Respondendo às reviews:
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cacau1005 – Isso é o que você pode chamar de híbrida, não? Pq a Bella não é duas coisas, ela é três! ;PP Pois é, não é? Maldade da Bella com o Ed, ele só queria ajudar... será que ela aceita a ajuda dele? Hein, hein, hein?? rsrs Vamos ver... ;PP
BjOoO Cacau1005!
Marydf Evans Cullen – Tudo bem, tudo bem, vamos considerar um meio certo para você então, ok? rsrs Ora, mas eu tinha que terminar o capítulo com uma tensão no ar! Para deixar minhas leitoras roendo a unha de ansiedade!! rsrs Eu sou má, pode falar! rsrs ;PP! Mas calma, próximo capitulo a caminho... bj!
Nanda Souza – Como? Você acha que os Cullen não vão deixar ela sair assim, numa boa? Esperta!! rsrs Mas... o que será que eles vão fazer?? ;PP bjs.
Thamy88 – Mais mistério??? Vou pensar em alguma coisa... ok? ;)
Dada Cullen – Que bom que gostou! ;P Está escrevendo uma fic tbm? E já postou? Vou querer lê-la...
Lyssa – Vai se aproveitar da situação, é? Ah, danada!! rsrs Vc ta escrevendo uma historia tbm? Isso é mt legal! Bem-vinda ao time das escritoras! Se é que tenho autoridade p te dar as boas vindas. ;PP rsrs O PC ta de mal com você? Ah que bom saber que o problema não é comigo. rsrs UAU! Quantas opções! Vou mandar um uni-duni-te e escolher um dos nomes para colocar, ok? Pelo menos agora não teremos mais problemas com isso. rsrs =D
keth masen cullen – Peguei de surpresa? Que bom! Adoro fazer isso! kkkkk Hum, entendi! Continua sendo muito maneiro o poder dessa Bella. Não precisa nem suar! É só lançar um olhar fatal e todo mundo fica inconsciente. rsrs O Ed? Quando ele desistiu de ajudar a Bella? Aquilo foi só o começo...
alekamasenhp – A Bella é mesmo bem cabeça dura, não? Mas calma, o Ed dá um jeito nela... ;) Quanto aos Volturi, aguarde, eles ainda vão demorar um pouquinho para entrar na trama... ;P bju.
SAMsamCullen – kkkkkkkkkk Eu não tenho culpa se a sua irmãzinha estava preocupada com você... * carinha de santo do pau-oco * kkkkkkkk Ah, mas relaxa não mas não dava para você saber o que ela realmente era... ^^ Então vc quer que a Bella deixe os Cullen ajudá-la? Hum... não vai ser muito fácil convencê-la, não... Poxa, eu nem tinha pensado na possibilidade dos Volturi levarem o Ed e a Alice, não, mas agora que você falou... até que não é uma má ideia! kkkkk! Provocar a sua morte? EU?! Magina! Sou tão bozinha... rsrs tah nem vc acreditou nessa... rsrs jah mandei meu e-mail p vc ok? bjus SAM
Nath Tsubasa Evans – É! BRUXA!! Sou criativa ou não? rsrs Pois é, minha Bella é muito altruísta! Pensa mais nos outros que nela mesma! Isso vai dar mais trabalho para o Ed conseguir convencê-la a não ir embora! Se ela vai reconsiderar no próximo capitulo? Hum... olha, não é bem um sim, mas também não é um não... entendeu?... acho que eu me enrolei... ¬¬' abafa! Vc vai entender quando ler o cap. ;) BJS, Nath
Sol Swan Cullen - =DD Gostou?? QUE BOM!! ^^ O Ed? Não se preocupa, não, ele vai tomar uma atitude... isso não quer dizer que ela vai aceitar numa boa, mas pelos menos ele vai tentar. ;PP
MiLa Pereira – *.* BRIGADA!! ^^ não elogia mt não senão vou ficar toda boba!... mentira elogia, sim que é muito para o EGO! kkkkkkkkkkk O desfecho? Vai ser fantástico! Deixa só eu pensar em um... ;PP bju mila
Paah Mary Burbarrye Maine – kkkk É verdade, a parte bruxa era mesmo praticamente impossível de acertar. Eu coloquei para justificar os poderes dela e não ficar muito previsível mesmo... rsrs BRIGADA!! ^^ Bjos, Mary.
