A Fanfic é Doce Chantagem e pertence a Michelle Reid bem como os personagens de Sailor Moon pertencem a Naoko Takeuchi ( mas bem que eu queria que S.M pertencesse a mim….. um dia vou conseguir comprar os direitos HAHAHAHAHAHAHAHAH)

Acdy – chan: Ele não é bem um cretino, ele tinha as suas razões para fazer a vasectomia …. Como vai ver no capitulo ehheheh acho que não demorei muito não…

Mistoflees: ainda bem que gosta … continue acompanhando….

YueSalles – Priscilla Salles: ainda bem que gostou do capitulo…. O Mamoru pensou que ela tava gravida do Seiya porque ele há uns anos tinha feito uma vasectomia porque não queria filhos … e bem ele encontrou o Seiya no quarto da Usagi mas era só pa ajuda-la a levar as malas .. pois ele era chefe dela… Homem quando tá de cabeça quente não pensa direito e aconteceu com o nosso Mamoru…..

BISSOUX

Atenção contém cenas de sexo explicito.. está a negrito se não gostam passem há frente….

CAPÍTULO SETE

Lágrimas de dor e frustração rolavam nas faces de Usagi, no mesmo instante em que contemplava as marcas deixadas no rosto do marido. Ela não estava arrependida de tê-lo esbofeteado, mas também não se sentia feliz por tê-lo feito.

— Saia da minha casa, Mamoru. Nunca mais quero vê-lo enquanto eu viver.

— Primeiro preciso que me escute, Usagi. Não posso ir embora agora que finalmente você se deu conta de que eu existo.

— Está bem. — Ela cruzou os brancos frente ao peito e declarou: — Diga o que tem a dizer.

— Em primeiro lugar, não entendo como pôde acreditar que eu estava envolvido com Rei.

— Vá directo ao ponto, Mamoru.

Ele respirou fundo para se encorajar.

— Eu me submeti ao teste por duas vezes, logo nas primeiras semanas em que me contou que estava grávida. O primeiro resultado foi inconclusivo. E, de certa maneira, isso me deixou feliz. Estava com medo de que tivesse feito o maior erro da minha vida e, por isso, foi mais fácil colocar toda a culpa em você.

— Hum...

— Não precisa me olhar com tanta arrogância! Afinal, você tinha passado um final de semana com Seiya Kou...

— Seiya era meu chefe e se tratava de uma conferência de negócios. Todos os directores da firma estavam presentes.

— Mas isso não impediu que ele entrasse em seu quarto!

— Ele se ofereceu para apanhar minha bagagem!

— E eu tinha ido para buscá-la quando o surpreendi dizendo o quanto era bom ter você, antes do meu soco quebrar o nariz dele.

— Expliquei que ele apenas estava sendo gentil e que não havia nada entre nós.

— Mas não acreditei.

— Você não queria acreditar. E isso é diferente.

— Sei que agi como um idiota. Mas ainda estava lidando com o fato de achar que o bebé não era meu.

— Então o primeiro teste foi inconclusivo? — Usagi perguntou, tentando retomar o assunto principal.

— Sim — afirmou ele e enfiou as mãos nos bolsos traseiros da calça. — E, naquela época, nós havíamos decidido deixar Londres e vir morar nesta casa. Porém, passamos a viver como dois estranhos. Não nos olhávamos nem sequer nos falávamos.

Usagi lembrava-se muito bem. Foram semanas e semanas de solidão e angústia. Mamoru lhe havia contado sobre a vasectomia e a razão disso. Não queria filhos. E ela lhe dissera com toda a convicção que, quisesse ele ou não, o fato era que ela estava esperando um filho dele.

— No final, eu já não podia mais suportar — confessou ele — o que estávamos fazendo um ao outro e decidi que era hora de superar meu orgulho e perdoar o que quer que tivesse acontecido, se quisesse salvar nosso casamento.

"Contudo, a maneira rude e fria com a qual eu propus uma trégua a enfureceu e você saiu do quarto jurando que iria me abandonar. Eu corri para alcançá-la, sabendo que havia feito uma besteira. Mas você já estava em meio à escadaria e, quando gritei seu nome, você olhou para cima. No mesmo instante, seu avô entrou pela porta e distraiu-lhe a atenção. Foi quando você perdeu o equilíbrio e..."

Usagi cobriu os olhos com a palma de uma das mãos e implorou:

— Não diga mais nada, por favor!

— Eu preciso falar, Usagi. Tenho que desabafar minha culpa! Demorei demais para acudi-la e você perdeu o bebé! Depois disso, nunca mais consegui tirar aquela imagem da minha memória...

— Pensa que comigo é diferente? Eu me culpo por ter saído correndo daquela maneira.

— Esse é o ponto, Usagi. Você sempre quis manter uma fachada aparentemente fria, como aprendeu no internato inglês, porém, seu lado emocional siciliano foi o que sempre a dominou. Eu sabia disso e deveria ter-me controlado para não gritar com você. Por isso me culpo pelo tombo ter acontecido.

— Bem, acho que ambos tivemos culpa, mas não há nada que possamos fazer agora. A minha grande mágoa é você ter-se afastado tanto depois disso e procurado consolo em uma amante.

— Dio! Nunca tive uma amante depois do nosso casamento! Será que não ouviu nada do que eu disse? Preferi ficar distante de você porque achava que minha presença aqui a fazia lembrar-se do que havia acontecido e a deixava pior.

De repente, Usagi começou a entender a extensão do seu engano e começou a chorar. Mamoru a abraçou e ela afundou o rosto no peito acolhedor e soluçou feito um bebé. Lágrimas de alívio e paixão se mesclavam.

— Sabe do que você precisa, querida?

