Desculpem-me se houver algum erro. Bella fazendo o que não devia com o Edward! Espero que gostem do capítulo.
Capítulo 7
Depois de pensar sobre isso durante um tempo, decidi que ser a Duff tinha muitos benefícios.
Benefício número um: não precisa se preocupar com seu cabelo ou maquiagem.
Benefício número dois: nenhuma pressão para agir de maneira legal – não é você que está sendo observada.
Benefício número três: nenhum drama com os garotos.
Descobri o benefício número três enquanto estávamos assistindo Desejo e Reparação no quarto da Alice. No filme, a pobre Keira Knightley tem que passar por toda essa maldita tragédia com James McAvoy, mas se Keira não fosse atraente, ele nunca teria olhado para ela. Ela não teria ganhado um coração partido. Depois de tudo, todos sabemos que esse lengalenga de "é melhor ter amado e perdido..." é um peso de merda.
Esta teoria se aplica a vários filmes, também. Pense nisso. Se Kate Winslet tivesse sido a Duff, Leonardo DiCaprio não teria ido atrás dela em Titanic e nós teríamos poupado varias lágrimas. Se Nicole Kidman fosse feia em Cold Mountain, ela não teria que ter se preocupado por Jude Law quando ele foi para a guerra. A lista é interminável.
Tenho visto as minhas amigas passarem por dramas com garotos o tempo todo. Normalmente, as relações terminam com elas chorando (Alice) ou gritando (Rosalie). Eu só tive meu coração partido uma vez, mas tinha sido mais que suficiente. Então de verdade, vendo Desejo e Reparação com as minhas amigas me fez perceber o quão agradecida eu deveria ser por ser a Duff. Bastante foda, não?
Desafortunadamente, ser a Duff não me salvava de experimentar dramas familiares.
Cheguei em casa por volta de uma e meia da tarde do dia seguinte. Ainda estava me recuperando da festa de pijamas – onde ninguém tinha dormido – e eu mal podia manter os olhos abertos. No entanto, a visão da minha casa em um estado de completa devastação me acordou instantaneamente. Cacos de vidro espalhados pelo chão da sala, a mesinha de café estava de cabeça para baixo, como se tivesse sido chutada, e - demorei mais ou menos um minuto para me dar conta disso - garrafas de cerveja estavam dispersas por toda a habitação. Por um segundo fiquei gelada na porta, preocupada que tivesse sido um assaltante. Então escutei os fortes roncos do meu pai em seu quarto através do corredor, e soube que a verdade era ainda pior.
Não vivíamos em uma casa museu, então era perfeitamente aceitável ficar calçado enquanto caminhava pelo tapete. Hoje era indispensável ficar calçado. Cacos de vidro, que eu suponho que procediam de vários porta-retratos quebrados, rangiam abaixo dos meus pés enquanto ia à cozinha para pegar uma sacola de lixo – seria necessária para limpar todo esse caos.
Me senti estranhamente entorpecida enquanto me movia pela casa. Sabia que devia estar surtando. Quero dizer, meu pai tinha estado sóbrio pelo menos por quase dezoito anos, e as garrafas de cerveja deixavam bastante claro que essa sobriedade estava em perigo. Mas eu não sentia nada. Talvez por que eu não sabia como devia me sentir. O que poderia ter sido tão ruim para que ele tivesse uma recaída depois de tanto tempo?
Encontrei a resposta na mesa da cozinha, cuidadosamente escondida em um envelope pardo.
— Papéis de divórcio, — eu murmurei enquanto examinava o conteúdo do pacote aberto. — Que porra? — Fiquei olhando a assinatura da minha mãe em estado de choque. Quero dizer, sim, eu meio que imaginava o fim chegando - quando sua mãe desaparece por mais de dois meses, você acaba tendo aquele pressentimento - mas agora? Sério? Ela nem sequer tinha me ligado para me avisar! Nem ao papai. — Merda, — eu sussurrei, meus dedos tremendo. Papai não tinha previsto isso. Deus! Não era de estranhar que ele se embebedasse de repente. Como a mamãe pode fazer isso com ele? Com nós dois?
