Depois de um mês, ou quase, sem postar aqui está mais um cap. quero agradecer aos reviews, se não fosse por vocês eu teria parado de escrever, arigatou gozaimasu.
Gomen nisai pela demora, mas minha criatividade saiu de férias e se perdeu no caminho de casa, se alguém encontra, por favor, me avisem.
Nani- o que?
Aishiteru - eu te amo
Aishiterumo - eu tbm te amo
Se estiver errado, me avisem faz tempo q eu não uso esse vocabulário
Vamos a história. Bai bai
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"-Entendo... ela é a mãe dele? -indago apontando para a mulher que estava conosco." Por favor, diz que não, por favor, diz que não..."
-Digamos que sim... –não... não..
-Entendo... bem, eu tenho que ir. Vou deixar vocês a sós, devem ter muito o que conversar. –digo saindo.
-Serena, espera. –pede-me ele segurando o meu braço.
-Tchau Darien. –digo soltando-me e indo embora.
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Droga Serena por que tem que ser assim, será que não passou pela sua cabeça que mesmo se ela fosse mãe dele, nós poderíamos estar separados?
-Você se importa muito com ela, não é? –questiona-me a diretora.
-Você nem imagina o quanto. –respondo.
-Por que não diz a ela? William precisa de uma família, não só de um pai. –diz ela.
-Eu sei, mas ela não me ouvirá, ao menos por hora. –digo.
-É, ela saiu daqui morrendo de ciúmes. Ela deve sentir algo muito forte por você. –algo muito forte.
-----------------------Flash Back--------------
Dois jovens estavam sentados em um banco no parque nº10, a jovem aparentava ter uns 17 anos e o jovem uns 21, formavam um belo casal, ela loira de olhos azuis e ele moreno de olhos também azuis, ela falava sem parar e ele apenas a observava sorrindo admirado pela beleza dela.
-Darien eu te amo tanto, tanto, que dói, eu quero estar sempre com você, prometa-me que vai voltar logo que seremos felizes... –pedia ela olhando-o. - que construiremos... –ela volta novamente a sonhar esperando que ele a acompanhasse nesse mundo de sonhos. –Darien! –chama ela ao ver que ele apenas a observara.
-Nani? –pergunta ele curioso.
-Eu é que pergunto, você parece estar em transe. –diz ela.
-qualquer um ficaria em transe olhando pra você. –diz ele.
-Darien... –sussurra ela.
-Aishiteru... –diz ele beijando-na.
-Aishiterumo. –responde ela.
-----------------------Fim do Flash Back--------------------
-Oi mamãe... –digo ao entrar em casa.
-Oi filha tudo bem? –questiona-me Mamucha.
-Sim, por que? –questiono.
-você parece pálida. –diz-me ela.
-Não é nada deve ser por que o meu corpo ainda está sofrendo mutações. –digo.
-Você não quer um chazinho, ou uma sopa? –questiona-me ela.
-Não mamãe, obrigada, eu estou bem, só quero dormir um pouco. –digo subindo para o meu quarto.
Por que? Por que quando tudo parece estar dando certo, o mundo vira de ponta cabeça e eu fico perdida de novo? Por que eu simplesmente não consegui ficar lá com ele, dando o meu apoio?
Não, eu tive de ser orgulhosa, de... mas eu não estou errada, ela é a mãe do filho dele ela vai querer ficar com ele, e se eu ficasse, eu sobraria.
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-Rina, o que houve? Você está pálida. –indaga-me Keiko.
-Não é nada e minha pressão deve ter baixado só isso. –respondo.
-Vem, então vamos comer alguma coisa. –pede me ela.
-Não, eu to bem, eu tenho que terminar o trabalho do Mamo-chan... –digo.
-Trabalho de quem? –questiona-me ela.
-Do Chiba. –respondo.
-Por que você o chamou de Mamo-chan? –questiona-me ela.
-Porque era assim que eu o chamava, e saiu... –digo.
-Vocês tiveram algo não foi? –indaga-me ela.
-É tão notório assim? –pergunto.
-Um pouco, você o trata diferente, e ele sempre ta te olhando, nos corredores, todos que tem aula com você dizem que ele vive te cuidando, te observando. E você sente algo por ele é notório, seus olhos brilham, mesmo quando você quer nos convencer que não o suporta, agora mesmo, seus olhos estão brilhando. Você o ama, e quanto mais você luta contra este sentimento mais ele cresce. –ela tem razão, eu amo o Darien cada vez mais.
-Eu sei Keiko, mas eu me tornei muito orgulhosa e da ultima vez eu sai muito ferida e não quero que isso ocorra novamente. –digo.
-Serena, você criou uma casca, mas ela se quebrou e você não percebeu, você voltou a ser a garota que era antes, ou quase e por causa dele, ele te trouxe de volta a vida, você não pode negar. –ela tem razão, mas ele não me ama mais, e eu não conseguiria viver com ele, sem o nosso filho.
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-Por que eles não juntaram as turmas? –indaga-me Carlos.
-E eu vou saber. –digo.
-Mas você sabe, por que o Darien não veio, não é? –indaga-me ele.
-Sim, por que o filho dele está doente. –respondo.
-E por que você não está lá dando apoio moral? –pergunta ele.
-Por que eu ficaria lá, se a mãe do filho dele está lá? –eu sei que ele tem a melhor das intenções e que sempre se preocupa comigo, mas dessa vez...
-Serena, ela pode até ser a mãe do filho dele, se o pirralho não for quem eu penso que é. Mas você é a mulher que ele ama, e vocês tiveram um filho, vocês tiveram e ainda tem uma história.
-Carlos por que está dizendo tudo isso? –questiono.
-Por que eu me importo com vocês, com os dois, e você sabe disso, sabe que todos nós temos uma divida com o Darien. –é verdade, eu tinha me esquecido que eles...
-Talvez eu...
-SERENA! ...SERENA ACORDA...
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De repente os médicos do andar começaram a caminhar de um lado para o outro nervosos, enquanto uma paciente era trazida as pressas para o quarto do Willy, por que não tinha espaço na emergência pra ela, ou algo parecido, ao lado da maca vinha seu namorado eu acho, ao longe, espera, ele é o Carlos, e ela...
-Serena! O que aconteceu com ela? –pergunto.
-Ela desmaiou, nós estávamos conversando... –se eles estivessem apenas conversando isso não teria acontecido.
-Vocês deviam estar discutindo isso sim, se não, não teria acontecido, nada.
-Nós estávamos falado sobre você! -diz ele irritado.
-Sobre mim? –questiono.
-Sim sobre você. –isso significa que ela deve me odiar, o que eu faço agora?
-Darien... –o que ela esta fazendo aqui?
-Diana, o que houve? Por que você está aqui?-indago.
-Vim atrás da Serena e você? –questiona-me ela.
-Meu filho está aqui. –digo.
-Darien eu sinto muito. –diz ela me abraçando, foi tão sincera. –o que ele tem?
-Os médicos não sabem, eles estão correndo atrás, mas não têm nenhuma idéia do que é. -digo cabisbaixo.
-Não se preocupe, vai dar tudo certo. –sussurra ela. –e eu estou aqui para te ajudar.
-Diana... –sussurro.
-Shhii, é tudo o que eu posso fazer, afinal de conta, nós somos amigos. –amigos... ela quer apenas a minha amizade?
-Obrigado...
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Estava tudo tão escuro, a jovem, não via nada além de sombra, tudo tão escuro, que lhe dava medo, uma solidão, uma profunda solidão, ela começa a correr desesperadamente tentando sair daquele lugar.
-Mamãe... – ela para e olha na direção da qual pensa ter vindo a voz.
-Quem está ai? –pergunta receosa.
-Mamãe! –ouve de novo.
-Quem é? –questiona indo em direção a voz...
-Mamãe... mamãe... –as sombras começam a desaparecer e a sua frente surge uma criança, ou melhor três, uma menina de cabelos loiros, presos em ondangos, e olhos azuis, que ela identificou como sendo ela quando pequena, um menino de cabelos pretos e olhos azuis, e os dois seguravam juntos, um bebê que chamava pela mãe, um menino semelhante ao outro, porem com os olhos dela.
-Guile... – a jovem vai até as crianças e pega o bebê no colo...
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-Guile... –grita uma jovem acordando de um sonho. –Foi só um sonho, mas eu pude senti-lo, foi diferente, foi como se ele estivesse comigo... Guile... onde você esta? Espera, onde eu estou? –pergunta-se a jovem olhando para os lados e encontrando um menino muito parecido com o garoto que segurava seu filho... –Realmente ele se parece muito com o pai... –sussurra ela levantando-se e indo em direção ao menino. –Se ao menos o seu irmão estivesse aqui talvez você tivesse um lar. –diz ela chegando até ele. –Não desista pequeno, seu pai precisa de vo... –ela desmaia novamente.
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-Obrigado pela companhia Diana, você não precisa ficar aqui. –digo enquanto voltávamos da lancheria.
-Mas eu quero, eu sou sua amiga e quero ficar para lhe ajudar no que puder. –é bom ter alguém que se importe tanto assim comigo.
-Darien, como eles estão? –indaga-me Carlos.
-Estão na mesma. –respondo.
-E pelo visto você parece feliz com isso. –diz ele.
-Claro que não. –respondo.
-Não é o que parece. –diz ele.
-Então você precisa de óculos. –digo.
-Deixe-o Carlos, a Rina tem razão. –diz uma amiga dele, acho que é Keiko o seu nome.
-Keiko cale a boca, o que vocês sabem sobre o Darien? -indaga Diana irritada.
-Sabemos muito mais do que você. –diz Carlos.
-Isso é o que vocês dizem. –diz ela.
-Isso, é a verdade, eu sei mais sobre ele do que você já mais saberá. –ele afirma com tanta convicção, será que ele é o confidente da Serena?
-Não me faça rir Carlos, o que você pode sabe sobre o Darien? Só o que a Serena te contou. –diz Diana.
-Não Diana, eu sei o que eu vi, eu sei o que eu vejo, tudo o que acontece agora, confirma o que ela me disse. –diz ele.
-E o que ela te disse? –questiona Diana.
-Eu não posso falar a qualquer um, diz respeito a eles, ao passado que eles tiveram. –eu não acredito que ela contou pra ele, a menos que eles tenham tido algo.
-Você sabe tanto sobre a vida dela por que? –pergunta Diana.
-Por que ela é minha amiga. –responde ele.
-Só amiga? –questiona ela.
-Sim só amiga. –responde ele.
-Não parece... –sussurra ela.
-Mas é. –afirma ele.
-Eu não sei por que mas acho que você está mentindo. –digo.
-Mesmo que eu quisesse algo com ela, ela não aceitaria. –então ele gosta dela. Eu sabia, esse garoto gosta dela.
-Não é você que espalha pra Deus e o mundo que ela é sua cunhadinha? –indaga ela.
-Sim, por que é a verdade. –diz ele.
-Mas isso quer dizer eu você é rival do seu próprio irmão? –indaga ela.
-Não, por que os dois se amam e eu não tenho lugar nisso tudo ela me vê apenas como um cunhado, no máximo como um amigo. –diz ele.
-Mas me responde uma coisa... –começa ela.
-Você não cansa de me interrogar? –indaga ele.
-É só mais uma pergunta e eu prometo que paro. –diz ela.
-Ta vai, pergunta. –diz ele. –Mas que seja a ultima.
-Você não tem irmão, como ela pode ser sua cunhada?
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