a hora
–É, pode-se dizer que sim – Disse um tanto constrangida
O homem deu espaço para que ela se sentasse ao lado dele no banco
– Sei bem como é, minha filha estuda aqui e como sou divorciado, fica complicado tomar conta do trabalho e da pequena
Kagome percebeu a intenção dele
– Também se separou? – Com um sorriso galanteador ele perguntou
–Não sou casada, e nem nunca fui...
–Ah então é...
–Não, estou apenas prestando um favor. Aquela mulher que me atendeu no portão, ela é bem difícil, trabalha aqui há muito tempo?
– É a Srta Darshwuld, é inglesa e aparentemente lutou numa guerra
– Não me espanta saber disso
–Já teve 3 maridos
–Certo, isso me espanta!
Kagome riu com o próprio comentário, um riso doce e espontâneo que fez o homem a seu lado rir também.
– Como se chama?
–Kagome
–Tem um lindo nome, para uma bela mulher – Kagome optou por ignorar o elogio
– E o seu?
–Ops, fim de conversa
As crianças começaram a sair pela porta que Kagome há poucos instantes discutia com a mulher. Kagime se levantou e viu Koji que correu em sua direção ao reparar nela
– Oi tia, porque demorou?
–Eu tive uns contratempos – Kagome se virou ao ouvir a garotinha que corria para abraçar o desconhecido que havia lhe tirado alguns sorriso instantes atrás.
– Papai, papai, Srta Dash o pegou de novo não foi?
– Aquela mulher adora o seu pai, por isso só chego atrasado – Ele disse passando o dedo na ponta do nariz da pequena, agora em seus braços
Kagome viu a cena que se desenrolava entre pai e filha e se virou para Koji
–Vamos, depois tenho que buscar sua irmã
– ô, aula de balé, odeio balé – O menino choramingou
–Mas vamos mesmo assim
–É tão chato
– Não é chato – Kagome defendeu o hobby da sobrinha
–É chato sim, não pode culpar o menino por não gostar
O homem que conversara com Kagome voltava sorridente e com a filha nos braços
–Ele tem que apoiar a vontade da irmã
–Mas não precisa gostar
–Oi Sarah
–Olá Koji
–vocês se conhecem?
–Ela é da minha sala – Koji explicou
–Ah, sendo assim acho que vou passar a freqüentar mais as reuniões de pais – O homem misterioso falou – Que tal irmos tomar um sorvete
–Logo se vê que é a mãe de Sarah que cuida dela, um sorvete essa hora acabaria com o apetite para o almoço
–Então almoço primeiro sorvete depois, fica feliz assim Kagome?
–Melhora, menos o fato de não saber o seu nome – Alfinetou, deixando-se levar pelo jogo do homem
–Se o preço de almoçar com você é um nome, então saio na vantagem, meu nome é Bankotsu
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Eu sei que sempre digo isso, mas desculpem, não sei o que tá acontecendo que não consigo mais escrever com facilidade/rapidez.
Respondendo:
Kagome Unmei Taisho Kuchiki:Ai amiga faz tanto tempo q a gent não se fala, não to tempo p/ escrever e o q é pior nem a sua fic eu to conseguindo ler, e vc já postou outro cap! Bjus assim que der dou uma passada lá!
L:Todo mundo tá contando logo com isso, muito obrg por acompanhar, se acertar tá meio complicao, principalmente depois desse "encontro" dela hoje, vamos ver no que vai dar. Bjus!
Aryel-Chan:E desse o que achou? Bjus e continue acompanhando
Bjus obrigada pelas reviews, digam o que acharam e tentarei postar mais depressa.!