Foda-se. Sério. Que ela se foda.
Joguei o envelope para o lado e fui para o armário onde guardamos as coisas de limpeza, lutando contra as lágrimas que me ardiam os olhos. Peguei um saco de lixo e fui para a devastada sala de estar.
Me bateu tudo de uma vez, fazendo crescer um nó na minha garganta enquanto alcançava uma das garrafas de cerveja vazia.
Mamãe não ia voltar para casa. Papai estava bebendo de novo. E eu estava literalmente recolhendo os pedaços. Juntei os fragmentos de vidro maiores e as garrafas vazias e os atirei na sacola, tentando não pensar na minha mãe. Tentando não pensar sobre como ela provavelmente teria um bronzeado perfeito. Tentando não pensar no atrativo latino de vinte e dois anos que ela provavelmente estava pegando. Tentando não pensar na perfeita assinatura que ela tinha utilizado nos papéis do divórcio.
Eu estava com raiva dela. Com tanta, tanta raiva. Como ela pôde fazer isso? Como ela pôde simplesmente enviar os papéis do divórcio? Sem vir para casa, nem nos avisar. Ela não sabia o que isso faria ao papai? E ela nem sequer tinha pensado em mim. Ser deixada sozinha se chamava me preparar para isso.
Justamente então, enquanto dava a volta ao redor da sala, me dei conta que odiava minha mãe. Odiava-a por sempre estar fora. Odiava-a por ter nos chocado com esses papéis. Odiava-a por machucar o papai.
Enquanto levava a sacola de lixo cheia de porta-retratos destroçados para a cozinha, me perguntei se meu pai tinha querido de verdade quebrar aquelas lembranças, aquelas que as fotos tinham capturado de meu pai e minha mãe juntos. Provavelmente não. Essa é a razão pela qual ele precisou do álcool. Quando inclusive isso não conseguiu apagar o rosto de minha mãe de sua mente, ele teve que destruir a sala como um bêbado louco.
Eu nunca tinha visto meu pai beber, mas eu sabia por que ele tinha parado. Algumas vezes, quando eu era menor, eu tinha ouvido ele e a mamãe falarem sobre isso. Aparentemente o papai tinha um mau temperamento quando estava bêbado. Tão mau que minha mãe tinha se assustado e implorado para ele parar. O que eu suponho que explicava a mesa de café virada.
Mas a ideia de meu pai bêbado... simplesmente não tinha lógica. Quero dizer, nem sequer podia imaginar o meu pai usando uma palavra mais ofensiva que maldição. Mas um temperamento ruim? Eu não conseguia imaginar.
Eu só esperava que ele não tivesse se cortado com nenhum caco de vidro. Quero dizer, que eu não o culpava por isso. Eu culpava a minha mãe. Ela tinha feito isso com ele. Indo embora, desaparecendo, não ligando, não avisando. Ele não teria recaído se não tivesse visto aqueles estúpidos papéis. Ele estaria bem. Assistindo televisão e lendo o Diário de Hamilton. Não estaria dormindo bêbado.
Eu fico dizendo a mim mesma para não chorar enquanto colocava a mesa de café de novo em seu lugar, e aspirava os restos de cacos de vidro do tapete. Eu não podia chorar. Se eu chorasse, não teria nada a ver com o fato que meus pais estivessem se divorciando. Isso não era uma surpresa. Não teria nada a ver com o fato de sentir falta da minha mãe. Ela tinha ido embora faz muito tempo para isso. Eu nem sequer ficaria de luto pela família que uma vez eu tive. Eu estava feliz do jeito que a vida estava, só meu pai e eu. Não. Se eu chorasse, teria sido de raiva, de medo ou por algo totalmente egoísta. Poderia ter chorado pelo que significava para mim. Eu tinha que ser a adulta agora. Eu tinha que cuidar do papai. Mas naquele momento, minha mãe, vivendo como uma estrela em Orange County, estava agindo egoisticamente o suficiente por nós duas, então eu teria que deixar de lado as lágrimas.
Eu estava guardando o aspirador na lavanderia quando começou a tocar o telefone sem fio.
