Disclaimer: Essa história pertence a I'heure bleue, que autorizou eu e a LeiliPattz a traduzir, e os personagens pertencem a Stephenie Meyer.

This history belongs to I'heure bleue, who allowed me and LeiliPattz to translate, and the characters belongs to Stephenie Meyer.


Tradutora: Zahzuda

Leiam com a música que está no meu perfil o link.

POV Bella

Quinta-feira, 14 de fevereiro – 08:23h

Edward.

Eu nem mesmo tinha ido para casa antes de ouvi-lo novamente.

Eu estava com um pouco de medo, com medo que mais alguém tivesse me seguido, mas rapidamente reconheci seus passos, e o jeito que ele respirava tão profundamente.

Ele estava correndo na minha direção. Fiquei imediatamente preocupada, me perguntando por que ele teria voltado. Ele estava ferido? Algo tinha acontecido? Envolvi meus braços firmemente em volta de mim, e esperei por ele chegar até onde eu estava. Estávamos no meio da floresta, árvores nos cercando, nos dando sombras entre as nuvens da noite.

Ele parou de correr, e pressionou suas mãos em seus joelhos, engolindo em seco.

E naquele momento, eu soube que seus olhos haviam encontrado os meus, porque eu senti como se ele estivesse invadindo minha alma, e meus olhos, embora cegos, eram o único caminho para a minha alma que ele poderia entrar sem me arruinar.

"Por quê?" ele respirou, e sua voz estava cheia de angústia. Meu coração bateu rápido. "Porque você não me contou?"

Fui preenchida com entendimento naquele momento.

Franzi a testa e comecei a tremer. Ele sabia. Ele sabia. Ele sabia. Meu coração doeu enquanto eu ouvia, e sentia, sua fúria. Me virei de costas para ele, envolvendo meus braços com mais força em volta do meu corpo, e embora eu não pudesse ver em seus olhos, ele podia ver os meus e eu não o deixaria ver os sentimentos, a dor, a agonia, o horror que os preenchia.

"Me desculpe," eu suspirei, porque não sabia o que mais dizer.

"Por quê?" ele questionou novamente, e sua voz elevou. Sufoquei um soluço, não querendo falar. "Droga, Bella! Por que!"

"Porque eu estava com medo de você me deixar!" eu chorei, e cai de joelhos, soluçando. Edward ficou em pé em um silêncio chocado enquanto as lágrimas começaram a lentamente fazer seu caminho por minha bochecha. "Eu e-estava com medo q-que você me deixasse! Eu não q-queria ficar sozinha. Eu q-queria m-muito te contar, mas todos os d-dias, eu te conhecia m-melhor. E ficava cada vez ma-mais assustada, porque conforme o-os dias p-passavam, você significava c-cada vez mais para mim. E a cada dia, a-a dor tomava conta de mim cada vez que eu p-pensava em te c-contar, ficava cada vez pior. Não m-me deixe Edward. Por favor, n-não me deixe," eu implorei, e enterrei minha cabeça em minhas mãos, não querendo que ele visse as lágrimas de frustração e dor que rolavam rapidamente por meu rosto agora.

Ele ficou em silêncio por um longo tempo, abrindo sua boca para falar várias vezes mas então fechando-a, incapaz de forçar as palavras. Me apertei com mais força, chorando enquanto eu esperava as palavras que iam partir meu coração.

Mas quando ele falou, havia tantas emoções envolvendo sua voz – fúria. Desamparo. Aflição. Sofrimento. Dor. Fúria. – mas não encontrei ódio.

