Ataques Diferenciados
Bateram à porta.
No cimo das escadas alguém praguejou e rapidamente desceu o lance de escadas.
- "Por Merlin. Ainda agora subi as escadas e já me fizeram descer. Será que não sabem abrir uma porta? FRED? GEORGE? Gii.."
- "Estou aqui mãe." - Ginny surgiu na cozinha e foi direita à porta de casa. Quando a abriu, Tonks surgiu de mansinho.
- "Olá Ginny. Tudo bem? Posso entrar?"
- "Oh Tonks, isso é pergunta que se faça? A nossa casa está sempre aberta para os amigos. Entra." - disse, desviando-se e dando passagem a Tonks que entrou timidamente.
Tonks mudara desde a morte de Lupin. Já não ia a Toca com a frequência de outrora e evitava, de certo modo, o exterior da sua casa que comprara antes de Lupin morrer.
Mrs. Weasley dirigiu-se a Tonks e abriu os braços, dando-lhe um forte abraço. Sempre a adorara e estava sempre disposta a dar-lhe conforto. Remus Lupin significava muito para ela e isso Mrs. Weasley compreendia. Tinham lutado muito para ficarem juntos e tinha sido realmente uma enorme tristeza o fatídico destino de Lupin.
- "Minha querida Nymphadora. Como estás?"
- "Vou indo Molly. Devagar, devagarinho. Tenho que seguir em frente, não é verdade? Sei que era isso que o Remus gostaria que eu fizesse. Sei, também, que ele olha por mim e que está sempre comigo."
- "Oh, meu bem." - Mrs. Weasley afastou-se um pouco de Tonks e foi para a cozinha mexer nos armários. -"Vou fazer um cházinho para nós as três. Duvido que os meus gémeos queiram chá."
- "Na verdade, mãe o George e o Fred saíram. Acho que foram tratar de uns negócios, não sei bem. Vou levar a Tonks para a sala." - deixando uma Mrs. Weasley aborrecida, talvez pelos filhos não pararem em casa, Ginny seguiu para a sala com Tonks na retaguarda.
- "Senta-te Tonks. Então diz-me, precisas de algo?" - Ambas sentaram-se no enorme sofá vermelho e envelhecido dos Weasley. Tonks olhava em redor. Tinham sido muitos os momentos felizes que passara naquele local. Os Weasley sempre foram muito amáveis e muito amigos. Passara ali óptimas tardes quando Ginny e Hermione ainda eram umas crianças. Lembrava-se, vivamente, das maluquices que faziam no quarto. As mudanças repentinas que fazia no seu cabelo e na sua cara para as animar, as longas conversas sobre rapazes, os jogos divertidos.
Tudo.
Agora, ambas estavam crescidas. Já eram duas mulheres. Duas aurors e membros da Ordem da Fénix. E Tonks tinha contribuído para isso. Tinha-as treinado. Foi professora de ambas e sabia que tinha formado duas aurors excelentes. Estava realmente orgulhosa.
- "Tonks?"
- "Desculpa Ginny. Estava a pensar em coisas do passado. Em como tu cresceste. E a Hermio..." - desistiu de finalizar a frase. Na verdade, tinha vindo ali para saber de Hermione. Não conseguia permanecer mais tempo em casa, sem saber notícias da sua querida amiga.
- "Vieste cá para saber da Hermione, não foi Tonks?" - Ginny colocou a mão em cima da perna de Tonks. Assim como Ginny, Tonks também adorava Hermione. Mas quem é que não adorava Hermione? Era uma rapariga excepcional. Isso não havia dúvidas.
- "Sim. Já sabem alguma coisa dela? Qualquer indício que ela esteja bem?"
Tristemente Ginny relatou os últimos acontecimentos. Quando finalizou, Tonks olhou para o chão e ocultou o seu rosto de dor e de raiva.
