Notas da Historia:
Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs. 100% Beward
Obs. Pov. Edward ou Anthony, ou Edward ou... É confuso.
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Capítulo Sete
- Espera, espera... O que está fazendo? – tentei afastar as suas mãos e ela grunhiu tentando afastar as minhas.
- Tentando te dar um boquete! – rosnou, eu temi pela saúde do meu novo pau, ela parecia que não seria gentil.
- Eu não acho que isso seja uma boa idéia... – ela parou de repente e me encarou ainda de joelhos.
- Não me acha atraente?
- Huh? A... atraente?
O céu era azul?
Eu estava me concentrando muito aqui para não agarrá-la e ela me fazia uma pergunta daquelas!
- Então? – grunhiu e voltou a tentar abrir as minhas calças. Eu voltei a tentar impedi-la, mas nenhum de nós estava tendo bons resultados.
- Escute Srta. Swan, eu... – ela parou de repente mais uma vez, ainda bem porque o meu pau já estava começando a se animar com toda aquela tateação e quando me olhou, ela tinha lágrimas nos olhos.
- Eu sou péssima nisso...
- Hein?
- Eu sinto muito... – ela se levantou e saiu correndo da salinha.
Fiquei sozinho, meio duro e com as calças quase abertas, assim como a minha boca.
O que havia sido aquilo?
- Edward... aí meu Deus, fecha as calças! – Alice guinchou ao entrar na salinha, tampando o rosto.
Rapidamente fechei as calças.
- Desculpe...
- Onde estava? Bem, estava aqui, mas por quê? Está decente?
- Sim, sim.
- Então, onde estava?
- Foi meio confuso... Bella me atraiu pra cá, me agarrou, em seguida chorou e fugiu.
- Ai Meu Deus, isso é tudo o que eu preciso! Você sendo acusado de assédio sexual. – ela gemeu saindo da sala e a segui.
- Não seja dramática. Bella nunca faria isso.
- Sua Bella está fazendo várias coisas que não faria antes, eu acho.
Hmmm, naquilo ela tinha razão.
Mas tirando a taradisse repentina de Bella, ela sempre foi uma boa garota e nunca faria algo por pura maldade.
Eu esperava!
Fomos direto para a minha sala, lá Alice agarrou algumas pastas e jogou nos meus braços.
- O que é isso?
- Seu trabalho de casa.
- Trabalho?
- Sim, vou te explicar o básico do que você faz.
- Mas e Bella...
- Shiiu, esquece isso por enquanto, eu vou falar com ela depois.
- Você?
- Sim, enquanto você almoçava com Jasper, eu fiz o que você pediu, fiquei amiguinha da sua Bella.
- Mesmo.
- Mesmo. Agora me ajude e vamos trabalhar.
- Ok, o que você quiser.
Sentei-me folheando as pastas, ai, quantas palavras!
- Então, basicamente o que você faz é aprovar os projetos. Recebemos uma conta de um cliente. Um que queira vender um tênis, por exemplo, a proposta vai ser passada para você, aí terá que ver que caminho o projeto vai ter, propaganda, comerciais, essas coisas.
- Mas e esse monte de relatórios?
- São pesquisas, sabe, sobre como seria a venda do produto. Se ele é mais atraente pra mulher ou homens... Há também relatórios sobre o dono da empresa e mais ou menos o que ele espera da propaganda e coisas assim.
- Acho que entendi.
- Não é tão difícil. Você só precisa ler.
- Ah, não sou muito fã de leituras - murmurei coçando o queixo. Ela estreitou os olhos e pigarreei. - Mas vou tentar. – sorri.
- Estou curiosa, o que você fazia antes de tudo isso?
- Estava estudando computação gráfica e designer de jogos.
- Em outras palavras, NERD!
- Mais ou menos.
- Você era bonito?
- Dava pro gasto. Embora as más línguas, não concordem. – ela riu.
- Você devia ser aceitável, já que namorava Bella. Ela é uma mulher bonita.
- Honestamente, ela sempre foi mais bonita do que eu. E se quer saber, é bom saber que agora eu sou mais bonito do que ela. Assim, ela finalmente vai me dar mais valor.
