Nota sobre o post: Como a parte da cuddy se trata de uma NC eu resolvi escreve-la na 3° pessoa. Espero que vocês compreendam.
- Estranho, vou ligar pra ela preciso saber o porquê disso. – House... – Minha mãe gritou. Meu pai e o Wilson entraram c
orrendo na sala.
- O que foi Cuddy?
- A Rachel! Esquecemo-nos dela. House a Rachel não pode ficar sozinha com o Sean por ai a solta. E eu não quero ficar sozinha, liga pra Rachel, onde ela está?
- A Rachel está bem, eu mandei o Foreman buscar ela. É muito difícil o Sean tentar chegar perto dela com afrodescendente de dois metros ao lado dela.
- Tem certeza House?
- Absoluta, ela já deve está chegando por ai.
- Bem eu vou saindo. House se tiver alguma novidade me avise. E Cuddy eu venho te ver mais tarde.
Com isso o Wilson saiu do quarto deixando um casal com muitos assuntos pendentes e com a paixão e a saudade gritando dentro deles. Meu pai se aproximou da cama e minha mãe passou a mão de leve nos lençóis indicando que ele se senta-se ao seu lado, e ele fez. Ela se aproximou mais e colocou sua cabeça no peito dele. Ao ouvi seus batimento cardíacos ela relaxou, sentiu-se segura e mais viva que nunca, era como se meu pai fosse a gasolina que desse vida ao motor. Ela sorriu ao pensar assim, tantas brigas haviam acontecido, meses de separação, um novo e lunático namorado fizeram despertar pelo meu pai o sentimento que por mais difícil que fosse ser escondido. Meu pai passou de leve as mãos nos cabelos dela e puxou seu rosto e pode ver o sorriso bobo que estava estampado na sua cara.
- Será que eu posso saber o porquê do sorriso?
- Não é nada, eu só pensei em algo bobo.
- E esse algo bobo com certeza me inclui certo? – Minha mãe sorriu novamente.
- Sim, isso te inclui.
- E eu posso saber o porquê?
- Não é nada demais.
- Nada demais? As coisas que me incluem sempre são demais, você mesma me disse isso.
- Eu só me lembrei do quanto é bom ter você por perto. Eu só me sinto segura nos seus...
Antes mesmo de minha mãe termina meu pai arrancou outro beijo, doce e lento, sem pressa. O roça dos lábios, a respiração cortada, o coração batendo de leve os lábios seguiam o compasso do coração calmo, lento e apaixonante. Minha mãe de leve deu passagem pra que o beijo se aprofundasse, mais novamente eles foram interrompidos por uma filha desesperada e agora vendo a cena do beijo completamente confusa mais ao mesmo tempo feliz... Seria isso um sonho?
- Alguém me belisca!
- Que droga! Dá pra baterem na porta.
- Dá pra vocês me explicarem o que tá acontecendo aqui? Primeiro eu estava falando com você no celular a ligação cai eu retorno e cai na caixa postal, depois o meu pai me liga dizendo que é pra eu não sair do colégio e que algo ruim aconteceu e por ultimo o projeto de robocop afrodescendente chega ao colégio dizendo que veio me buscar. Agora eu chego aqui me deparo com a minha mãe numa cama de hospital com mão enfaixada o rosto cortado e você deitado na cama beijando ela? Preciso de um psicanalista.
- Sem dramas Rachel, eu estou bem.
- Mãe, se você está bem me desculpe, mas então a pancada tirou alguma coisa do lugar na sua cabeça... você está hospitalizada.
- Epa mocinha olha lá como você fala.
- Desculpa mãe, eu só fique preocupada.
- Venha cá. Deita aqui perto de mim.
- Eu vou cair assim Cuddy.
- Então vai mais pra lá, aqui dá pra os três.
- E agora dá pra me contar do começo, sem cortes de proibido pra menores de 18.
Minha mãe começou a contar tudo, desde as ameaças até a agressão. Antes eu achei que o Sean era um panaca riquinho metido à merda, mas agora as coisas passaram dos limites. Ele bateu na minha mãe.
