Disclaimer: esta fanfiction é uma tradução de "Sí,amo" então nada aqui me pertence, os personagens pertencem a Stephenie Meyer e a história pertence a Janelle Mindfreak.
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Disclaimer:este fanfiction es una traducción de "Sí,amo" entonces nada aquí pertenece a mí, los personajes pertenecen a Stephenie Meyer y la trama pertenece a Janelle Mindfreak.
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Sim, mestre...
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"Quero dizer, não é como se ela fosse ficar louca, né?"
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9.- Não entre em pânico!
- Edward.
Surpreendeu a mim mesma o fato da minha voz não ter saído quebrada.
Eu o via. Ele estava parado na minha frente....! Como a mais bonita das ilusões. Seus olhos não se desgrudavam dos meus, e tinham um brilho doce intensificado na cor verde. Seus belos lábios permaneceram fechados, mas em seu rosto podia ser notado que ele queria dizer alguma coisa.
Eu corei quando ele me pegou olhando para sua boca, e ainda assim eu não quebrei a conexão visual entre nós.
Edward estava com o cabelo molhado, e eu senti uma pequena gota de água cair no chão da varanda e espirrar no meu é descalço. E isso foi como a chave para voltar para a sanidade e para a consciência. Já estava chovendo? Ele estava quase ensopado. E droga! Esse sweater cinza caia tão bem nele – foi estranho eu não corar diante esse pensamento –, assim como a sua jaqueta usada. Era uma ilusão molhada. E que "ilusão molhada".
Eu fechei fortemente os olhos e sacudi a cabeça.
Tudo parecia tão confuso quando eu estava na presença dele. Mesmo que a teoria era que eu havia caído nas escadas, que eu tinha quebrado a cabeça e estava começando a ter ilusões enquanto me retorcia em agonia até a morte. É coisa que acontece todos os dias.
Mas, para minha desgraça – ou a minha bênção –, sua voz charmosa – adjetivo que eu nunca vou admitir – me tirou dos meus pensamentos de morte e desgraça.
- Bella...
Eu cortei ele antes que ele pudesse continuar falando.
- Edward! – gritei como se só agora eu tivesse me dado conta da sua presença ali na minha frente –. O q-que...você está fazendo a-aqui?
Eu odiava com todas as forças que eu sempre ficava nervosa perto dele. Eu não ficava nervosa por nada! Por que era diferente com ele?
Por que o simples ato de ver ele diminuía meus pensamentos assim como o calor faz quando bate em uma nuvem? Por que só acontecia quando eu o via – ou, então, quando eu pensava nele – meu coração se acelerava tanto como se quisesse sair do meu peito?
A simples idéia de uma suposta resposta dele me fazia estremecer por dentro.
- Posso entrar? – ele perguntou.
Ele não respondeu a minha pergunta, e isso não passou despercebido por mim.
Quando que havia começado a chover tanto?
Estupidamente, eu hesitei ao responder.
- S-Sim....sim, claro.
- Obrigado. – ele murmurou quando passou do meu lado.
Seu aroma havia se dulcificado, e com a chuva formava um odor que me embriagava. Tão masculino e natural que eu fiquei parada no mesmo lugar que estava sem nem mesmo fechar a porta. Ele havia me deslumbrado! E só com o seu cheiro! E isso era o mais patético de tudo, e eu nunca ia aceitar isso.
Eu me virei sobre os meus pés para ver como estava o sweater dele e....! Oh meu Deus! Nunca. Nunca, me arrependerei de não ter virado em outro momento. Edward usava uma camisa branca, que, ao estar molhada, não deixava nada para a imaginação de como seria vê-lo sem camisa; o pano se grudava tão bem no seu corpo que eu tive que morder o meu lábio para acalmar os meus insistentes hormônios. Os quais me gritavam para que eu agarrasse meu mestre – que continua sendo a minha palavra odiada – e que fizesse com ele coisas impróprias para menores.
Edward podia ser charmoso e sexy mesmo inconscientemente.