Isa Stream – A Bella do mal? Magina! Mas boazinha ela é! ^^ bjus
T-T Jaque chan – OI!! Ela não é incrível? ^^ se os problemas vão acabar logo? Er... não exatamente... É verdade, a Bella chamou mesmo a atenção do Ed. Não só do Ed, mas de todos os Cullen! Ela pode! ^^ BJs
Bee Stream – Gostou da doideira? rsrs Eu tbm ADORO uma! ;PP BJUS!
Elise Garcia – devia, neh? Mas ela não é totalmente bruxa, só 1/3. ;) Pois é esse segredo jah foi revelado, mesmo. AI! Já ta querendo que a Bella seja capturada? Sua má! Brincadeirinha! rsrs bjinhos! ^^
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Desculpem pela demora, mas é que eu não estava numa semana muito criativa e desculpem tbm pelos reviews meia-boca, eu não consegui responder nada melhor...
¬¬'
Vou tentar melhorar no próximo capitulo ok?
XD
7. Cinco contra uma?
Eu saí em silêncio com meus pais da bela mansão dos Cullen sabendo que não veria mais Edward e sentindo uma estranha e sufocante dor no coração por isso.
O sol já havia se posto e uma chuva fina caía nessa noite fria em Forks.
Apesar de querer protegê-lo mantendo-o longe, uma parte de mim queria que ele tivesse insistido mais e que não tivesse se dado por satisfeito tão facilmente.
Mas ele fizera o certo. Eu não podia ser egoísta o suficiente para permitir que eles se arriscassem por mim. Afinal nenhum deles tinha haver com os meus problemas.
No entanto, isso não me impedia de ficar triste. Meus pais, percebendo meu estado de espírito, me abraçaram me dizendo palavras de consolo.
-- Não se preocupe, filha, tudo vai acabar bem – Charlie me disse.
Já estávamos chegando à orla da floresta. Já que meus pais vieram correndo, nós iríamos voltar para casa do mesmo jeito. Mas foi então que aconteceu algo que me surpreendeu.
-- Espera! – meu coração começou a disparar ao ouvir aquela voz.
Eu me virei e o vi se aproximando na frente sendo seguido pelo resto da família que se aproximava com um estranho sorriso no rosto.
-- Eu não posso fazer isso – Edward disse e eu o olhei sem entender. – Eu não posso deixar você... vocês enfrentarem isso sozinhos.
-- Pense na sua família.
-- Eu estou pensando. Eu os conheço e sei que eles estão dispostos a ajudar não importando o quão perigoso isso possa parecer. Além do mais, eu sei que se nós estivéssemos no seu lugar, vocês também insistiriam em nos ajudar.
-- Não! – menti tentando parecer convincente. – Nós nem... conhecemos vocês.
-- Alguém já disse que você mente muito mal? – Emmett perguntou rindo.
Eu o encarei tentando pensar em alguma desculpa. Mas não adiantava tentar negar. Eu era horrível mentindo mesmo.
-- Já – respondi por fim e ele riu. – Mas não é isso que importa.
Os sete Cullen nos encararam parecendo decididos.
-- Você ainda não sabe disso – Alice disse por fim. – Mas no momento em decidiu vir para Forks, selou o seu destino. Vocês três agora fazem parte da nossa família. E nós sempre protegemos a nossa família.
Eu os olhei surpresa e emocionada. Eu já gostava imensamente deles só por causa dessa incrível demonstração de coragem e lealdade. Mas eu ainda não queria que eles se machucassem ou pior, morressem por minha causa.
Suspirei cansada.
-- Vamos fazer o seguinte, então – resolvi tendo uma ideia maluca. – Eu proponho um teste.
-- Que tipo de teste? – Jasper perguntou desconfiado.
-- Vocês cinco contra mim. Se ganharem, me ajudam, se não, nós vamos embora e vocês seguem suas vidas.
Eles me olharam incrédulos.
-- É sério isso? – Emmett disse por fim. – Nós não podemos lutar contra você!
-- Entendam, para eu aceitar que me ajudem, preciso ter certeza de que vocês estão preparados. E para isso vocês vão ter que me vencer.
-- E porque você não desafiou nossos pais também? – Alice perguntou.