- "Como é que podem ser tão maldosos? Porque fazem sofrer tanto as pessoas? Estas pessoas deviam ter um destino impiedoso, isso sim. Deveriam pagar bem caro pelos crimes que cometem. Nem deviam sequer respirar. E agora? O que vamos fazer? Planearam algo? Temos que agir, o mais depressa possível. Isto sem prejudicar, claro, o Harry. Ele não se pode entregar. Nem entregar a sede da ordem."
- "Os rapazes saíram ainda a pouco. Iam ver se descobriam mais alguma coisa do paradeiro da Hermione. Eu iria com eles, mas a Luna saiu também. Foi chamada a Londres e estou a espera dela. Não conseguimos parar em casa, sabes? Andamos sempre à procura de novos indícios, de novas pistas. Mas nada."
- "Sei que todos estão desolados, mas como está o Ron? Sei que ele ama a Hermione. Eu, pessoalmente, tenho pena que ambos não percebam que gostam um do outro."- Ginny sorriu. Nada a fazia mais feliz do que ver o irmão junto da sua melhor amiga.
- "Na verdade, o Ron sabe perfeitamente o que sente pela Hermione. Por isso é que está tão desolado. Aos anos que ele tenta se aproximar de Hermione, mas ela fica sempre reticente. Não entendo. Ela gosta dele, mas não sei se gosta o suficiente. É algo complicado."
- "Entendo."
- "Minhas queridas, aqui está o cházinho. Espero que gostes, Dora." - Mrs. Weasley apareceu e deslizou com a varinha uma chávena de chá para Tonks. De seguida, fez o mesmo para Ginny e por fim para si. Sentando-se no velho cadeirão de cabedal, olhou para Tonks com carinho. - "Então, está bom? Ultimamente não tenho tido muita cabeça para preparar seja o que for. Os meus cozinhados têm saído todos mal desde que a nossa Mione foi raptada. E ver o meu filho naquele estado também não ajuda nada." - deixou uma tímida lágrima deslizar pelo seu rosto envelhecido e preocupado, mas logo restabeleceu-se.
De repente um leve estrondo fez-se ouvir. Provinha do jardim. Mrs. Weasley levantou-se de rompante e colocou o seu chá na mesinha.
Olhou para o famoso relógio dos Weasley e verificou que não era nenhum membro da sua família que fizera tal barulho.
Ginny, adivinhando o que a mãe estava a ver, disse:
- "Mãe deve ser a Luna. Por isso, não vale a pena olhares para o relógio."
- "Acho que vou pedir para fazerem outro relógio destes, querida. Mas agora, com os nomes das pessoas que nos são mais próximas. E não apenas a família."
Ginny revirou os olhos e dirigiu-se para a porta que dava acesso ao jardim. Por sua vez, Tonks sorriu e bebericou mais um pouco de chá.
Deixando o seu chá para trás, abriu a porta e saiu.
Olhava para todos os lados e nada via. Aquele barulho misterioso preocupava-a, mas não devia ser nada. Apenas um gato ou um cão vadio.
- "Ginny!"
Ginny virou-se para onde provinha a voz e ficou estática.
Fora do recinto dos Weasley, do outro lado das vigas e do portão, encontrava-se Luna.
Luna e Lucius Malfoy, apontando a varinha à primeira. Luna estava apavorada, mas ainda mais Ginny quando viu que Lucius estava acompanhado por Bellatrix e mais alguns devoradores da morte.
- "Baixa a protecção desta casa ou a tua amiga morre. Aqui e agora!"
- "Não faças isso, Gi. Não faças isso. Não te preocupes comigo." - pedia Luna, ao mesmo tempo que tentava desembaraçar-se dos braços de Lucius. Este cravou ainda mais a varinha no seu pescoço e Luna gritou de agonia.
- "Ouviste, ruivinha? Tira estas protecções, senão a loira burra morre." - ordenava Bellatrix, impaciente.
Com mais atenção Ginny olhava para Bellatrix. Estava toda imunda e o seu braço esquerdo sangrava, dando uma aparência terrível à sua marca negra. Calculou de imediato que o estrondo de a minutos antes, tinha sido Bellatrix a ser projectada, devido às protecções em redor da Toca.