"Eu não teria te deixado … eu … eu ... droga! Eu não sei o que teria feito! Mas eu não teria te deixado, Bella! Eu não poderia ter te deixado! Você não entende! Você não ouviu? Eu te disse, várias e várias vezes, que eu não posso te deixar! Eu não posso! Você significa muito para mim, Bella. Muito. Eu não poderia ter te deixado mesmo se eu quisesse, porque toda vez que eu te deixo, mesmo que seja apenas pela noite, ou por alguns segundos, ou até mesmo quando fecho meus olhos por meros segundos, a dor que toma conta de mim e me abraça é demais para agüentar. Eu tenho que estar com você, Bella! Eu não posso ficar sem você ao meu lado. Você não entende?" ele sussurrou, e ele estava quase implorando, como se ele precisasse muito que eu entendesse o que ele estava dizendo.

"Edward," eu sussurrei, e ele caiu de joelhos ao meu lado, me pegando gentilmente em seus braços. "Edward, eu sinto muito. Eu devia ter te c-contado. V-você não pode ficar c-comigo. Eu sou um f-fardo. Eu vou a-arruinar sua vida!" eu chorei, e ele me abraçou com mais força.

"Bella, eu não me importo com isso. Eu não me importo com nada. Não me importo que você não pode sair no sol. Não me importo que você vive na escuridão. Eu quero estar com você. Eu quero ser seu amigo. Eu quero estar ao seu lado para sempre. Isso … dói, porque … você não confiou em mim o suficiente para me contar."

"Eu ... eu..."

Mas não pude falar mais nada. Eu nem mesmo tentei. Em vez disso, eu enterrei minha cabeça em seu peito, e simplesmente chorei.

POV Edward

Ela chorou por um longo tempo, e lágrimas ainda estavam fazendo caminho lentamente por suas bochechas pálidas quando ela virou para mim. Sorri suavemente para ela, e assim que olhei em seus olhos, era muito fácil ver a menininha interior e esquecer da menina exterior. A menina que nunca ficaria no sol. A menina que era cega, e que foi provocada, zombada e maltratada.

A abracei mais forte do que nunca.

"Bella..." eu suspirei, e sorri em seu cabelo, sentindo seu cheiro.

"Obrigada, Edward," ela murmurou, e piscou os olhos algumas vezes para livrar os olhos de algumas lágrimas teimosas que ainda caíam.

Fiquei em silêncio. E então suspirei suavemente. "Vai me contar agora? Porque não confiou em mim?"

"Eu confio em você," ela suspirou. "Provavelmente, demais. Eu estava com medo, como eu disse. Eu ia te contar, eu juro."

Eu sorri. "Acredito em você."

Silêncio nos seguiu novamente, e não foi quebrado até Bella perguntar, sua voz tremendo com preocupação. "As coisas vão mudar agora?"

"Bem," eu comecei, e escovei meus dedos bem suavemente em seus cabelos. "Pra começar, vamos ter que pintar todas as janelas em nossa casa para que você possa vir sempre que quiser. E então vou arrumar meu calendário para que possa ficar até mais tarde com você." Sorri brilhantemente. "E vou me tornar seu protetor pessoal! Vou me certificar que o sol nunca a machuque."

"Como…" ela sussurrou, e então parou, mordendo o lábio. "Como você ... lidou tão fácil com isso?"

Eu ri amargamente. "Não foi fácil, Bella. Ainda não é. Mas se eu não aceitar essa parte de você – você toda – então vou perdê-la. E isso é algo que não estou disposto a fazer."

Ela ficou em silêncio, e embora a chuva tenha começado, há muito tempo, nenhum de nós queria se mover. Eu estava contente em me sentar no chão duro e barrento para sempre. Contanto que ela estivesse em meus braços, eu iria a qualquer lugar.

"Isso te incomoda? Você acha que sou … estranha?" ela sussurrou, e eu beijei sua testa suavemente.

"Não, nada. Você é diferente, mas não diferente de um jeito ruim. Me fale sobre isso, por favor," eu pedi calmamente, escovando meus dedos em suas bochechas, removendo as gotas geladas da chuva. Ela murmurou contente, e sorriu, seus olhos fechados.

