Titulo: Uma Só Vez na Vida
Nota: Esta é uma fic Yaoi (Relacionamento entre dois homens) e terá Lemon (cenas de sexo) não sei quanto, mas terá. Se você não gosta não leia, ok? Eu não possuo Saint Seiya é minha paixão escrever!
Boa leitura!
Capitulo 7
- Acha seria conveniente permitir visitas?- Perguntou Dohko
- Depende. Como eles estão?
- Tensos, preocupados, abatidos... Mas conseguem se controlar.
- Seria estranho senão estivessem.
- Realmente.
Dohko caminhava ao lado de Shion. Era muito gratificante ficar ao seu lado.
Estava com saudades de sentir seu corpo. Tinha algumas semanas que não curtiam a noite.
A última vez ele havia se superado.
Dohko se dirigia para casa de Shion. Finalmente eles iriam se encontrar. Essa noite estava de folga. Mal podia esperar.
Parou o carro próximo a casa. Depois o colocaria na garagem. Não queria perder um segundo de sua noite.
Pegou as chaves para abrir a porta.
Ficou surpreso ao entrar e perceber que as luzes estavam apagadas.
- Shion?- Chamou.
Nenhuma resposta. Tentou acender as luzes. Provavelmente a chave estava desligada.
Foi para corredor liga - la.
Quando as luzes se acenderam viu que a mesa de jantar estava posta com luzes de velas e uma garrafa de vinho no gelo...
- Feche a boca meu bem. - Disse Shion. - Essa será uma bela noite.
- Não sei se mereço.
Shion tinha feito uma trança no seu cabelo. Deixou pequenos fios soltos para modelar seu rosto. Estava sem camisa deixando seu peito a mostra. Sabia que Dohko adorava tocar seus músculos. Seu short deixava suas coxas expostas da maneira que seu amante tanto gostava.
- Vá tomar um banho enquanto termino o jantar.
-Não sei se estou com apetite para jantar. Quero começar pela sobremesa.
-Não tenha pressa. Estarei esperando.
Enquanto Dohko se dirigia para o banheiro Shion terminava o jantar. Teriam uma noite muito agradável como há muito tempo desejava. Só faltava a salada para que tudo estivesse na mais perfeita ordem.
Sentiu- se sendo envolvido por braços fortes...
- Meu bem, duvido que já tenha tomado banho. Não faz nem cinco minutos que subiu.
- Sinto lhe dizer, mas já tinha tomado banho antes de sair. Veja como fiquei sexy com seu roupão.
Shion virou-se para admira–lo. Dohko estava lindo com o roupão que deixará para ele.
- Estou achando que podemos deixar o jantar para mais tarde. - Comentou Shion.
- Era o mais desejava ouvir.
Dohko avançou com ânsia nos lábios de Shion. Tinha muito tempo que não sentia o gosto do amante.
Suas línguas começaram a travar uma sensual batalha dentro de sua boca. Ambas exigindo mais espaço.
Shion abriu o roupão de Dohko e pode observar que ele estava nu...
- Você quer me matar?- Perguntou Shion.
- Não nesse momento.
Dohko estava com mão dentro do short de Shion. Começava a fazer movimentos rápidos e precisos no seu membro enquanto beijava seu pescoço.
Shion tombou a cabeça para lado. Sentia um calor muito forte...
- Me posua Dohko!- Exclamou Shion.
Dohko parou o que estava fazendo. Shion nunca havia pedido que isso acontecesse. Julgava que ele não estava pronto. Então, o que seria?
- Meu amor. É isso mesmo o que deseja?
Shion soltou-se dos braços de Dohko. Andou a poucos metros na sua frente. - Venha comigo. - Pediu
Dohko o acompanhou.
- Sente-se querido. – Pediu Shion. - Aproveite a visão.
Nesse momento Shion retirou seu short mostrando sua ereção bem desperta. Ele nunca havia se mostrado desse jeito. Tinham uma ótima sntonia na cama mas ás vezes achava Shion reservado demais.
- Olhe para mim Dohko. Está percebendo algo diferente?
Dohko sentiu sua respiração falhar ao perceber que ele tinha depilado. A situação piorou quando viu que ele começava a se tocar...
- Nem pense em se aproximar. Ainda tenho coisas a fazer...
Shion começou a gemer baixinho enquanto se tocava cada vez mais forte. Falava o nome de Dohko pausadamente o levando a loucura. Em um determinado momentos enquanto se tocava começou a lamber os dedos da outra mão lentamente.