Sorriu, apesar de estar a presenciar algo mau.
Mas depressa se arrependeu do que fizera. Bellatrix pressentindo que estava a ser gozava dirigiu-se ferozmente para Luna e deu-lhe um murro na barriga. Esta última gritou de dor.
Ginny não querendo que a sua amiga morresse, retirou a varinha dos jeans. Sabia que não podia lançar nenhum feitiço contra os devoradores da morte sem colocar a vida de Luna em risco. Por isso, decidiu fazer o que lhe pediam.
Apontou a varinha para o céu e murmurou baixinho o 'contra-feitiço'. Sabia desfazê-lo, uma vez que foi ela mesma que o fez, com a ajuda de Mr. Weasley e Harry.
Quando acabou, baixou a varinha.
Lucius caminhou para dentro do recinto arrastando Luna e os restantes devoradores da morte seguiram-no, triunfantes.
- "Expelliarmus" - proferiu Bellatrix e a varinha de Ginny voou para o lado. Apanhando a varinha, sorriu para Ginny e avançou para ela. - "Sabes, és muito mais feia de perto. Deve ser por teres sardas e cabelo cor de cenoura."
- "Lestrange, Lestrange... deves achar que és bela como o inicio do teu nome. Mas enganas-te." - como seria de esperar, Bellatrix não suportou o insulto e caminhou para trás de Ginny puxando-lhe o seu longo cabelo, fazendo-a baloiçar para trás.
- "Vamos para dentro de casa, sim? À minha frente, já!" - e apontando as varinhas para Luna e Ginny, respectivamente, Bellatrix e Lucius caminharam para o interior da casa.
- "Então quer dizer que é possível o pai do 'Quem-nós-sabemos' ter outra casa? Uma outra casa que ninguém tenha conhecimento. Interessante." - Mr. Weasley caminhava junto de Harry, Neville e Ron.
Acabavam de ter uma reunião com determinados aurors. Estes traziam notícias. Notícias que aumentaram a esperança de todos. Especialmente de Ron.
- "Sim, pai. Foi o que disseram. A família muggle do 'Cujo-nome-não-deve-ser-pronunciado' era muito rica. O Tom Riddle Sénior, de certeza, que tinha dinheiro para ter montes de casas. Casas que, provavelmente, foram frequentadas escassas vezes."
- "Mas Ron..."- interrompeu Harry, colocando-se em frente do amigo - "Não te esqueças que Voldemort detesta tudo o que diz respeito ao pai e à sua família muggle. Duvido que este esteja numa casa que outrora pertencera a eles. Já referi isso anteriormente."
- "Mas existe uma esperança Harry. Ele pode até estar numa dessas casas. Apesar de detestar o local. Ele não é burro. Sabia que nós iríamos excluir a hipótese de ele estar numa casa da família e por isso foi para lá. Fez aquilo que nós pensávamos que ele nunca faria, entendes?"
- "Também pode ser." - Harry continuou a caminhar ao lado dos amigos, pensativo. Não queria ser pessimista, mas também não queria ser demasiado optimista. Não queria pensar que faltava pouco para encontrar Hermione e depois nada disso acontecia. Não sabia o que pensar, o que fazer. Só sabia que o tempo passava e o risco de perder Hermione aumentava.
- "Rapazes vamos para aquela rua, sim? É pouco movimentada. Lá poderemos nos materializar para casa. A Molly deve estar nervosa pela nossa demora."
- "Mr. Weasley, temos que passar pela sede da ordem, em primeiro, não é?"
- "Oh sim, Neville. Obrigado. Quase que me esquecia. Apressemo-nos rapazes, vá lá."
E assim, Mr. Weasley e os rapazes seguiram para a sede da ordem, deixando para mais tarde o regresso à Toca.
A porta da cozinha abriu-se.
Mrs. Weasley e Tonks encontravam-se na sala. Estavam tão embaladas na conversa que nem deram pela presença de Lucius, Bellatrix e mais três devoradores da morte. Luna e Ginny estavam à frente, ameaçadas pelas varinhas dos malvados.