O olhar do meu pai era de puro ódio e as sensações ruins agora voltaram com tudo. O medo de ele aparecer do nada e me bater de novo voltou e ouvir minha mãe dizer que não queria fazer a queixa me deixou mais indignada.
- Mãe ele pode voltar, não sabemos quem realmente o Sean é!
- Você está vendo que eu não sou o único aqui a querer ver esse imbecil atrás das grades?
- Tá eu sei. A queixa já foi feita e eu espero muito que ele seja preso.
- Agora será que vocês podem me responder o que foi aquilo que estava acontecendo aqui quando eu entrei?
- Aquilo o que? – Minha mãe perguntou e meu pai a olhava rindo da situação.
- A tá bom. Vai ficar se fazendo de desentendida dona Lisa Cuddy?
- Eu não estou nada. O que você viu foi...
- Fomos nós nos beijando.
- E isso quer dizer que vocês voltaram?
Pausa dramática para pensar e pensar e pelo visto a resposta não viria se eu não interrompesse o casal.
- Dá pra responder ou tá difícil?
- Não, ainda não voltamos. – Meu pai falou com um certo sorrisinho no canto da boca.
- Ainda não? Porque não, sabe de um ditado "Não devemos deixar pra amanhã o que se pode fazer hoje".
- Rachel escuta as coisas não são assim.
- Tudo bem, um passo após o outro. Agora, por favor, não deem passo pequenos. Eu não sei se posso pedi isso, e não sei se devo, mas vocês já estão cansados de ouvi que o que eu quer. Eu quero é minha família de volta. Não somos perfeitos e estamos longe de sermos isso, mas temos o nosso jeito e somos felizes assim.
- Ok!
- Ok!
É complicado lidar com esses dois. Quando as coisas poderiam ser mais fáceis eles complicam ainda mais. Pra mim os meus pais são perfeitos um pra o outro e não me canso de dizer isso, pena que eles se cansaram de ouvir. Eles tem uma historia e tanto e parece que todo esse tempo de convivência some quando um quer mostrar mais poder que o outro. Minha mãe meio que precisou de um toque de realidade pra ver quem ela realmente o amava... quer dizer ama e meu pai precisou que tudo isso acontecesse pra ver que não dava pra ficar longe dela.
Bem, passei o resto do dia com a minha mãe e passei a noite na casa do Tio Wilson. Meu pai não queria deixa-la sozinha, não com o Sean a solta por ai. No dia seguinte ela teve alta, e por ela, teria ido pra casa no mesmo dia, mas quando seu médico é o Dr. House dificilmente os desejos do paciente serão atendidos, mesmo que o paciente seja a sua chefa.
Meu pai a deixou em casa e pediu pra que o Wilson ficasse conosco enquanto ele ia até o distrito, precisava de alguma noticia da Investigadora Navais e se surpreendeu ao saber com quem eles estavam lidando.
- Michael Fenning, o verdadeiro nome dele. Casado uma vez, 39 anos, rico e procurado em três estados por ter assassinado a mulher e o filho e por ter feito a outras duas mulheres o mesmo que ele fez a Dra. Cuddy.
- Então estamos lidando com um assassino!? – Soou mais como uma afirmação e não como uma pergunta.
- Sim, as buscas começaram, e a cada coisa que descobrimos a vontade de pegar esse filho da mãe o quanto antes só aumenta.
- E como ela fica? Vulnerável a ele? Ele pode voltar. E se ele puser os dedos nela ou na minha filha ele vai se vê comigo. Posso ser um manco mais posso dar um jeito nesse filho da puta.
- Wow, vamos com calma Dr. House. Pra isso existe lei, existem policiais. Acho que o senhor tem muito trabalho a fazer assim como eu. Qualquer coisa eu aviso o mais rápido possível.
Meu pai saiu dali frustrado e com muito ódio. Se ele pudesse o Sean seria o picadinho do almoço. A semana se passou aos passos da tartaruga, minha mãe comandava o hospital de casa, meu pai fez o possível e o impossível pra que ela tirasse uns dias de folga que foram uma mão cheia pra ela. A minha casa era vigiada por viaturas que passavam sempre pra saber se tudo estava bem, era estranho mais era necessário. As minhas aulas na academia continuaram, meu pai me levava e buscava sempre que podia almoçava comigo e minha mãe.