Rolei os olhos diante meu estúpido pensamento para depois soltar os dentes antes enterrados no meu lábio inferior e passei minha língua por ele. Como foi grande a minha vergonha quando Edward me olhou quando eu estava saboreando meus lábios! E ainda por cima ele viu que eu estava olhando para ele! Ele deve ter me visto como se eu estivesse com fome e estivesse olhando para o jantar!
Eu estremeci, não quis nem pensar nisso.
Edward sorriu com arrogância como eu corei. E tirei o olhar do seu perfeito, e molhado, corpo, e outra vez molhado.
- Linda roupa – ele disse como se fosse a coisa mais casual do mundo.
Até eu pensei que era casual até que eu me vi.
Pelo amor de Deus e por tudo que é mais sagrado, eu estava de pijama. Uma linda camiseta azul celeste, que se abria pouco antes do meu umbigo; e uma calça cinza que era de um conjunto que eu havia perdido. E estava descalça! Não demorou muito para que minha pele ficasse mais quente que antes.
Nos dois segundos seguintes eu não me importei com o olhar de Edward, tão cravado em mim. Mas eu logo gritei sem um motivo muito coerente e comecei a me esconder com a primeira coisa que eu vi pela frente, uma almofada do sofá.
Mas eu logo gritei sem um motivo muito coerente e comecei a me esconder com a primeira coisa que eu vi pela frente, uma almofada do sofá.
- N-Não....Não olha pra mim! – eu ordenei para ele.
Edward rolou os olhos e bufou baixinho.
- Bella, é só um pijama. Quer dizer – ele coçou a nuca com preguiça e uma risada musical escapou de seus lábios –, não é como se você estivesse só com uma roupa intima....
O meu pulso se acelerou só de pensar em me ver semi-nua na frente dele.
- .... ou nua.
Eu abracei a almofada mais perto do meu peito e meu coração parou por um momento. O que queria insinuar esse pervertido depravado? Eu apontei um dedo para ele enquanto segurava a almofada com a outra mão – que pouco conseguia me cobrir – bem forte. Eu ia dizer poucas e boa para ele mas nada conseguiu sair da minha boca. Eu estava muito envergonhada para falar.
Talvez uma bofetada servisse mais.
Então eu caminhei até onde ele estava e....
Paff!
Quem me dera que esse tivesse sido o lindo barulho da minha mão batendo na bochecha dele. Porém foi o barulho da minha almofada batendo no chão. E a merda da água que tinha se formado na madeira da sala! Ela me fez escorregar.
Edward me olhou com os olhos bem abertos durante uns segundos. E logo se aproximou rapidamente; ele tinha os lábios franzidos, era obvio que ele estava tentando com todas as suas forças não rir de mim na minha própria cara, e na minha própria casa. Que pena que ele não tinha um auto-controle invejável quando se tratava de ofender as pessoas.
Ele desistiu e começou a rir na minha cara enquanto estendeu a mão para me ajudar a me levantar.
Eu tenho dignidade, sabia?Eu pensei completamente irritada. A essas alturas eu não tinha mais certeza se eu havia corado de vergonha ou de raiva. Eu tinha uma certa tendência de me expor ao ridículo na frente dele; e isso me incomodava.
Eu podia cair em frente ao Jasper, em frente ao Emmett – com conseqüências de zoações que eu sabia que viriam –. Podia me expor ao ridículo na frente dos meus amigos da escola, Ben ou Alec Volturi; e eu não me preocuparia se eles rissem de mim. Por ser eles os que estivessem me olhando, eu acho que eu até riria junto com eles.
Mas não. Eram um par de olhos verdes os que me olhavam com um brilho de diversão, e me irritava.
Senti uma pequena dor no estomago quando eu repensei o fato de que eu havia pagado o maior mico na frente dele, outra vez. Será que existia outra maneira com que eu pudesse arruinar a minha vida?
- Pega minha mão – ele disse, com um lindo e debochado sorriso em seus lábios.
- Nem brincando – eu respondi –. Prefiro continuar aqui no chão. Muito obrigada.
E desviei meu olhar do dele.
Ele suspirou.
- Eu teordeno que pegue na minha mão.
Eu olhei para ele sem compreender o motivo do seu comportamento. Ele agia metade cavalheiro e metade egocêntrico? Ou não seria impor o seu poder a mim, me obrigando a pegar na mão dele.