Ela manteve as faces pressionadas contra a muralha de músculos e apenas meneou a cabeça.

— Precisa de mim. Unidos conseguiremos superar nossa perda.

— Eu queria odiá-lo — ela confessou com um soluço.

— E odiou saber que ainda me amava, não é? — Mamoru perguntou com ternura e, tomando-a no colo, fez o que seria o mais sensato. Levou-a para a cama.

Mamoru a beijou até que os soluços se acalmassem. Usagi permitiu que o marido a livrasse das roupas e lhe sugasse os seios enquanto os dedos ágeis acariciavam o centro de sua feminilidade. O prazer sentido era tão grande e tão ansiado que Usagi começou a chorar outra vez.

Você quer que eu pare? — Perguntou preocupado, enquanto, com o polegar de uma das mãos, afastava as lágrimas das faces húmidas e coradas da mulher.

Quero que me leve com você — pediu ela com a voz embargada.

Mamoru não respondeu. Aquele não era o momento ideal para discutirem para onde deveriam se mudar. Com a respiração arfante, ele se ergueu e livrou-se das roupas. Usagi o observou, encantada. Não poderia haver homem mais bonito do que Mamoru. Ombros e tórax poderosos, uma sombra escura de pelos sedosos que contrastavam com a pele dourada e se espalhavam até o centro viril. E ele era tão magnífico quando estava excitado que parecia a imagem viva de um deus grego. Usagi estudou-lhe o rosto e concluiu que aquele sempre fora o homem de seus sonhos. Fosse nos momentos de ódio ou paixão, Mamoru nunca deixara de ser seu tipo, preferido.

Ele passou a beijá-la e afagá-la nos pontos que sabia serem os mais sensíveis e, de vez em quando, encorajava-a a fazer o mesmo com ele.

Havia tanto tempo que ela não sentia o toque dos dedos másculos, que não demorou muito para que Usagi estivesse totalmente húmida e preparada para recebê-lo no interior do corpo pulsante e ávido.

As lágrimas haviam cessado e foram substituídas por gemidos de prazer no instante em que ele a penetrou devagar. Quando Mamoru atingiu o ponto sensível do prazer feminino, Usagi se contorceu desvairada, reagindo às ondas electrizantes. Ele acelerou o ritmo das estocadas e ambos foram levados a uma turbulência erótica e desenfreada.

A cada nova investida, o prazer era maior. E, quando ela gritou alucinada, ele a abraçou com força e deu o golpe final. A sensação era de pura loucura e urgência em atingir a satisfação plena e absoluta.

As vozes roucas e ofegantes ecoaram no silêncio do quarto, antes de tombarem exaustos e saciados.

Por algum tempo, eles permaneceram silentes, lado a lado, recuperando-se da mais intensa experiência sexual de suas vidas. Até que Usagi apoiou um dos cotovelos no colchão e amparou a cabeça na palma da mão.

— Quando ficou sabendo do resultado do segundo teste?

Ele ainda permaneceu algum tempo imóvel. Depois, girou o corpo para poder encará-la e respondeu:

— Na semana passada. Assim que descobri que o filho era meu, decidi voltar correndo para lhe pedir perdão e até me ajoelhar se fosse preciso. Foi quando aconteceu o telefonema de Rei e ela me contou que pretendia fazer um aborto. Eu precisava falar com ela antes que cometesse aquela loucura.

— Ainda não consigo me conformar em ver você jantando com ela a sós em um restaurante.

— O mesmo posso dizer de você e Seiya.

— É muito diferente — ela protestou. — Ele é seu amigo e nós só conversamos sobre coisas sem importância.

— Acontece que ele disse na minha cara que eu não merecia você. O que acha que Seiya pretendia com essa insinuação?

Ela sorriu.

— Ele teve a intenção de fazer-lhe ciúmes para que você tomasse uma atitude. Seiya sabia que eu estava a ponto de desistir do nosso casamento. Não foi por isso que você acabou se interessando em saber o resultado do segundo teste depois de tanto tempo?

Mamoru ficou em silêncio por alguns segundos, como se estivesse absorvendo a verdadeira razão da atitude do amigo. Depois, clareou a garganta com um ruído característico e dissimulou:

— Pensei que o assunto fosse sobre Rei.

— Ah, sim... — Ela murmurou com um sorriso matreiro.

— Ela estava com medo da reacção da família e considerava o aborto como única solução. Você sabe como pensam os sicilianos tradicionais. Ainda são resistentes em aceitar a situação de uma mãe solteira. E foi por causa disso que atrasei a viagem que pretendia fazer. Se eu voltasse naquele instante para falar com você e deixasse Rei sozinha em Londres, não tinha certeza se ela não entraria em desespero e acabaria fazendo o que tinha em mente. Por isso eu a trouxe comigo, mediante a promessa dela de que pensaria a respeito, pelo menos até o Natal. Não imaginava que ela decidisse fazer aquela declaração nessa mesma noite.

— E por que ela fez isso?

— Não sei. Talvez esteja desesperada demais. Não fiquei lá o suficiente para descobrir.

— Ou, quem sabe, ela quisesse que todos pensassem que o filho era seu. Afinal, estava havendo muitos comentários sobre o encontro de vocês em Londres.

— No que está pensando?

— Talvez eu ainda não esteja completamente convencida de toda essa história — revelou Usagi e sentou-se na cama. — Um erro pode levar a outro com facilidade, caro.

— Bem, se deseja provas mais convincentes, acho que terá que esperar uns sete meses. Mas acabará por me pedir desculpas, Usagi . Eu não dormi com Rei!

O som de um carro se aproximando da casa os alertou. Usagi ergueu-se da cama e foi até a janela.

— Acho que você terá que arrumar essas provas antes do que imagina, Mamoru. É meu avô quem está chegando.