- "Ora muito boa tarde, caras senhoras. Digam-me...onde se encontra o Harry Potter?" - perguntou sarcasticamente Lucius Malfoy.
Mrs. Weasley deixou cair a chávena no chão, fazendo com que esta se multiplicasse em diversos e pequenos pedacinhos. Por sua vez Tonks, instintivamente, retirou a sua varinha do bolso, mas foi rapidamente desarmada por um devorador da morte moreno e de olhar carrancudo.
Bellatrix olhou para em busca da varinha e ao vê-la na mesinha, invocou-a antes que esta fosse utilizada.
- "Ainda a bocado fiz uma pergunta. Gostaria que me respondessem, senão estas lindas meninas irão sofrer."
Lucius colocou a mão no rosto de Ginny e o devorador de olhar carrancudo puxou os cabelos loiros de Luna.
- "Não toques mais na minha filha, Lucius Malfoy. OUVISTE? DEIXA-A EM PAZ!"
- "O Harry não está aqui. Aliás, porque haveria de estar? Saem daqui. Não adianta nada estarem aqui a perder tempo." - disse Tonks, fervilhando de raiva. À sua frente encontrava-se o assassino do seu marido. A pessoa que ela mais odiava estava à sua frente, ameaçando as suas vidas. Aquilo não poderia estar acontecer. De novo, não.
Tinham que arranjar uma maneira de escaparem ilesas. E matá-los, se possível. Principalmente Lucius Malfoy.
Tanto Tonks como Mrs. Weasley deslizaram os olhos para o grande relógio dos Weasley. Os ponteiros tinham acabado de se mover para a secção 'Em Casa'.
Abriu a porta do quarto. Estava a anoitecer e sentia fome. Já que tinha a autorização de circular iria tirar partido disso e comer sempre que tivesse fome.
Não seria surpreendida por nenhum devorador da morte, à excepção de Draco Malfoy e isso era bom.
Caminhando escadas abaixo, olhava para trás de si e para a frente. Por certo, Draco Malfoy ainda se encontrava no quarto a deitar raiva para todos os lados ou então tinha saído.
Ao chegar à cozinha não deu de caras com a elfo, como ocorrera anteriormente. Tinha que arranjar sozinha algo para comer.
Remexeu em quase todos os armários, mas nada comestível e de boa aparência encontrou. Já estava para desistir quando abriu o armário que se encontrava debaixo do lava-loiça e descobriu um pacote do que parecia ser bolachas.
Era pouco, mas o bastante para enganar o estômago.
Encostou-se à bancada e começou a comer.
Aquela cozinha dava arrepios. Aliás, toda aquela casa dava arrepios. E deserta fazia com que fosse muito pior.
Não aguentava estar ali. Nem mais um momento. Tinha que agir. Tinha que fazer algo para sair dali.
Mas o quê?
Aquela casa estava muito bem protegida e apesar de estar ali só um devorador da morte, a probabilidade de fugir era nula.
Um devorador da morte.
Draco Malfoy.
E foi mediante este nome que se lembrou do que este dissera durante a manhã.
- "Estou a entender o que estás a tentar fazer. Mas estás a esquecer-te de um pormenor. És uma sangue de lama irritante e és amiga do otário do cicatriz. Achas mesmo que iria me sentir atraído por ti? Nunca na vida. Mas digo-te que foi um plano bem pensado. Seduzias-me, fazias o que querias e em troca saías daqui. Um plano muito baixo. Estou surpreendido."
- "És nojento. NOJENTO. Tive um momento de fraqueza. Encostei-me a ti, pronto. Aconteceu. Nem sei o que tinha na cabeça, mas com certeza não tinha isso. Eu não sou nenhuma vadia. Não iria fazer nada disso. Mesmo se isso fosse o único meio de sair daqui, eu não o faria. Metes-me nojo."
E se ela fizesse mesmo isso? Seria algo realmente baixo, realmente nojento, mas uma forma de sair dali.