-- Não sei... achei que vocês iriam ficar constrangidos quando eu os derrotasse. Afinal eles são seus pais.
Eles me olharam surpresos. É, eu sei o que a minha frase havia parecido, mas essa era a intenção.
-- Você está bastante certa da sua vitória, não? – Rosalie comentou parecendo insatisfeita.
Sorri divertida. Até que era fácil deixá-los irritados. Dei os ombros em resposta ao seu comentário.
-- Eu posso – respondi despreocupada. – E aí, aceitam ou não?
-- Por mim tudo bem – a loira disse com os olhos faiscando de ódio.
Emmett e Jasper também confirmaram sem resistir ao desafio. Alice hesitou um pouco, provavelmente tentando ver algo no futuro sobre o resultado. No fim pareceu ver algo que a agradou e aceitou.
Eu olhei para Edward que ainda me encarava incerto. Ele parecia estar travando uma luta interna.
-- Só falta você – comentei. – Aceita?
Ele me encarou por alguns instantes.
-- É o único jeito, não é? – me perguntou.
-- É – confirmei.
Ele sorriu e eu também. Essa, sim, seria uma luta interessante.
-- Bem, então amanhã a gente se encontra numa clareira que eu achei a dez quilômetros ao sul daqui, vocês sabem onde fica, não? – perguntei.
Eles confirmaram e nós nos viramos para ir embora.
-- Vocês não acham melhor passarem a noite aqui? – Alice perguntou de repente.
Eu a encarei confusa.
-- Bem... é que quem quer que esteja te perseguindo vai seguir seu cheiro até a sua casa! – se explicou convicta. – Vocês ficariam mais tranquilos se estivessem conosco. Além do mais seriam dez contra um. Acho que por hoje, não teria problema, nós ajudarmos vocês... aí, amanhã, a gente decide como as coisas vão ser realmente.
-- Ela tem razão, Bella – minha mãe disse.
-- Pelo menos por essa noite, acho que não teria nenhum problema... – meu pai comentou.
Eu os olhei por um instante e depois me virei para os Cullen.
-- É... parece que eu estou em minoria por aqui.
Alice sorriu saltitante. Acho que ela já sabia do resultado dessa conversa... Já percebi que essa baixinha é bem perigosa.
Fomos para a casa deles e Alice mostrou onde iria dormir. Me emprestou uma roupa de Rosalie para que eu pudesse tomar um banho e descansar. Eu tinha certeza de que a loira não tinha me dado a roupa de bom grado, mas eu estava precisando, então ela que ficasse emburrada o quanto quisesse.
Fui até o banheiro e vi uma enorme banheira me chamando. Não resisti e fiquei quase uma hora lá relaxando o corpo e diminuindo consideravelmente o cansaço.
Saí de lá me sentindo outra pessoa. Peguei as roupas que Alice tinha separado e só então reparei nelas.
Mas o que era aquilo?!
Uma calça jeans muito justa para o meu gosto e uma blusa azul de alça fina e um decote um tanto quanto ousado... Ela queria o que com aquela roupa? Me matar de frio?! Tudo bem que eu não sinto muito frio, mas eu podia sentir, não é?
Vesti a roupa resmungando e reclamando em voz baixa. Não tinha outra escolha já que as minhas não estavam em um estado não muito "usável".
Nesse instante meu estômago roncou e eu senti aquele incômodo familiar e muito desagradável na minha garganta. Imediatamente esqueci minha irritação com Alice. Fazia quanto tempo que eu não comia nada?!
Desde que eu saí de casa para ir à faculdade!
Deus! Acabei de perceber que estou morrendo de fome! E pior numa casa cheia de vampiros que provavelmente não deve ter comida nenhuma!
Ô, azar, podia dar uma trégua, não é?
Saí do quarto à procura dos meus pais. Mal desci as escadas percebi que Edward me olhava encostado à porta da entrada com um sorriso torto.
Perdi o fôlego e senti meu coração falhar duas batidas. Eu estava tão distraída olhando para ele que nem vi por onde andava e tropecei no último degrau.
-- Você tem mesmo problemas de equilíbrio? – ele me perguntou me segurando pela cintura e ainda rindo. É, ele era rápido! E lindo. E charmoso. Ok, FOCO! – Eu achei que fosse disfarce.