- Você é muito sem noção.
- Você quem está dizendo. – ela rolou os olhos, em seguida me encarou, abriu e fechou a boca duas vezes, bufei.
Sabia que àquela hora iria chegar.
- Vai pode perguntar. – ela sorriu fracamente.
- Como você morreu?
- Ah, entramos nas perguntas sérias...
- Não sabe?
Abri a boca pra falar... mas a fechei logo em seguida.
Sim, eu me lembrava como eu havia morrido.
Foi como ter a pior dor de cabeça da história, veio de repente, eu com certeza não estava preparado. Ninguém estava...
- Pode-se dizer que o meu cérebro explodiu.
- Como?
- Aneurisma.
- Oh...
- É...
- Eu sinto muito.
- Tá tudo bem.
- Não, tá não, mas vai ficar. – ela sorriu e assenti.
Sim, iria ficar.
[...]
Entrei no elevador com um milhão de pastas que Alice me deu.
Como iria andar no metrô com tudo aquilo?
Soltei um suspiro alto e olhei para o botão, depois para as minhas mãos lotadas, merda.
Ia ser um longo fim de semana.
- Qual andar você vai? – ergui a cabeça ao som da voz dela.
Parada ao meu lado parecendo muito envergonhada e desajeitada estava Bella.
- Senhor? – ela falou novamente, imagino que eu a estivesse encarando por muito tempo, mas quem poderia me culpar? (...) Da última vez que a vi, ela foi de tarada pra chorona em uma batida de coração.
- Térreo. – murmurei ainda confuso.
Ela assentiu e apertou o botão para mim, fiquei um pouco ansioso com o que ela faria depois, então, quando ela se virou de repente em minha direção, me afastei rapidamente dela.
Vi-a grunhir, em seguida bater o dedo no botão que para o elevador.
- Olha, eu sinto muito por mais cedo.
- Uh?
- Eu... merda! Eu não estava em meu juízo perfeito, eu sinto muito por ter... bem, feito aquilo.
- Oh. Então não vai tentar fazer... huh, aquilo de novo?
- Não, não, nunca.
- Nunca?
- Desculpe-me, não que o Senhor não seja atraente, porque é muito... – ela corou e tentei esconder o meu sorriso.
Bella tímida era tão fofa.
Ah, ela ainda estava falando, tinha que prestar atenção.
- ...mas aquilo foi totalmente inapropriado, eu estava em um momento difícil, joguei as minhas frustrações no Senhor... Peço mais uma vez que me desculpe.
Ela me encarou com os seus lindos olhos escuros e suspirei.
- Está tudo bem Srta. Swan, não foi tão ruim. – ela arqueou uma sobrancelha.
- Então por que não me deixou fazer?
- Huh? – ela começou a se aproximar e eu a me afastar, até estar com as costas coladas na parede do elevador.
Ela estava quase grudada em mim, à única coisa que nos separava, eram as milhares de pastas que eu segurava. Agarrando-as como se a minha vida estivesse em perigo.
- Se não foi ruim, por que me parou?
- Ah... isso, é que... bem, não era apropriado, sabe, no trabalho, alguém poderia chegar e uh... bem... – comecei a soltar palavras aleatórias, nem sei se alguma fazia sentido ou se formavam alguma frase.
- Ah entendo, você não quis, porque era no trabalho...
- Isso, não é legal fazer essas coisas no trabalho.
- Sério?
- Sim. Você não concorda?
- Mas de acordo com as más línguas, você não se importava muito.
Maldito Edward!
- Bem, isso foi antes, sou um novo homem agora. – ela estreitou os olhos pra mim e sorri abertamente, esperando que ela comprasse essa.
- Tudo bem, novo Edward, eu vou aceitar isso, por enquanto.
- Hein?
Ela se virou e apertou o botão do elevador.
Fiquei lá parado sem saber o que fazer.
Ela queria dizer que iria me deixar em paz, ou que iria tentar de novo?
Por que as mulheres têm que ser tão confusas?
Iria perguntar a Alice depois.
Era bom ter uma mulher, estranha, mas mulher no meu time.
