Respondendo:
Sesshy: Tá aqui o capítulo, espero que goste!
'Dark' Lien: Tem nada não o sumiço, eu sumo mais que qualquer pessoa o.o''' KK, Tem razão xD Verdade, a Hilda não desconfiar de nada... Ainda... HOHOHO! Fico feliz de saber que está gostando, e sim, são um bando de desnaturados e vai ter muita confusão!
Chibi: Rs... Eu vou deixar Mikaela, o Megan é só mesmo quando ela tiver com quem sabe o que ela é, ou algo assim xD. A Milyel aparece nesse capítulo, a Carya... Ela ainda não apareceu?! (desesperada) Se ela não apareceu ainda, ela aparece no próximo capítulo, prometo! Prometo tentar atualizar com mais freqüência.
Andarilho: Obrigada pelo review. Sim, foi muito dez o Deba! Que bom que gostou! Quando sai mais Ikki MD? Estou com saudades desse médico doido! xD
Krika: Rs. Sério, a Hilda nem desconfia! Nem dá pra acreditar... xD
Fanfic BR: Ahn, bem, a Hilda não faz par com dourados, bem, porque... Bem, é que, pra mim, os personagens ou formam os pares clássicos (Hilda e Sieg, Freya e Haguen, etc) ou com personagens originais, raramente eu vario nos casais... o.o'' (falta de imaginação)
Paty-Kon-chan: Pode ser, pode ser... xD Aff, aprendi funções ano passado, mas não lembro mais nada... Escoou durante as férias xD
Margarida: Imagino, é como escrever sem o ponto de interrogação com o teclado virtual quando o meu teclado pifou T-T Ahh, Sheila, eu realmente tava atrás de betas... Talvez eu ainda arranje um, mas por enquanto, com tanta coisa na cabeça e essa demora infernal pra surgirem umas idéias que prestem, acabei desistindo... Sim, haverá batalhas! Isso já está completamente planejado! Beijos, querida!
Carol: Por enquanto, ela não desconfia, mas veremos mais para frente... xD Pode imaginar, porque terá sim muita confusão! xD Arrumar uma desculpa não deve ser tão difícil?! Para pessoas que vivem inventando desculpas, pode ser, mas para quem não vive arrumando desculpa... É outra história xD
Susan: Fico feliz que esteja gostando. Aqui está a continuação.
Acho que não faltou responder nenhum comentário...
Afff... Faz REALMENTE mais de um ano que eu não atualizo? E saiu um capítulo curto desses? Alguém me jogue aos leões, quem sabe eu tomo juízo!
O Aniversário de Hilda
Capítulo sabe lá Deus qual
Leaves' Eyes
Um vento frio e gélido cortava a noite de Asgard; uivava enquanto passava por entre pedras e por entre as árvores, dando um ar macabro à floresta.
Pisava suave e rapidamente, o longo vestido de cetim negro de alças finas balançando e cobrindo-lhe os pés. Enquanto andava, parecia flutuar sobre as folhas velhas que cobriam a neve branca, as folhas das árvores e as plantas murchando ante sua presença. Mas deixava pegadas. Rasas, mas fáceis de serem seguidas. O lado direito do corpo era de uma pele alva e suave, o olho negro, com um brilho de maldade, e o cabelo longo e liso. O lado esquerdo completava sua identidade: apenas alguns fios no couro cabeludo, a pele embaixo do olho pendendo por alguns pedaços de pele, a pálpebra arrancada, apenas o globo ocular girando, avermelhado; a pele da bochecha caída, expondo dentes brancos com caninos pontiagudos, e todo o resto, em putrefação, com a mão cadavérica e fina, quase sem pele, a carne exposta, como em várias partes de seu corpo. Pele em algumas partes do corpo, diversas veias expostas em outras, onde o sangue era observado correr e pulsar. Mas apenas do lado esquerdo.
Era temida, era poderosa e era piedosa e justa. Levantara-se da Cama do Enfermo, seu trono no Helheim, às margens do rio Nostranol, nas profundezas do Niflheim, somente por sentir uma coisa, uma única coisa: a alma inquieta de Freyr, querendo fugir, querendo renascer. Mas incapaz de tal, pois para isso era necessário um grande sacrifício de almas, almas que ela jamais cederia, almas que ela não permitiria serem tomadas. Na profecia de Freyja, dizia que onze das vinte e seis almas da profecia conheceriam somente à ela, mas era uma mentira. Essas onze almas conheceriam somente dor e sofrimento, era o que qualquer alma sacrificada conhecia.
Chegou à borda da floresta, encontrando o que procurava. A raiz de Yggdrasill que mergulhava no Jotuheim, a terra dos gigantes. Saia de uma enorme árvore à beira da floresta, tão alta que não se via o seu fim e tão grossa que nem vinte pessoas conseguiriam abraçá-la esticando os braços e segurando-se as mãos. Aquela era Yggdrasill, o freixo que sustentava os nove mundos. Ergueu os olhos, observando uma enorme águia voando pela árvore, e reparou em Ratatosk descendo mais uma vez por entre os ramos. Sorriu imperceptivelmente com o lado direito, esse ciclo interminável que seguia-se desde o início dos tempos, a troca de insultos entre a águia do topo de Yggdrasill e seu querido "bichinho" Nidhogg.
Andou até a raiz, encontrando a escadaria que levaria-a para o solo de Jotuheim. Ergueu a barra do vestido, descendo cuidadosamente, expondo o pé e perna esquerda em decomposição em contraste com o pé e perna direita saudável. Ergueu os olhos levemente, observando as montanhas geladas, as montanhas de pedra e as montanhas fumegantes, os três diferentes territórios, três raças diferentes.
Hell caminhou pelo chão cheio de pedras. Via ao longe a fumaça quente que os vulcões expeliam. Suspirou, virando-se para as montanhas em que se via pouquíssimas almas vivas, de gelo, os picos altos, nevados e longínquos. Somente os gigantes de Gelo, os deuses e os sacerdotes de Skadi suportavam o clima das montanhas de gelo. E era para onde devia ir.
Deixou o vestido cobrir seus pés, enquanto se encaminhava para as montanhas de gelo. Precisava verificar se o selo de Freyr estava onde devia estar.
XxX
Dália saiu de seu quarto, pisando silenciosamente, protegida pela escuridão. Os cabelos longos estavam presos num rabo de cavalo, usando uma longa capa negra, um xale enrolado na cabeça, deixando apenas os olhos brancos descobertos.
Desceu a escadaria rapidamente, chegando ao térreo. Todos dormiam, e o andar estava deserto. Somente alguns dos gatos de estimação dos moradores do palácio, dormindo aqui ou acolá, caminhando silenciosamente como a sacerdotisa, peludos ou não, pretos ou brancos.
Foi até a sala onde todos estavam reunidos mais cedo. Havia ainda algumas velas acesas, no fim de sua existência, fora isso, a sala estava vazia. O chão estava levemente escorregadio, devido à uma fina camada de gelo cobrindo-o.
Retirou uma das mãos de dentro da capa, junto com uma estranha flor de pétalas pequenas e delicadas azul-gelo, com veios avermelhados percorrendo-as; o caule e as folhas vermelhas, veios pequenos sobressaindo-se; o centro das pétalas pulsante, como se houvesse um coração batendo, vermelho-sangue, com hastes finas e pequenas, com o que pareciam caninos nas pontas.
Caminhou até a cadeira onde Hilda sentava, a cadeira da representante de Odin. O espaldar alto, com apoios de braços, alcochoada e ricamente decorada com entalhes de flores entre outras coisas. Retirou uma adaga, abrindo o acolchoado na altura da nuca. Escondeu a flor ali, as hastes perfurando o tecido, preparadas para o que a mente diabólica da sacerdotisa preparara, mas camufladas pelo tecido vermelho. Dália rapidamente costurou o corte, aparentando que nada ocorrera ali. Riu demoniacamente por baixo do xale.
???: O que pretende com essa flor? – soou uma voz, tão ou mais satânica quanto Dália podia fazer a sua soar. A sacerdotisa virou-se cautelosamente, encontrando Kasa de Lymnades fitando-lhe de forma que soube, naquele momento, que tinha achado um aliado para preparar tudo para quando chegasse a hora dos sacrifícios das almas.
Riu de prazer por dentro.
XxX
Nadava velozmente pelo mar. A água praticamente abria-lhe caminho. Nadava por entre os peixes, os cabelos dourados entrelaçados com pérolas espalhando-se ao seu redor, formando uma imagem surreal, aliada à finíssimas asas de tom azulado semitransparentes, que se misturavam à água. Os peixes brincavam alegremente consigo, conhecendo naqueles olhos intensamente verdes e naquela pele branquíssima a mais nova das Nereidas. Seu vestido transparente e de tecido vaporoso, cheio de babados no decote, nas mangas e na bainha, com encaixes onde misteriosos pacotinhos com pedras da sorte descansavam, lhe protegia do frio mais do que aparentava. As águas frias do Atlântico norte estavam escuras naquela região. Pudera, era noite.
Brietta subiu à superfície, mexendo as pernas e braços em movimentos regulares para manter o rosto acima do mar, contemplando as já próximas geleiras de Asgard. Via, ao longe, o tronco frondoso de Yggdrasil. Sorriu com a visão, mergulhando novamente e nadando velozmente para as geleiras.
Subiu com certa dificuldade para cima do gelo, água pingando dos cabelos e do vestido, escorrendo pelo rosto e corpo. Suspirou, chacoalhando-se toda, fazendo a água ir em todas as direções. Quando parou de chacoalhar-se, seus cabelos estavam negros azulados, com uma espessa franja e cachos nas pontas, os olhos igualmente negros, o rosto mais afilado, e seu vestido de tecido transparente e vaporoso dera lugar à um vestido de mangas compridas, gola alta, ainda com lugares onde seus misteriosos pacotinhos descansavam, azul-marinho cheio de desenhos indefinidos em azul-céu. Suas asas tinham sumido. Trocara seu vestido por algo mais quente não porque o frio lhe incomodasse, não incomodava, mas precisava garantir que passaria relativamente despercebida até chegar ao Valhala.
XxX
Andando à sombra da floresta, mantendo-se relativamente protegida, avistou ao longe algo que parecia ser de pedra, com feições humanas, mas do tamanho do bebê de um gigante. Tinham duas jovens paradas à frente do que quer que fosse, abraçadas, e aparentemente, com as pernas tremendo, não sabia se de frio ou de medo.
A jovem de cabelos negros, longos e levemente ondulados, pele branca, rosto fino, nariz arrebitado, olhos amarelos como os de um gato, possuindo o mesmo formato, corpo escultural, pernas bem trabalhadas, lábios delicados e avermelhados, seios pequenos, usando um belo sobretudo de lã de tons terrosos mesclados, uma calça de couro cor de ébano, coturnos pretos por cima da calça, e uma bata em tons de verde por baixo do casaco, penetrou na densa escuridão que havia debaixo das folhas das árvores, encaminhando-se para onde vira a misteriosa criatura e as duas jovens abraçadas rapidamente, como se tivesse asas nos pés.
Uma das jovens mais adiante tinha o cabelo longo e branco, preso numa trança baixa, ultrapassando um pouco os ombros, os olhos de um violeta bem claro, o nariz fino e pequeno, de dedos finos e longos, com um colar com pedras de diamantes e uma pele alva como a neve; usava uma bata cinza quente, botas de cano longo pretas, um cachecol branco e fino, uma blusa felpuda vermelha e uma calça preta colada ao corpo. A outra tinha cabelos negros azulados, com uma espessa franja e cachos nas pontas, olhos igualmente negros, usando um vestido de mangas compridas, gola alta, azul-marinho cheio de desenhos indefinidos em azul-céu.
Olhou atentamente para a criatura que parecia ser de pedra, mas não era, franzindo o cenho. Olhava pensativamente para as duas jovens, incapazes de se mexerem, tomadas pelo medo. Reparou numa vassoura de cabo de ébano, com cerdas longas e alinhadas, parecendo aquelas vassouras de bruxa que via em desenhos por aí, caída do lado da de cabelos brancos. Parecia cuidada demais para ser uma vassoura do tipo que se usa para varrer a casa. Ergueu as sobrancelhas, tentando lembrar-se que criatura do mundo parecia ser de pedra, mas não era.
Sentiu um frio na espinha ao lembrar. Trols. E Trols são cruéis. E gostam de comer jovens indefesas e bonitas no café da manhã. E são muito, muito fortes. E imunes à magia da terra... Maravilha, pensou consigo. Tudo que precisava enquanto estava indo ver Hilda. A lua no alto era cheia. Mais essa.
Estava andando à borda da floresta para evitar que algo nela captasse seu cheiro, mas agora era impossível. Se houvesse um lobisomem naquela floresta aquela noite, ele já estava correndo em sua direção. Tinha que pensar rápido, pois faltava muito para o amanhecer, então podia cortar da sua lista de opções esperar o sol nascer e transformar o Troll em estátua. O lobisomem ou o que quer que fosse chegaria antes.
"Pense, Liana, pense..." murmurou para si mesma, batendo de leve um galho seco na cabeça, vendo se "pegava no tranco".
Era uma Wicca, sua magia baseava-se na terra. E como acabara de concluir, Trols são imunes à magia da terra. O que faria? Tinha que ajudar as duas de algum jeito. Mas como? Sua cabeça estava começando a entrar em parafuso quando ouviu o som de um graveto se quebrando atrás de si, seguido de um rosnado de insatisfação. Uma gota de suor frio escorreu por seu rosto enquanto um frio percorria sua espinha conforme seu corpo se arrepiava. Por Odin, que não fosse o que ela imaginava ser...
Virou-se lentamente. Tremia com uma possibilidade negra rondando em sua mente. Engoliu em seco ao constatar que seu maior temor estava confirmado. A sombra acinzentada, com reflexos de azul gelo, em meio à folhagem embranquecida pelo gelo, olhos profundamente azuis que ela conhecia em qualquer lugar mirando-a, se aproximando silencioso, saboreando a agonia que percebeu no rosto da jovem antes de atacar. Gostava de ver a agonia das vítimas, fizera o barulho apenas para que a garota olhasse para trás, para ele.
Liana: Lobisomem bonitinho... – murmurou a jovem de cabelos negros, enquanto se levantava, lentamente, erguendo as mãos, numa falha tentativa de mostrar pacificidade. O lobisomem, algo entre um lobo e um homem, erguendo-se no chão, onde vinha andando de quatro para não fazer muito barulho, mostrando-se ter aproximadamente dois e meio metros de altura, um corpo robusto e aparentemente corpulento, com um pêlo expesso cobrindo-o, cinzento que lançava reflexos azul-gelo no espaço, avançou lentamente, saliva escorrendo pelos dentes, saboreando a aparência assustada de Liana, que recuava com passos vacilantes.
E agora, o que faria? Atrás, um Troll faminto. À sua frente, um lobisomem igualmente faminto. E, pelo que se lembrava, Trols e Lobisomens são inimigos... Que maravilha, pensou, irônica.
Mas, então, essa lembrança de que Trols e Lobisomens são inimigos fez-lhe sorrir por dentro, impedindo-se de sorrir por fora para não alertar a criatura.
Andou de costas, desviando de arbustos e da árvore, lentamente, tomando o cuidado de manter a expressão apavorada.
Quando já podia ver as árvores e sentir a luz fria da lua de Asgard tocando-lhe, olhou lentamente para o lado das jovens, que fitaram-lhe inclinando levemente as cabeças, tentando entender. Piscou com um dos olhos para elas. Olhou então, novamente uma expressão apavorada, para a direção do Troll, que olhou para ela curioso, inclinando a cabeçorra e mexendo as orelhas de abano. O Lobisomem já estava passando por entre as árvores, suas enormes patas pisando no chão coberto de neve.
E então, as duas criaturas se viram. Foi instantâneo: o Lobisomem simplesmente pulou no Troll cheio de fúria, que tentou atingir a criatura peluda com a maça que segurava, mas foi lento demais e foi derrubado no chão. Abandonando a arma, os dois começaram a brigar numa luta corpo a corpo.
Aproveitando a chance, a de cabelos brancos lentamente abaixou e pegou a vassoura, montando nela. Apontou discretamente para que Liana sentasse atrás dela, o que a outra fez andando na ponta dos pés. A de cabelos preto azulado posicionou-se ao lado da vassoura e, quando esta arrancou, voando rápido à uma curta distância do chão, ela correu na mesma velocidade, o gelo parecendo deslizar sob seus pés.
Quando o Troll e o Lobisomem estavam muito longe delas, elas permitiram-se parar para respirar e suspirar aliviadas. Liana simplesmente deixou suas pernas cederem e ajoelhou-se no chão. A sensação de não ter chão debaixo dos pés fora assustadora. Ela era uma Wicca, não fora feita para voar em vassouras como os bruxos. Cavucou um pouco a neve, logo encontrando grama congelada. Respirou aliviada ao sentir a terra gelada em suas mãos, sem perceber fazendo uma linda rosa brotar do montinho. A de cabelos brancos parecia abismada e a outra, feliz.
???: Você é uma Wicca! Sempre quis conhecer uma! Meus pais, Nereu e Dóris, falam muito bem de vocês! Dizem que amam a natureza e, que se um aparecer no mares, com certeza terá a proteção deles! – a de cabelos negro azulado pulava com os dois pés juntos, animada e estridente. Liana ficou até meio tonta com sua reação explosiva.
???: Uma Wicca... Puxa... A magia de vocês, da terra, é a mais forte de todas... – parecia surpresa, mas então sorriu. – Legal conhecer uma!
Liana: Então, quais são seus nomes? – sorriu para as duas, levantando-se depois de plantar a rosa no buraco que cavara.
Brietta: Sou Brietta, e essa aqui, me disse que se chama Milyel. – disse a de cabelos negro azulado. Liana sorriu-lhes.
Liana: Prazer, sou Liana. Para onde estão indo?
Brietta: Valhalla! – respondeu, animada.
Milyel: Valhalla... – Milyel olhou para Brietta e depois para Liana. – E você?
Liana: Valhalla também... – a Wicca parecia surpresa, mas então sacudiu os ombros – Vamos nós três então. É mais seguro. – sorriu, e, juntas, puseram-se em direção ao palácio Valhalla.
Sorry ter ficado curto, mas estava meio sem idéias pra como continuar agora... FireDoorway logo será atualizada!
Momento Propaganda (preciso tomar vergonha na cara...)
Vanda (fanfic de Senhor dos Anéis)
Sidus (Fanfic de Crônicas de Nárnia)
O Povo do Vento (fanfic de Eragon, só leia se já tiver lido até Brisingr por precaução)
O Dragão e a Imperatriza (presente pra Chiisana Hana, Shiryu e Shunrey, continuação de Angel of Mine)
Laços do Tempo (Presente pra Margarida, Sorento e original, continuação de Per Te)
Podem me tacar pedras por isso se desejarem...
Até a próxima!