Dohko não agüentou. Correu na direção de Shion e colou sua boca na do amante.
- Vou acabar com você.
Shion começou a se esfregar em Dohko.
Fariam amor ali mesmo no chão de sua sala.
- Venha porque não agüento mais. - Falou Shion.
Dohko sabia que não era bem assim. Teria que prepara lo para que não sentisse tanta dor.
- Vamos com calma meu bem. - Dohko começou a beija lo devagar, de forma branda expressando todo seu amor.
- Quero fazer amor com você nesse chão Dohko.
- Faremos como quiser. Só não apresse as coisas.
Dohko deitou Shion delicadamente no chão onde pode beijar seus mamilos e seu peito alvo. Deliciava-se com os gemidos que estava ouvindo.
- Hum...Dohko. - Gemeu Shion.
- Isso meu amor. Diga meu nome assim.
Dohko descia pelo umbigo e começava a massagear o membro desperto de Shion. Começou então a beijar as coxas e pernas. Observou bem de perto a ereção de Shion.
- Deseja isso o mesmo tanto que eu querido?
- Até mais! Não me faça essa tortura.
Dohko começou a distribuir pequenos beijos pela extensão de seu membro. Passou a massagear lentamente seus testículos...
- Está me torturando... - Shion estava perdido tamanho o prazer que estava sentindo.
Dohko alçou a ponta onde começou a passar a língua bem devagar. Sentiu o gosto da lubrificação. Colocou tudo em sua boca.
Muito devagar começou a fazer os movimentos. Shion não queria esperar mais! Agarrou a cabeça de Dohko para impor seu próprio ritmo.
Dohko estava adorando as reações impulsivas do amante. Estava seguindo o ritmo de Shion e massageando sua entrada para prepara –lo.
Shion sabia que não iria agüentar muito tempo. Estava sentindo a boca quente de Dohko e seus dedos estavam entrando e saindo dele provocando ondas de arrepio por todo seu corpo.
- Dohko. Não estou agüentando!
Dohko aumentou o ritmo de seus dedos até sentir o gosto do namorado na sua boca. Engoliu tudo. O gosto de Shion era muito bom.
- Venha me beijar Dohko.
Shion o estava surpreendendo cada vez mais. Iria deixar para questiona –lo depois. O melhor era curtir o momento.
Segurou o rosto de Shion entre as mãos para que ele não tivesse como escapar. Beijou-lhe da forma mais profunda que ele conseguia para que sentisse o seu próprio gosto.
- Excitante... - Disse Shion - Venha ainda não acabamos.
- Tem certeza?
- Não diga nada, apenas venha.- Shion abriu as pernas oferecendo-se para Dohko. Não tinha como resistir.
Posicionou entre suas pernas. Estava tremendo por antecipação. Começou a forçar a entrada apertadinha. Logo sentiu as resistências de Shion. Sabia que era doloroso.
- Amor, se estiver doendo paramos por aqui.
- Não. Eu quero. Continue.
Dohko estava dividido entre atender ao pedido Shion (que também era sua vontade) ou desistir.
Ficou um tempo parado. Iria aos poucos.
A cada momento que parava, Shion mexia os quadris sedutoramente. Era impossível pensar com lógica dessa forma.
Quando sentiu que estava todo dentro dele. Começou a tocar levemente Shion para que se sentisse mais confortavél.
Logo seu membro estava desperto e Shion começou a se movimentar novamente.
Dohko mandou a favas seu raciocínio. Só queria sentir aquele corpo quentinho e apertadinho. Começou a se movimentar cada vez mais rápido e forte ao mesmo tempo em que tocava Shion.
- Ai, Dohko! Me fxxx mais forte!!!
Dohko aumentou ainda mais a velocidade. Estavam com os corpos suados. Podia sentir o cheiro do corpo de Shion. Isso o excitava ainda mais.
Quando Shion gozou nas mãos de Dohko, sentiu pequenas contrações em sua entrada provocando uma pressão ainda maior. Dohko não agüentou e gozou logo em seguida.
Deixou-se cair exausto ao lado de Shion.
- Que loucura foi essa, meu amor?
- Não gostou?
- Adorei. Não esperava por essa reação.
- Então não reclame. Venha vamos tomar um banho e continuar nossa noite. Ainda temos muito que fazer...
Aquela noite foi magnífica. Só de lembrar ficava excitado.
- Guarde tudo para mais tarde amor. Em breve irei lhe apresentar novas perfumasses.
- Mal posso esperar. E Mú? Como ele está?
- Não sei. Senti algo diferente.
- Não se preocupe. Deve ser coisa da idade. Nunca conseguiremos entender os jovens.
- Deveríamos entender porque já tivemos essa idade. Irei conversar com ele quando voltarmos. Vamos logo.
- Vamos.
Ambos entraram na sala onde Milo, Shaka e Hyoga aguardavam. Era uma sala acolhedora e aconchegante. A musica era de muito bom gosto para tentar tranqüilizar os visitantes.
- Bom dia. Espero que não ter demorado.
- Não Doutor. - Disse Shaka.
- Um bom dia a todos. Meu nome é Shion sou o Diretor do hospital. Com certeza já conhecem o Dr. Dohko, médico responsável por Kamus.
- Agora que já foram todos apresentados. Podemos vê - lo logo. - Disse Milo um tanto ríspido.
- Milo. Comporte-se. –Repreendeu Shaka.
- Não se preocupe Shaka, eu e Shion estamos acostumados. Nesses casos a ansiedade é algo muito comum.
- Vamos conversar. Sente-se por favor. –Pediu Shion.
Logo que todos acomodaram Shion começou a explicar sobre a parte técnica e burocrática do hospital. Seu funcionamento, funcionários e encargos. Ele mesmo achava essa conversa desnecessária mas era seu dever passar todos os dados. Já falava a mais de 20mim.
- Doutor? - Interrompeu Hyoga.
- Diga meu jovem.
- Estou entendendo perfeitamente suas informações. Só que estou muito ansioso. Gostaria de ve- lo imediatamente.
- Então você é o famoso filho de Kamus. Como se chama?
- Hyoga.
- E você se sente preparado para vê - lo?
- Sim. Meu pai sempre trabalhou e viajou. Mesmo assim nunca me deixou de lado. É muito difícil ficar tanto tempo afastado de quem se ama. Estamos apenas alguns dias sem nos falar é para mim é como se fosse uma eternidade. Essa distância toda, mesmo sendo pela atuais circunstâncias dói muito.
As palavras de Hyoga atingiram - lhe em cheio. Era dessa maneira que se sentia em relação à Mú. Amava muito seu filho mas, ficava inconformado pelo pouco tempo que passavam juntos.
Está certo que ele trabalhava muito e Mú estudava mas, onde ficava a relação pai e filho?
- Doutor? O senhor está bem? – Perguntou Dohko.
- Sim, estou. Estava pensando no que esse rapazinho disse. Temos algumas normas as serem compridas mas acho que poderemos abrir uma exceção.
- Como assim? – Perguntou Shaka.
- Hyoga me parece muito jovem. Temos leis e procedimentos que devemos seguir. Mas como ele apresenta maturidade alem da idade vamos liberar para visita lo por cinco minutos
- E nós Doutor?- Quis saber Milo.
- Você e Shaka também terão direito há 5 minutos cada.
- Obrigada Dr.
- O tempo é tão pouco Doutor - Comentou Milo.
- Eu sei. À medida que o paciente for recuperando iremos aumentando o tempo de visitas. Agora se me dão licença eu e o Dr. Dohko precisamos resolver algumas pendências. Vou pedir para a enfermeira acompanha los. Um bom dia para vocês.
- Bom dia Dr. Muito obrigado.
- Não foi nada Hyoga.
Mú estava cansado de esperar. Iria ter um ataque.
Como Shaka podia fazer isso com ele? Não iria suportar novamente essa situação.
Exigiria todas as explicações possíveis e quanto a Kamus... Não gostava nem de pensar!
- Desculpe por deixá-lo sozinho Mú. - Falou Shion quando entrou na sala. - Mas trabalho é trabalho!
- Não se preocupe. Não tem problema. Alias o problema não é com você.
- Por que diz isso?
- Não é nada.
- Eu o conheço muito bem Mú. Desde que chegou estou vendo que está agindo de forma estranha. Gostaria de saber o que se passa.
- Já disse que não é nada papai. Eu vim porque queria conversar com você. Vou ter que resolver algumas coisas primeiro.
Shion observava atentamente o filho. Não estava gostando nada do que via.
- Escute Mú. Você é meu filho. Um ótimo filho. Sei que nesse momento não irá me dizer nada. Só te peço que não faça nada para não se arrepender depois. Não seja impulsivo. Analise todos os fatos antes de tomar qualquer decisão.