"Dói?" eu perguntei, sabendo que ela precisaria de um ponto de partida. Ela balançou a cabeça negativamente.

"Não. Nunca dói. Não a não ser que eu saia no sol."

Endureci ao ouvi-la falar que já tinha saído no sol antes, as palavras de meu pai voltando e minha mente.

"A chamam de A Filha da Noite, porque se ela sair durante o dia, ela pode morrer."

"Isso ... isso não é ruim?" eu perguntei, meus olhos arregalados. Mas ela sentiu minha preocupação e colocou uma mão reconfortante em minha bochecha. Eu podia dizer, mesmo na escuridão, que ela estava sorrindo suavemente.

"Sim. Mas foi há muito tempo, quando eu era impulsiva. Sou mais cuidadosa agora."

"Que bom ouvir isso," eu disse, e a puxei mais para perto. Nossos corpos molhados deslizavam facilmente juntos, e ela sentou alegremente em meu colo. Essa posição era tão íntima e ainda assim parecia tão inocente, como algo que amigos fariam.

Amigos.

Franzi minha testa, e envolvi meus braços em volta de sua cintura, como se a estivesse clamando como minha, embora eu soubesse que éramos ainda apenas amigos. Eu queria ser muito mais para ela, embora eu não soubesse como.

"Me diga mais," eu implorei, e minha voz estava tão baixa que eu mal escutei. Mas meus lábios estavam no ouvido dela, então, tenho certeza que ela ouviu cada palavra. "Me conte mais de sua vida, sobre como isso te mudou. Por favor. Eu quero saber."

"Eu nunca conheci muita coisa," ela disse, e encolheu os ombros, como se não fosse nada. "Então eu nunca mudei. Minha vida têm sido difícil, mas eu a aceitei e segui em frente. Perdi minha visão, como uma complicação da doença, quando eu tinha cinco anos. Eu nunca tive muitos amigos, e os amigos que eu tive partiram. Eu tenho sido feliz," ela sussurrou tristemente. "Tenho sido o mais feliz que eu posso ... e acho que isso é o que realmente importa."

"Eu te faço feliz?" eu murmurei contra sua pele, e escovei uma mexa de seu cabelo para trás da orelha enquanto meus lábios acariciavam sua bochecha, e então o espaço embaixo de sua orelha. Ela estremeceu.

"Sim. Você me faz muito feliz," ela sussurrou sem fôlego. "Tenho vivido na escuridão, com medo do sol que, em meros segundos, pode roubar minha vida. Mas ... quando estou com você, me sinto aquecida. Você é meu sol, Edward."

Sorri contra sua pele, incapaz de tirar o sorriso do meu rosto.

"Você tem medo do futuro?"

Ela não respondeu por alguns minutos, e quando respondeu, o barulho da chuva quase me impediu de ouvir. Eu peguei cada palavra com dificuldade.

"Eu costumava ter. Eu costumava pensar, e se? Não são muitas as pessoas com X.P. que tem uma vida longa. A maioria morre ... muito jovem. Eu tinha medo disso, Edward, porque eu quero ir para a faculdade e quero casar, ter uma família. Eu quero viver. Mas ... não quero mais ficar com medo. Não quero viver com medo de cada minuto da minha vida. Eu quero ser forte. Mas não sei como."

Sorri tristemente.

"Eu vou te mostrar," eu jurei, cerrando minhas mãos em punhos. "Eu vou te mostrar o mundo, e mesmo se você não conseguir ser forte por si mesma, eu serei forte por você. Eu te juro, Bella, isso não muda nada. Isso não muda o que sinto por você. Nada que você disser irá me assustar."

Silêncio seguiu, e Bella se mexeu em meu colo antes de descansar a cabeça em meu ombro e fechar os olhos.

Finalmente, ela sussurrou suavemente duas palavras que fizeram meu coração bater em meu peito mais uma vez.

"Obrigada, Edward."