— Alô? — eu disse no fone.
— Boa tarde, Duff.
Oh, merda. Tinha esquecido que tinha que trabalhar com Edward no estúpido relatório. De todas as pessoas que poderia ver hoje, por que tinha que ser justamente ele? Por que esse dia tinha que ficar pior?
— São quase três horas, — ele disse. — Estou quase pronto para ir até a sua casa. Você me disse para te ligar antes de sair... Só estou sendo considerado.
— Você nem sequer sabe o que significa isso, — olhei para o corredor em direção aos roncos de meu pai. A sala, embora já não fosse uma armadilha mortal, ainda estava desordenada, e não tinha nenhuma forma de saber de que humor se levantaria o meu pai. Eu só sabia que provavelmente não ia ser bom. Eu nem mesmo sabia o que eu diria para ele. — Olha, pensando bem, eu vou para sua casa. Te vejo em vinte minutos.
Toda cidade tinha uma casa desse tipo. Sabe, a que é tão incrivelmente bonita que simplesmente não se encaixa. A casa que é tão esplêndida que parece como se os donos estivessem esfregando a riqueza deles na sua cara. Toda cidade no mundo tem uma casa especial como aquela, e em Hamilton aquela casa pertencia à família Cullen.
Não sei se tecnicamente a poderia chamar de mansão, mas a casa tinha três andares e duas varandas. Varandas! Milhões de vezes tinha ficado olhando abobalhada enquanto passava com o carro, mas nunca pensei que chegaria a entrar. Em qualquer outro dia, eu estaria um pouco animada para ver o interior (claro que nunca teria dito isso a ninguém), mas estava tão absorvida pensando nos papéis do divórcio que estavam na mesa da cozinha que só podia me sentir ansiosa e miserável.
Edward se encontrou comigo na porta da frente, com um irritante sorriso de confiança em seu rosto. Apoiou-se no marco da porta, com os braços cruzados sobre seu amplo peito. Ele estava usando uma camisa azul escura de botões com as mangas enroladas até o cotovelo. E claro que tinha deixado uns quantos botões sem abotoar. — Olá, Duffy.
Ele sabia o quanto me irritava esse nome? Lancei um olhar até o caminho de entrada que estava vazio com exceção do meu Saturn e seu Volvo. — Onde estão os seus pais? — Eu perguntei.
— Saíram, — ele respondeu com uma piscada. — Parece que só estamos você e eu.
O empurrei para dentro e passei a um amplo vestíbulo, revirando os olhos com desgosto. Uma vez que meus sapatos estavam posicionados perfeitamente no canto, me virei para o Edward, que estava me olhando com um vago interesse. — Vamos acabar com isso de uma vez.
— Não quer fazer o grande tour pela casa?
— Na realidade não.
Edward deu de ombros. — Você que perde. Me siga. — Ele me guiou até a enorme sala de estar, que provavelmente era tão grande quanto o refeitório de Hamilton High. Dois grandes pilares sustentavam o teto, e três sofás de cor bege junto a dois adoráveis assentos, estavam arrumados pela sala. Em uma parede vi uma enorme televisão de tela plana, e na outra uma gigantesca lareira. O sol de janeiro entrava pelas janelas que se estendiam desde o teto até o chão iluminando toda a sala de uma maneira cálida e natural. Mas o Edward virou e começou a subir as escadas, se afastando da confortável habitação.
— Aonde você está indo? — perguntei.
Ele me olhou por cima do ombro com um suspiro exasperado. — Ao meu quarto, claro.
— Não podemos fazer o trabalho aqui embaixo? — perguntei.
Os cantos de sua boca se curvaram ligeiramente para cima enquanto enganchava um dedo em seu cinto. — Poderíamos Duff, mas iremos muito mais rápido se eu digitar, e meu computador esta lá em cima. Você é quem disse que queria acabar com isso de uma vez.
Gemi e subi pisando forte. — Tudo bem.
