N.T.1: Alô, gente!!!!! ^^ Desta vez demorei mais tempo do que seria suposto devido à droga do meu modem... -.-' acho que está a precisar de reforma, tenho estado praticamente sem net (só durante alguns minutos, e às vezes nem tanto). Mas como prometido, aqui está ele!!!! Queria agradecer IMENSAMENTE às pessoas que não estão inscritas aqui no FF (logo, não recebem as respostas que sempre dou) e que lêem e comentam a fic à mesma!!! Adoro-vos, malta a sério!!! Estou super agradecida pelos reviews!!! ^^

O link da autora desta fic é (sem os espaços):

http : / / www . fanfiction . net / u / 1320192 /

o nick dela é saint . my . ass

Enjoy!!!!!!!!!


VIII

Sirius ouvia de perto as palavras de Dumbledore.

O seu afilhado, o rapaz que ele via como seu próprio filho, tinha sido raptado. Pelo seu anterior inimigo de infância, que estaria supostamente do lado deles.

Maldito Snape… eu irei apanhá-lo, mesmo que custe a minha vida. Eu irei matar Snape e trarei o Harry de volta. Sacana de Snivellus.

Ele iria garantir que o morcego teria o que merecia. E muito mais.

Sirius sorriu de lado.

~O~

Severus sempre fora um homem paciente, ou pelo menos pensava que era.

Mas isto era demais.

Ele suportava conversas melosas, mas a maneira como Draco e Harry continuavam a lançar sorrisos um ao outro, e tocando-se a todas as oportunidades.

Isso era definitivamente demais.

Ele decidira que tomaria o seu pequeno-almoço no seu quarto, em vez de se torturar a ver o feliz e viçoso jovem casal.

Quando Draco alimentou Harry com uma banana, Severus ergueu-se e dirigiu-se para o quarto, mal sendo notado.

Olhando para o espelho no seu quarto, ele pensou em Sirius.

Há muito tempo, aquele feliz e viçoso casal tinham sido eles.

Agora, no entanto… tudo estava perdido.

Severus suspirou.

Agora tinha dois passarinhos apaixonados para ter debaixo de olho.

Que tortura.

~O~

Quando Harry acordou naquela manhã, ele tinha medo que houvesse uma estranha tensão entre ele e Draco.

Ele estivera preocupado durante todo o seu duche matinal, pensando sobre o que aconteceria se o seu companheiro o rejeitasse. Ou se ele descobrisse que não queria o seu companheiro…

E havia o Senhor das Trevas. O que é que ele tinha a haver com aquilo?

Tanto quanto sabia, Draco era um Devorador da Morte (1). Mas ele não o queria ver morto… ou era tudo uma actuação?

Felizmente, Harry estava enganado.

Bem, pelo menos em relação à tensão.

Draco estivera à espera dele do lado de fora do seu quarto.

Amor praticamente brilhou dos olhos de Draco, quando Harry olhou para aquelas piscinas de prata.

Os gestos, o toque, as palavras românticas sussurradas. Tudo era automático.

Eles até tomaram o pequeno-almoço juntos.

Harry sentiu-se infinitamente surpreso quando reparou que Draco sabia cozinhar.

Draco explicou, com um sorriso, que ele estava apto a tomar conta do seu parceiro. Desde que caçar já não era relevante, a cozinha tinha tomado o seu lugar.

Como Harry adorava cozinhar, comprometeram-se a fazê-lo juntos.

Apenas por olhar para Draco de avental, cozinhando lado a lado com ele… era simples e romanticamente de tirar o fôlego.

Os sentimentos românticos continuaram na sala de jantar.

Ele supôs que tinham levado o Professor de Poções à loucura, já que o homem saiu pouco depois do pequeno-almoço ter começado.

Um brilho muito predador apareceu nos olhos de Draco naquele momento.

Harry engoliu em seco, e desculpou-se para lavar a loiça.

Quando se apressava para a cozinha com alguns pratos, braços agarraram-no pela cintura.

"Fazer-me caçar por ti?" perguntou Draco, mordendo a sua orelha sugestivamente.

Harry ronronou, apenas para corar indignado pelo facto de ter ronronado. Ele não era nenhum gato!

Mas assim que Draco continuou o seu trilho de mordidelas pelo pescoço, Harry decidiu que não iria ligar para os sons que fazia. Enquanto Draco não parasse de fazer aquilo…

Harry gemeu.

~O~

Voldemort estava particularmente de bom humor quando acordou naquela manhã.

Ele até acordara com um sorriso na cara.

Depois de todos estes anos… o seu filho iria chegar hoje!

Claro, com o seu passado, ele estava a sentir-se nervoso e levemente assustado. Assustado pela perspectiva de rejeição, assustado por perder ainda mais.

O seu filho tinha idade suficiente para casar e ter filhos. E ele teria um companheiro dentro de um ano!

Que os céus proibissem o dito companheiro de o afastar da vida do seu filho. Ele recusava não fazer parte da vida do seu filho.

Então de novo, dependendo do que Harry dissesse, ele teria de ceder.

Por momentos ele pensou se Harry seria Dominante ou Submisso. Não que isso lhe importasse, mas se o seu filho fosse Submisso, ele não teria muitas hipóteses de o ver. Bem, isso dependia do Dominante de Harry.

Harry provavelmente era Submisso. Se o seu companheiro fosse Siren, ele definitivamente era. Mas se o seu companheiro fosse uma Fada, ele seria Dominante.

Tanto quanto sabia, aquelas eram as únicas criaturas que se ligavam a Imps. Imps normalmente não se ligavam entre si.

Ah bem. Pelo menos ele poderia sonhar com um futuro.

E netos.

Voldemort deixou aflorar um sorrisinho parvo nos seus lábios.

"Bom dia, Meu Senhor." Rodolphus Lestrange cumprimentou Voldemort, assim que se sentaram à volta da mesa de pequeno-almoço.

"Bom dia, Rodolphus." Disse Voldemort abstraidamente, a sua mente ainda em pequenos bebés a correr por todo o lado.

~O~

Rodolphus estava a ficar preocupado com o seu Senhor, aquele sorrisinho não podia significar nada de bom… ele normalmente nunca sorria.

Ele estaria para torturar alguém?

Ele nem queria saber.

~O~

O Senhor das Trevas lembrou-se de quando James ainda estava vivo.

E o dia em que James lhe dissera que estava grávido…

Voldemort suspirou de contentamento.

Eles tinham passado todo o dia na cama.

Ele olhou para baixo para o seu pequeno Submisso nos seus braços, desenhando círculos com os seus dedos no peito de Tom.

Com James era a única altura em que ele podia ser apenas Tom, então ele era apenas Tom quando estava na presença de James.

James olhou para cima, para ele, encontrando os seus olhos.

Ele parecia nervoso… um pouco amedrontado.

"O que se passa, Amor?" perguntou Tom preocupadamente.

Ele estaria doente ou algo assim?

"Eu… Tom, sabes que te amo, certo?" murmurou James nervosamente.

"É claro. E eu também te amo. Tu sabes que me podes dizer qualquer coisa, James. Diz-me o que se passa." Disse Tom, tentando convencê-lo.

"Bem… eu… Tom… eu estou…" sussurrou James.

"Tu estás o quê?" disse Tom, que não ouvira tudo, já que a voz de James ficara cada vez mais e mais baixa. E apenas tinha sido um sussurro para começar.

"Promete-me que não te zangas. Por favor." Disse James, olhando para cima com lágrimas nos olhos.

"Amor, o que é que se passa?" perguntou Tom preocupado, parando com as batidas de James nos seus olhos, e limpando as lentas lágrimas que caíam das suas bochechas.

"Promete." Sussurrou James.

"Prometo. Agora, o que é que te incomoda tanto?" inquiriu Tom, os seus instintos a ficarem selvagens ao ver o seu companheiro em lágrimas. Se alguém tivesse causado aquilo, esse alguém não teria muito tempo de vida.

"Tom," começou James, pegando numa das mãos de Tom, "Eu estou grávido."

Tom olhou-o com a boca aberta por uns segundos.

James tomou isso como uma rejeição e fechou os olhos, com mais lágrimas caindo dos olhos.

"Então não o queres…" murmurou ele, retraindo-se dos braços do seu companheiro.

Tom, finalmente voltando 'à vida', apertou os braços em torno do seu companheiro.

"É claro que quero." Sorriu ele, e beijou James ternamente.

Quando se separaram em busca de ar, uma das suas mãos moveu-se para o estômago de James.

"É apenas maravilhoso… Uma vida, a nossa criança está a crescer dentro de ti. É incrível!" sorriu Tom abertamente. Ele iria finalmente ter um filho.

Ele mal podia esperar para ver James inchar um pouco com uma criança. Ele não queria saber que provavelmente iria haver muita dor e tristezas. Eles iriam ter um bebé!

"Então gostas da ideia de ser pai?" perguntou James, sorrindo levemente, os seus olhos húmidos a brilhar.

"Sim. E como te sentes em seres mãe?" sorriu Tom levemente.

James olhou-o, mas parou, e começou a rir em vez disso, quando Tom lhe fez cócegas.

Eles olharam-se. Felicidade era evidente em ambos os pares de olhos, enquanto se inclinavam e se beijavam.

Voldemort suspirou. Se ele apenas não tivesse sido tão irresponsável, James ainda estaria ali.

Ele olhou para Rodolphus, que lhe lançava olhares, como se ele fosse louco.

Suspirando de novo, pensou que provavelmente seria.

~O~

"Narcissa?" chamou Lucius, estando no quarto do seu filho.

"Sim?" disse Narcissa, indo na direcção do quarto de Draco, onde ela sabia que estava o seu marido.

"Onde está o Draco?" perguntou ele preocupadamente.


(1) - "Death Eater". 'Devorador da Morte' para português de Portugal, para o do Brasil, acho que é Comensal da Morte, né? ^^ Depois digam-me se preferem que deixe esta expressão na versão original (para todos entenderem) ou se têm preferência por alguma das outras nomenclaturas…

N.T.2: Ainda não comecei a tradução do próximo cap... não me esfolem, mas é que eu agora estou a ter aulas de código da estrada e de condução!!! O meu tempo diminuiu um pouco, mas é claro que não vou parar! Nem que o faça à noite... ^^ Agora já sabem, podem continuar a fazer uma tradutora feliz xD

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