Capitulo 9 –

Jump27: flor o capítulo acaba em deram risada ta? Nem parece final de capitulo, mas td bem..hehehe...beijos.

Gente, para a felicidade ou desespero de vocês eu resolvi dar uma estendida na estória. Espero que gostem do rumo que vou dar para ela. Beijos.

Adorei todas as reviews que recebi ate agora.

Zaijian


Capitulo 9 – Admirador Secreto

Depois de arrumarem a bagunça que haviam feito enquanto brincavam de guerra de travesseiros. O domingo finalmente chegara ao final, e tecnicamente teriam que se despedir.

- Eu preciso ir, obrigada pelo dia divertidíssimo Saki-chan, até amanhã – estavam na porta do apartamento de Sakura. – até amanhã.

- De nada Xiao, eu que agradeço a visita, quando quiser aparecer de novo, sinta-se a vontade, até amanhã – despediu-se ela.

E saiu.


Apesar de ter adorado passar o dia com Xiaolang, ele nem sem se importara em pedir desculpas pela noite anterior. Sabia que ele não tinha culpa pelo acontecido, os momentos mais íntimos que tiveram hoje provaram isso.

Meus pensamentos foram interrompidos pelo toque da campainha. Tive que atender, não poderia fazer nada. Ele voltara.E simplesmente disse.

- Me arrependeria ate a morte se não fizesse isso. Desculpe-me por ontem a noite. Não foi minha intenção – me abraçou e me deu um selinho. – até amanhã Ying Fa. – E saiu novamente fechando a porta atrás de si, me deixando estupefata para trás.

De repente uma onda de satisfação invadiu meu ser, me virei e fui para a cozinha fazer um chá. Como se o que tivesse acabado de acontecer fosse a coisa mais normal do mundo.


Andava de um lado para o outro dentro do quarto, não acreditava que tinha feito aquilo, somente em um acesso de loucura mesmo para ter uma atitude daquela com ela.

Céus ela deve estar me odiando, que tipo de babaca, passa praticamente 24 horas com ela, primeiro a magoa, depois vai ate a casa dela, em baixo de chuva, faz ela lembrar da morte da mãe, dorme abraçado com ela, a abraça enquanto ela faz o café da manhã, caem juntos enroscados no chão, depois de uma guerra de almofadas e ainda na despedida abraça, a beija e ainda pede desculpas como se não fosse nada demais?

Hum...eu sou o tipo de babaca que faz estas coisas.

Mas um sorriso brota de repente, ela não reclamara, empurrava, xingara nem nada do tipo quando essas coisas aconteceram, mas também não disse nada a favor, se lembrava enquanto o sorriso sumia.

Passei a mão nervosamente pelo cabelo. Já sabia o que iria fazer. Só esperava que desse certo.


Depois de tomar mais um banho, Sakura corre para o telefone e quando discou o numero de sua prima, a campainha toca mais uma vez.

- Muito bem, quero todos os detalhes agora mesmo senhorita Kinomoto, e nem adianta me enrolar – começou Tomoyo enquanto já ia entrando quando a prima a atendeu.

- hum...eu vou fazer um chazinho pra gente – tentava fugir.

- Sim sim, mas enquanto o chá está sendo feito você pode ir me contando. – sorria Tomoyo.

Ai ai, a prima não perdia uma sequer.

Narrou para a prima tudo nos mínimos detalhes, na altura em que terminava já tinham tomado canecas de chocolate quente, e uma tigela enorme de pipoca com calda de chocolate.

- então quando ele saiu, eu fiquei meio amuada, ele não tinha pedido desculpas ainda, mas ai ele voltou, me abraçou, me deu um selinho e pediu desculpas, disse que não queria que aqui tivesse acontecido. – concluiu Sakura.

- Aaaaaaaaaaaaaaaah...então vocês estão oficialmente juntos, que romântico – entusiasmava-se Tomoyo.

As vezes acho que me Tomoyo é incorporada por um ser louco. Ela me assusta nessas horas.

- Não, nós não conversamos sobre isso. – eu lamentei enquanto ficava rubra.

- Como não? Ai Sakurinha sinceramente as vezes você me mata decepção.hehehehehe – disse Tomoyo – o cara esta se jogando encima de você e você nem aí.

- ai Tomoyo, foram acidentes – tentou se explicar a prima sabia deixa-la constrangida.

- Sim,ele te e sussurrar no seu ouvido é acidente, ele te abraçar e apoiar a cabeça no seu ombro é acidente e DORMIR ABRAÇADO com VOCÊ é oooooutro acidente – disse Tomoyo frisando algumas palavras.

- aiii Tomoyo chega, eu to confusa...eu preciso descansar, amanha eu tenho que trabalhar e pior eu tenho que encontrar com ele. Você vai dormir aqui?

- Pode apostar que sim – disse minha prima sorrindo – já vou tomar banho, se já quiser ir se deitar, pode ir, eu viro. – Mas Tomoyo percebeu que sua prima sorria e estava perdida em pensamentos.

- Saki, o que foi? Em que você está pensando? No Li? Acordaaaa – tentava chama-la

- hããn...aah nada eu tava lembrando agora de quando a gente era mais novas dormíamos sempre uma na casa da outra, deitávamos na mesma cama e virávamos as noites conversando. Sabe que o aniversário do vovô está chegando. Queria está lá.

- Aiin..falando assim tenho saudades absurdas...eu também queria ir, mas não sei se o supervisor do estágio vai liberar. – dizia Tomoyo – vamos fazer assim a gente podia passar o próximo fim de semana a gente pode se encontrar e lembrar os velhos tempos, pode ser? Então agora pra cama lindinha, amanha temos que trabalhar.

Já pela manhã

O dia amanhecera nublado, mas mesmo assim era necessário cumprir os compromissos.

Bi;bi;bi;bi (onomatopéia de despertador)

- aaaaah, tá tão bom aqui – já resmungava Sakura virando para o outro lado.

- hey mocinha, a manha esta nublada, mas temos que ir trabalhar, vamos , vamos – chamava Tomoyo já entrando no quarto.

- a Moyo, só mais cinco minutinhos – resmungava Sakura.

- não, não, pode levantando, senão você vai se atrasar mais – pronto dissera as palavras mágicas.

- Ah nããão, eu to atrasada de novo.

- Eu estou indo fazer o café da manhã Sakurinha, e ande logo.


A noite passara devagar para ele, estava ansioso, esperava que o que tinha em mente desse certo.

Chegara depois que seu pai no escritório, coisa rara de acontecer. Já a vira sentada na ante-sala da presidência. Estava fazendo qualquer relatório para seu pai. Simplesmente linda.

- Bom dia lindinha – cumprimentou sorrindo assim que se aproximou. Toda a conversa que tivera com a prima passara e, no mesmo instante ficara corada.

- Bom dia Xiao – respondeu sem graça. – seu pai precisa falar com você.

- Ok. Obrigado – entrou na sala com um sorriso discreto. A qualquer momento.


Na ante-sala. Assustou-se quando um jovem desconhecido adentrou a ante sala da presidência.

- Em que posso ajudá-lo senhor – Sakura chamou sua atenção.

- Desculpe - me senhorita, procuro por Sakura Kinomoto – perguntou o rapaz, ele segurava um buquê de flores de cerejeiras com algumas nadeshikos aqui e acolá.

- Sou eu mesmo, em que posso ajuda-lo – disse ela, olhando curiosamente a encomenda que ele trazia.

- Essas flores são para a senhorita, pode assinar aqui por gentileza – estendeu para ela uma prancheta que trazia depois que entregou as flores para ela. – Obrigada. – E se retirou.

Naquele momento a porta da sala da presidência se abriu e dela saíram pai e filho. Conversando tranquilamente.

- Ora, ora, ora. Recebemos flores hoje então, Xiaolang – comentou Shang Li. E olhou para o filho que piscou e deu um sorrisinho discreto. Ele entendera na hora. E depois do pequeno sinal de negação, indicando que ela não sabia de quem era, alargou ainda mais o sorriso.

- Oh, senhor Li, desculpe-me por isso. Eu não imagino que as possam ter enviado. – desculpou-se Sakura, enquanto fazia uma reverencia e ficava vermelha.

- Sem problemas, acho que Yelan deixou um vaso na minha sala que poderá colocar as flores, não creio que vá se importar em emprestá-lo a você por hora – sorriu Shang Li.

Xiaolang, até aquele momento não falara nada, ficara atento a todas as reações dela.

Depois de apoiar as flores na mesa entrou na sala do chefe pegar o vaso, quando Shang a viram encostar a porta, disse:

- Boa escolha – falou para o filho e piscou em seguida e se retirou em direção a saída.

Xiaolang mirara as flores rapidamente, estava tudo como planejara, e ela ainda não lera o cartão, que ainda estava no buquê. Talvez ficasse por ali mais algum tempo.

- Precisa de algo Xiaolang? – perguntou ela quando voltou a ante sala com o vaso nas mãos.

- Não – respondeu e sorriu.

- Será que sua mãe não vai se importar em eu usar o vaso por uns dias? – comentou vagamente.

- claro que não querida – disse uma voz na porta da sala. Yelan chegara,

- Senhora Yelan bem vinda. – cumprimentou Sakura.

- Muito bom dia flor de cerejeira – retribuiu e piscou. Sempre simpatizara muito com a menina, desde que entrara ali algumas semanas atrás. – ouvi por ai que tinham recebido um lindo buquê de flores, e vim parabenizar quem o recebeu, já que quando se recebe um quer dizer que se é muito especial.

- Obrigada Senhora Yelan – disse Sakura enquanto ficava vermelha – a senhora não se importa mesmo em me emprestar o vaso.

- Claro que não, fique a vontade. Bom agora eu preciso ir. Até logo – despediu-se e deu um beijo no rosto de Xiaolang, que ficara quieto por todo o momento.


Será que ela viu o cartão? Ou será que está com vergonha de abrir na minha frente?

Pensamentos de todos os tipos passavam pela minha mente naquele momento. Acho que era melhor dar – lhe tranqüilidade para lê-lo. Ela era muito tímida.

- Bom preciso ir também, até logo Ying Fa – despedi-me.

- Até mais Xiaolang – respondeu-me.


Quando ele saiu fui discretamente ate o buquê e peguei o pequeno cartão que tinha ali por entre as flores, senti uma fragrância conhecida vindo dele, mas não me lembrava de onde.

No pequeno cartão dizia:

"A mais bela flor é aquela que se destaca na adversidade"

Quando vejo seu sorriso delicado é como se nada no mundo pudesse ir contra mim, seu sorriso me dá a coragem e a força que preciso para encarar todos os problemas de frente e supera-los.

Amo você!

Um Alguém.

Sakura ficou corada quando terminou de ler o cartão. E ficou pensando em quem poderia ter feito àquela gentileza.


Sorriu satisfeito quando a viu corar depois de ler o cartão. Com certeza a "operação cupido" seria um sucesso. Só esperava que ela não se decepcionasse quando descobrisse que era ele.