O quarto de Edward estava no último andar, um dos quartos com varanda, e era maior que a minha sala de estar. Sua cama king-size não estava feita ainda e tinha capas de vídeo games atiradas pelo chão ao lado de seu PlayStation 3, o qual estava conectado a uma televisão enorme. Surpreendentemente, o quarto cheirava bem. Era uma mescla entre seu perfume Burberry e roupa recém lavada, como se tivesse deixado a roupa lavada por ali ou algo assim. A estante à que Edward se dirigia estava cheia de livros de diferentes autores, desde James Patterson a Henry Fielding.
Edward se curvou para olhar a estante, e eu afastei o olhar de suas calças Diesel enquanto ele puxava sua própria cópia de A Letra Escarlate da estante e se sentava em sua cama. Ele gesticulou para que me unisse a ele, e eu fui, relutantemente. — Certo, — ele disse, folheando distraidamente seu livro de capa dura. — Sobre o que devemos escrever no trabalho? Alguma ideia?
— Eu não-
— Eu estava pensando que poderíamos fazer uma análise da Hester, — ele sugeriu. — Parece clichê, mas me refiro a uma análise mais profunda do personagem. Principalmente, por que ela teve um caso? Por que ela dorme com Dimmesdale? Ela o amava, ou simplesmente era promíscua?
Eu revirei os olhos. — Oh meu Deus! Você sempre vai pela resposta mais fácil? Hester é muito mais complicada que isso. Nenhuma dessas opções demonstra nenhuma imaginação.
Edward me olhou com uma sobrancelha levantada. — Certo, — ele disse lentamente. — Se você é tão inteligente, então por que ela fez isso? Me ilumine.
— Por distração.
Ok, talvez fosse um pouco louco, mas eu seguia vendo esse maldito envelope pardo. Pensando na vagabunda egoísta da minha mãe. Seguia me perguntando o que significava que meu pai estivesse bêbado pela primeira vez em dezoito anos. Minha mente buscava qualquer coisa, qualquer uma, que me distraísse desses pensamentos tão dolorosos, então, era tão ridículo pensar que Hester estivesse se sentido da mesma maneira? Ela estava sozinha, rodeada de puritanos hipócritas, e casada com um cara inglês esquisito e que estava ausente.
— Ela só queria algo que a distraísse de toda a merda que havia em sua vida, — murmurei. — Uma via de escape...
— Se esse for o caso, não funcionou muito bem para ela. O tiro saiu pela culatra no final.
Na realidade não estava escutando. Minha mente tinha voltado a uma noite não muito tempo atrás, quando encontrei uma maneira de afastar as preocupações de minha cabeça. Lembrei a maneira em que meus pensamentos tinham ficado silenciosos, deixando que meu corpo tomasse o controle. Lembrei do êxtase do nada. Lembrei como, mesmo depois que acabou, que eu estava tão concentrada no que tinha feito que minhas outras preocupações mal existiam.
— ... então eu suponho que essa ideia possa fazer sentido. Definitivamente é um ponto de vista diferente, e a Perkins gosta de criatividade. Poderíamos tirar dez. — Edward se virou para me olhar, e sua expressão ficou preocupada de repente. — Duff, você está bem? Está com o olhar perdido.
— Não me chame de Duffy.
— Certo. Você está bem, Bel-?
Antes que ele pudesse dizer meu nome, me aproximei dele. Rapidamente meus lábios se moveram contra os dele. O vazio mental e emocional tomou o controle no instante, mas fisicamente, eu estava mais alerta que nunca. A surpresa de Edward não durou tanto quanto tinha durado antes, e em questão de segundos suas mãos estavam em mim. Meus dedos se enredaram em seu suave cabelo, e sua língua se introduziu em minha boca e se converteu em uma nova arma em nossa guerra.
Mais uma vez, meu corpo tomou o controle completo de tudo. Nada mais existia em minha mente; nenhum pensamento irritante que me angustiava. Inclusive o barulho do aparelho de som do Edward, que estava tocando algum rock suave que não reconheci, se desvaneceu enquanto meu sentido do tato se aprofundava.
Eu era plenamente consciente da mão do Edward que subia pelo meu tronco para cobrir meu peito. Com esforço o afastei de mim. Seus olhos estavam arregalados enquanto se endireitava. — Por favor, não me bata outra vez, — ele disse.