Em plena quinta feira a noite o Tio Wilson me chamou pra ir ao cinema, estranho o convite mais ainda assim aceitei, sempre que saio com ele ganho presentes... Não me julguem, aprendi com o melhor.
- Tem certeza de que não quer vim com a gente mãe? Vai ser divertido, e outra, é quinta-feira você não trabalha amanhã, lembra? Folga de uma semana?!
- Muito obrigada pelo convite, mas não estou com muita cabeça pra cinema.
- Tá bem, me liga ou manda um sms se quiser alguma coisa ok?
- Ok! E nada de assaltar o Wilson, sei como você é boa na chantagem emocional.
- Eu fazendo chantagem emocional, assim você me ofende.
- Até parece.
A buzina tocou avisando que ele tinha chegado. Certifiquei de que minha mãe tinha trancado todas as janelas e portas, "É melhor prevenir do que remediar".
- Qualquer coisa eu estou com o celular pode ligar.
- Tudo bem. Até mais meu amor.
XX
Cuddy estava no banho quando ouviu batidas fortes na porta dando-lhe um grande susto. Um calafrio passou por sua espinha arrepiando os pelos de seu corpo. Ela vestiu seu robe e foi até a sala ver de quem se tratava. O medo de que fosse o Sean querendo entrar na casa e terminar o serviço a fez recuar e esperar que batessem novamente.
Dessa vez a batida foi mais forte assustando-a. Mas pra acalanto do seu coração uma voz muito conhecida a tirou do transe.
- Cuddy sou eu abre a porta, eu sei que você está ai.
De imediato ela abriu a porta e se acalmou ao constatar que House estava e não o Sean. Porém o seu orgulho e sua pose de mulher forte não a deixou correr pra os braços do homem a sua frente.
- O que você quer? A Rachel não está e eu pretendo dormi um pouco.
- São exatamente 18:38 da noite e você pretende dormi, Cuddy?
- Sim, por quê? Eu acho que você deve lembra que eu estou de folga e posso usa-la como bem entender... Ordens do meu médico.
- Eu não vim saber da Rachel e sim de você. Como está seu dedo?
- Bem melhor, mais como você pode ver ainda na tala. Agora que você sabe que eu estou bem pode ir embora.
- Cuddy espera. – Ele disse entrando e fechando a porta atrás de si.
- O que é House? O que você quer de mim? - Ele foi se aproximando lentamente... mais que o normal. Vendo-a ali parada na sua frente só com um roupão cobrindo seu corpo. Ele notou que pelos cabelos molhados ela tinha acabado de sair do banho e pensamento libidinosos passeavam por sua mente. O desejo de tê-la era tão forte que ele sentiu um aviso vindo de sua genitalia. De imediato ele balançou a cabeça para que pudesse afastar os pensamento e não fazer algum ato precipitado e arruinasse o real motivo de sua visita.
- Eu, eu quero três coisas.
- House, por favor, vai embora. O que você quer agora?
Com uma aproximidade deliciosamente perigosa ele pode sentir o cheiro do sabonete dele e a vontade de agarra-la só aumentava.
- Não, eu não posso ir embora eu quero você, quero cuidar de você e quero a minha esposa de volta.
Antes que ela pudesse pronunciar alguma coisa House a pegou pela cintura e segurando em seu pescoço lhe beijou delicadamente, pedindo passagem. Cessou o beijo e delicadamente chegou ao seu ouvido e suspirou fazendo-a aproximar mais com o ato.
- Eu sei que você também me quer, não negue, por favor.
Ela não negou, apenas virou seu rosto ao encontro dele e o beijou com força, o desejo por aquele homem só crescia. Nenhum homem jamais lhe deu tanto prazer como aquele que estava ali lhe beijando com veermência. House foi guiando-a a parede mais proxima e em momento algum cessaram o beijo. Com as mãos ageis ele acariciou suas nadegas por baixo do roupão e sorriu ao descobri que ela não usava nada por baixo. A puxou mais pra perto pra que pudesse sentir sua excitação. Ele esfregou a barba por fazer no pescoço dela deixando novamente arrepiada e mais excitada aproximou novamente do seu ouvido e sussurou.
