N/A: Olá gente linda. Estou num dia de bom humor, então façam ele ficar melhor ainda e COMENTEM! Não é difícil, é só apertar no botão onde se diz Review this Chapter. Nada difícil. Agora, aos Reviews.
Gabriela Black: Bom, eu também gosto de ter reviews na minha caixa de entrada HUAUHAHUHUA, eu fico feliz que esteja gostando, muito mesmo!
Aneleh : Não entendi muito bem, mas tudo bem. Você comentou, o que muita gente não faz hihi.
Luu Evans, obrigada por ter colocado minha fic nos seus favoritos, linda. Espero que esteja gostando.
Capitulo dedicado á linda Mari Bravo, que ficou me apoiando todos esses tempos para escrever e etc, fico feliz *u*. Mih Black linda, ainda não chegou nesse capítulo, mas dedico á ela também. DEDICO PRA TODO MUNDO DE COMENTOU, rs.
Cecily correu estabanada pelos corredores entre a torre de Astronomia e a torre do diretor. Não era tão extenso quanto os outros, e tinha várias passagens para diversos corredores. A garota estava atrasada para cumprir sua tarefa extra de História da Magia, junto ao professor Binns. Ela estava quase se arrependendo de ter sido voluntária, mas se o trabalho fosse bem executado, Griffindor ganharia pontos. Os livros escaparam de suas mãos em um estampido alto no chão.
- Droga – Praguejou Cecily, abaixando-se para pegar o monte de livros que havia encontrado na biblioteca.
- Posso te ajudar? – Perguntou um rapaz magro, de cabelos sem corte, castanhos e amigáveis olhos verdes claro.
Ele se abaixou junto a ela, sem esperar resposta e juntou alguns pergaminhos. Entregou-lhe, com um sorriso largo.
- Obrigada – Disse Cecily, colocando alguns fios atrás da orelha.
- Não fique correndo assim pelos corredores daqui, as pedras se soltam muito facilmente – Aconselhou o rapaz, apoiando o cotovelo na parede mais próxima – Posso saber qual é seu nome?
- Cecily Beddingfield – Estendeu a mão direita, exibindo sua pulseira com vários pingentes de corujas, foliada a ouro.
- Diggory. Amos Diggory – Ele pegou sua mão com força – Griffindor, huh? Se prepare para perder na taça das casas.
- Você se prepare, Hufflepuff – Riu a garota – Preciso ir, nos vemos por aí, Amos.
- Com certeza! – Assentiu ele.
Amos assistiu Cecily andar rapidamente até o fim do corredor e virar a direita, entrando na sala de Historia da Magia. Ele se encantou com o modo daquela Griffindor ser apressada e o como corria rápido. Quase lhe dera uma advertência por correr ali, mas simpatizou tanto com o sorriso torto da garota e com seu sotaque de Londres, que se esquecera de contar que era Monitor Chefe. O rapaz sorriu e deu meia volta. Tinha tanto trabalho a fazer.
- Suponho que a Srta. Beddingfield está atrasada, mais uma vez – Notificou o professor Binns.
- Desculpe-me, professor Binns. Eu estava na biblioteca, pesquisando – Tentou ela, mordendo o lábio inferior.
- Bem, vamos começar. Trouxe os livros sobre a União Bruxa-Européia?
- Fiz algumas anotações com os livros da biblioteca, Sr. Binns. O livro não podia ser retirado. Dizia que a União Bruxa-Européia se formou ao término da Segunda Guerra Bruxa. A União Branquietal e a União Germânica se uniram e a formaram. Foi desfeita em 1000 quando ao completar um milênio, a Batalha do Milênio do Japão se acabou, então os Bruxos se uniram e formaram o Povo Bruxo Moderno.
- Bom, impressionantemente bom, senhorita Beddingfield. E o que há sobre Racitus? – O fantasma assentiu com aprovação. Não era de favoritismos, mas sem dúvida Cecily Beddingfield era uma de suas melhores alunas em História da Magia, enquanto muitos não se inscreviam para as longas e interessantes aulas, e os que se inscreviam, dormiam durante a explicação da Segunda Guerra Bruxa.
- Ah, fácil! Os Racitus eram um povo cruel que surgiu em 180 e batalhou na Primeira Guerra Bruxa ao lado dos Povos Egípcios e Nóbelus. Depois de perderem fugiram da Inglaterra e foram em Direção á Alemanha, antes chamada de União Germânica. Uniram-se e ficaram mais fortes o que ocasionou a Segunda Guerra Bruxa muito mais para frente. Sangues Puros, se o senhor preferir chamar assim.
- Professor Binns, vou pedir com extrema urgência o seu... – A professora Babbling, que ensinava Runas Antigas aos mais interessados abriu a porta em um grande estalo – Ah, está com uma aluna... Bom, peço que compareça á minha sala para discutir uma nova descoberta!
