Disclaimer: Naruto e seus personagens não me pertencem, e sim ao Masashi Kishimoto.


Capitulo 8 Psicólogo e Pancadaria.

Quirta-feira 10/03/12
09:00 da manhã.

O dia havia começado com uma fraca garoa mais ao passar as horas foi aumentando a intensidade, Gaara e Sasori estava indo ao psicólogo de Itachi Uchiha, teria que ter alguma resposta antes que Sasori fizesse algo contra o homem. Apesar de Gaara ser policia já um tempo, sentia que o homem era inocente.

Vamos terminar isso de uma vez por toda, preciso dar algo a impressa antes que a coisa fique feia. - falou o ruivo parando em frente ao consultório do psicólogo.

Vai com calma, não sabemos se Itachi é o que a mulher disse. - falou Gaara enquanto saia do carro, Sasori riu.

Para um policial você está muito inocente. - falou ele rindo ainda. - Se a mulher que viveu com ele disse que ele é louco...

Ela disse que ele precisava de tratamento, não que ele é louco, e ela pode ter falado isso devido o fato de o filho deles ter desaparecido quando estava com o pai, pode ser raiva...nunca se sabe.

Seja o que for, vou ter minha resposta hoje, e então vou agir do meu jeito. - disse isso entrando no consultório e Gaara atrás.

Ao entrar na sala de esperar viu que tinha duas pessoas a espera, Sasori foi direto para a secretaria e apresentou o distintivo de policia, a mulher olhou um pouco assustada e pediu licença, entrou na sala e demorou alguns minutos.

Pode entrar está a espera. - Gaara seguiu Sasori e entrou na sala, o homem estava atrás da mesa lendo uns papeis assim que os dois entraram ele deixou os papeis de lado.

Srs, o que posso ajudar? - falou o homem.

Viemos perguntar sobre um cliente seu. - começou Gaara tentando ser gentil.

Hm e que cliente seria esse? - Sasori se encostou na parede e cruzou os braços deixando Gaara cuidar do assunto.

Itachi Uchiha. - pela cara do doutor ele tinha lembrado do paciente.

Sinto muito, mais não posso falar sobre meus pacientes, isso é fora de ética. - respondeu o doutor o que deixou Sasori já irritado.

Sabia que seu paciente pode ser o assassino em serie? - falou Sasori ainda de braços cruzados, mais a voz mostrava irritado.

Senhores sei que é para ajudar, mais eu prestei um juramento quando me formei, não posso quebrar ele, isso é entrar na privacidade de um dos meus clientes... - isso foi bastante para Sasori se irritar.

Mais que porra! Será que ninguém se importa de que esse homem pode está matando um monte de crianças inocente, o que nesse momento pode está matando o próprio filho! - o doutor ficou tenso, Sasori olhou para Gaara. - Alguma ideia?

Dr, por favor precisamos de apenas algumas respostas... - o medico se levantou.

Já disse que não, é melhor vocês saírem daqui antes que ligue para o chefe de policia. - falou dando a volta na mesa para abrir a porta.

Chega de tentar do seu jeito, agora é do meu! -falou Sasori agarrando o medico pelo pescoço e atacando ele sobre a mesa.

Socorro... - gritou o medico antes de receber um soco na boca.

Você vai cooperar ou vou ter que te espancar até a morte? - deu mais um soco fazendo o doutor sangrar.

Sasori não! - falou Gaara tentando soltar o medico.

Ande seu medico de merda, esse homem é louco? Ele confessou que é já matou alguém! - a cada pergunta ele batia no medico.

Chega SASORI! - gritou Gaara puxando o ruivo de cima do medico.

Desgraçado, está me atrapalhando... - gritou o ruivo largando o doutor e indo para cima de Gaara. - Qual é a sua? Quer prende o assassino ou não?

Ele não sabe de nada! Isso é contra lei. - Sasori riu e o empurrou.

Se isso é de mais para você pode sair daqui e me deixar trabalhar. - ele voltou para o doutor mais Gaara o puxou, assim Sasori foi para cima de Gaara dando um soco. - Seu merda, acha que é melhor que eu só por que é da merda do FBI.

Chega Sasori, se continuar terei que te denunciar a corregedoria. - Sasori estancou, então ele tirou a arma da cintura e apontou para Gaara.

Então é isso que está tramando? - Gaara ficou imóvel.

Abaixa a arma Sasori, vamos embora daqui e resolver isso em outro lugar em outra hora. - ele riu.

É mesmo, vamos resolver isso primeiro... - agora ele apontou a arma para o doutor que começou a chorar.

Não pela amor de Deus, eu tenho esposa e filhos... - chorou o medico.

Então é melhor abrir o bico antes que eles fiquem sem o senhor. - falou o ruivo olhando para Gaara.

Itachi...ele se sente culpa pela morte do primeiro filho, depois do acidente ele nunca conseguiu se perdoar. - falou o medico.