-- Ah... – corei desviando os olhos. – É que quando eu me distraio, acabo não reparando por onde estou indo e tropeço.
-- E com o que você estava distraída agora? – o sorriso no rosto dele aumentou consideravelmente enquanto eu sentia meu rosto cada vez mais quente.
-- Com nada! Eu só... estava... procurando meus pais.
-- Não precisa se preocupar, Bella – Alice me disse surgindo não tenho a menor ideia de onde. – Eu já falei com seus pais. O Edward vai te levar para sair no volvo.
Eu a olhei sem entender.
-- E para que eu iria sair com ele?
-- Para comer! Você está com fome ou já esqueceu?
-- Mas o Edward não come. Não há necessidade alguma dele sair comigo para comer se ele não come! Eu posso ir sozinha.
-- Para quem diz que sabe se cuidar, até que você é bem descuidada, não? – ele me disse e eu novamente boiei no que estavam me falando.
-- Dá para explicar? Porque pelo visto o meu cérebro não está funcionando hoje – só hoje, viu?
-- Se o tal James – é esse o nome dele, não é? – está te perseguindo, então você não pode sair por aí sozinha! Além do mais você chegou ontem e não sabe onde tem uma lanchonete para você comer.
Eu ri.
-- Ah, e você sabe, não é? – perguntei. – Me desculpe, eu esqueci que você costuma sempre frequentar lugares como esse para comer batata frita, hambúrguer...
Ele riu revirando os olhos.
-- Vamos logo, Bella.
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Fomos em direção a garagem e entramos no meu volvo. Eu a levei ao Pub, uma lanchonete que ficava próxima à minha casa.
Chegamos em poucos minutos e nos sentamos em uma mesa perto da entrada.
-- Então, o que vão querer? – a garçonete perguntou.
-- Hum... um hambúrguer, batata frita e uma coca – ela respondeu e a mulher se virou para mim.
-- Eu não vou querer nada por enquanto, obrigado.
Ela assentiu e saiu.
Eu me sentia estranhamente ansioso e nervoso. Não sabia direito o que dizer ou fazer. E isso era estranho para um vampiro. Eu nunca me senti assim...
-- Você se mudava muito? – perguntei tentando puxar assunto.
-- Sim. Em geral nós ficávamos um ou dois anos em um lugar. O máximo de tempo que moramos em uma cidade foi três anos. Mas isso não faz tanta diferença – acrescentou como se não ligasse. – Não podemos ficar muito tempo, senão perceberiam que meus pais não envelhecem.
Eu via que ela tentava se fazer de durona, fingindo não se importar com isso. Mas eu sabia que ela se importava, que isso a incomodava. Não poder ficar em um lugar só, perder os amigos, mudar sempre, e eu simplesmente não conseguia me sentir indiferente.
-- Deve ter sido difícil... – comentei.
Ela deu os ombros encarando a mesa.
-- Faz parte.
-- Eu sei que você se importa mais do que demonstra.
Ela levantou os olhos me encarando com um sorriso que não chegou aos seus olhos.
-- Você sabe?
-- Sei.
Ficamos nos olhando por um tempo. Eu me perdi na profundidade do seu olhar. Hipnotizado. Deslumbrado.
Espera! Deslumbrado? Mas quem deslumbra aqui sou eu! Como isso é possível?
A garçonete chegou nessa hora interrompendo o contato visual.
Bella não falou mais nada apenas comeu com vontade parecendo realmente faminta. Eu me perguntei há quanto tempo ela deveria estar sem comer.
Não consegui desviar meus olhos dela. Acho que estava sendo muito descarado nisso porque ela me olhou e imediatamente corou.
-- Desculpe – disse encarando seu prato. – Deve ser muito chato ficar vendo os outros comerem.
-- Na verdade... é mais interessante do que eu pensei – respondi sinceramente.
Ela riu.
-- Ah, certo... – não acreditou e eu preferi não discutir com ela.
Continuamos a conversar sobre outros temas e era incrível como a conversa fluía naturalmente.
Depois do hambúrguer ela pediu pizza e outro refrigerante e para terminar um banana-split.
-- Nossa, como você come! – não pude evitar exclamar e ela corou na mesma hora.