Uma corrente elétrica passou por minha pele quando eu pensei naquilo outra vez. Pegar na sua mão. Pegar na mão de Edward.
Tinha uma parte da minha mente que estava relembrando meus momentos ao lado dele, em sua companhia, e, eu acho, que nunca havia pegado na mão dele. Nem ele na minha.
Oh, droga, sim ele já pegou na minha mão. Me lembrei da festa surpresa que Alice havia feito para mim. Edward havia capturado a minha mão, e, além de tudo, ele havia a beijado ternamente. O resultado? Hiperventilação e coração acelerado a um ponto de estar muito perto da minha morte cardíaca. Por sorte, graças a música que estava tocando nesse momento, ele não pode escutar minha respiração agitada.
Mas agora minha casa estava em um completo silencio, e ele poderia me escutar perfeitamente. E, talvez, também poderia escutar os muitos batimentos do meu coração, se é que se contato me deixaria tão....tão....oh, tão nervosa como na ultima vez.
Acho que fica cada vez mais difícil para eu admitir os pontos bons de Edward.
- Bella – Edward disse, severamente.
Seus olhos se direcionaram para a sua mão, e depois para a minha. Ele levantou as sobrancelhas, incrédulo diante da minha imobilidade aparente.
Rolei os olhos. E me preparei mentalmente antes de fazer o que eu ia fazer. Talvez, aos olhos de outra pessoa, tivesse sido tão simples como um aperto de mão. Mas para mim era muito mais que isso.
Tinha sido pegar na mão de Edward Masen.O garoto que roubou meus sonhos durante duas noites, o que eu não conseguia parar de pensar e muitas outras coisas que soariam meio piegas se você gostasse deverdade de mim.
Resignada, fechei os olhos e depois de um longo suspiro peguei em sua mão.
Foi uma sensação estranha, um pouco incomoda mas prazerosa ao mesmo tempo. Uma corrente elétrica não muito potente percorreu minha pele a uma velocidade lenta, para que cada um dos meus pontos nervosos se ativarem e ficassem atentos ao contato que estava acontecendo nesse momento.
Eu mordi meu lábio para não soltar um pequeno grito quando essa corrente elétrica passou por mim da cintura pra baixo. Com muita sorte eu conseguia sentir meus pés, e era como se mil formigas estivessem correndo pelas minhas pernas.
Era muito incomoda essa sensação.
- Obrigada – que patético soou o tom agudo da minha voz. E alem do mais eu falei isso sem olhar para ele.
- De....nada – eu escutei a sua voz um pouco hesitante, e isso fez com que eu me sentisse pior.Ew!
Incomodo. Tudo era incomodo.
O silêncio. A aproximação. O esbarrar. E meus pensamentos pareciam estar fora do ar, eu não parecia estar muito acordada quando voltei a falar.
- Então...eu vou trocar de roupa e... – engoli a saliva com dificuldade, minhas bochechas estavam doloridas – e vou trazer uma toalha para você se secar.
Escondi meu rosto dos seus olhos profundos, eu não queria que ele me visse corando. E, o pior, que ele percebesse que era por causa dele.
Eu não sei se ele me respondeu, mas eu sai de lá tão rápido como o diabo foge da cruz. Eu corri pelas escadas, e prestei muita atenção nisso para que eu não caísse, batesse com a cabeça ou alguma coisa que pudesse me expor ao ridículo de novo.Assim que cheguei no meu quarto me tranquei lá dentro e me apoiei na porta; tinham coisas sobre as quais eu precisava pensar, coisas que para mim pareciam irreais.
A primeira, era que Edward Masen estava ali em baixo, na minha sala, me esperando, esperando por mim. A segunda, era que eu não tinha nem a mínima idéia do por que de ele estar aqui, e não queria criar ilusões sobre isso, que na verdade não eram ilusões; é dizer, não acredito que ele tenha vindo aqui só para me ver, tinha que ser um idiota para supor isso....
Sou uma idiota.
