Go Uma Troca de Sedução

Autora: Cati xD

Beta: Hatake Amandez

Conteúdo: Slash/NC17/Lemon

Shippers: Harry/Draco - Harry/Pansy - Harry/Severus

AVISO 1: Se você não gosta de relacionamentos homem/homem, é melhor não ler! Depois não diga que não avisei... ¬¬' xD

AVISO 2: Mudança de Personalidade dos Personagens. Sim, você vai vê-los mais selgavens do que geralmente são!

Resumo: Harry e Pansy trocam de corpos numa aula de Poções. Mas Pansy não vai deixar barato e aproveita da situação para chantagear Harry. O que acontece quando ele percebe o seu lado Sonserino de ser e se envolve com Draco Malfoy?

ººº

Capítulo IX - Pratos Limpos

No capítulo anterior...

"Harry apenas ouvia atenciosamente. Queria pedir esclarecimento da parte de Pansy mais tarde.

- Eu sabia! Sempre soube. Eu te falei Pansy, ele não presta! Ele não tem o direito de seduzir um Sonserino assim! - dizia o loiro olhando profundamente nos olhos de Harry. Seu ódio era visível. Seus olhos pareciam soltar faíscas.

- Draco, e o que você está pensando em fazer?

- Eu vou seduzir os amiguinhos dele também e vamos ver se ele gosta.

"Oh não!"."

- Eu... Eu realmente não acho uma boa vingança... - