AVISO
Este capitulo foi postado no mesmo dia do anterior, se você leu essa fica a um mês atrás, volte e leia o Capítulo 7 Volterra
A/N: eu realmente apreciaria muito que você comentasse o capítulo anterior, quando posto capítulos seguidos e só recebo reviews do ultimo, isso me desestimula a repetir a doze, pois é importante pra mim o comentário de cada um deles, desculpa se estou sendo muito insistente, mas adoro ler os seus comentários.
Eu Não ia postar hoje, e sim amanhã, mas esse é o meu presente para minha amiga Marry Periobon que está fazendo aniversário hoje.
\o/ \o/ \o/*SURPRESA MARRY! PARABÉNS!*\o/ \o/ \o/
Volterra Nunca Mais
Capítulo 8
Nunca Mais I
POV Carlisle
Meu telefone tocou, era minha filha Alice, eles estavam a salvo, meus caçulas e a garota que eu já poderia considerar minha filha também.
Esme não precisou mais do que ver meu semblante emocionalmente aliviado pra saltar no meu pescoço em comemoração, Jasper desmoronou no sofá como se estivesse segurando um peso enorme à dias, Emmett e Rose se abraçaram calorosamente, depois Esme me soltou para abraçar Jasper que se recuperava do choque e começara a sorrir e chorar ao mesmo tempo, fui tirado do chão pelo abraço de urso do meu mais velho.
Ao me por sobre meus pés novamente, eu pude notar que o semblante da minha mais velha já não era mais tão alegre, aliviado sim, mas estava começando a ficar apreensiva, ela sabia que assim que a alegria da comemoração acalmasse, ela e Edward estariam severamente encrencados, seus olhos evitavam os meus a todo custo, enquanto estávamos na sala.
O clima de comemoração seguiu-se por mais algumas horas, era impossível evitar, a dor do medo de perder nossos filhos tinha sido levada de nós, a muito não nos sentíamos tão felizes, na verdade, desde de o aniversário de Bella, primeiro a depressão de Jasper, depois a separação de Edward, então a mudança para o Alaska e a partida dele, e por fim a suposta morte de Isabella e a confusão com os Volture, nós poderíamos comemorar por toda a eternidade que ainda não seria o suficiente, mas tínhamos coisas a resolver, estamos envolvidos na mudança de volta pra Forks, precisávamos buscar as crianças no aeroporto, mas antes de tudo eu precisava me entender com Rosalie, desde da cena na floresta, quando eu soube que ela me desobedecera, eu não tinha sentado com ela ainda.
Eu olhei pra ela, e automaticamente um silêncio constrangedor invadiu a sala, Emmett tirou o braço protetor que a prendia ao seu lado, Esme massageou meus ombros num gesto encorajador, Jasper uniu-se ao irmão que acabara de afastar de sua companheira num reconhecimento de minha autoridade como pai.
Respirei fundo em descrença e anunciei com firmeza.
"Pra cima Rosalie."
Eu pude ouvir os meninos engolindo o veneno preso na garganta, quando ela se levantou sem olhar pra mim e andou em direção às escadas sem discutir.
Eu não precisei dizer a ela que devia ir para o escritório e não para o seu quarto, ela sabia muito bem que sua desobediência era um caso para o cinto da disciplina.
Ela parecia deslocada no meio do escritório, a cena me lembrou nosso primeiro problema em Forks, pois haviam caixas de livros esparramadas por toda parte, as prateleiras ainda estavam vazias e os lençóis brancos que cobriram a mobília ainda estavam embolados no canto, onde eu deixara pra atender o telefonema de Alice, eu puxei uma cadeira de madeira para que ela se sentasse, mas antes que ela o fizesse, eu a abracei, e fui surpreendido por um choro copioso.
Rose normalmente se endurecia antes de uma correção, mas daquela vez eu tinha sido duro com ela, seus nervos estavam em frangalhos, eu sabia que uma bela surra iria na verdade ajudá-la a se livrar de tanta culpa, eu permiti que ela chorasse no meu peito e depois eu a sentei na cadeira.
"Você sabe que o papai te ama não sabe."
Ela apenas acenou com a cabeça em resposta, então eu ordenei.
"Responda e olhe pra mim, por favor."
"Sim senhor."
Disse ela engasgada e firmando os olhos com dificuldade, eu tinha que ser firme, e mantive o foco na desobediência dela e no que quase causou, eu não estava pensando em mim e Esme, ou em Edward, Bella ou Alice, mas nela mesma, como ela poderia viver consigo mesma carregando a morte de seus dois irmãos caçulas pra o resto da eternidade?
Segui a passos calmos abrindo uma das caixas com alguns pertences do escritório pra pegar o cinto que eles todos tanto odiavam, ela instintivamente se levantou da cadeira quando o viu na minha mão, e começou a implorar com os olhos cheios de lágrimas.
"Papai me perdoa, não foi minha intenção causar tantos problemas, eu juro, eu jamais colocaria meus irmãos em perigo de propósito, nem mesmo Bella, não aconteceu nada paizinho foi só um mal entendido, por favor papai, por favor."
Um teatro difícil de ser visto sendo encenado por ela, não era nem de longe o escândalo que Alice Edward e Emmett aprontavam, mas também não lembrava nem de longe a forte companheira de Jasper, me ocorreu que talvez, ela pela primeira vez, estivesse com medo de mim, dado à minha frieza de antes e a proporção que as coisas alcançaram.
Não que ela devesse desmerecer a surra histórica que ela estava preste a ganhar, mas eu precisava que ela soubesse que nunca faria mal a ela por motivo algum, e que embora ela não poderia sentar-se confortavelmente por algum tempo, eu não cometeria nenhum exagero, embora Edward devesse temer por isso, exagero era a palavra exata que esperava por ele nessa casa, pois foi exatamente o que ele cometeu, um tremendo exagero.
Precisei limpar meus pensamentos sobre Edward, pois o momento pertencia a Rose, e só de pensar no menino eu tremia de raiva por dentro, respirei fundo e me concentrei nas lamúrias que ela acabara de dizer.
"Filha, você não vai apanhar pelo que aconteceu ou deixou de acontecer, e sim pra aprender que você não precisa de um 'propósito' pra me obedecer, quando um pai manda, o filho deve obedecer, embora suas intensões lhe pareçam justas, toda ordem é dada por um motivo, por tanto não me interessa se você fez de propósito ou não, e quanto a fazer mal alguém, não se engane ao achar que você vai apanhar pelo que quase fez a eles, e sim pelo que quase causou a você mesma, cada um responderá por si, principalmente seu irmão..."
Eu a percebi tremer quando citei Edward, ela sabia que dessa vez não seria capaz de livrá-lo, ignorei o gesto e continuei.
"Se eles tivessem morrido, você não iria ganhar uma surra por isso, todo o sofrimento a que você se condenaria jamais seria eliminado por algumas cintadas, levante as mãos para o céu, porque você não está aqui como a causadora da destruição de toda sua família, e sim como uma moleca desobediente merecendo uma boas palmadas, agora desabotoe essas calças e vem aqui no meu colo que eu vou te ensinar o significado da palavra não."
Pus o cinto sobre a mesa, sentei na cadeira que ela antes ocupara, e bati a mão no colo causando arrepios nela, eu estava indo cumprir todo o ritual do cinto da disciplina, bumbum de fora e uma boa palmada pra esquentar antes de fazer o cinto cantar.
Ela tirou a calça jeans se atrapalhando com o zíper, levou uma eternidade pra tirar uma perna e depois outra, ela estava usando uma bata que parecia um vestidinho curto, diminuindo sua vergonha de estar só de calcinha pra levar uma palmada.
Joguei-a sobre o meu colo, descobri o traseiro e fiz a pergunta premiada.
"Por que você vai apanhar, Rosalie?"
"Porque fui desobediente."
Ela respondeu tão baixo e humildemente quanto podia, e eu não querendo aumentar mais tempo ao seu sofrimento, respirei fundo, ergui a mão direita e desci o primeiro tapa já com força suficiente pra mostrar a seriedade da situação.
PAFT* Quando eu disser não PAFT* é não
PAFT* Quando eu disser não faça PAFT* eu quero dizer
PAFT* não faça.
PAFT* Não quero motivos
PAFT* Não quero desculpas
PAFT* Quero PAFT* o- PAFT* be- PAFT* di- PAFT* ência PAFT*
PAFT*entendeu mocinha?
PAFT*PAFT*PAFT* entendeu mocinha?
PAFT*Entendiiiiii!
PAFT*PAFT*PAFT*PAFT*PAFT*PAFT*PAFT* Uuuuuumm!
PAFT* PAFT*PAFT*PAFT*PAFT*PAFT*Aaaaaaiii!
Depois de mais de trinta tapas ela começou a gemer e chorar baixinho, estava pronta pra chorar na ponta do cinto, ela jamais esqueceria aquela lição, eu estava em pedaços mas precisava garantir isso.
"Na mesa Rosalie!"
Eu disse com frieza e senti seu corpo tremer no meu colo, ela levantou do meu com a calcinha nos joelhos, o rosto riscado de lágrimas, as duas mãos esfregando o traseiro e um olhar que me implorava para não seguir com a punição.
"Pa-pai, por favoooor eu juro que não fa-aço ou-tra vez, já chega paizinho eu aprendi a lição."
Eu não devia estar estranhando seu comportamento, pois eu bati com muita força, era seguro dizer que ela nunca tinha apanhado com tanta severidade, mesmo apanhando mais que Alice, Rosalie também é garota e eu sempre ponderei suas punições, mas aquela lição ficaria gravada pra sempre, ela nunca mais ousaria me desobedecer em um assunto tão sério.
"Agora, Rosalie!"
Ela congelou no lugar ao envés de se dobrar na mesa, eu não disse mais nada, apenas avancei segurando seu braço e girando seu traseiro para umas boas cintadas.
SHLAP!* AAAaaaaaaai
SHLAP!*AiAiAiAiAi papaaaai
SHLAP!*Paaaaaraaaaaaa
SHLAP!*CHEGA PAIZINHO! CHEGA!
SHLAP!* AAAAArraaaaaaaaaaaaiiiii!
SHLAP!*SHLAP!*SHLAP!* AAAAAAAAAAAAAAAAAA!
SHLAP!* AAAiiiiiiiiaiaiaiaiiaaaa!
"Ela esperneava como uma criança de cinco e chorava tão alto que parecia até o Emmett, eu continuei batendo até que senti uma mão segurar meu braço."
"Pare com isso Carlisle! Você vai matar essa menina! ela já está chorando faz tempo!"
Eu nem tinha percebido que Esme invadira o escritório até que sua mão me tocou, ela dissera isso porque sabia que no caso de Jasper e de Rosalie, eu sempre parava de bater quando eles começavam a chorar, pois eles só choravam quando não aguentavam mais, e Rosalie já estavam chorando e implorando antes mesmo do cinto, mas isso é por que ela nunca apanhara de verdade como os meninos, ela é que não sabia disso, eu era severo com os meninos e já tinha batido nela severamente, mas nunca além do seu choro.
Eu a soltei, ela se encolheu abraçando os joelhos e escondendo o rosto molhado, Esme passou a mão no meu braço de maneira reconfortante, abaixando lentamente até alcançar o cinto da minha mão e o tirou de mim enquanto meus olhos olhavam arregalados para minha linda princesa embolada no chão, senti o cinto saindo carinhosamente da minha mão e olhei nos olhos de Esme que estavam vertendo uma lágrima de veneno pela sua criança, ela me fez um aceno pra ir em frente e consolar o meu bebê e saiu nos dando privacidade.
O choro dela me feria ainda mais sem o som dos gritos e das cintadas, ela não estava mais apanhando mas ainda estava chorando, precisando de mim, do meu perdão e do meu consolo.
Eu me curvei e a peguei nos meus braços como um bebê de colo, caminhei até o sofá com seu rosto enterrado no meu pescoço e suas lindas madeixas douradas escorrendo no meu braço, eu podia sentir seu veneno inundado a gola da minha camisa e o soluço movimentando seu corpo no meu peito.
"Shishishiiii...princesinha... o papai está aqui, você está perdoada, pode parar de chorar meu bem..."
"D-dói... vo-vocêee nunca me bateeeu assiiiiimmm..."
Ela disse esfregando os olhos com as costas das mãos ainda soluçando tentando conter o choro, então expliquei pra ela com carinho, mas tendo cuidado para não parecer um pedido de desculpas.
"Sim meu bem, mas já passou, você entende que mereceu não é mesmo?"
Ela apenas murmurou balançando a cabeça positivamente.
"Hum Rum."
Eu continuei consolando e também reforçando a lição.
Nunca mais me faça passar por isso princesa, é um clichê dizer que dói mais em mim do que em você, mas é a mais pura verdade, eu nem posso dizer o quando estou ferido por dentro.
Eu pude ver o arrependimento em sua linda face ao ouvir minhas palavras.
"Me perdoa papai, eu sinto muito, eu não vou fazer de novo."
Agarrou novamente o meu pescoço.
"Sempre querida, sempre, você sempre terá o meu perdão, não tem mais pelo que desculpar você foi punida e está perdoada."
Falei isso fazendo círculos nas suas costas afagando seu cabelo depois a desci do meu colo colocando-a carinhosamente sobre os meus pés.
"Agora vamos, precisamos buscar seus irmãos no aeroporto, você e Emmett vão conosco?"
Ela ficou embaraçada ao notar a calcinha ainda nos joelhos, vestiu-se depressa e olhou-me com confusão.
"Não estou de castigo?"
Eu sorri com o canto da boca.
"Não meu amor, mas não vá aprontar nada com Bella ou eu voltarei atrás nessa decisão, e provavelmente até o Edward verá o exterior dessa casa antes de você."
Eu informei a ela com firmeza, eu não precisava dizer que Edward estava de castigo pra sempre.
"Não se preocupe papai, mamãe e eu já conversamos, estou indo pra me desculpar com todos e principalmente com ela."
Fiquei feliz e intrigado ao mesmo tempo, Esme fizera um ótimo trabalho, seja lá o que isso signifique.
"Papai?..."
Ela me chamou como se quisesse perguntar algo constrangedor.
"Hum..."
"Você vai bater nele?"
Eu já devia esperar que ela perguntaria pelo irmão, ela não tem o costume de demostrar afeto por ele, mas em situações como aquela, ela sempre achava um motivo pra tentar me convencer, então já cortei logo no início.
"Eu não chamaria de bater, está mais pra esfolá-lo vivo!"
Ela começou implorar como sempre.
"Mas a culpa é minha papai!"
Nada que ela ou alguém dissesse, livraria Edward de uma bela lição, mas confesso que estava esperando um argumento melhor.
"Querida, quando você ligou para o seu irmão você o aconselhou ir à Itália?"
Ela arregalou os olhos.
"Não."
Eu insisti em mostrá-la a razão.
"E qual foi o seu conselho?"
Ela suspirou em derrota.
"Eu pedi pra que ele voltasse pra casa."
"Julgo desnecessário então explicar porque seu irmão será castigado, e se a senhorita está em seu juízo perfeito, não se atreva a intervir."
Baixando a cabeça ela sussurrou.
"Sim senhor."
Peguei suas calças e entreguei a ela, levantei o seu rosto com o dedo no queixo.
Não se preocupe com seu irmão princesa, é o melhor pra ele, sabe que faço isso por que o amo, ele precisa saber o quanto ele vale pra essa família e o quanto nos afetou a idéia de perdê-lo.
Depois disso esperamos horas, até que sabíamos não ser muito cedo para partimos, Jasper já estava impaciente andando de um lado pra o outro, não precisávamos esperar em casa, não nos cansaríamos no aeroporto, mas tenho certeza que as pessoas ficariam intrigadas ao notar que não comíamos ou sentávamos ou nem sequer demostrávamos cansaço, eu não queria aquele teatro de fingirmos comer, embora fossemos vampiros, não era nada agradável vomitar depois, mas Jasper não se importava nem um pouco e já estava me tirando do sério.
"SENTE-SE JASPER, antes que eu perca minha paciência."
Eu ordenei apontando para o sofá, com um tom difícil de ignorar.
Assim que ele sentou meu telefone vibrou no bolço, ele fez menção de se levantar novamente, apenas para ser parado pelo meu olhar fulminante, com direito a sobrancelha levantada e tudo.
Era minha bonequinha avisando que já estavam no vôo pra Seattle.
Olhei pra ele sério e depois sorri da sua excitação.
"Vamos nessa Major!"
Todos sabiam o que significava, em segundos estávamos na garagem.
"Jasper, vá sozinho no seu carro pra que possa voltar a sós com Alice."
Os olhos dele brilharam com minha ordem.
"Obrigado Papai!"
"E vocês vem no Mercedes comigo e a sua mãe, restará espaço pra o Edward."
Eu disse para Emmett que estava abraçado à Rosalie em frente ao Jipe, mas Rosalie, pra minha surpresa, lembrou-me do detalhe mais importante.
"Paizinho, e a Bella? Quem iá levá-la, se Jazz e Lice voltarão sozinhos?"
"Boa pergunta... obrigado por me lembrar, princesa."
Antes que eu oferecesse uma solução ela apresentou a sua.
"Nós poderíamos trazer Bella e Edward, assim eu aproveitaria pra me desculpar com eles."
Fiquei tão surpreendentemente feliz que aceitei o seu pedido, apenas ordenei pra que trocassem o Jipe pelo Sedã preto.
Emmett cruzou os braços e saiu emburrado para a porta do outro carro, não sei mesmo qual é o problema desse garoto, uma garagem repleta de carros e ele só gosta do Jipe.
Quando estávamos no aeroporto avistando bem antes de todos o Avião que trazia meus bebês de volta, meu podia explodir com tantas emoções diferentes circulando no meu veneno, alívio, ansiedade, amor, alegria, vontade de bater, vontade de abraçar, por dentro eu estava uma bagunça.
Jasper caminhou a passos largos, o mais próximo possível, agradeci internamente por vampiros não poderem voar, ou nosso segredo estaria descoberto à aquela altura.
Esperamos em um canto escuro e reservado do aeroporto, Esme e eu, Emmett e Rosalie permaneceram junto aos carros no estacionamento.
Quando vi meu Filho, eu queria mais que tudo agarrá-lo em um abraço, mas ao ver o que ele fizera a si mesmo, eu congelei no lugar, ele estava com olheiras ainda mais fundas olhos famintos, eu poderia dizer que ele não tivera o mínimo de cuidado com sigo mesmo desde o Brasil, nem as roupas novas, provavelmente compradas por Alice, disfarçavam seu estado deplorável, ao jugar pela sujeira em sua pele, nem banho o menino devia estar tomando a dias, se fosse humano aposto que estaria fedendo, preferi ficar onde estava, enquanto a mãe o abraçava, ou eu seria capaz de lhe dar uma surra ali mesmo.
"Desculpe, Mãe."
Ele olhou pra mim, constrangido por cima do abraço da mãe que lhe dera uma bronca, depois de enchê-lo de mimos é claro, ele buscava comoção nos meus olhos e nos meus pensamentos, e tudo que eu disse pra ele na minha mente foi:
"Você me paga moleque!"
Eu pude sentir seu medo e então disfarcei me dirigindo a garota.
"Obrigado Bella devemos uma a você."
"De jeito nenhum."
Ela murmurou e depois pareceu perder a razão por uma instante, como médico posso dizer que estava prestes a desmaiar, Esme ficou nervosa com a situação e repreendeu Edward.
"Ela está morta de cansaço! Vamos levá-la pra casa."
Esme e Edward praticamente tiveram que carregá-la até o carro, eu deixei que tomassem distância de mim, não seria nada seguro permanecer perto do meu filho com o desejo que eu estava de arrancar suas orelhas.
À alguns passos de distância já com a maçaneta da porta do Mercedes na mão, eu notei uma alteraçãozinha em frente ao Sedã do outro lado, Edward estava tendo a audácia de discutir a ordem de Esme pra que eles fossem com Rose, o pirralho estava mesmo abusando da sorte, eu apenas olhei na direção deles e soltei um rosnado baixo pra que apenas minha família pudesse ouvir.
Entre logo nesse carro ou estou indo aí, e ai de você se brigar com a sua irmã! Direto pra casa da Bella, depois direto pra nossa e para o escritório, nem pense em fugir dessa surra, eu vou até o inferno atrás de você, o seu traseiro é meu.
Ele respirou fundo tentando se recompor da bronca sem que a namorada percebesse e entrou no carro.
Alice e Jasper provavelmente nem estaria em casa, ela viu o que tinha guardado para o irmão, e não iria querer estar presente.
Esperei Esme no carro, e a cortei antes que ela começasse a de fender seu Bebê.
"Esme por favor, respeite minha posição como pai, meu filho nunca mais vai agir assim, e eu mesmo vou me certificar disso, se você quiser se ausentar de casa fique à vontade, não vai ser ser bonito."
Ela somente baixou a cabeça e disse com veneno escorrendo dos olhos.
"Não... eu prefiro estar lá pra vocês quando tudo terminar."
Pelo menos ela sabia que eu estaria sofrendo até mais com tudo isso, não estava pensando apenas no bumbum do Bebê.
Agora só me restava ir pra casa e me acalmar, pra não matar o meu próprio filho de tanto bater, por mais que isso fosse impossível para um vampiro, acredite, do jeito que eu estava, eu seria capaz.
A/N: Chegou a hora é tudo que tenho a dizer. Por favor, "review"
Prévia do capítulo 9 – Rose desceu pela porta da frente, Emmett permaneceu no carro, assim como Edward encolhido no banco de trás, meus braços estavam cruzados sobre o peito, eles deviam ter chegado a vinte minutos atrás.