Ele pode ser o assassino? - perguntou o ruivo.

Ele tem apagões de memórias, as vezes ele não lembra de ter ido a algum lugar, ou as vezes ele acorda em um lugar que não estava. - falou o medico o ruivo olhou para Gaara.

O que isso que dizer? Ele pode ou não ser o assassino? - perguntou Gaara.

Se ele fazer algo, ou por exemplo matar alguém ele pode não se lembrar... - o ruivo sorriu.

Então ele é o assassino. - concluiu Sasori guardando a arma. - Viu não foi tão difícil assim.

Espere Sasori, não acha que isso que dizer... - Gaara falou mais Sasori já estava saindo da sala.

Ele é o assassino do origami. - falou ele feliz assim que entraram no carro ele pegou o radio - Atenção todas a unidades, estamos a procurar do Itachi Uchiha, ele é o assassino do origami, repetindo ele é o assassino do origami.

Você não sabe se é verdade... - falou Gaara assim que entrou no carro.

Se é verdade ou não, pelo menos temos um suspeito vivo, e tudo indica que é o certo!. - Gaara não disse nada, não valia apena mais sabia que Itachi era inocente, ou queria acreditar.

Quirta-feira 10/03/12
11:00 da manhã

Era a terceira figura de origami que Itachi havia pego, o corpo ainda doía devido a ultima prova, se não fosse a mulher misteriosa cuidar dele, ele já teria morrido.

"Um anjo me salvou, espero que consiga salva Shun".

A figura era um lagarto verde assim que abriu a figura tinha um endereço, Rua Streew 232 apartamento 12.

"Quanto vale a vida de seu filho?"

Itachi pegou as coisas e saiu do quarto indo para o endereço que tinha no papel, a chuva ainda caia forte, assim que chegou no local viu que era um antigo prédio de apartamentos antigos, pela aparecia parecia que há muito tempo estava abandonado. Assim que entrou viu que o predio tinha sido destruído pelo fogo, subiu as escada e deparou com um corredor vazio, havia varias portas fechadas, olhou para o chão e viu uns potes em formato de lagarto, a porta onde era o seu destino estava pintada com um lagarto.

Droga, está fechado. - resmungou Itachi ao tentar abrir a porta, olhou em volta e viu um dos potes próximo lá havia uma chave.

Ao entrar no aposento deparou com uma mesa e uma cadeira, sobre a mesa havia um celular onde Itachi sem demora pegou e apertou o botão para ligar.

" Quanto sangue está disposto a dar para salvar seu filho?" uma voz começou a falar "Você tem 50 minutos para cortar uma parte de seu corpo e tirar uma foto para ter mais uma pista para achar seu filho."

C..como? - perguntou assustado olhou em volta e não achou nada.

"Faça sua escolha...00:50"

Droga! - falou indo vasculhar o restante do apartamento.

Na cozinha achou uma faca velha enferrujada a pegou e levou para a sala, no banheiro achou um alicate (aqueles que quebra cadeado) e um pequeno machado, pegou-os também e levou achou também álcool e gazes.

"00:30"

"Preciso fazer isso, vou fazer de tudo para salvar Shun"

Se sentou em frente a mesa e tentou escolher a melhor arma para fazer a loucura, escolheu por fim o alicate, limpou com o Álcool e jogou um pouco sobre o dedo mindinho da mão esquerda.

Deus...ajuda-me... - falou colocando o dedo no alicate e respirou fundo.

"00:20"

Tinha que fazer rápido e sem medo então como se tivesse possuído fez, a dor era incontrolável, assim que cortou o dedo caiu gritando, precisava tirar a foto, gemendo de dor se pois de pé pegou o celular e tirou a foto.

"O cartão está dentro do aparelho"

Sangrando ele pegou o aparelho e atacou no chão quebrando-o o que fez o cartão sair, ele pegou e colocou no seu celular, mais um vídeo de Shun apareceu, agora a água já estava alta quase chegando na cabeça, lagrimas saíram dos olhos de Itachi então apareceu mais algumas letras de onde seu filho estaria.

Estou indo Shun...estou indo. - falou pegando as gazes e estancando o sangue, precisava ir para a próxima prova antes que fosse tarde de mais.

Quirta-feira 10/03/12
11:00 da manhã

Gaara estava no carro quando Sasori se dirigia para um conjunto de predio abandonados da cidade, havia recebido um chamado sobre o paradeiro de Itachi.

Um civil viu o homem entrar em um predio abandonado. - falou Sasori sorrindo. - Vamos pegar ele de uma vez por toda.

Já disse que ele não pode ser o assassino, ele não entra no perfil do assassino... - como sempre o ruivo o ignorou.

Ele estacionou o carro do outro lado da rua e ficou dando ordens para cercar o local, só iriam entrar quando Sasori desse o sinal, era incrível como Sasori estava fora de si. Não podia fazer nada Naruto por confiar no ruivo dera toda autoridade para ele fazer a missão.