- Não se preocupe. Saberei perfeitamente o que fazer. Gostaria que me respondesse uma coisa.
- O que?
- Shaka , realmente está aqui?
- Sim. É um rapaz muito bonito. Alto, loiro. Seus olhos são os azuis mais bonitos que já vi.
- Então realmente é ele. Poderia me fazer um favor?
Pouco depois que Shion e Dohko saíram da sala, uma enfermeira chegou pedindo que os acompanhassem até o quarto. Ou seria enfermeiro?
Não dava para saber direito. O fato que sendo homem ou mulher ele ou ela era muito bonito.
- Ei, como se chama?- Perguntou Milo.
-Afrodite ao seu dispor. Só não continue olhando para mim desse jeito porque meu namorado é muito ciumento.
- Milo não consegue ser nem um pouco discreto. - Falou Shaka.
- Não se preocupe loirinho. Estou acostumado a receber olhares de indagação. Só acho que não convém dizer certas coisas perto do garoto. Algumas pessoas são muito ignorantes e podem dizer que estou influenciando em algo.
- Entendo perfeitamente.
- Milo, certo? Você é uma graça!- Exclamou Afrodite.- Se eu não tivesse namorado você seria o meu número.
- Muito obrigado Dite. - Disse sorrindo. - Aposto que não se incomoda por chama –lo assim.
- De maneira nenhuma.
- Senhor?- Chamou Hyoga timidamente.
- Diga garoto.
- Como meu pai está?
Afrodite olhou para o garoto e sentiu muita pena. Sabia como era perder um ente querido. Havia perdido seus pais quando era criança. Muitas vezes havia se perguntado por que não havia morrido no lugar deles.
- Escute não importa como seu pai está. O importante é ter fé. Já vi muitas pessoas que estavam entre a vida e a morte melhorarem, assim como também já vi pessoas com dor de dente partir e sem sabermos como. Devemos confiar nos Deuses que tudo irá se resolver.
- Ele tem razão Hyoga. Eu e Shaka pensamos da mesma forma.
- Estamos cuidando muito bem dele. A Marin é a outra enfermeira que cuida dele. Ela já passou do horário para ficar junto dele. E se quer saber, já a vi rezando junto sua cama.
Olhos de Hyoga estavam cheios de lágrimas. Havia prometido que não iria chorar. Estava difícil segurar.
- Vamos querido. – Disse Afrodite.- Não chore. Tudo vai ficar bem.
- Assim espero.
- Não tem problema Mú.
- Sério?
- Claro que não. Pode ficar a vontade na minha sala para conversar com Shaka.
- Obrigado. Quero ter um pouco de privacidade.
- Estou percebendo que ele é o causador desse seu comportamento.
- Tem razão. Só não me pergunte nada no momento. Logo ficará sabendo.
- Tudo bem. Espero que saiba o que está fazendo.
- Chegamos!- Disse Afrodite. - Quarto 422. Entrem um de cada vez pelo tempo de cinco minutos.
- Vamos deixar o Hyoga entrar primeiro. Depois será você. Eu irei por último.
- Concordo plenamente Milo.
- Pode ir Hyoga. Seu pai está esperando.
Hyoga caminhou até a porta. Colocou a mão na maçaneta e olhou para seus amigos
- Você consegue garoto! Seja forte!- Encorajou Milo.
Hyoga sorriu para Milo. Agradecia os céus por não estar sozinho. Seria forte por todos aqueles que amavam Kamus.
- Quando pretende falar com Shaka? Ele deve ter outras prioridades no momento.
- As prioridades dele deveriam ser bem diferentes. Assim que colocar meus pensamentos em ordem irei.
- Não estou gostando muito do que estou vendo.
- Não se preocupe. Qual é mesmo o nº do quarto do Kamus?
- Já tem 15 mim que ele entrou. Vou ter que chama-lo. Se o Dr. Ficar sabendo irei levar a maior bronca.
- Por favor Afrodite tenha um pouco mais de paciência. É o pai dele. – Pediu Shaka.
- Eu sei. Por mim não teria o menor problema.
- Vamos esperar mais um pouco, está bem?
- Ok...
- Estou indo papai. - Anunciou Mu
- Mu, meu filho. Pense muito bem no que está fazendo.
- Pode deixar. Até breve.
- Isso não vai acabar bem. - Pensou Shion ao ver a porta se fechar bem na sua frente.
