Olááá!
Desculpas são inúteis, eu sei, mas mesmo assim não poderia deixar de pedi-las! Me desculpem pela demora!
É que eu to meio indecisa sobre como fazer o final, e isso faz com que eu fique toda hora mexendo no meio da fic! Mas eu não vou desistir!
Espero que gostem deste capítulo que lutou muito para sair! Agora tem mais alguns mistérios, outros personagens, e o início do fim!!
Boa leitura!!
Capítulo 8. Passado
A noite chegara fazendo com que a escuridão no bosque fosse total, o silêncio atípico da floresta era um sinal claro de que algo não estava bem. Um vulto de capa preta fazia sua ronda na parte externa da caverna. Empunhava uma espada de prata com o cabo desenhado, sua capa chegava aos calcanhares e seu rosto estava oculto pelo capuz.
Aquele silêncio não o estava agradando, mas não vira perigo algum no momento. Retornou para dentro da caverna, onde a iluminação fraca da fogueira fazia as sombras dançarem sinistramente nas paredes. Sua companheira encontrava-se arrumando as sacolas de viagem, retirando o pão e o vinho necessários para a refeição da noite,
-Encontrou algo lá fora?- perguntou ela virando-se para encará-lo, e lhe entregando um copo com vinho.
-Nada. Mas acho que estamos próximos!- disse bebendo o conteúdo do copo. Sentou-se perto do fogo, lançando as mãos na direção das chamas a fins de aquecê-las.
-Quando chegarmos, o que pretende fazer?- indagou a garota sentando-se ao lado do companheiro.
-Irei levá-la de volta! Sempre fui contra isso, e agora está acontecendo exatamente o que eu temia, eles estão prestes a pegar a jóia!- o rapaz encostou-se na parede da caverna, sentindo a dor em suas costas aumentar pelo contato frio.
-Ela não entregará a jóia Yamazaki! E você não pode simplesmente entrar no castelo e leva-la a força!
-Então fique olhando Chiharu, porque é exatamente isso que farei!- disse Yamazaki fechando os olhos e dando por encerrada a discussão.
-Teimoso!- sussurrou a garota fazendo o mesmo que o companheiro.
Golpeou a árvore mais uma vez, sentindo as tensões se aliviarem dos ombros a cada novo golpe desferido. Não conseguia entender o que estava acontecendo com Sakura, o porquê de ela o estar tratando diferente a alguns dias. A notara distante nos momento que passavam juntos, e fora eles não conseguia mais vê-la por causa das saídas ao bosque. Estava perdendo o controle sobre a situação, o controle sobre Sakura! E isso o estava deixando preocupado.
Sentira algumas mudanças sutis na garota de orbes esverdeados, mas não sabia a que atribuir isso, o cheiro do sangue dela ficara mais forte, assim como se podia notar que estava mais espesso também. Paralisou. A verdade atingindo-o como um raio. Já vira essas mudanças antes, mas não queria acreditar que poderia ser isso. Golpeou mais uma vez a árvore até que ela tombasse, e então voltou para o castelo.
Andava despreocupadamente até o local em que costumava se encontrar com seu informante. Tinha sido muito útil estabelecer aquela união com o exilado, agora ele obtinha informações preciosas sobre o que acontecia ao redor do castelo, e estava um passo a frente de Touya. Riu sozinho ao lembrar de como tinha inveja de Touya por ele ter virado o novo mestre, queria aquele posto para si, era mais digno que Touya, e mais esperto também.
Conforme se aproximava do local de costume, pode avistar a figura encapuzada perto de uma árvore.
-Ériol!- exclamou o homem, chegando perto do companheiro.
-Mestre Yue!- respondeu Ériol se curvando perante o vampiro de cabelo prateado.
-O que pode me contar hoje, que me ajudaria a conquistar a liderança do meu bando?- perguntou Yue.