Só agem assim que eu der o sinal, não quero que esse desgraçado saia livre. - falou Sasori no radio.

Gaara observou o predio e tentou entender o que Itachi estaria fazendo ali, apesar de não achar que ele fosse o culpado, era muito suspeito estar ali. Sem ter o que fazer tentou não pensar sobre isso o que acabou fazendo seus pensamentos irem para o outro lado, um lado que precisava controlar. Onde estaria Ino, será que ela concordava com Sasori, achava que o homem era o culpado queria saber.

Droga...o que aquela mulher esta fazendo aqui? - ouviu o ruivo queixar.

Senhor há uma civil parando em frente ao predio... - alguém falou pelo radio.

Mantenha a posição, talvez ela vá embora. - falou tentando manter a calma, mais Gaara podia ver a fúria nos olhos do ruivo.

Olhou para ver quem seria a mulher notou que ela tinha estacionado a moto em frente ao predio e estava descendo e indo em direção ao predio, talvez Sasori tivesse se enganado, ele sorriu.

Quirta-feira 10/03/12
11:00 da manhã

Hinata tinha voltado para o quarto de Itachi para saber se ele estava bem mais não encontrou o homem, olhou em volta e deparou com um papel no chão, ela pegou a folha amassada e viu que tinha uma mensagem.

"Quanto sangue está disposto a dar para salvar seu filho?"

Meu Deus... - falou ela saindo do quarto e indo para o estacionamento.

Não sabia o que estava acontecendo mais sabia que ele iria precisar de ajuda, pegou sua moto e foi em direção ao endereço que tinha no papel, assim que entrou na rua que estava o prédio notou a presença da policia.

"O que será que a policia está fazendo aqui?" Parou a moto em frente ao prédio e notou que eles estavam cercando o predio. "Será que estão atrás de Itachi?" . Desceu da moto e foi para o prédio e entrou, lá dentro viu que não tinha ninguém, foi andando até a escada e viu Itachi descendo segurando a parede, ele estava sangrando.

Itachi. - o chamou ele a encarou confuso.

O que faz aqui? - perguntou ele acabando de descer as escadas ela se aproximou dele.

O que aconteceu, sua mão... - falou ela preocupada.

Não foi nada, eu...preciso voltar para o motel, preciso... - ela o segurou.

A policia está lá fora. - falou ela fazendo ele parar. - Eles colocaram no noticiário que você é o assassino do Origami.

O que? - não entendia como isso foi acontecer.

Você precisa sair o mais rápido daqui, antes que eles te prendam, eles vão entrar aqui logo. - falou ela indo procurar alguma saída.

Achou uma janela que dava para um beco ao lado da rua, abriu a janela com dificuldade e chamou Itachi para ir, ele estava tremendo devido a febre que ele estava, havia pedido muito sangue.

Consegue sair por aqui? - ele concordou e foram.

Com dificuldade eles saíram pela janela mas no começo do beco estava um policial que ao vê-los deu o alarme e vários policiais entraram no prédio, e correram.

Quirta-feira 10/03/12
12:12 da manhã

Eles estão escapando pelo beco! - alguém gritou e Sasori e Gaara saíram do carro.

Atrás deles! - berrou o ruivo correndo para onde o policial apontava.

Gaara correu atrás de Sasori não deixaria ele fazer algo contra o homem, assim que entraram no beco viu que eles já tinha sumido, correu e deparou com uma avenida onde havia um enorme transito, Sasori corria para acha-los e conseguiu, mais achou apenas Itachi.

Mãos na cabeça! - gritou o ruivo apontando a arma para o homem.

Cadê a mulher? - perguntou um outro policial.

Não interessa,pegamos o suspeito. - falou o ruivo sorrindo, colocou as algemas em Itachi e o levou para a delegacia.

Gaara olhava para o suspeito de ser o assassino do origami, Sasori tinha levado ele direito para a sala onde fazia os interrogatórios, Itachi mantinha a cabeça baixa estava com cara de doente, havia machucados por todo o rosto e a mão esquerda estava enfaixada mais o sangue já tinha ensopado as faixas.

Então Sr. Uchiha comece a falar. - Sasori deu iniciou ao interrogatório.

Eu...vocês tem que me soltar... - disse o homem.

Soltar um assassino? - ele levantou a cabeça assustado.

Como? Vocês...acham que eu sou o assassino do origami? - perguntou o homem descrente.

Não achamos, você é o assassino, agora conte onde está seu filho? - gritou o ruivo.

Eu...não sei, eu...preciso ir...tenho que salva-lo. - o ruivo estava se zangando.

Escuta aqui seu desgraçado, estou cansado de ficar correndo atrás do nada, você vai me dizer onde você escondeu seu filho ou eu juro por Deus que nunca voltará a andar! - falou Sasori indo até o homem e pegando ele pelo cabelo.

Sasori já chega! - falou Gaara que até agora estava observando.