A porta se abriu. Todos ficaram observando Hyoga sair. Estavam atentos para o que fosse necessário.
- Então Hyoga? Como se sente? – Perguntou Shaka.
- Quero me desculpar com vocês. Passei do tempo.
- Não tem problema. Agora nos diga como você está?
- Estou bem. Tenho certeza que ele irá melhorar Milo.
- É lógico que irá. Nunca duvidamos.
- Estou precisando fazer uma ligação. Afrodite, onde tem um telefone?
- No final desse corredor.
- Obrigado. Não demoro.
- Estaremos esperando por você.
- Até mais.
Hyoga andava com a cabeça baixa para não perceberem que havia chorado. Não tinha conseguido segurar as lágrimas.
Iria conversar abertamente com Shun. Só assim se sentiria melhor.
A cada passo Mu sentia seu sangue esquentar.
Estava tentando se controlar.
Só Deus saberia como isso iria acabar.
- Vamos dar um tempo para ele Milo.
- Tenho certeza de que foi ligar para o Shun.
- Shun? Quem é esse?
- É um amigo que ele tem na escola. Podemos dizer que ele é muito especial para Hyoga.
- Puxa vida! O loirinho já está conhecendo as coisas boas da vida.
- Afrodite!- Falou Shaka.- Ele é apenas uma criança.
- Uma criança que em breve se tornará um belo homem. Comentei sem maldade.
- Sei.
- Bom estou precisando de um café. Se eu fosse seguir as regras ao pé da letra deveria acompanha-lós ate a portaria. Mas acho que darei prioridade ao meu café então se apressem. – Afrodite mandou um beijo para os dois e caminhou para o lado oposto do quarto.
- Olha Shaka, qualquer iria confundir o Afrodite com uma mulher.
- É um belo rapaz. Mas ele mesmo disse que não devíamos perder tempo. Pode aproveitar o meu.
- Você não vai vê - lo?
- Eu o vi ontem. Acredito que seu quadro não tenha sofrido nenhuma alteração. Não fique relutante. Vá logo.
- Nem sei o que dizer.
- Não diga nada. Entre e acalme seu coração.
- Obrigado.
Mú sentia que estava muito próximo de Shaka. Suas mãos estavam suando frio e sua boca estava seca.
Estava lutando contra ele mesmo. A qualquer momento poderia explodir e arrumar um escândalo. Sentia - se encurralado por todos.
- Que sensação desagradável. - Pensou
Foi quando o tempo parou. Ali estava Shaka. A poucos metros dele.
Estava sentado em frente ao quarto de Kamus. Seus olhos estavam fechados. Tinha certeza que seus pensamentos estavam muito longe dali.
Respirou fundo tentando se controlar. Não iria fazer uma cena. Pelo menos não ali.
Com passos firme estava indo em sua direção.
Shaka estava com os olhos fechados tentando acalmar seu espírito.
Não tinha comentado nada com Hyoga e Milo mas a partir do momento que colocará os pés no hospital estava se sentindo inquieto.
Estava dizendo para si mesmo que era natural devido à situação que estavam vivendo mesmo assim sentia que era algo a mais.
Ouviu passos aproximando.
Provavelmente seria alguma enfermeira. Continuaria com os olhos fechados para que pensassem que estava dormindo assim, Milo poderia permanecer com Kamus.
Que ridículo. Se estivesse dormindo com certeza ela iria acordá-lo.
Era melhor inventar uma desculpa qualquer.
Shaka abriu os olhos mas não estava preparado para àquela figura bem ao seu lado.
Esfregou os olhos para ter certeza que não estava sonhando.
Olhou novamente. Não estava sonhando. Mu estava bem ali na sua frente.
- Mu! O que faz aqui? - Perguntou.
- Siga-me. – Foram as únicas palavras de Mu antes de continuar seguindo pelo corredor.
Continua...
Estou tentando manter a linha! É muito dificil. Final de ano! Tudo aperta, facul, trabalho, familia, namoro... Só Deus! Mas tudo no final dá certo.
Apareceu meu 1º Lemon apareceu! Franquinho. Acho que fazer é muito mais facil que escrever..hehehe.
Gente, estou formatando só que não fica do jeito que quero os##### e ***** vai ficar _________ até conseguir.
O próximo capítulo está aí!
Um grande beijo a todos e até "amanha"..rsrs
Nataly-San. (Dezembro/2009)