-Já temos a seguidora de Li ao nosso lado mestre! Agora é só uma questão de tempo para que Touya caia em desgraça, e fique vulnerável. - Ériol manteve-se curvado, esperando as próximas ordens de Yue.
-Ótimo! Continue com seus serviços, tenho que arrancar da garota as malditas palavras, para conseguir o poder do colar! - disse Yue retirando-se do local, e sumindo por entre as árvores.
-Idiota!- sussurrou Ériol levantando-se. Bateu na capa para tirar o pó que a cobria, viu ao longe a silhueta de Yue se confundir com a escuridão do bosque e sorriu.
Sua mente estava confusa, os caminhos que poderia seguir chocavam-se como se fossem inimigos, e Sakura não conseguia vislumbrar uma saída. Queria largar tudo e viver com Syaoran, mas sua mente lhe dizia que isso não era certo, pois ali ainda tinham pessoas que precisavam de sua ajuda.
Não podia ir embora e deixar Tomoyo a mercê de Yue e dos outros, por mais que Touya a apoiasse sabia que isso não era o suficiente para garantir a segurança de sua amiga. E também havia Touya, era por causa dele que havia entrado neste mundo. Antes odiava Touya por tela impelido a se tornar uma deles, mas com o passar do tempo começou a gostar dele.
O modo como ele a tratava, protegendo-a de todos os que se opunham a permanência dela no bando, o cuidado em ensiná-la tudo o que sabia em combates, mas também sabia que nada disso era por ela em si, mas sim pelo que ela representava. Olhar para Sakura era olhar para Nadeshiko, e era Nadeshiko que Touya via quando a olhava.
Sabia disso, pois, não foram poucas as vezes que ela ouvira-o chamar pelo nome de sua mãe enquanto estavam juntos, e em meio a seus sonhos Touya também pronunciava o nome da mulher que mais amou em sua existência. Sakura acreditava que talvez fosse por isso que queria tanto ajuda-lo a conseguir seus objetivos: por causa do amor que ele demonstrou sentir por sua mãe.
Ele negava, dizendo que não tinha esses sentimentos, mas Sakura sabia que era mentira. E agora que pode sentir a sublimidade de amar alguém, não poderia abrir mão disso, queria entregar-se de corpo e alma a esse sentimento. Mas antes cumpriria o que havia prometido a si mesma: eliminaria Yue do caminho de Touya!
Seus pensamentos foram cortados pelo ranger das portas do salão, Sakura virou-se para contemplar a imagem de Yue aparecer por entre as portas, e dirigir-se a ela.
-Estava a sua procura!- disse ele, parando em frente à garota.
-Pois me achou! O que você quer?- perguntou Sakura levantando-se e ficando cara a cara com Yue.
-Quero negociar!- Sakura estreitou os olhos ao ouvi-lo, nada que viesse dele poderia ser bom, muito menos um acordo.
-Negociar?- perguntou incerta.
-Eu quero o colar, e as palavras para destrancar o poder dele, e em troca manteremos entre nós os seus encontros na clareira!- viu com deleite quando os olhos esverdeados arregalaram-se em surpresa, adorava estar no controle das situações.
Ele não poderia saber disso! Como ele descobrira? Se Touya soubesse seria o fim, ele a mataria por tê-lo traído, e não podia morrer, não agora que descobrira um outro motivo pelo qual viver. Entregar o colar a Yue também não lhe parecia uma boa idéia, o que poderia fazer? Tinha que encontrar Tomoyo pedir-lhe ajuda.
-Você está louco se pensa que irei aceitar qualquer oferta sua, principalmente algo tão absurdo como isso!- disse Sakura saindo do salão sem esperar uma réplica à sua resposta.
-Respeitados durantes décadas, temidos, venerados, essa é a história do clã Li, que agora passa por sua época mais negra sob o comando de Syaoran Li. Estamos sendo atacados por índios, mimetes, e o mais humilhante, caçados por humanos! Se há algum objetivo para que essa sucessão de desgraças, que mancham o nome de nosso clã, continuem acontecendo, diga-nos agora, pois nós do conselho não estamos satisfeitos com seu desempenho como líder!