Fique fora disso, eu cuido dessa vez. - falou dando um soco em Itachi.

Já chega! - Gaara foi para cima de Sasori que largou Itachi.

Gaara e Sasori começaram a se bater esquecendo totalmente de Itachi, e que estavam na delegacia. Naruto e Ino entraram na sala no momento que Sasori puxou a arma e apontou para Gaara.

Mais o que está acontecendo aqui? - perguntou o loiro vendo a cena.

Esse desgraçado está me impedido de trabalhar. - falou Sasori com sangue na boca.

Abaixe a arma Sasori. - ordenou Naruto, se virou para Gaara - Agente Gaara, não sei o que está acontecendo...

Seu policial é um lunático, isso que é, ele estava espancando o suspeito. - falou Gaara fazendo Sasori o encarar com ódio.

Precisamos saber da verdade agente, se ele é o suspeito precisamos saber se ele é o assassino. - falou Naruto.

Mais...

Mais nada, saia da sala agente Gaara, está dispensado por hora. - ordenou o delegado fazendo Sasori sorrir e Gaara sair irritado.

Entrou na sua sala e bateu a porta com força como poderia estar tão cego quando isso? Estava na cara que Itachi não era o assassino, não importava o que dissesse Sasori tinha todos na palma das mãos, a porta se abriu e Ino entrou fazendo Gaara a encarar com raiva.

O que faz aqui? - perguntou virando a cara para ela.

Sinto...muito...Naruto está apenas tentando acabar com isso logo. - explicou a loira.

Acabar com isso? Ele vai prender a pessoa errada e o verdadeiro está por ai solto. - falou irritado.

Como pode ter certeza que não é aquele homem? - perguntou ela se aproximando dele.

Ele não bate com o perfil do assassino, e além do mais... - ele se calou.

O que? - ela tocou no braço dele fazendo-o a encarar.

Não importa... - disse ele com mais calma.

Fale...- ele a encarou por uns minutos.

Ele parece estar fazendo de tudo para achar o filho...e...eu não sei, nos não podemos agir por instinto ou intuição, mas eu sinto que ele não é o assassino. - falou ele e ela sorriu.

Então vamos liberta-lo. - sugeriu a mulher.

O que? - ela sorriu.

Também acredito que ele não é o culpado, Sasori só que alguém para prender e mostrar que fez alguma coisa. - falou ela.

Como vamos liberta-lo? - perguntou o ruivo fazendo a loira sorrir.

Deixe Naruto e Sasori comigo, você abre as algemas de Itachi, de uma capa de chuva nossas. - falou ela se virando e indo para a porta mais Gaara a segurou. - O que foi?

Sabe o que está fazendo? - ela sorriu.

A coisa certa dessa vez. - ela sorriu novamente e então ele a puxou para junto de si e a beijou.

Não importava o que iria acontecer sabia o que estava fazendo era errado, primeiro em se envolver com uma colega de trabalho, e a pior de tudo libertar um suspeito. Depois que Ino saiu da sala deixando Gaara sozinho ele foi dar continuidade ao plano da loira, estava colocando tudo em jogo mas sentia que estava fazendo a coisa certa.

Quirta-feira 10/03/12
13:12 da tarde

Itachi estava caído no chão daquela sala de interrogatório já fazia uns minutos, estava sem forças para continuar, na verdade não queria mais continuar, estava tudo perdido. Estava preso e não poderia completar as provas para conseguir o endereço de onde estava seu filho, lagrimas começaram sair dos olhos do homem, havia falhado novamente, primeiro perdeu Janson, perderá Greci e agora havia perdido Shun.

Ele não vai falar... - ouviu um dos guardar falar para o ruivo que o espancava.

O desgraçado vai ter que abrir essa maldita boca. - falou o ruivo. - deixe ele ai, vou dar um tempo para você...quando eu voltar é melhor começar a falar.

Antes de sair deu mais um chute no homem caído e saiu da sala o deixando sozinho, fechou os olhos e rezou para que acabasse logo, se não conseguisse sair dali que morresse pois não iria aguentar viver novamente com culpa. A porta se abriu e Itachi não se moveu, esperou o ruivo começar novamente os insultos e as agressões, se assustou quando a pessoa que entrou o ajudou a levantar.

Sasori está fora de si. - falou a voz que o ajudará, quando ele olhou viu que era o outro ruivo que estava na sala no começo.

Eu não sei...de nada... - disse fazendo o ruivo o encarar.

Eu sei. - e o que o surpreendeu mais foi quando viu o ruivo abrir as algemas. - Isso vai custar minha carreira, mais se não fizer nada vai custar minha consciência.

Como? - o ruivo entregou um casaco de chuva da policia.

Coloque isso e cubra a cabeça, uma amiga estará distraindo Sasori e os outros, vai direto não pare, não olhe para nenhum lugar. - falou o ruivo indo até a porta e a abrindo para olhar.