Um largo sorriso se espalhou em meus lábios, e eu não pude deter a felicidade que se espalhou dentro de mim.

"De nada, Bella. Por tudo."

POV Bella

00:01h

Ele me acompanhou até a porta da minha simples casa de dois andares, mas quando ele virou para partir, eu agarrei a manga de sua blusa encharcada com minhas mãos trêmulas. Quando ele virou, ele rapidamente me pegou em seus braços novamente. E ali, em seu abraço seguro, me senti inteira novamente.

"Não me deixe," eu sussurrei, e ele riu um pouco, pressionando seus lábios em minha testa enquanto corria seus dedos confortavelmente entre meus cabelos.

"Eu tenho que ir, Bella. Mas estarei de volta pela manhã."

"Não me deixe," eu implorei, pelo que eu sabia, quando ele me deixasse eu estaria partida. Eu sabia disso, embora eu soubesse que ele tinha me aceitado, eu iria acreditar que ele tinha mentido para mim, e tinha me deixado para sempre. "Não me deixe."

"Certo," ele disse suavemente, e pegou minha mão na dele, apertando firmemente. "Não vou a lugar nenhum. Vamos. Vamos entrar e nos aquecer. Seu pai está em casa?"

Concordei, e ele estremeceu. Eu podia entender porque, e sorri enquanto pensava em Charlie descendo as escadas e achando nos dois no sofá – ou, Deus me livre, na minha cama – no meio da noite e pirando. Edward olhava para mim curiosamente, possivelmente se perguntando o que nesse mundo eu achava tão divertido. Pressionei minha mão em minha boca tentando abafar meu riso enquanto ele me guiava para dentro.

"Bella boba," ele murmurou, e me deixou pingando na porta enquanto se dirigia em direção da cozinha. Me perguntei brevemente o que nesse mundo ele faria ali, mas entendi quando ele voltou e gentilmente pressionou um pano macio e quente em meu rosto, secando a água da minha pele pálida. Sorri enquanto ele a passava em meus lábios e levantava meu cabelo com suas mãos enquanto secava minha nuca. Então ele secou meu cabelo, rindo enquanto eu balançava minha cabeça e o enchia de gotas de água.

"Vá vestir alguma roupa seca," ele disse, e eu soube que ele estava usando a toalha para se secar um pouco também.

Acenei, e pressionei minha mão contra a parede, sentindo meu caminho para escada e meu quarto. Era o primeiro no corredor, o banheiro era próximo. Era pequeno, mas aconchegante. Uma pequena cama no meio, com uma mesa perto. Minha cadeira de balanço de quando eu era bebê estava ao lado da janela – sempre fechada – e o chão era coberto com um suave carpete azul claro. Sorri, e fechei a porta atrás de mim, procurando no meu armário por algo quente. Acabei com uma calça de moletom – não tenho certeza qual era, porque infelizmente, roupa não era algo que você consegue marcar – e uma grande camiseta.

Sorri e fui pelo chão macio até o banheiro. Peguei uma toalha grande e fofa na prateleira e sequei meu cabelo um pouco mais antes de soltá-lo. Estava prestes a sair quando percebi que Edward ainda estaria ensopado – ele me secou primeiro, e a toalha de mão que ele usou era muito pequena. Então peguei a toalha quente e macia em minha mão novamente e cuidadosamente fiz meu caminho para a escada.

"Ah, aí está você."

A voz, era tão gentil – quase como veludo – mas eu ainda pulei um pouco, segurando um grito apavorado.

Edward riu.

"Desculpe, Bella. Eu não queria te assustar."

Sorri, colocando minha mão no peito, tentando em vão acalmar meu coração acelerado. O que era pior em ele estar batendo tão forte é o fato de que estava batendo por causa dele, não porque eu estava assustada.

"Aqui," eu disse, e coloquei a toalha em suas mãos. "Você está ensopado."