E a terceira, e mais desesperante, era que a minha conduta irracional e não-madura estava me levando a um ataque de nervoso. Eu não queria pagar mico outra vez e nem que ele risse da minha cara, que ele risse da desajeitada mais desajeitada do mundo. Por alguma razão, que eu desconhecia, eu me importava com o que ele pensava de mim. Que conduta mais estúpida, infantil e irracional! Será que eu havia batido tão forte com o traseiro que as ondas de dor haviam passado para o meu cérebro e, dessa forma, o havia desconectado de algum ponto que me mantia perto do que os humanos chamam de "razão"?
Eu me deixei escorregar pela porta, até que meu traseiro teve seu segundo encontro com o chão, no dia de hoje. Abracei minhas pernas e enterrei meu rosto no espaço que restava entre meu corpo. E eu quis gritar de histeria.
Comecei a me deitar estupidamente, eu parecia essas pessoas que se põem em posição fetal por ter sofrido algum trauma. Agh, estúpido convidado não desejado que me deixava com os nervos a flor da pele. Ah, que merda! Edward, ele me esperava lá em baixo, e eu aqui, em posição de trauma.
Eu fiquei de pé, corri até meu armário e coloquei a primeira coisa que eu encontrei. Para o senhor sweater-grudado-molhado-que-ficava-malditamente-infelizmente-sexy teria que se contentar em me ver com um jeans velho e uma camiseta laranja. E estava procurando meus chinelos brancos quando eu a vi.
A bolsinha artesanal que Jacob havia me dado estava em cima da minha mesinha de cabeceira, repousando tranquilamente junto com o meu celular. A curiosidade me corroeu e ela cantava como um galo; e, por alguns segundos, me esqueci do garoto de olhos verdes – e camisa molhada – que me esperava lá em baixo, esperando pacientemente que eu levasse uma toalha para ele. Em fim. Caminhei a passos rápidos e, outra vez, em menos de dois segundos me estava caída no chão. O resultado foi que eu achei meus chinelos, foi com eles que eu tropecei.
O som do meu corpo batendo – e se mexendo – no chão deve ter chego aos ouvidos sensíveis do meu não-convidado, lá em baixo, porque ele gritou.
- Bella, você está bem?! O que houve?
Eu me levantei em seguida, orgulhosa.
- Nada! É... eu já estou indo!
Peguei a bolsinha e tirei a fitinha de couro preto que prendia a sua boca. E então o papel ficou estendido sobre a minha mão, e no centro dele, estava o meu presente.
Um bonito lobo de não mais que quatro centímetros de altura estava apoiado, deitado mudamente na palma da minha mão. As infinitas faces que formavam simetricamente seu corpo de madeira para dar mais detalhes a ele, faziam com que ele fosse quase real. Quem o havia feito, com certeza, havia ficado umas boas noites sem dormir. Uma pequena argola saia de sua cabeça até que, no outro lado extremo, essa argola estava habilmente presa a uma pulseira de prata.
Acho que meus olhos estavam cheios de lagrimas diante a um presente tão lindo. Jacob havia ganhado um abraço-quebra-costelas da minha parte por isso.
Eu peguei o pequeno animal entre meus dedos, e a textura da madeira era muito agradável ao meu toque.
Voltei meu olhar para o papel, e me deu conta de que tinha uma pequeno recado no meio, aonde antes estava encostado o animalzinho. E, como era para se esperar, era a tosca e infantil letra dele. Eu coloquei a pulseira no meu pulso esquerdo antes de ler o que estava escrito.
"Hey, espero que você goste do seu presente. Você está me devendo duas semanas e meia de café com muitíssima cafeína. Ou talvez não? Eu gosto muito de você Bella, espero que tenhas um feliz aniversário (sua velha). Leah te deseja o mesmo.
E, não se esqueça, não importa o que aconteça, eu sempre estarei aqui pra tudo o que você precisar. Sempre. Como esse lobo que irá te proteger. Pense em mim quando olhar para ele, hein! Ou então não estaria cumprindo cem por cento da sua obrigação.
