Disclaimer: Os personagens presentes nessa fic são da obra de Masashi Kishimoto.
Agradecimentos: Agradeço a minhas amigas (Bruna, Samia e Amanda) que revisaram, leram e me deram idéias.
Letras em itálico – memórias
Minhas memórias
Capítulo 8: Conversas.
Três dias haviam passado e o bijuu já havia sido retirado, assim todos os akatsukis já haviam sido dispensados.
Itachi ainda estava na base, estava pensando sobre o que iria fazer a respeito de Sakura, o único problema era que Deidara estava insistentemente o irritando.
- O que você quer?
- Quero saber no que você tanto pensa, un.
- Não é da sua conta.
Deidara ficou quieto e emburrado olhando para Itachi, esse nem ligou, tinha mais com o que se preocupar.
Após alguns minutos pensando, dirigiu-se a Deidara.
- Eu preciso da sua ajuda.
- Ah! Você estava me ignorando até agora e depois vem pedir ajuda? Un!
- Quero que me leve até Konoha.
- Konoha? O que quer fazer lá? Reviver seus tempos de criança? Un.
- Cale a boca! Pode me levar até lá?
- Ora, se vire, vai correndo, un.
- Com o seu pássaro é mais rápido.
- Peça 'por favor' que eu penso no seu caso, un.
Itachi o encarou com o sharingan em seu olhar mais frio possível.
- Ok, ok, eu te levo.
--
Naruto estava perplexo, então era verdade, Sasuke estava em Konoha.
- Sasuke...
- A quanto tempo... Resolveu crescer e parar de sair gritando?
- Sasuke, você voltou, mas... Por quê?
- O que foi? Não está feliz por me ver?
- Estou, mas... Por quê?
- Não é óbvio? Eu vim atrás do Itachi no ataque a Konoha, mas uma coisa me intrigou... O relacionamento da Sakura com meu irmão.
- Eles se conheceram quando eram crianças.
Sasuke olhou adiante e viu Kakashi e Tsunade.
- Segundo alguns relatórios que li, uma semana antes de ir embora, Itachi passou um tempo com Sakura, mas ainda não sabemos o objetivo, até porque ele usou um jutsu na memória dela para que ela não se lembrasse de nada, e no momento, esse jutsu está instável e ela está recuperando a memória aos poucos.
- Então pode ser que esteja tudo no pergaminho que ele deixou.
Ao dizer isso, Sasuke soltou o laço e abriu o pergaminho.
- Mas o quê...?
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Como era fácil invadir Konoha, mesmo tendo acabado de passar por um ataque. Realmente o pássaro de Deidara era útil, mesmo estando perto de Konoha era provável que não chegasse tão rápido.
Sabiam exatamente aonde ir, usaram um henge no jutsu e pararam na frente de uma casa. Itachi tentou abrir a porta, mas esta estava trancada.
- Por que a gente não explode a porta?
- Porque eu quero abrir a porta, não explodir a casa.
- Mas eu disse só a porta, é só colocar bombinhas na fechadura.
- Faça isso.
Deidara pegou um pouco de argila e fez pequenas bombinhas e colocou no buraco da fechadura, e com isso, explodiu a tranca. Eles entraram.
No sofá da sala havia uma mulher sentada, chorando.
- A quanto tempo.
Os olhos da mulher a frente se arregalaram.
- Uchiha... Itachi.
- Nossa, você se lembra de mim? Aonde está a Sakura-chan?
- Eu não vou deixar que você toque na minha filha!
- Não quero saber se você deixa, quero saber aonde ela está.
- Eu não sei... Ela se lembrou de você e deve ter ido atrás de você, não consegui impedi-la.
"Então ela se lembrou mesmo".
- Quanto ela lembrou?
- Não sei, ela sofreu um acidente e a memória dela está instável, ela se lembra de ter te conhecido e parece que está se lembrando do resto.
- Então acho que sei aonde ela está.
- Onde?
- No templo de Nakano, eu mandei ela ir para lá.
- O que você pretende? Matá-la também? Pretende fazer o mesmo que fez com o meu marido?
- Seu marido se matou.
- Ele foi morto, foi morto pela ambição do clã Uchiha, um clã manchado com sangue, igual a seu símbolo. Ao mesmo tempo que o leque espalha fogo, ele espalha sangue.
- Não me interessa o que aconteceu com seu marido, me interesso com o que está acontecendo com a sua filha. Um morto não pode me dar poder, mas uma viva pode.
- Eu não vou permitir, esse poder tem que acabar.
- Sua mentalidade não mudou em nada.
- Seu gênio horrível também não, líder.
- Relembrando os velhos tempos?
- Cale a boca.
Ficaram em silêncio. Itachi usou sua velocidade para surgir atrás da senhora Haruno, desferiu um soco em um ponto específico e a mulher perdeu os sentidos.
- Deidara, vamos.
- Afinal, o que está tramando?
- Nada da sua conta.
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Sasuke olhava o pergaminho sem entender. O que era aquilo? Soltou o pergaminho no chão para que todos vissem.
No pergaminho, havia um desenho de uma borboleta e escrito em vermelho o nome 'Haruno Sakura' e cinco pontinhos.
- Isso é um contrato de Kuchiyose no jutsu.
- Mas por que isso estaria aqui, Kakashi?
- Não faço idéia, Tsunade-sama.
- Eu sei.
Todos então olharam para o telhado do templo onde duas pessoas se encontravam.
Olá novamente,
Como sabem, a Sango foi viajar, e eu, a amiga dela, que estou digitando. Aliás, se caso surgir algum erro posterior, peço para que me perdoem, já que eu realmente não consegui entender algumas passagens desse capítulo, mas mantive exatamente como estava escrito. Também não tenho certeza se são 5 pontinhos, já que o 5 parecia um I o.O.
E ela agradece e aprecia muito as reviews, as quais repito que responderá assim que voltar de viagem!
Até o próximo capítulo.