Por que está fazendo isso? - perguntou Itachi ainda não acreditando no homem.

De alguma forma, acho que o único que pode salvar seu filho é você. - falou o ruivo. - só não me mostre que estou errado.

O...Ok. - falou e fez o que ele disse.

Se cobriu como pode e saiu seu coração estava aos saltos, suas pernas parecia chumbo mais não vacilou, andou como calma e precisão. Podia ver o tal de Sasori ele estava conversando com uma policial loira, ela sorria e olhava para o ruivo, que se não tivessem no ambiente de trabalho ele estaria alisando ela. Passou com os passos decididos e quando chegou na entrada da delegacia sentir um medo, três policiais estavam vindo em sua direção, pensou em voltar mais lembrou o que o ruivo tinha dito "continue e não pare" e foi o que fez, quando sentiu a chuva em seu rosto pode em fim sorrir, sua esperança tinha voltado, e tinha ganhado mais uma chance para salvar seu filho.

Quirta-feira 10/03/12
13:30 da tarde.

A garoa estava fraca mais ainda dava para se molhar, Hinata dirigia pela cidade esperando uma ligação, parou em uma lanchonete e almoçou, quando estava saindo o telefone tocou.

Hinata. - atendeu rápido.

Oi Hi, conseguir o nome e o endereço do dono daquele apartamento que você me disse. - falou um homem do outro lado da linha.

Que bom Kiba, e qual o nome? - ela havia pedido a um amigo que era da policia conseguir saber de quem era aquele predio que Itachi tinha ido.

Ele se chama Shino Aburame, ele tinha uma clinica naquele predio mais já foi desativado uns 2 anos, está totalmente abandonado. - informou o amigo.

Certo...e onde posso encontra-lo? - perguntou a mulher saindo para o estacionamento.

Pera ai...- pode ouvir o sons de teclado enquanto ele pesquisava. - Ele se encontra na rua Fraun 420.

Obrigadi Kiba, te devo uma. - falou sorrindo.

Certo, tome cuidado Hi, esse homem é perigoso, ele é um medico que vende remédios sem receita para qualquer um, e mexe com contrabando também. - avisou o amigo.

Pode deixar, vou me cuidar. - desligou o telefone e subiu na moto indo para o endereço que havia coseguido.

O bairro não ficava muito longe mais era distante da cidade, parou em frente a casa onde Kiba tinha dito que era, parecia uma vizinhança tranquila. Desceu da moto e foi em direção a porta tocou a campainha e aguardou, depois de alguns minutos a porta se abriu, o homem era de dar medo, usava um óculos escuro, e um jaleco de medico.

Pois não? - falou com uma voz fria.

Você é o homem que vende remédios sem receita? - perguntou a mulher fazendo ele a encarar desconfiado.

Não sei do que está falando... - foi fechando a porta.

Por favor, eu te imploro, preciso de calmantes para dormi, tenho insônia crônica. - pediu fazendo o homem a encarar novamente. - eu posso pagar.

Dentro da casa era mais estranho ainda, sem muitos moveis apenas um sofá e uma mesa simples, ele acompanhou até a sala e preparou uma bebida.

Então como sou de mim? - perguntou o homem.

Sabe...uns amigos...eles moram na Rua Streew 232, perto de uns prédios abandonados... - falou o nome mais o homem mostrou-se indiferente.

Beba, vai passar o frio. - entregou um copo para ela.

Obrigada, eu estava precisando de alugar um apartamento, perto da Rua Streew, sabe vi que tem muitos prédios abandonados, ai me disse que você era dono de um lá...gostaria de saber se não queria alugar para mim. - ele a encarava.

Não tenho mais prédios lá, todos estão alugados. - disse fazendo ela sorrir. - não vai beber?

Err...estou dirigindo... - falou notando a cara dele. - será que pode pegar a receita e os remédios?

Claro, já volto. - disse colocando o copo de lado e saindo da sala deixando-a sozinha.

Ela colocou o copo de lado e passou a procurar alguma coisa que poderia servi, abriu algumas gavetas e não encontrou nada a não ser papel de contas, olhou em volta e notou que havia duas portas, sem medo entrou em uma e deu no quarto do homem, era totalmente horrível, havia quadros de pessoas mortas, vidros de bichos mortos, olhou na cômoda e quando estava se virando para ir encontrou um cartão de uma boate, pegou-o e o olhou, "Bob's Green, Zabuza", sem pensar colocou no bolso e saiu do quarto rapidamente, se esperar o homem voltar foi embora deixando a porta aberta, subiu na moto e foi embora, sabia que o homem era louco, e sentia que ele havia colocado algo na bebida e ficará desapontado quando era recusará a beber.

Havia conseguido uma pista, por mais que não fosse nada pelo menos iria tentar ajudar Itachi, seja no que for iria descobrir quem estava fazendo aquele jogo.

Quirta-feira 10/03/12
14:00 da tarde.