Do teu mais elegante e leal melhor amigo que você terá em toda a sua vida,
Jacob Black"
- Oh, idiota, você me fez chorar – sussurrei quebradamente, sustentando o papel entre as minhas mãos. Eu tinha certeza de que em qualquer momento a água dos meus olhos borrariam o papel.
- Quem que te faz você chorar?
Eu fiquei gelada e parada no mesmo lugar quando senti seu hálito tocar meu ouvido. Edward estava perto. Muito perto. Eu corei logo em seguida e as minhas mãos começaram a suar. E essas eram algumas das reações que ele podia facilmente, produzir em mim.
- Bella...? O que é isso? Um presente? Quem foi que te deu?
Eu sabia perfeitamente que na posição que ele estava poderia ler a carta, ou eu estava errada? Não acho que Edward seja um fofoqueiro que se intromete nos assuntos das outras pessoas. Sacudi minha cabeça de modo confuso, como se com isso eu pudesse tirar ele do meu quarto e/ou da minha cabeça.
Eu não me virei para ele quando comecei a falar.
- E-Edward...- eu sussurrei, nervosa. Eu odiava com toda a minha lama que eu ficasse nesse estado debilitado perto dele. – Eu n-não ouvi você....entrar.
Senti que ele encolheu os ombros. Porque por um milésimo de segundo, seu corpo roçou com o meu.
E isso foi malditamente ótimo.
- Você tem um lindo quarto. – ele disse.
- Eu vou pegar uma toalha para você.
Minha tentativa de afastá-lo do tema foi em vão.
- Não se preocupe, eu estou bem, eu já me sequei, mais ou menos – ele suspirou –. Agora, o que é isso? Nossa, que lindo animal artesanal. Quem te deu? – e eu fiquei imaginando o que era aquele tom estranho por trás da sua habitual e inocente curiosidade?
- É... um presente de aniversário – eu me virei. E isso foi um grande erro! Seus olhos verdes passavam por mim e me liam com ímpeto –, atrasado – eu adicionei –. De um amigo – eu baixei o olhar quando eu disse isso, por algum motivo meu coração deu uma volta –, do meu melhor amigo.
Ele também podia ser muito curioso quando queria. E eu, rapidamente, me dei conta.
Eu estava em uma emboscada.
- E você gosta dele?
- Não! Meu Deus, não tem nada a ver – eu quis poder colocar os olhos em branco, mas eu fiquei nervosa em pensar que ele não fosse acreditar em mim –. Ele é meu melhor amigo, eu conheço ele quase a vida toda. Não poderia pensar em Jacob de outra forma....eu acho.
- Humm...Jacob, eu já sei.
Edward estava muito ocupado olhando meu quarto. Será que ele estava me ignorando? Ele estava evitando meu olhar?
Mas o que eu podia dizer? Eu estava fazendo a mesma coisa.
- Onde é que você se meteu esses dias? – era obvio que viria algo grande em seguida.
Eu fiquei na duvida antes de responder, procurando algum pretexto para encobrir minhas verdadeiras razões. Pena que eu ainda levo a lembrança de suas palavras no outro dia em sua casa.
Não, ele não teria vindo aqui em casa só para me ver.
Meu coração se encolheu dolorosamente com uma grande e inexplicável decepção.
- Eu estive....doente.
- Você é tão, mais tão ruim contando mentiras – ele riu.
Franzi a testa, e o que importava para ele o que eu estive fazendo? Ele devia procurar saber o que a Angela estava fazendo!
- E o que te importa o que eu faço ou deixo de fazer, hien? A vida é minha...!
-....vida a qual eu tenho domínio por mais seis semanas.
- Você é um....- eu comecei a falar com desprezo.
- O que aconteceu com você? – ele me interrompeu.
- Eu já te disse – sussurrei –, estava doente.
- Você está mentindo, eu sei disso.
- Não, você não sabe, você não me conhece.
- Eu conheço você melhor do que você me conhece, Bella – ele sussurrou suavemente, sua voz aveludada deu um certo tom sensual ao que ele havia dito.