E como se fosse para provar meu ponto, uma gota de água caiu de seu cabelo e bateu em minha bochecha com um suave 'plop'. Ele riu suavemente, e escovou a água da minha bochecha antes de pegar a toalha e se secar suavemente.

Fiquei parada no meio da sala, mordendo meu lábio.

"Você ... precisa de algo para se trocar?"

"Eu duvido que furtar o quarto do seu pai no meio da noite seria bom para manter esse segredo. A menos que suas roupas sirvam em mim?"

Havia provocação em sua voz, então mostrei a língua para ele.

"Algumas das roupas do Charlie ainda estão na lavanderia. Tenho certeza que podemos achar algo para você."

"Charlie?" ele perguntou, e eu sorri.

"Eu chamo meu pai assim. Sempre chamei. É mais fácil."

"Ah."

Nós dois ficamos em silêncio, e enquanto eu o levava até a lavanderia, os únicos barulhos a nossa volta eram nossos passos suaves e as batidas da chuva no telhado. Apalpei as pilhas de roupa, e Edward acabou com uma calça de dormir que ficou duas polegadas mais curta e uma grande camiseta como uma que eu estava vestindo. Dei um par de meias de lã para que seus pés e tornozelos ficassem aquecidos, e em vez de por em si mesmo, ele se abaixou e colocou suavemente em meus pés, beijando a sola de cada um enquanto fazia isso. Meu coração bateu hiperativamente enquanto ele se afastava e seus dedos acariciavam minha pele.

"Eu não quero que você fique doente," ele explicou. "Eu ficarei bem."

"N-não," eu reclamei. "Eu vou pegar outro par."

Voltei as pressas para a lavanderia, encostei na parede e respirei fundo. E então sorri, e agarrei outro par de meias para levar para Edward.

Ele começou a rir no momento em que as coloquei em suas mãos.

"O que?" eu perguntei, com medo de ter pego algo além das meias. Como minha calcinha. Fiquei vermelha.

"São pink!" ele disse, mas as pegou de qualquer forma.

"Ah!" eu bufei, aliviada. "Vou pegar um par diferente."

"Nah," ele disse. "Não se preocupe. Pink é másculo."

Rolei meus olhos para ele. Ele agarrou minha mão e começou a me guiar pela escada.

"Quero ver seu quarto," ele disse, um sorriso enlaçando suas palavras. "Quero ver onde você cresceu."

Corei, mas o deixei ir ao meu quarto. E, respirando fundo, abri a porta, esperando desesperadamente que estivesse limpo.

"Tcharãm?"

Ele riu novamente, e percebi que ele riu mais nessas últimas horas do que em todo tempo que o conheço.

"Então? O que você acha?" eu perguntei, e então emiti um som agudo, porque ele tinha me pego em seus braços.

"Eu gostei," ele disse rindo, se movendo em direção da cama. "É aconchegante." Ele me colocou suavemente na cama, e sentou ao meu lado. Me enrolei na colcha e a puxei até meu queixo, sorrindo em sua direção.

"Fica comigo?" eu perguntei, e ele pegou minha mão na dele, pressionando seus lábios suavemente em meus dedos.

"Fico," ele disse e deitou em cima da colcha ao meu lado. Me curvei em seu abraço, e deitei minha cabeça em seu peito, completamente confortável. E enquanto eu começava a adormecer, eu lembrei de algo.

"Charlie vai te achar aqui de manhã," eu murmurei sonolenta. "Ele sempre vem me ver antes de ir trabalhar. E você não tem aula amanhã?"

"Três dias de final de semana," ele explicou. "E não se preocupe. Ficarei acordado até ele sair. Durma agora, minha Bella. Tenha doces sonhos."

Mas eu já estava longe.


N/T: Aiiiiiiiiiii que coisa mais linda, não é gente? Eu e a Leiluda super morremos com esse capítulo, imaginem os que vêm a seguir *suspira*.

Comentem ... até quarta que vem!

Beijos Zah e Leili.