Nagato dirigia o carro tentando ignorar a irritação de estar indo ver uma prova com Kona, havia tentando mantê-la afastada mais era impossível, ela não iria desistir, então ali estava ele, dirigindo a uma loja artigos antigo de um velho amigo, Jiraiya.

Vamos descobri que maquina de escrever foi usada para fazer o envelope que seu marido recebeu no dia que ele sumiu. - explicava o homem.

E o que isso vai nos ajudar? - perguntou a mulher.

Depende da maquina, se for uma que é antiga, só iriam conseguir peças na loja de Jiraiya, e ele provavelmente tem o registro dos clientes. - explicou quando parou em frente uma loja velha.

Ai poderíamos chegar no homem que mandou a carta. - falou ela animada.

Assim que entraram na loja viu que estava deserta, enquanto Konan ficou olhando a loja ele foi buscar o velho amigo, o encontrou consertando um velho relógio, não havia percebido que havia gente na loja.

Jiraiya... - o chamou fazendo o velho virar.

Nagato! Meu Deus quanto tempo...como vai? - perguntou se levantando para cumprimenta-lo.

Bem, sabe como é...trabalhando para variar. - respondeu o homem sorrindo, o velho olhou e notou a mulher.

Moça? - perguntou

Ela está comigo, estamos atrás de pistas do assassino do origami. - explicou Nagato.

Pensei que tinha saído da policia. - falou o velho sorrindo.

Sou detetive particular agora, preciso de umas coisinhas. - falou ele tirando o envelope do bolso.

O que quiser. - entregou ao velho.

Poderia me dizer que maquina foi usada? - perguntou.

Poderia pegar a lupa para mim? Já não vejo como antes. - Nagato vou até a mesa do amigo e pegou a lupa entregando para ele.

O que pode me dizer. - o velho examinou o envelope.

Ele foi escrito em uma KX8, uma antiga maquina usada apenas em correios, é difícil achar alguma que ainda funciona. - revelou o senhor fazendo Konan se aproximar.

Se é difícil achar, a pessoa que usou teve que comprar a peça para poder usa-la. - disse ela.

Sim, mais onde vende? - Nagato perguntou.

Eu acho que tenho umas peças aqui. - revelou o velho fazendo a mulher sorrir.

Então ele pode ter vindo aqui, Nagato estamos perto. - falou ela animada.

Sim, você tem o registro dos clientes? - perguntou o detetive.

Sim, está lá atrás já volto. - o velho foi atrás do papel.

Konan sorriu e foi dar uma volta pela loja, havia tantas coisas antigas, relógios, caixas de musicas, pulseiras, colares, olhando as coisas não prestou atenção em nada.

Jiraiya está demorando. - falou Nagato depois de alguns minutos em silencio.

Será que encontrou os registros? - perguntou ela se aproximando.

Nagato então decidiu ir procurar o velho amigo o fundo da loja não era assim tão longe, e assim que entraram na pequena sala que seria o escritório do velho teve uma surpresa.

Jiraiya! - o velho estava caído no chão, o sangue em volta da cabeça revelava que ele tinha sido atingido em cheio.

Como...como isso pode ter acontecido? - falou Konan tentando pensar.

Não importa... - olhou em volta e notou que o telefone estava fora do gancho. - Precisamos sair daqui.

Por..porque? - quis saber a mulher.

Alguém ligou para a policia para tentar nos incriminar. - falou ele pegando um lenço do bolso. - Pegue um lenço e limpe tudo que você encostou.

Mas... - ele a encarou.

Se a policia pegar nos aqui, será o fim das investigações. - falou ele limpando o telefone, e o balcão onde ele tinha colocado a mão.

Limpou os copos e a lupa que havia pego, ajudou Konan a limpar a vitrine onde ela tinha colocado a mão, então antes de sair ela foi até o corpo do velho novamente.

O que está fazendo? - perguntou quando viu ela revirando o corpo do homem.

Os registros, precisamos pegar. - respondeu ela procurando, quando encontrou sorriu.

Vamos logo. - saíram o mais rápido que conseguiram.

Quirta-feira 10/03/12
15:10 da tarde.

Gaara dirigia o mais rápido que conseguia havia feito a ultima coisa que imaginou que faria, libertar um suspeito. Sorriu ao pensar na cara de Sasori quando visse que Itachi não estava mais ali, não havia ficado para ver, não por medo mais havia conseguido uma pista, as marcas do pneu finalmente tinha dado resultados, era um Malibu 350 azul.

Uma oficina na zona sul. - Ino havia dito quando perguntou sobre um endereço.

Certo... - ele falou pegando o casaco e indo para a porta.

Gaara. - ela o chamou e ele teve que parar.

Sim. - ela estava tendo um forte domínio sobre ele, e isso era ruim.

Tome cuidado, Kisame é o dono daquela oficina, ele está em condicional, mas é muito perigoso. - alertou ela se aproximando dele.

Sei me cuida... - ela o tocou no rosto fazendo ele fechar os olhos.

