RATED: MA

DISCLAIMER: Nada é meu, não há ganhos financeiros com esta fic. É tudo do Dick Wolf, da NBC e seus parceiros, minha intenção é apenas entreter os fãs e à mim mesma. Não me processem!

Rachel:Sabia que minha malignidade ia te influenciar! Espero que continue acompanhando e curtindo, ainda mais depois do nosso papo por whatsapp! heheheh beijos

Thamires Pimente: Opa, leitora nova! Seja bem vinda. E, atendendo ao pedido, eis a continuação. Beijos

darianeide:Prontinho, chega de ansiedade! Eis o capítulo novo. Espero que goste. Beijao.

Paola Scarlet: Mas então pegamos um desfibrilador pra esse coração voltar a bater, afinal tem mais capítulo pela frente! hehehe Beijos, linda.

v269: Wow, review in English?! So, I know the chapters are too short, but when I write them, they seem to be bigger... Sorry... I hope you keep reading, even with the short chapters! Thanks for reviewing! Xoxo.

Alicia:Preparou os lencinhos já, gata? Pois é, esse capítulo tá dramaticão... hehehe Aproveitaaaa! beijos

Dani: A leitora que mais me cobra... siaosaiosaiosa Aqui o capítulo, gataa... Pois é, não sei se rola muuito BENSLER nessa fic, mas vamos vendo né? Quanto a apagar as cenas da Liv, bom, espero que tu seja muito boa em fazer isso, pq esse capítulo foi forte! Beijaao.

Gracielly:Que bom que tu já não te choca mais, porque nesse eu "me puxei" na tortura feat. drama... hehehe Espero que goste. beijinho

Brown Eyed Girl-62:Não precisa esperar mais! Eis o capítulo fresquíssimo. Beijoos

Bom, muita gente não comentou no capítulo passado. Fiquei triste e por isso atrasei...

Mentiraaa, é que a vida tá corridona mesmo... Perdão. gatites.

Então, á quem comentou pelo FB, obrigada viu?! Aqui mais um capítulo.

Espero que curtam e deixem reviiiiiew!

ATENÇÃO: O capítulo contém cenas de violência sexual e tortura. Não recomendada a leitura a pessoas impressionáveis e menores de idade

CAPÍTULO 7

SVU SQUAD ROOM

6:20 p.m.

- Capitão, acho que temos...- começou Rollins, enviando uma imagem para o monitor da sala e a ampliando.- Encontrei!

Cragen, Fin e Amaro se aproximaram da tela.

- Esse carro foi fotografado numa rua próxima à da fraternidade. Se aproximarmos e olharmos bem, podemos ver que a placa bate com os caracteres que temos.- disse Amanda.- Depois temos uma foto de um posto de pedágio e ampliando a imagem... Voilá! Lewis ao volante.

- Ótimo, Rollins. Que horas foi isso?- perguntou Cragen.

- Exatamente às 2:27 da manhã.

- Isso foi quando ele estava indo para Long Island.- disse Fin.- Há um posto policial há alguns quilômetros, vou ligar para eles, pode ser que tenha havido algo fora do comum ou que eles tenham alguma informação.- o detetive afastou-se para sua mesa.

- Envie a descrição atualizada aos postos policiais e de pedágio; além da balsa e pontos de saída da cidade.- começou o capitão.- Quero uma lista de todos os lugares que eles possam ter passado, estado ou pensado em passar!

O Capitão voltou para sua sala a tempo de atender ao telefone que estava tocando.

- Cragen.

- Capitão? Oi, é a Kathy, ex-esposa do Elliot.

- Ka-Kathy?- enrolou-se ele.- Posso fazer alguma coisa por você?

- Quero saber exatamente o que está acontecendo com minha filha?- perguntou a mulher, soando furiosa.- Kathleen me ligou desesperada e ainda não consegui falar com Elliot... Onde está Elizabeth? O que diabos está acontecendo?

- Quer dizer que Elliot ainda não falou com você?- surpreendeu-se ele.

Naquele exato instante o ex-detetive bateu na porta da sala do capitão e, antes mesmo de receber qualquer resposta, entrou.

- Cragen, eu...

- Um minutinho, Kathy.- disse o mais velho, colocando a ligação em espera.- Stabler, como você pôde deixar sua mulher, digo, ex-mulher sem saber de nada? Meu Deus, ela é mãe, tem o direito de saber o que está acontecendo com a própria filha!

- Eu tentei ligar, mas ela está a caminho de Nova York e o celular só cai na caixa postal. Vou tentar ligar mais tarde para...

- Não será preciso, é ela quem está ao telefone.- ele estendeu o fone na direção de seu ex-detetive.- Entenda-se com ela.