O resto da viagem de elevador foi em silêncio, um silêncio opressor que estava me deixando doido, ainda mais que Bella estava de costas para mim, balançando os quadris levemente, a sua bundinha arrebitada indo pra lá e pra cá, pra lá e pra cá...
Quando a porta se abriu no meu andar, saltei um pouco saindo do transe.
- Até amanhã, Sr. Cullen. – ela acenou com um pequeno sorriso indo embora e resmunguei um tchau.
Com certeza, ela estava fazendo aquilo de propósito.
Ainda grunhindo, comecei a ir em direção a saída, quando senti uma mão no meu ombro, me virei encarando Jasper.
- Vai pra casa?
- Ah, sim, tenho muito pra ler. – fiz um gesto erguendo as pastas um pouco e ele assentiu.
- Aposto que ainda está sem moto. Vamos, eu te dou uma carona.
- Ah valeu... – parei hesitando, era uma boa idéia eu ficar sozinho em um carro com Jasper?
Afinal, nós teríamos que conversar, eu poderia soltar alguma gafe.
- Vamos?
Mais uma vez hesitei, contudo em seguida assenti.
Eu era o tal Edward agora. Ele teria que se acostumar com a minha nova personalidade. Quanto mais cedo melhor.
Voltamos para o elevador e como era só um andar até o estacionamento, foi mais rápido.
Ao chegarmos ao seu carro, ele abriu o porta-malas e joguei as pastas lá.
Entrei no carro colocando o cinto, enquanto ele me imitava, os primeiros minutos da viagem de carro passaram em silêncio, ele não falou nada e agradeci por aquilo. Quanto menos falássemos seria melhor.
Mas estava claro que alegria de pobre, ou morto, durava pouco, então ele passou a falar.
- Ah, você já começou a revisar a nova conta?
- Uh? Ah sim, sim.
- Pegamos uma grande dessa vez, hein?
- Sim, sim.
- Aro com certeza ficou impressionado com o nosso último trabalho.
- Sim, sim.
- Acha que daremos conta desse novo projeto?
- Sim, sim.
Ele me olhou com olhos estreitados.
- Você está bem?
- Sim?
- Sério Edward, o que está acontecendo?
- O que quer dizer?
- Bem, alguma coisa aconteceu... Você está... diferente.
- Estou?
- Muito, parece um pouco retraído, você nunca foi do tipo tímido e agora você praticamente se esconde. Não quis fazer a apresentação para Aro, praticamente ignora as mulheres do escritório. Antes, sempre que falávamos de uma conta você adorava dar idéias e cortar as minhas.
- Oh... isso...
- Sim. Isso e aquilo. O que houve com você?
Merda!
Dei mais bandeira do que eu pensava.
Ok, agora era à hora do discurso sobre ser um novo homem.
Todos estavam comprando aquilo, esperava que Jasper também.
-Jasper, eu quase morri. Isso muda um homem. Eu decidi seguir uma nova filosofia de vida.
- Que seria?
- Ser uma pessoa melhor. Eu estive reavaliando as minhas atitudes e sei que elas não têm sido legais... Então resolvi mudar, ser melhor. Dar mais valor aos amigos e a família, ter mais respeito pelas mulheres. Enfim, é tudo novo para mim, por isso estou sendo um pouco cauteloso sobre tudo, e até sobre as minhas atitudes.
- Oh... Isso é legal cara!
Isso! Ele caiu direitinho!
- Então isso não tem nada a ver com a nova estagiária, né? – ele falou de repente fazendo o meu sorriso morrer.
- Hein? Estagiária? Que estagiária?
- A morena bonita. Isabella.
- Ah, aquela estagiária. O que... O que ela teria a ver com qualquer coisa?
- Já deu pra notar que ela é toda certinha e inocente, você não tá fazendo esse teatrinho de bom moço pra pegá-la, né?
- O quê? Eu?
- Vamos lá Edward. Eu ainda me lembro de quando você se fingiu de religioso só pra pegar a minha secretaria beata e devo ressaltar... virgem.
Ai meu Deus!
- Ah, isso.