Eu sei... - ela disse sorrindo então o beijou, ele não resistiu, ele queria, ele precisava.

"Droga, preciso acabar logo com isso e ir embora o mais rápido, não posso me dar ao luxo de me envolver"

A oficina apareceu no campo de visão e ele sorriu, o tempo havia se firmado por uns minutos, mais alguns raios eram vistos no céu sinal que viria uma forte chuva. Parou o carro e desligou o motor, olhou em volta e viu que o havia um homem no trator, pegou a arma e saiu do carro, assim que entrou na oficina o homem se aproximou. Ele tinha uma cara nada amigável, era alto e muito forte.

O que faz aqui? - perguntou o homem.

Sou o Agente Gaara do FBI. - mostrou o distintivo fazendo o homem fazer uma careta. - Queria saber sobre um cliente seu.

Não sei de nada, e estou limpo, então pode dar meia volta e ir embora. - falou ele dando as costas.

Kisame se você não me ajudar posso dizer que está impedindo a ajuda a policia, e isso ajudaria a coloca-lo novamente atrás das grades. - falou Gaara.

Que se dane, não tem nada contra mim. - voltou para pátio deixando Gaara sozinho.

Gaara sem desistir colocou o óculos ARN e começou a procurar pistas, encontrou marcas de pneus, algumas manchas de óleo, e a cada passo que dava encontrava marcas de sangue, indo mais para o fundo da oficina encontrou marcas de tinta azul, e a marca de pneu era compatível com as que tinha na cena do crime.

O assassino esteve aqui... - falou ele então encontrou um rastro de sangue que dava para um tanque, ao se aproximar viu que ali havia uma caveira humana.

Isso foi um de seus amigos curiosos. - a voz de Kisame o surpreendeu e quando ele virou foi acertado com um ferro no rosto.

OS dois começaram então a lutar, Gaara tentava se defender o quanto podia mais Kisame era forte e cheio de fúria, o acertou dois socos mais mesmo assim ele não caiu, então ele puxou a arma e atirou acertando o homem no braço.

Chega! - gritou Gaara.

Calma...eu...não sei de nada... - disse ele levantando as mãos.

Chega dessa merda, você vai abrir a sua maldita boca e começar a falar. - disse Gaara apontando a arma.

Não tenho medo de levar tiro. -falou ele rindo, então Gaara apontou para uns tanques de gasolina.

Então deve ter medo de explodir. - falo ele fazendo0 Kisame ficar sem ação.

Isso...você morreria também. - disse ele.

Não, agora vai abrir essa boca e me dizer! Alguém trouxe um Malibu 350 da cor azul para cá? - gritou o ruivo.

Eu não sei de nada, eu apenas fiz o que me mandaram. - respondeu o homem.

Quem te mandou? - havia conseguido.

Não sei, eu nunca falei com ele pessoalmente, apenas pelo telefone,eu tinha que pegar o carro e me desfazer dele. - disse ele.

Deve ter alguma pista melhor que isso! - engatou a arma fazendo o homem gritar.

Eu busquei o carro em um boate! "Bob's Green, Zabuza" - revelou o homem.

Otimo...não foi tão difícil assim... - falou dando um sorriso, mais sua visão ficou braça, então teve que se segurar para não cair.

Droga estava usando demais o ARN e isso estava afetando sua saúde, precisava terminar logo com esse caso antes que acabasse morrendo por causa disso. Saiu dali e tentou dirigir, precisa chegar nessa boate, sabia que ali teria mais respostas, e com a chuva começando a cair ele foi em direção à cidade.

Quirta-feira 10/03/12
16:00 da tarde.

Nagato estava sentado em um banco da delegacia da cidade, depois de tentar sair da cena do assassinato do seu velho amigo, a policia havia pego eles, e agora ele estava tentado limpar a sujeira.

Velho Nagato. - uma voz conhecida o chamou atenção, quando viu Sasori se aproximou. - Que foi que aprontou hem?

Olá Sasori, quanto tempo. - cumprimentou sorrindo.

O que faz por aqui? - ele explicou para o ruivo que quando acabou riu.

É pode me chamar de velho. - falou devido ao fato de ter sido pego.

Tudo bem, pode ir, estamos mais preocupados com outra coisa. - disse o ruivo se levantando - tivemos uma fuga.

Sinto muito, espero que consiga pega-lo. - falou Nagato dando um ultimo aperto de mão e se virou para ir embora.

Hei Nagato. - ele se virou - está trabalho em algo?

Hm nada de importante. - disse sorrindo.

Certo, se cuida se precisar de alguma coisa pode contar comigo. - falou o ruivo.

Entrou no carro onde Konan estava esperando não se importou com as perguntas da mulher, queria ficar em silencio, precisava pensar, havia sido pego em uma cena de crime, e por sorte isso não havia atrapalhado sua investigação.