— Cale a boca.
Eu poderia ter parado nesse momento. Poderia ter me levantado e ido embora do quarto. Poderia ter terminado com esse beijo, mas não o fiz. A sensação de entorpecimento da minha mente que consegui ao beijá-lo era tão eufórica, como se estivesse drogada, que não pude suportar que terminasse tão rápido. Eu podia ter odiado o Edward Cullen, mas ele tinha a chave para eu escapar, e nesse momento eu o queria... eu precisava dele.
Sem falar, sem hesitar, tirei a camiseta pela cabeça e a atirei no chão do quarto do Edward. Ele não teve oportunidade de dizer nada antes que eu pusesse as minhas mãos em seus ombros e o empurrasse sobre as suas costas. Um segundo mais tarde estava montada sobre ele e estávamos nos beijando de novo. Seus dedos desabotoaram o sutiã, que se uniu à minha camiseta no chão.
Eu não me importava. Não era consciente nem me sentia tímida. Quero dizer, ele já sabia que eu era a Duff, e não era como se eu tivesse que impressioná-lo.
Desabotoei a sua camisa enquanto ele tirava o prendedor do meu cabelo e deixava cair meus cachos mogno ao nosso redor. Rosalie tinha razão. Edward tinha um corpo maravilhoso. A pele se esticava sobre seu peito esculpido, e minhas mãos baixaram pelos seus musculosos braços com assombro.
Seus lábios se moveram pelo meu pescoço, me dando um tempo para respirar. Só podia cheirar seu perfume estando tão perto dele. Enquanto sua boca viajava por meu ombro, um pensamento me veio a cabeça. Perguntava-me por que ele não me tinha rechaçado, a mim, a Duff.
Então de novo, eu me dei conta. Edward não era precisamente conhecido por rejeitar nenhuma garota. E eu era a que deveria estar enojada.
Mas sua boca pressionou a minha outra vez, e esse pequeno e breve pensamento desapareceu. Atuando por instinto, puxei o lábio inferior do Edward com meus dentes, e ele gemeu suavemente. Suas mãos se moveram sobre as minhas costelas, me dando calafrios pela coluna. Êxtase. Puro e autêntico êxtase.
Só uma vez, enquanto Edward me virava sobre minhas costas, eu seriamente considerei parar. Ele olhou para mim, e sua mão perita alcançava o zíper dos meus jeans. Meu cérebro letárgico acordou, e me perguntei se as coisas não tinham ido muito longe. Pensei em tirar ele de cima, e terminar justamente nesse momento.
Mas, por que eu pararia agora? O que eu tinha a perder? Ainda, o que eu possivelmente podia ganhar? Como eu me sentiria dentro de uma hora... ou menos?
Antes que pudesse responder a essas perguntas, Edward tinha me tirado os jeans e a calcinha. Tirou uma camisinha de seu bolso (ok, agora que estou pensando nisso, quem leva camisinha nos bolsos? Na carteira, sim, mas no bolso? Bastante presunçoso, não acha?), e então suas calças já estavam no chão, também. De repente, estávamos fazendo sexo e meus pensamentos estavam em silêncio outra vez.
Aposto que estão chocadas! Quem diria que usar o Edward como via de escape iria tão longe.
Respondendo os reviews:
MandaTaishoCullen: Perguntas, e mais perguntas das quais não irei responder nenhuma, muahahahahahahaah! Já ouvi falar do filme. Te confesso que não sei se é uma adaptação desse livro já que incluíram uma vilã que nem existe no livro e, pelo trailer, parece que mudaram mais uma porção de coisa. Eu só espero que fique legal. Beijos.
kat Grace: Alec é irmão da Alice que teve uma participação muito importante na história da Bella. Esse trabalho realmente deu e ainda vai dar muito que falar. Tadinha da Alice, deixa a coitadinha ter esperanças. Rose a é muito legal mesmo. Beijos.
Lili D: Calma que já já entenderemos mais sobre essa história deles. Beijos.
cheiva: Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk não, não a igual a novela não. Tudo vai se desenrolando aos pouquinhos. Beijos.
Até domingo!