E ali estava ele outra vez, me olhando, como se eu fosse uma coisa que ele pudesse apreciar. Eu desviei o olhar, de certa forma um pouco dolorida, minhas costelas não suportariam muito mais as batidas frenéticas do meu coração. Eu fiz todo o possível para pensar em coisas que tirassem o sangue do meu rosto, não queria que ele me visse corada. Será que eu precisava dizer que me sentia tão insegura ao ver ele e, supostamente, perguntar se ele havia ido as aulas? Será que eu devia confessar para ele que a causa da minha ausência era ele mesmo? Sua resposta seria afirmativa a minha pergunta?
Isso soava quase como uma telenovela sentimental e romântica.
Eu baixei o meu olhar e o meu rosto, escondendo minhas bochechas o Maximo que eu pude, tentando escapar e me esconder.
Mas, com ele, tudo parecia impossível para mim.
Sua mão acariciou meu queixo enquanto o levantava e me obrigava a olhar para ele. Eu me perdi logo em seguida na profundidade de seu olhar verde esmeralda, e o meu coração começou a bater rapidamente quando eu me dei conta que aquela era uma conexão muito intensa.
E mesmo percebendo isso, eu não consegui quebrá-la.
- Por que, Edward? – eu perguntei em um sussurro rouco –. Por que você faz isso comigo?
Ele continuou me olhando antes de responder. E quando o fez, seu hálito delicioso fez cócegas nos meus lábios.
Ele estava muito perto.
- Porque eu me preocupo com você, Bella.
Meu coração se acelerou enlouquecidamente. Ele....ele se preocupava comigo? Edward Masen se preocupava comigo? Ou, talvez, eu tivesse ouvido errado?
Minhas quentes bochechas me asseguraram de que eu havia ouvido direito. Mesmo que uma parte de mim ainda se negava a acreditar no que meus ouvidos haviam escutado.
Será que ele sabia que eu me referia a sua visita inesperada? A suas perguntas irracionais? A seus olhares intensos? A tudo o que ele me provocava?
- Fecha os olhos, Bella – ele sussurrou docemente com um leve sorriso torto, em um fio de voz charmosa, que me tirou dos meus pensamentos.
E então ele começou a se aproximar ainda mais. E eu estava completamente a mercê dele; meu coração dizia a minha mente que não pensasse, que não trabalhasse procurando pelo futuro e pelas conseqüências que isso geraria, porque não precisava ser um gênio formado em Harvard para saber o que aconteceria. A aproximação dizia tudo. Do mesmo jeito que seus lábios, certamente franzidos. Será que estava iguais aos meus? Eu os sentia levemente flexionados.
E assim eu me deixei levar.
Comecei a fechar meus olhos, lentamente. Esperando. Sim, esperando isso e sabia que, talvez, não chegasse, e que eu estava delirando. Mesmo assim, em uma total inconsciência e um estado de não-consciência eu obedeci as ordens do meu mestre.
A ultima coisa que eu vi, foram os entre abertos olhos de Edward a uma distância em que eu jamais estive com ninguém, antes que as minhas pálpebras me impedissem de ver.
E tudo se tornou preto.
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Entao pessoal, sei q demorei "anos" pra postar o cap mas...nao eu nao abandonei a fic e nem a autora(nao q eu saiba) ok?!entao fiquem tranquilas...
Bom espero que me desculpem e que continuem lendo a fic...bom...explicações: demorei tanto pq tava em fim de ano na escola e fim do 3º ano do ensino medio e com isso o vestibular, formatura,...
bom estava totalmente sem tempo mas estou de volta e continuo querendo saber a sua opinião...aaah e nao estou respondendo um por um pq se não eu iria demorar mais pra postar entao resolvi postar e nao responder...acho q vcs nao ligam né?! hehehhehehe....
o que nao quer dizer q eu nao li todas e nao amei tds as reviews, porque eu li sim todas e amei mt todas... *.*
queria tbm agradecer a tds que me mandaram recados, emails, e até mesmo pelas reviews,...mt obrigada amouures!!!!
Prometo nao demorar a postar o cap 10, mas é claro q só se vcs me mandarem mts reviews ok?!
hehehhehehehhe...só um pouquinho chantagista só.... ;p
mas é q eu quero mesmo saber a opinião de voces....
Bom...até breve...
amo mt vcs!!!
bjinhos.