O que aconteceu Nagato? - perguntou a mulher mais alto chamando a atenção do homem.

Aconteceu que passamos um passo de sermos presos. - falou ele irritado

E isso é culpa minha? - perguntou ela irritada também.

Falei para não mexer em nada, falei para ficar em sua casa, deixar comigo que eu iria resolver isso. - respondeu ele fazendo ela rir sem vontade.

Escuta eu já disse que estamos juntos nisso! É o assassino do meu filho! - gritou ela.

E em que você vai ajudar? Vai apenas atrapalhar. - disse ele fazendo ela o olhar com ódio.

Para o carro. - ordenou ela, ele a ignorou - eu disse para parar o maldito carro!

Ela avançou para cima de Nagato e puxou o volante fazendo-o ele perder o controle, derrapou e por sorte não bateu no poste.

Ficou maluca? - gritou ele irritado.

Você não sabe como me sinto. - disse ela olhando para ele, então saiu do carro fazendo ele ficar sem palavras.

A chuva cai forte e a cidade estava deserta ele continuou no carro enquanto ela caminhava para longe, poderia ligar o carro e ir embora deixar ela ali, não iria acontecer nada. Mas algo dentro dele dizia para ele ir até ela, afinal a dor de ter pedido o filho parecia estar visível a cada passo que a investigação dava. Suspirou e saiu do carro para se aproximar da mulher.

Volta pro carro... - falou ele quando chegou perto da mulher.

Você não entende... - disse ela parando mais sem virar para ele. - De querer estar com ele e não poder, não entende a dor de saber que aquele pequeno ser, que você criou, que você gerou dentro de você, viu ele crescer pouco a pouco, saber que alguém o tirou de você por simples prazer...

Você...tem razão eu não sei o que você sente, nunca tive filho, mais já perdi alguém bem próximo de mim. - disse ele dando mais um passo para perto da mulher. - não há palavras que nos console nessas situação, eu estou tentando fazer de tudo, e o que aconteceu aqui hoje...só prova uma coisa.

O que? - ela se virou e ele sorriu.

Que estamos perto, e a cada passo que damos chegamos mais perto ainda, a ponto dele querer eliminar pessoas próximas. - por alguma razão ele estendeu a mão direita e tocou o rosto da mulher - e isso me assustou...

Por...porque? - perguntou ela fechando os olhos com o contato dele.

Porque isso significa que você corre o risco também. - falou ele num sussurro. - não vou, não quero que nada aconteça com você...

Eu sei...você cuidará de mim. - disse sorrindo, então ele se aproximou e tomou seus lábios.

Não sabia o porque estava fazendo isso mais sabia que queria ter feito isso muito tempo atrás, o gosto dos lábios dela eram doces, ele a apertou contra o peito e ela se entregou naquele momento. Voltaram para casa depois daquela cena, assim que chegaram eles trocaram novamente um beijo seguindo por mais caricias até os dois se renderem ao prazer.

Deitados nus na cama de Nagato ficaram em silencio cada um em seus pensamentos, quando Konan adormeceu ele se levantou com cuidado e foi até a sala, olhou pela janela tentando entender o que estava acontecendo, nunca havia deixado alguém chegar tão perto dele, teve casos mais nenhum durará mais que um mês, era um solteirão convicto e gostava disso, mas agora se sentia estranho, claro que Konan era uma mulher da vida, mais haviam compartilhado aquele momento como se fossem duas pessoas diferentes, se sentia estranho.

Tudo bem Nagato. - a voz dela o fez se virar.

Pensei que estava dormindo. - falou ele reparando que ela havia colocado um roupão.

Um pouco, eu...precisamos ver o caderno de registro. - lembrou ela indo até a mesa e pegando o pequeno caderno.

Isso pode durar dias, meses. - falou ele se ajuntado com ela.

Podemos ir cortando algumas coisas, por exemplo os mais recentes, não deve ter tantas pessoas assim que foi restaurar uma maquina antiga. - então os dois deixaram seus temores de lado e passaram a trabalhar.

Já era noite quando finalmente havia chegado em um nome.

Pain Shimura. - falou Konan.

Porque acha que é esse homem? - perguntou o homem.

Ele aparece mais de uma vez na lista, e pelo que percebi parece ser em datas perto dos assassinatos. - revelou ela fazendo ele a encarar surpreso - que foi?

Estou surpreso, você já pensou em fazer parte da policia? - ela riu fazendo ele rir também.

Agora só procurar esse homem e podemos estar um passo de encontrar com o assassino do origami. - falou ela feliz.

Sim, mais agora temos outra coisa para fazer. - dizendo isso a puxou fazendo-a se levantar e a beijou.


Olá Minna ^^

Queria pedir desculpas pelos erros de português, sou péssima nisso, mas acho que da para entender...
Peço também desculpas para aqueles que conhece esse jogo e acham uma besteira a fic.

Obrigado à:

Miiya-chan

Espero que gostem...

Até o próximo ^~^/