Syaoran mantinha-se calado, escutara os conselheiros discutirem o futuro do clã, como se ele não precisasse dar sua opinião. Sabia dos problemas pelos quais estavam passando, mas não era algo que ele pudesse controlar, e saber que aqueles velhos estavam adorando criticá-lo, e compara-lo com seu pai o deixava mais enraivecido do que preocupado.
-Creio que seja de conhecimento geral dos anciões, que as crises já estão sendo solucionadas, e que estou dando o meu melhor para manter o que meu pai tão arduamente construiu.
-Não duvidamos disso jovem Li, mas o seu melhor não basta! Admira-me que não tenha acabado com o legado de seu pai logo no primeiro mês que esteve no comando! Era o que esperávamos que fosse acontecer, mas sabemos que não foi somente de desgraça que sua liderança foi construída, sabemos que está atrás da Lágrima de Sangue!
Todo o seu corpo enrijeceu ao escutar tais palavras, o medo e o ódio se misturavam em seu interior. Como eles poderiam saber que ele tinha conhecimento do paradeiro do colar? Havia o visto com Sakura e o reconhecera no mesmo instante, não tinha anseio algum em conseguir a jóia, mas notara a ameaça contida nas palavras do velho ancião. Sabia que a partir de agora eles iriam persegui-la, e isso ele não poderia permitir.
-Já consigo ver os portões do castelo!- Yamazaki dirigiu-se para sua companheira que permanecia ao pé da imensa árvore aguardando-lhe.
-Ótimo! Falta pouco agora, vamos!- Chiharu começou a abrir caminho por entre as árvores secas que haviam por ali. Não podiam se arriscar seguindo pela estrada principal. Estavam a dois messes viajando, cruzaram o mar e agora o país atrás da guardiã do colar, e finalmente estavam perto de encontra-la.
Desde que receberam a carta de sua informante dizendo que precisava de reforços, viram os tempos de fingida paz acabar, sabiam que a verdadeira batalha estava começando e eles teriam que impedi-la, embora ela achasse impossível. Chiharu suspirou cansada, não teriam mais paz!
Já podia ver o castelo ficando cada vez maior, e escondida entre os pilares laterais sua informante os esperava.
-Já estava perdendo as esperanças de que vocês chegassem a tempo!
-Você sabe que não é uma viagem rápida e agradável, então vamos direto ao assunto. Onde está a garota e o colar?- indagou Yamazaki indiferente as palavras da anfitriã.
-Gentil como sempre! É sempre um prazer revê-los!
-Deixe de bobagens, e responda!
-Ela saiu! Deve ter ido se encontrar com aquele vampiro novamente! Sigam-me, irei contar-lhes o nosso problema!
A garota guiou-os por um corredor escuro e úmido, Chiharu não via mais que dois passos a sua frente devido a pouca iluminação, seguindo de perto Yamazaki, que se mantinha alerta a qualquer ruído. A morena que os guiava parou ao chegarem a uma porta de madeira antiga e desgastada, as dobradiças rangiam pelo pouco uso durante os anos, e a sala em que entravam lembrava muito uma tumba.
Ascendendo alguns dos archotes do local, a garota voltou-se para eles indicando os assentos em volta da mesa de pedra.
-O que vocês pretendem fazer quando a encontrarem?- perguntou sentando-se a frente deles.
-O que deveríamos ter feito a muito tempo, leva-la daqui!- respondeu Yamazaki.
-Não pode simplesmente arrasta-la!- disse a morena batendo com o punho na mesa. Chiharu cruzou os braços e sorriu divertida para a cara que Yamazaki fizera.
-Vocês combinaram, só pode!- murmurou o moreno. –Escute bem, viemos aqui para evitar que uma guerra se inicie, e se para isso eu tiver que arrastar uma garota de um continente a outro, pode estar certa de que farei isso!- disse levantando-se de sua cadeira, estreitando os olhos para a garota a sua frente.
-Terá que passar por cima de mim, antes de encostar em Sakura!- ambos bradaram suas armas, prontos para se enfrentar, mas Chiharu desembainhou sua espada colocando-a entre os dois.
-Se querem se enfrentar, eu não irei me opor, mas que seja em outro local e sobre outras circunstancias! Por hora temos um problema maior para resolver!- a contra gosto ambos guardaram suas armas, sentando-se novamente. Chiharu, vendo que não mais teriam problemas, embainhou sua espada novamente. –Agora nos conte tudo o que vem acontecendo, Tomoyo!
As luzes bruxuleantes do local lhe davam um aspecto sombrio, mal se distinguiam as sombras sentas em um grande semicírculo a sua frente.
-Tudo está saindo como o planejado?- uma voz grave soou na escuridão, Ériol não conseguia distingui-los, mas não se preocupava com isso, os conhecia bem.
-Sim mestres!- respondeu o vampiro, mantendo-se reverente.
-Queremos que inicie os preparativos para a jogada final! Está se aproximando o dia do nosso triunfo!
-Com muito prazer mestres!- disse enquanto saia da sala.
Podia vê-lo ao pé da árvore esperando-a, era reconfortante saber que ele estaria sempre esperando por ela.
-Achei que não vinha mais!- disse Syaoran virando-se para a garota.
-Eu sempre venho para você!- responde Sakura abraçando-o fortemente, sentindo a segurança de estar nos braços dele novamente.
-Está tudo bem?- perguntou o vampiro ao sentir as lágrimas de Sakura molharem seu ombro.
-Não! Nada esta bem! Sinto uma angustia dentro de mim, como se algo terrível fosse acontecer! Estou apreensiva com o que pode vir pela frente, Syaoran, e eu sinto que algo realmente ruim está por vir!- disse Sakura agarrando-se mais forte ao vampiro. Estava apavorada e somente a segurança daqueles braços, é que lhe davam a sensação de que tudo acabaria bem.
-Tem outra coisa que me preocupa. - Syaoran a afasta apenas o suficiente para ver seu rosto, podia ver o nervosismo e a insegurança que ela sentia, e isso o deixava intrigado. – O que será de nosso filho quando ele nascer?
Se não estivessem em uma crise, teria rido da cara que Syaoran fez. Seus olhos se abriram mais, junto com sua boca que se movia sem fazer som algum, e as mão que antes lhe apertavam gentilmente os braços escorregavam devagar pelos mesmos.
Um filho? Ela disse que estava esperando um filho seu! Várias emoções passavam por ele nesse momento, que não sabia qual delas expressar. Felicidade, medo, euforia.
-Diga alguma coisa!- pediu a garota risonha, recebendo como resposta um beijo. Sentiu-se ser erguida do chão, Syaoran a abraçava, sussurrando em seu ouvido.
-Eu te amo!
Andava por entre as casas se esgueirando pelas sombras, a expectativa fazia seu sangue ferver. Se aproximou da janela da casa que visitava frequentemente durante os últimos três anos, entrando por esta. O homem que ali se encontrava assustou-se no primeiro momento que o viu entrar, mas ao reconhecer quem era acomodou-se novamente na confortável cadeira atrás da mesa.
Se ele ao menos desconfiasse do que o trouxera ali, pensou Ériol, certamente não estaria tão calmo. Andou vagarosamente até a frente da única mesa do aposento, olhou diretamente nos olhos do humano a sua frente, e para sua satisfação pode ver o medo começar a se formar.
-O que você quer aqui garoto? Algo tão importante que não pode esperar para os nossos encontros semanais?- perguntou Terada incomodado com o olhar dirigido a ele.