- Sim, isso. A pobre moça ficou devastada quando você a ignorou depois de transar com ela, tanto que até se demitiu.
Merda.
- Bem, aquilo foi...
Como se explica uma coisa daquelas?
O tal do Edward tinha problema, sério, como alguém fazia uma coisa daquelas?
- Se bem que depois de dar pra você em uma sala de reunião, ela devia ter percebido que você não prestava.
Ficava cada vez pior.
- Olha, eu sei que fiz umas coisas horríveis no passado. Mas eu sou uma pessoa diferente agora.
- Sei...
- É sério! Não sou mais aquele cara.
- Ok. Vamos ver quanto tempo dura. Espero que não acabe depois que fuder a estagiária.
Fiz uma careta.
Caramba, por que de tantos corpos, eu tinha que pegar justo um estragado?
Aquele cara era tão horrível.
Ao chegarmos ao meu prédio, combinei com Jasper de ele vir amanhã à noite pra noite de poker.
Tinha que ligar para Emmett e falar com Seth.
Despedi-me dele e entrei no hall do prédio, sorri ao ver Seth.
- Seth, oi.
- Sr. Cullen, boa tarde. – acenou formalmente e rolei os olhos.
- Aff, voltamos para ao Senhor? Ainda é Edward.
- Ah, sério? Achei que estivesse bêbado aquele dia. – bufei.
- Que nada, eu sou normalmente estranho. Então você vai trabalhar amanhã à noite?
- Uh... não! Por quê? – ele me olhava entre curioso e hesitante.
- Eu vou fazer uma noite de poker em casa, topa?
- Eu?
- É, quer?
- Eu? O porteiro?
- Sim, você.
Eu tô falando outra língua? O que ele não entende?
- Quem mais vai?
- Meu amigo Jasper e o meu irmão Emmett.
- E quer que eu vá?
- Sim, somos amigos, certo?
- Oh... mesmo?
Suspirei e toquei o seu ombro.
- Cara, você já viu a minha bunda, somos muito amigos. – ele riu.
- Ok, eu vou.
- Legal. Amanhã às sete?
- Claro, preciso levar algo?
- Uh, eu vou comprar cerveja e salgadinhos, se quiser algo diferente você leva, senão, é só aparecer.
- Parece bom.
- Até amanhã. – me despedi dele indo pro elevador.
Ok, agora a parte difícil, chamar Emmett.
Durante toda a viagem de elevador comecei a pensar em como falar com Emmett, pois seria um pouco difícil ser amigável e casual com ele, havia muito, muito ressentimento entre os irmãos, se fosse a maior parte do lado do Edward, iria ser mais fácil, mas eu não sabia o quanto Emmett odiava Edward.
Mesmo que ele estivesse disposto a dar uma chance ao irmão, ele ainda poderia estar hesitante em se aproximar.
Ao entrar no apartamento, joguei as pastas no sofá e me larguei no assento ao lado tirando os sapatos. Agarrei o meu telefone novo e grunhi ao ver que não tinha o telefone de Emmett.
Merda e agora?
Olhei mais uma vez nos contatos, rolando pela lista, parei ao ver "mãe". Isso!
Rapidamente fiz a chamada e depois de dois toques ela atendeu.
- Edward? - perguntou hesitante, com certeza por que essa praga de filho nunca ligava.
- Oi... Huh mãe, tudo bem? - era um pouco estranho ter uma mãe agora, mas eu tinha que me acostumar. Afinal ela seria uma grande parte da minha vida.
- Oh, sim e você? Se sente melhor? Não ligou.
Merda! Esqueci-me de ligar.
Eu não estava muito acostumado a ter uma mãe, precisava ligar mais vezes, o meu pai e eu não éramos muito comunicativos. A gente falava, mas não tinha essa necessidade de ligar um para o outro.
- Desculpe mãe, vou ligar mais vezes.
- Oh, sério?
- Claro. Como a senhora está? – ela ficou em silêncio.
Será que a ligação caiu?
- Mãe? – chamei e ela pigarreou.
- Estou bem. Sinto a sua falta.
- Ah, sinto a sua também.