Não!
Ele exprimiu claramente que nunca iria cair numa sedução realizada por ela. E ela nem tinha a certeza se iria conseguir fazer tal coisa.
Seduzir Draco Malfoy? Que imagem aterrorizante.
Perdida nos seus pensamentos, Hermione continuou a comer. E nem deu pela presença de outra pessoa.
- "Ora, ora! Olha só quem decidiu descer dos seus aposentos e comer qualquer coisinha." - Hermione olhou para um rapaz franzino e de olhar trocista. Nunca tinha estado muito perto dele, mas sabia que o seu nome era Green qualquer coisa. Greenhouse, para ser exacta. E sabia que, apesar de ter um arzinho de quem vai levantar voo na próxima rajada, Greenhouse era perigoso e dava muitos problemas aos aurors.
Não gostou do olhar que ele transmitia.
- "Então? Não falas? Huum, interessante. O que estás a comer?" - Hermione permaneceu calada. Colocou o pacote em cima da bancada e prolongou o seu silêncio.
Aquele olhar metia mesmo medo.
Greenhouse, rindo maliciosamente, dirigiu-se para perto de Hermione contornando a mesa da cozinha.
Perto dela, olhou-a de alto a baixo.
Riu-se.
- "Sabes, sangue de lama, vou-te contar um segredinho. Mas fica entre nós, ok?" - colocou-se ao lado de Hermione e pôs uma das suas mãos na bancada. - "Anseio, loucamente poder-te matar. Não sei o porquê. Talvez porque tens esse sangue tão nojento a circular dentro de ti. Eu odeio sangues de lama. E odeio ainda mais aqueles que se acham espertos como tu. E que ainda por cima pavoneiam-se pelos corredores, mesmo sabendo que são prisioneiros desta mesma casa e do Senhor das Trevas."
Hermione desviou o olhar. Ele estava tão perto que até sentia o seu hálito a uísque de fogo.
Tinha que dizer algo, senão podia provocá-lo ainda mais. Com todas as suas forças, olhou mais uma vez para ele e disse:
- "E é esse o teu segredo? O facto de me quereres matar? Não quero ser desmancha-prazeres, mas esse é o desejo de quase todos os devoradores da morte. Não é segredo nenhum."
Greenhouse riu-se, mais uma vez.
- "Oh, mas esse não é o segredo. O segredo é que tenho vontade de te matar, mas olhando agora para ti e mais de perto vejo que, exteriormente, não és nada de se deitar fora. Quer dizer... poderei deitar-te fora, mas antes gostaria de 'brincar' um pouco contigo." - e aproximando-se mais de Hermione, tocou nos seus longos cabelos, expirando o aroma que provinha deles.
Hermione ficou petrificada de medo. Aquele devorador da morte era arrepiante.
Será que estava bêbado? Será que estava a falar a sério? Normalmente os devoradores da morte fugiam dela. Tentavam, de alguma forma, não tocar nela. Mas com Greenhouse isso era diferente.
E Hermione estava aterrorizada. Tinha medo daquele devorador da morte.
Muito mais do que de Draco Malfoy.
Ola a todos/as xD Desculpem por ter demorado tanto tempo a actualizar. Ando mesmo sem tempo. Sorry =\
Mas pronto, o novo capitulo está aqui e espero sinceramente que tenham gostado. Não se esqueçam de deixar a vossa review, eu agradeço =D
Quero agradecer a todos/as que lêem esta fic e agradeço ainda mais, por deixarem as suas review's..
Como é o caso de:
- Aninha Snape
- Marcia B.S
- Anne Lee B.
- Brii-chan *-*
- Serena
- Renesme Granger Cullen
- Mione03
- Jukinha Granger
- PatriciaSofiaMalfoy
Muito obrigada mesmo! É mesmo muiiito bom receber review's, sejam elas boas ou más! Agradeço imenso! São todas umas queridas =D
Espero que esta fic não vos decepcione..
Muitos beijinhos e até ao próximo capitulo
Catii