-Já lhe disse que não gosto quando me chama de garoto!- disse calmo, observando o homem remexer-se mais uma vez na cadeira. Podia sentir seu desconforto, e isso o agradava.
-Que seja! E o que o trouxe aqui? Tenho muitos problemas para resolver, não me diga que me trouxe mais um, garoto!- sentia-se estranhamente acuado na presença do vampiro, com uma lebre que é encurralada por um lobo, e não vê perspectiva diferente do que a morte certa.
-Não! Venho justamente acabar com um problema, o que, claro, não quer dizer que isso seja bom para você!- notando a ameaça contida nas palavras, Terada levanta-se de um salto agarrando o cabo da velha espada pendurada na parede, quando voltou-se para aponta-la para Ériol esse não mais estava lá. Sentiu a lamina fria encostar-se a seu pescoço, causando lhe um calafrio desconfortável.
-Eu já cansei de lhe dizer: Não me chame de Garoto!- disse o vampiro fazendo com que a lamina de sua adaga escorregasse ao longo do pescoço enrugado de Terada, o corpo do velho político escorregava devagar até o chão, e os olhos, arregalados, miravam Ériol limpar sua adaga, até que tudo ficou preto.
- Menos um!- disse o vampiro antes de partir novamente, saltando à janela, e misturando-se a noite fria que chegava lentamente, assim como a morte. Ao longe pode apenas ouvir um grito feminino que pedia por socorro.
E então o que acharam?? Espero que tenham gostado deste capítulo, ficou muito no suspense, mas no próximo será tudo explicado eu prometo!
Vamos as respostas das reviews...por falar nisso, eu recebi poucas reviews! To de mal com vocês!! U.U
To brincando!! .
Vamos lá:
tomoyodaidouji2007: oieeee, espero não ter te matado de ansiedade!! No final das contas só deu para ter um gostinho de como ficara o futuro do nosso casal, não é? Mas vamos aguardar, tem muitas coisas por acontecer ainda! Bjão, até o próximo capítulo!
Amanda Fraga: oláá, que bom que você gostou dos capítulos. Sabe, eu li alguns reviews que diziam que os primeiros capítulos estavam de dar medo, eu estou sentindo falta de colocar um terror nessa história! O que você acha? Bjão e até o próximo!!
Mikarim: Olá! Espero que você ainda esteja viva!!! To brincando1 Me desculpe pela demora, mas eu realmente tive problemas em saber oque colocar neste capítulo! Porque dependendo do que eu colocar, irá influenciar o final, e como eu não sei bem como quero terminar... Mas em fim chegou, e espero que você tenha gostado! Bjão até o próximo!
Karoru: Oieeee! Não se preocupe eu não vou desistir da fic, ainda mais depois de receber elogios como o de vocês! Obrigada por acompanhar, e espero que você continue gostando. Bjão, até o próximo!
BaBi Evans: Olááá! Finalmente a Rika está livreee!!! \o/ Espero que tenha gostado do capítulo! Bjão, até o próximo!
Hyuuga Mitha: oieeeee!! Mas é claro que eles se amam!!! Eu também adorei quando ele adivinhou o nome dela!! E quanto aos inimigos, bem, você já teve uma idéia neste capitulo que serão muitos, não é! Mas é só esperar para saber o que vai acontecer! Bjão até o próximo!!
Melzin-chan: Oláá!! Eu vou continuar sim!! Mas só te peço que não mate a Sakura, se não eu terei que arranjar outra personagem para ficar no lugar dela, e tem o contrato, e vários problemas...to brincando!! xD Bjão e até o próximo!
Espero pelos reviews!!! Por favoooooor!!!
E um aúltima coisinha! Talvez eu mude o genero da fic para Romance/Drama! Então fiquem atentos, porque está quase certo que isso acontecerá!!
Bjão para vocês todos que deixarão e não deixaram reviews!! Até o proximo capítulo, e que ele venha mais rápido que este!!