- Ainda... ainda vem domingo? Ou ligou pra cancelar? – a sua voz ficou tão pequena na última parte que me amaldiçoei, eu quase abandonei aquele almoço de domingo.
- Claro que eu vou. Saudades da sua comidinha. – brinquei e ela suspirou parecendo aliviada.
- Vou fazer o seu favorito.
- Qual é o meu favorito? – perguntei hesitante, vai que era algo que eu não poderia comer.
Era o meu corpo agora, se eu não quisesse comer, sei lá quiabo, eu não comeria e pronto, mesmo se o antigo dono amasse.
- Lasanha?
- Ah, pode fazer. – ela riu.
- Eu ainda me lembro do seu favorito, Edward.
- Foi mau mãe. Ah, eu liguei pra te pedir, pode me passar o número do Emmett.
- Seu irmão?
- É, eu não tenho.
- Ah, claro, você deve ter perdido.
Rolei os olhos, nós dois sabíamos que eu não tinha perdido merda alguma, eu não tinha mesmo. Mas ela era uma mulher doce ao fingir assim.
Ela rapidamente me passou o número e marquei.
- Obrigado mãe. Vou ligar pra ele agora.
- Está tudo bem?
- Ah sim, é que vou juntar uns amigos pra jogar cartas aqui em casa e pensei em chamá-lo.
- Sério?
- É... acha que ele não gosta de cartas? Talvez ele não saiba jogar...
- Não, ele sabe, ligue pra ele. Vou desligar, ligue logo. – ela rapidamente desligou e fiquei olhando para o aparelho.
Ok, então.
Fui até a cozinha peguei uma cerveja na geladeira, voltei para a sala, tirei o terno e abri alguns botões da camisa e liguei a TV. Deixei no volume baixo enquanto ligava para Emmett.
Tomei um gole da minha cerveja enquanto a ligação completava, depois de uns 4 toques ele atendeu.
- Alô? – ele parecia hesitante, com certeza pelo número desconhecido.
- Oi Emmett, é Edward.
- Edward? Que Edward?
Quantos Edwards ele conhecia?
- Seu irmão.
- Edward Cullen?
- Você tem outro? – ri e ele ficou em silêncio.
Caramba, o que havia com essas pessoas?
- Alô? – chamei e o ouvi pigarrear.
- Oi, desculpe, só me pegou de surpresa.
- Certo. Enfim, vou chamar uns caras em casa pra jogarmos poker, quer vir?
- Eu?
- Sim.
- Eu? Seu irmão?
De novo aquilo? Eu falo outra língua sem perceber, será?
- Sim você Emmett. Vai ser só eu, você, Jasper e um amigo novo que fiz Seth.
- Ah, sim parece bom.
- Legal. Vou te adicionar no whats e te passo o número do apartamento. Às sete ok?
- Ok? – ele ainda parecia um pouco confuso, mas dei de ombros, a minha parte foi feita.
Despedimo-nos e satisfeito deitei, me largando um pouco no sofá e suspirei.
Certo, a parte difícil já fiz. Amanhã compraria algumas besteiras e cerveja.
Olhei para os relatórios que Alice me dera e soltei um suspiro.
Ok, era melhor começar.
Eu finalmente estava indo para me tornar Edward.
Na família, nas amizades e no trabalho.
Claro que eu estava indo ser um Edward melhor, mas ainda assim, eu realmente estava fazendo aquilo. Entrando de cabeça na vida daquele cara.
Iria dar merda com certeza, mas eu estava pronto.
No final, eu teria Bella, então tudo valeria à pena.
N/A: olaa povo pervoooo
Olha a cara de pau da autora que sumiu duas semanas :p
Sinto muito pervas
Mas essa semana to postando em tudo ok
Entao nao se desesperem que não abandonei nada
So tive umas duas semana de merda ai me atrapalhei pra escreve a vida real tava maligna :(
Mas agora acho que as coisas vao ser melhor.
E quem quer comentar que to precisando de comemts divos pra me animar uhuuh \0/
Agora me vou e quem ta amando o novo Edward?
No momento so nos ne
O povo da fic ta mais É confuso kkk
Bora comentar
Fuiii