- Você estava esperando por mim? Você está nua Dra. Cuddy!?
Um sorriso bobo brotou no canto da boca do infectologista que não passou despercebido por Cuddy. Ela não iria admitir, mas passou a semana toda desejando que House a visita-se e agora ele estava ali, beijando-a, acariciando seu corpo e dizendo que queria sua mulher de volta. Cuddy já não aguentava mais os beijos, a saliva quente em seu pescoço e a mão grande de House percorrendo seu corpo, o prazer era tão que ela pensou que explodiria a qualquer instante. Não aguentando a pressão a mesma quis responder, mas saiu mais como um gemido.
"House"
House voltou a beija-la com força e desejo e quando o ar fez-se necessario a mesma o empurou respirando com força.
- House para!
- Me faça parar Cuddy. Diga que não quer e eu vou embora.
- House não faz assim.
- Assim como?
House voltou a segura pela cintura e a beija-lhe, o doce de sua boca, seus lábios, ele se perdia naquela mulher, se perdia com o poder que ela tinha sobre ele. As mãos que antes estavam em sua nadega agora foram ao encontro dos seios, ele acariciou por cima do robe, arrancando gemidos tão baixos dela que precisava-se chegar bem proximo para ouvir.
- Diga Cuddy, diga que quer que eu vá embora.
Não anguentando a tormenta que aquilo estava sendo a cessou os beijos e se afastou.
- House p-para! – Ele se afastou um pouco frustrado.
- Você quer que eu vá embora é isso?
- Não, eu só parei pra fazer isso.
Você é o único com quem sonho todos os dias
Você é o único em que sempre penso
Você é o único que me faz comportar
Meu amor é seu amor, seu amor é meu amor
De imediato Cuddy tirou o nó do robe espondo seu corpo nu. House permaneceu quieto, não disse uma palavra, só observava seu corpo como se decorasse cada parte dele. Voltou a agarra-la, suas mãos iam das costas até as nadegas enquanto Cuddy tinha começado uma maratona pra tirar suas roupas, jaqueta, camisa... Ainda tinha muito a ser tirado. Eles forram se arrastando até o quarto esbarrando em tudo que tinha no caminho, um jarro que tinha no corredor caiu jogando cacos de vidro pra todos os lados, mas não se importaram com isso. Entrando no quarto ele a colocou sobre a cama. O sorriso sacana estava ali novamente marcando presença no rosto dele, ele tirou a camisa, calça e o tênis permanecendo com a cueca box preta. Lentamente ele voltou à cama e foi beijando o corpo dela de baixo para cima. Primeiro os pés, depois joelhos e coxas.
Perdeu-se no tempo quando começou a lamber a virilha dela e pode nota o quanto estava excitada, a líbido dela escorria por entre a genitalia, ele passou o dedo delicamente tirando um pouco e levando a sua boca e provando do seu sabor. Com corpo arqueado Cuddy pedia por mais, ela desejava um toque mais intenso e lembrou das vezes que House lhe deu um prazer tão forte a qual perdeu todas suas forças.
Alcançando a genitalia dela House passou o dedo indicador pelo clitoris arrancando uma súplica. A sensação foi avassaladora, a endocrinologista queria mais e dessa vez a caricia tinha mais força uma vez que ele lambeu seu clitoris e o sugou com força. Enquanto sugava ele penetrou um dedo na genitalia da mulher. Lisa ergueu a cabeça e pode presenciar o homem de sua vida vida lhe dando um oral maravilhoso. Sem parar o ato ele ergueu os olhos e pode ve-la morder o canto da boca enquanto a mesma acariciava os seus seios. Náo demorou muito para que ela começasse a sentir o orgasmo chegando. House penetrou mais um dedo fazendo movimento de vai e vem enquanto sua boca continuava chupando seu clitoris com força, ora chupando, ora dando leves mordicadas. Acelerou o ritmo e pode sentir Cuddy ter pequenos esparmos. Ele levantou novamente o olhar para ver a mulher que ele tanto ama agarrando com força o lençol da cama e se contorcendo enquanto House lhe propocionava o primeiro orgasmo da noite. Tentando controlar a respiração a mesma permanceu de olhos fechados, apenas sorrindo depois do ato.
Querido, eu te amo, preciso de você aqui
Me dê todo o tempo
Querido isso está predestinado a acontecer
Você me pegou, sorrindo o tempo todo
- Eu tinha esquecido o quanto você fica linda quando tem um orgasmo, principalmente quando sorri depois de um.
A respiração dela foi voltando ao normal. O corpo ainda tremia com o prazer delicioso que ele tinha lhe causado só com um sexo oral. As carícias não tinha cessado e ela chorou de manha quando ele a virou e começou a morde sua bunda... Suas mãos eram tão quentes. Ele deitou em em cima dela e ela pode sentir a excitação dele dura feito marmore sobre a nadegas dela. Sentindo o cheiro do champoo e mordendo o lóbulo de sua orelha House falava o quanto a desejava está dentro dela. Com isso ele a virou pra que pudesse voltar a beija-la e passou a acariciar os seios, primeiro o direito, começou a mordiscar a aurela rosada, enquanto massageava e beliscava o esquerdo. Cuddy não aguentando a tormenta o virou tomando as rédeas se posicionando em cima do membro dele tomando cuidado para não machuca a perna. Começou a rebolar enquanto ele fechava os olhos aproveitando o momento. Com as mãos hábeis House alcançou os seios de Cuddy e massageou, com o roças dos sexos Cuddy deixou o rastro de sua líbido misturado com o gozo na cueca do homem, logo em seguida ela saiu de cima dele e desceu a mão ao encontro da boda da cueca finjindo tira-la, mas não concluiu arrancando do homem um suspiro de suplica desejando libertar seu menbro da cueca ela começo a massagear o pênis dele por cima da cueca, desceu a boca ao encontro e passou a língua por cima.
Porque você sabe como me dar
Você sabe me puxar de volta
Quando estou fugindo, fugindo
Tentando escapar de amar você
Você sabe como me amar com força
Não vou mentir, estou me apaixonando muito
Sim, Eu estou me apaixonando e não há nada de errado com isso
- Você adora me torturar não é Cuddy?!
- Isso foi uma pergunta ou uma afirmação?
- Pode ser os dois.
Com a boca ela mordeu a borda cueca e arrancou a mesma com os dentes. O sorriso de satisfação estava na cara do homem, seu desejo havia realizado e agora seu menbro estava esposto pra ela. O sorriso de felicidade estava estampado no rosto de Cuddy em saber que depois de anos ele ainda tinha desejo por ela. Ela lambeu desde o saco escroto até a glande vermelha, ela pode sentir a veia pulsante e passou a língua sobre ela arrancando um gemido abafado do homem, ela começou uma masagem de sobe e desce enquanto o mesmo permanecia de olhos fechados, Cuddy percebeu um pouco da excitação dele sair pelo orificio do pênis e levou sua boca até ela e sugou com força arracando mais gemidos do homem, o mesmo segurou em sua cabeça como um pedido pra que ela continuasse com o ato. Cuddy chupou e massageou o pênis enquanto ele falava palavras desconexas.
Tomando ideia do que estava prestes a acontecer House a tomeou pelo braços e a fez parar.
- Se você continuar eu não vou poder te mostrar o quanto eu quero você e você não vai querer isso certo?
Ela não conseguiu responder nada, apenas acenou que sim com a cabeça enquanto chupava seu dedo limpando o pouco da excitação dele que veio junto.
Você é o único com quem sonho todos os dias
Você é o único em que sempre penso
Você é o único que me faz comportar
Meu amor é seu amor, seu amor é meu amor
House a virou ficando por cima novamente. Ele a encarava com desejo e ela retribuia o mesmo olhar, ele desceu seu rosto ao encontro dos seios e os beijou com delicadesa, por hora passou a lígua quente na auréla arrancando uma risada de sua amada. Eu preciso da melhor visão, preciso ver você gritando de prazer, eu preciso de você"
Gregory House dizendo aquilo tinha balançado a mulher, Cuddy nunca esperou que aquele homem pudesse ser tão romantico, ela o puxou e beijou com ganância. Suas línguas dançavam. Cuddy o prendeu entre as pernas, fazendo ele se aproxima mais, o sexo dele roçava no dela sem penetrar e ela chorou por um contato maior
O grunhido que saia da garganta do homem era tentador. Ele a girou colocando-a novamente por cima dele. Cuddy levantou um pouco e pode sentir House passar levemente a cabeça do pênis no clítoris dela indo em direção a sua entrada. Com delicadeza ele colocou a cabeça lentamente foi introduzindo mais e quando ela menos esperou ele colocou com força arrancando um gemido alto de Cuddy. Ele permanceu queito para que ela se adaptasse ao tamanho. Cuddy sentindo preparada começou lentamente a se movimentar. Ela apoiou suas mãos no peitoral do homem e começou um sobe e desce frenetico, tornando as estocadas mais pesadas. House olhou pra Cuddy e pode vê-la com os olhos cerrados sua boca aberta tentando respirar enquanto ela comandava as estocadas, as mãos dele passeavam pelo corpo dela, quando ela menos esperou ele a tirou de cima dele e a virou de quatro a puxou pelo quadril fazendo sua bunda empinar o maximo que pudesse. Alisou a região que ele tão amava e voltou a penetra, dessa vez era ele quem ditava as estocadas. Ele levou a mão ao clítoris dela massageando no mesmo ritmo das estocadas e pode sentir ela se contorcendo novamente a outra mão ele levou aos seus cabelos puxando pra que as estocadas fossem mais profundas. Cuddy não aguentou muito e derramou seu gozo por todo o pênis de House lubrificando-o mais, sentindo a pressão que a parede vaginal dela fazia House se perdeu no gozo preenchendo a mulher com seu liquido quente.
Ambos cairam de exaustão na cama e Cuddy se aninhou nos braços de House a fim de controlar a respiração, encostou a cabeça no peito do Homem e sentiu que o mesmo estava com a respiração descompasada. Um sorriso brotou no seu rosto ao ter a certeza que anos se passariam e ele sempre iria cansa-la após o sexo.
- Lembro que você era menos barulhenta na hora do sexo.
- Jamais! Eu não sou barulhenta.
- E o que tem demais nisso, gritar meu nome na hora do sexo é muito inspirador sabia Cuddy?
- Isso foi um elogio? Se sim obrigada meu caro...
- Marido? Esposo? Amante?
- House!
- Cuddy!
- Eu acho que estamos nos precipitando.
- Precipitando? Mulher... Se o orgasmo lindo que eu te dei agora é precipitar, me desculpe mais você está errada. Será que você não ver que ainda você me ama que é a mim que você quer? Que eu sou o cara filho da puta que te deixa toda sorridente em uma cama, e ao mesmo tempo o que te tira do sério, o pai da sua filha e...
- Ok, eu entendi.
- Que bom, eu já estava ficando se opções.
- Se você tivesse parado no "Cara que eu ainda amo" eu já tinha me contentado.
- Sabe, obrigada por tirar um peso de minhas costas.
- Por quê?
- Lembra-se da nossa conversa enquanto você estava internada?
- Sim, e o que tem?
- Você me perguntou se eu ainda te amava, eu disse que não sabia, mas eu nunca deixei de te amar. Acho que depois do que a gente passou ficou mais fácil de pronuncia essas três palavra. Ainda acho que isso seja muito gay, mas sei que você gosta de ouvir. E outra coisa foi você não ter respondido se me amava, mais depois de hoje, de agora, minhas dúvidas foram tiradas.
- House... Eu amo você. Acho que nossas vidas seriam mais fáceis se nós não nos amassemos, mas se a minha felicidade está em você eu prefiro você a viver com outro cara pensando em você. Eu achei que poderia encontrar isso em outro alguém, mas é impossível. Nesse mundo só existem um médico manco, implicante, sarcástico, grosso e de olhos azuis que eu amo.
- Ôh Cuddy eu disse que é pra economizar nos elogios mais faltou o bem dotado, bom de cama, o Deus do prazer.
- Você é um mané mesmo!
- Eu sei, eu sei...
XX