Elliot respirou fundo, então pegou o telefone e preparou-se para enfrentar a fúria de sua ex-mulher.

LOCAL DESCONHECIDO

10:01 a.m.

Elizabeth sentia os olhos pesados, queria abri-los, mas parecia algo impossível de ser feito. Algo lhe dizia que precisava acordar, tinha a sensação de que alguma coisa estava acontecendo e que era crucial que abrisse os olhos, mas a escuridão era tão mais confortável, tão mais aprazível.

Além de tudo ainda havia a dormência que se espalhava por suas extremidades, fazendo com que as únicas coisas que sentisse fossem a dor e o peso que lhe comprimiam a cabeça.

"Por que mesmo é que eu preciso acordar? Há alguma coisa muito errada... Eu...- Elizabeth sentia o sangue latejando em suas têmporas, piorando consideravelmente a dor que a envolvia.- Olivia..."

O gosto horrível em sua boca começou a ficar mais nítidos à medida que seus sentidos voltavam aos poucos. Então, antes que conseguisse entender exatamente o que estava acontecendo, ela ouviu alguns ruídos às suas costas e se forçou a abrir os olhos. A claridade, ainda que opaca, machucava-os, fazendo com que precisasse piscar repetidas vezes para acostumar-se. Quando conseguiu mantê-los abertos e percebeu onde estava, as lembranças voltaram numa avalanche avassaladora.

A festa. Lewis. A casa de praia. Olivia. O carro. O galpão.

Subitamente desperta, Elizabeth entrou em pânico. Onde estava Olivia? A cadeira à sua frente estava vazia, Lewis não estava à vista e... Céus, por que estava seminua? Será que havia sido...

Ela se recusava a pensar naquela possibilidade, então se concentrou em colocar-se em pé. Seus punhos doíam horrivelmente por sustentar o peso do corpo adormecido e suas pernas tremiam um pouco, mas após a terceira tentativa ela finalmente conseguiu manter o equilíbrio e aliviar um pouco a pressão em seus pulsos.

Lentamente a garota virou-se, segurando com firmeza as correntes que lhe prendiam e, diante da cena que viu, esqueceu-se até da dor que o movimento lhe causara nos braços.

Olivia tinha os olhos fechados, enquanto Lewis abusava de seu corpo.

Amordaçada, o único som que deixou os lábios da garotra foi um soluço seco. Foi o que bastou para que a sargento abrisse os olhos e a encarasse.

- Lizzie, por favor...- disse a morena, com os olhos marejados.- Não-não olhe... Por favor...

Lewis sorriu ao olhar para a garota também.

- Não, olhe sim. Preste atenção nos detalhes, em todos os mínimos detalhes.- disse ele, então beijou os lábios da sargento de forma brutal.

A ex-detetive ainda encarava Elizabeth de forma suplicante, implorando com seus olhos que a garota não a visse naquele momento absolutamente humilhante.

Quando separou-se de Olivia, Lewis, que ainda tinha apenas o cinto aberto, percebeu que sabia exatamente como quebrar sua vítima, sabia como tornar ainda mais degradante a situação. Então ele afastou-se sem dizer palavra alguma, foi até onde a cadeira em que ela ficara presa estava e a levou para diante do lugar onde a morena estava amarrada naquele momento.

Depois andou até Elizabeth e, aproveitando que os remédios ainda tinham efeito no organismo dela, a soltou das correntes. A menina caiu ao chão sem que ele sequer se desse ao trabalho de tentar aparar-lhe a queda.

- Venha, docinho.- ele a pegou pelo braço, levantando-a. Então, meio a arrastando, levou até a cadeira.- Aqui você verá melhor todo o show.

Com a súbita soltura e o fluxo de sangue que percorreu seus membros, Elizabeth sentiu uma dor absurda espalhar-se por seu corpo e espasmos violentos tomarem seus músculos.

- É o seguinte, querida: você fecha os olhos, a nossa amada Livvie sofre as consequências.- disse ele enquanto a prendia á cadeira, então lhe deu um beijo na testa e se afastou.

As duas mulheres se encararam por alguns instantes, cada uma vendo refletida sua dor nos olhos da outra. Olivia não imaginava possível sentir-se pior do que havia se sentido quando fora obrigada a despir-se, mas estava redondamente enganada. Ter Elizabeth assistindo o momento mais degradante que já vivera tornava tudo imensamente mais humilhante.

- Agora, ao show. Vamos dar à Olivia Benson o que ela sempre desejou.

Lewis andou novamente até a sargento, dessa vez, porém, parou às costas dela; abriu o zíper do jeans, abaixou a calça e a box apenas o suficiente para que seu membro ficasse confortavelmente livre, então agarrou Olivia por trás, apertando com violência seus seios.