-- Meus pais sempre me dizem isso. Mas varia. Quanto mais uso meus poderes mais eu como. Eles me consomem muita energia – explicou comendo mais um pedaço da banana. – Mas olha pelo lado bom, pelo engordar, eu não vou – riu.
Ela parecia bem mais solta comigo. Quando em sã consciência eu iria imaginar ao me arrumar hoje de manhã para ir à faculdade, que agora estaria em uma lanchonete conversando com uma meio-vampira, meio-humana e meio-bruxa, perseguida pelos Volturi e contra quem eu iria lutar amanhã?!
Isso era loucura demais até para mim!
Mas era uma loucura que estava me deixando incrivelmente animado.
Eu gostava de tê-la ao meu lado. De conversar com ela. Era bom. De um modo diferente, mas muito bom.
-- Você não parece do tipo que se importa tanto com a aparência a ponto de ficar fazendo milhares de dietas e contando quantos quilogramas está ingerindo a cada refeição...
-- E não sou. Mas se fosse nós teríamos sérios problemas.
-- Por quê? – perguntei sem entender.
-- Como, por quê? Olha para onde você me trouxe? Só tem aquelas comidas maravilhosamente gostosas e o terror da mulherada que tem facilidade para engordar – comentou fazendo uma careta involuntária.
Eu ri e ela comeu mais um pouco.
Então eu engoli seco olhando vidrado para o canto da sua boca.
-- Você... sujou... – levantei a mão devagar apontando onde estava sujo me sentindo patético por me comportar assim. – um pouco...
Ela passou a mão pela bochecha, tentado limpar.
-- Aqui? – perguntou.
-- Não, no canto... – mas o que estava acontecendo comigo?
Bella tentou mais uma vez errando novamente o lugar.
-- Aqui? – perguntou de novo.
-- Não... – me aproximei mais passando a minha mão fria pelo canto da sua boca para limpar e acabei esbarrando sem querer em seus lábios macios e tentadores.
Ela instantaneamente estremeceu. Seu coração começou a bater muito rápido e a respiração dela parecia ter ficado presa na garganta. Eu olhei para aqueles lábios por um segundo tentado me conter. Acabei me aproximando demais para tentar ajudá-la e aquela proximidade mesmo não sendo muito, era suficiente para me deixar MUITO tentado a fazer o que eu sei que não deveria.
Para nós vampiro – e acho que para ela também – por nossa incrível velocidade, um segundo é tempo mais que suficiente para fazermos e pensarmos muitas coisas. Então aquele foi um segundo bem TENSO para mim...
Respirando fundo para me controlar, me afastei voltando a me sentar. Ela me olhava também parecendo um pouco atordoada e depois de mais um segundo sorriu sem graça se voltando para a sobremesa.
-- Acho que já acabei – ela falou ainda sem me olhar.
-- Tudo bem – me preparei para pagar a conta e ela rapidamente levantou os olhos para me encarar.
-- O que você vai fazer?
-- Pagar a conta – respondi como se fosse óbvio.
Ela cruzou os braços parecendo zangada. Mas o que...?
-- E pode me dizer por que motivo você vai fazer isso se nem água você tomou?
-- Eu fui educado a pagar a conta quando saio com garotas.
-- Mas eu não aceito!
-- Você realmente vai fazer um escândalo por isso? – perguntei sem acreditar.
-- Eu não estou fazendo escândalo nenhum – disse emburrada. – Só não acho que você tenha alguma obrigação de pagar a conta já que você não comeu nada.
-- Mas é claro que tenho. Já que você só está comendo fora porque não tem comida na minha casa.
-- É claro que não tem comida, vocês não comem! – exclamou em voz baixa.
-- Isso não muda nada.
-- É claro que muda!
Revirei os olhos impaciente.
-- Vamos fazer o seguinte então, dessa vez eu pago, da próxima você paga, está bem? – sugeri.
-- Vai... ter uma próxima vez? – ela perguntou e só então percebi o que tinha dito.
-- Bem... se você ficar e... não se importar... é, nós poderíamos sair mais vezes. Para você comer e eu ficar olhando.
Ela sorriu e eu me levantei para pagar aproveitando a vantagem que tinha.
- FIM DO CAPÍTULO 7 -
Mais uma vez, mil desculpas pela demora, espero que o capítulo não tenha ficado muito furreca, mas se ficou desculpem, ok?
BEIJOS! E comentem!
;)