Binns olhou pensativo para Cecily, depois para a professora Babbling.
- Está dispensada senhorita Beddingfield. Quinze pontos para Griffindor. Pois não, Professora Babbling...
Cecily abraçou os livros, satisfeita. Quinze pontos, isso significava que eles haviam passado Ravenclaw. Agora só restava Slytherin, com sessenta pontos a mais que eles. Ela olhou para o relógio de madeira na parede da sala de aula e notou que quase havia se esquecido de falar com Lily sobre o final do ano.
- Cale a boca! – Urrou Anna, em meio ao Grande Salão, durante o almoço sereno.
Alguns rostos curiosos se voltaram para os dois, que discutiam irritadamente no meio da refeição pacífica entre Griffindors. A garota apoiava as mãos na mesa, se curvando para Sirius. Este cruzava os braços arrogantemente, como se somente a opinião dele estava certa.
- Venha calar, espertinha – Retribuiu o rapaz.
- Você é nojento – Anna saltou para fora do banco, mal acreditando que eles estavam tendo aquele tipo de discussão, tão tola – Quando aprender a ser uma pessoa ao invés de um cachorro irracional, nós conversamos...
Ela realmente esperava que isso não demorasse tanto. Já estava cansada das atitudes infantis de Sirius, ele tinha de crescer. Era o ultimo ano deles em Hogwarts, e estaria tudo ótimo se Sr. Padfoot fosse mais certo do que queria. Ele teria Anna, se quisesse. Mas se não quisesse, ele não precisava esfregar sob o nariz dela todas as garotas incrivelmente bonitas com quem ele havia dormido.
Sirius se levantou, chamando a atenção das garotas da mesa, as quais sussurravam baixinho sobre ele estar disponível como par para o baile de encerramento.
- Anna! – Gritou ele, com ímpeto, como se conseguisse puxar ela de volta apenas com o som grave de sua voz.
A garota começara a correr, passando como um jato por entre os colegas. Sirius acompanhou seu ritmo, até alcançá-la. Entrelaçou seus braços pela barriga dela, prendendo-a junto a seu corpo.
- Eu quero você – Sussurrou o rapaz, o nariz bem definido roçando na nuca de Anna.
Anna prendeu a respiração, se negando a responder. Ele estava dizendo que queria a ela, não as outras, isso era justamente o que a garota queria ouvir. A única coisa que não era confiável era a fonte de onde a informação vinha, Sirius Black. Ele podia estar mentindo, como todas as outras vezes.
- Por que você resiste? – Perguntou ele, beijando a nuca da garota algumas vezes, tentando arrancar palavras da boca delineada de batom rosa.
- Não acredito na sua alma corrompida – Riu Anna.
- Falando sério, Annie – Sirius a soltou, finalmente conseguindo olhar fundo nos olhos castanhos claro.
- Não tenho confiança em você, Sirius – Respondeu ela.
Ela estava se controlando para não vacilar, os olhos cinza de Sirius eram tão complexos, mal se entendia o que se passava naquela mente instável. Ela continuava a contemplar a beleza dos olhos banhados em prata, com algumas pinceladas de azul escuro que só se podiam ver quando o sol batia.
- Você está começando a me deixar louco. Você me bate, pede desculpas e depois bate de novo! – Sirius coçou a cabeça, confuso. Franzia a testa de um modo que suas linhas de expressão aparecessem. O que ficaria ridículo em qualquer um, porém Sirius Black com certeza não era qualquer um.
- Você é quem está me deixando louca, com todas essas... Prostitutas baratas!
Sirius riu, nunca tinham se referido as garotas com quem ele tinha suas noitadas como prostitutas baratas.
- Por que não juntarmos nossa loucura e transformá-la numa só? – Perguntou ele, sorrindo torto, de um jeito que só um Black saberia imitar. Era o jeito de convencê-la – Isso é sério.
- Quem sabe – Anna sorriu – Algum dia, quando você crescer mentalmente.
- Ei!
- E também, qual seria a graça se eu fosse tão fácil assim? – Anna virou as costas, tendo estas como suas palavras finais.
Sirius Black estava cada vez mais curioso sobre aquela garota. Ela havia feito o dever de casa, sabia como lidar com ele. Mas isso o rapaz não tinha se dado conta, por hora. Anna sabia que se fosse fácil como todas as outras, ele nunca iria se interessar tanto. Era assim com qualquer homem, mas isso era pior em Sirius. Quando se doma um cachorro, tem de se saber. Se você jogar uma bolinha, ele vai correr atrás. Se lhe der um osso, vai largar a bolinha e correr, até conseguir apanhar seu desejado ossinho.