Ela tremia, de olhos fechados implorava para que tudo aquilo acabasse, para que, por algum acaso do destino, alguém chegasse ali e o impedisse... Mas ela sabia que era um desejo vazio, idiota. Ninguém chegaria, aquilo não era um pesadelo, do qual acordaria apavorada, mas ilesa.

A pressão do membro dele em suas nádegas a fazia sentir vontade de gritar, a sensação da língua percorrendo seu pescoço era nojenta, as mãos violando seu corpo lhe causavam calafrios. Nada podia ser pior do que aquilo.

Ela realmente devia ser uma pessoa absolutamente horrível para que aquilo acontecesse consigo. Deus, se é que havia algum, provavelmente a odiava.

Elizabeth não se lembrava de já ter se sentido tão enojada em toda sua vida. Ver a mulher que sempre tivera como uma heroína, que sempre fora, de um modo ou outro, a fortaleza de seu pai, sendo quebrada pouco a pouco era doloroso demais. Desejava poder acabar com aquilo, poder fazê-lo parar, poder apagar aquelas imagens de sua mente, então, por instinto fechou os olhos.

Um grito agudo saiu dos lábios de Olivia ao sentir Lewis cravar os dentes em seu ombro, ao mesmo tempo em as unhas dele rasgavam a pele sensível de seu seio direito.

Com sangue em sua boca, ele encarou Elizbeth, sorrindo.

- Mantenha seus lindos olhinhos abertos, Lizzie.

A jovem engoliu seco e abriu os olhos. Lágrimas cascateavam por seu rosto diante da impossibilidade de fazer qualquer coisa. Já não sentia mais as dores das cãibras ou da coronhada que levara mais cedo e lhe deixara com a têmpora roxa. Não sentia mais o tiro de raspão que levara no abdome ou a dor de cabeça pela quantidade de remédios e vodca que consumira. Não. Nada daquilo a incomodava sequer remotamente.

A dor maior, o que realmente a levava às lágrimas, era presenciar aquela cena e não poder reagir, não poder ajudar.

- Isso, docinho, assim... Olhando tudo, sem perder nenhuma cena.- disse ele ainda sorrindo.

Olivia queria poder se desculpar com Elizabeth, pois sabia que a estava fazendo sofrer. As lágrimas dela conseguiam fazer com que a sargento se sentisse ainda pior, afinal se estavam ali, naquela situação, era apenas por culpa sua.

- Desculpe... P-por favor...- as palavras mal deixaram a boca de Olivia. Não passaram de um suspiro, mas a loira entendeu.

Lizzie respirou fundo e moveu discretamente a cabeça de um lado para o outro. Não queria ouvir desculpas, não precisava delas. Sabia que a culpa não era de Olivia, bem como não era sua também. O único culpado por aquela situação era o monstro que as sequestrara e as mantinha presas.

Olivia sentiu os lábios de Lewis se aproximarem de sua orelha, sentiu seu hálito quente, recendendo a cigarro e álcool, e então ouviu as palavras dele, ditas como se fossem amantes apaixonados que estivessem fazendo amor:

- Não posso esperar mais, docinho. Está pronta para mim?- e, dizendo isso, William Lewis ajustou seu membro por entre as pernas da sargento e a penetrou com violência.

O grito rouco que deixou a garganta de Olivia foi instintivo. Ela estava seca, contraída, e a dor de quando ele a invadiu foi simplesmente absurda demais para ser dimensionada.

Sem qualquer delicadeza, Lewis começou movimentos de vai e vem querendo estar cada vez mais dentro dela, cada vez mais entranhado à ela.

A respiração de Olivia era superficial, as mãos agarravam as correntes que lhe prendiam os pulsos, seus olhos estavam fechados com força, mas ainda assim as lágrimas escorriam por sob as pálpebras fechadas. Era dor demais, humilhação demais. Ela jamais havia cogitado a possibilidade de simplesmente desistir, mas diante de tudo aquilo o que lhe restava? Como seguir em frente?

Depois do que pareceram séculos de dor interminável, a sargento finalmente sentiu os movimentos cessarem às suas costas, então ele saiu de dentro dela e jorrou seu líquido sobre suas nádegas.

- Foi bom pra você, querida?- sussurrou ele, ofegante, ao ouvido dela.

CONTINUA

Então gatites da tia, gostaram? Amaram? Estão chorando litros e amaldiçoando até minha 7ª geração de descendentes não nascidos?

Aguardo vossas reviews com as respostas... heheheh amoo vocês (e amo mais quando escrevem aquela review lindja!)

BensLer Kisses!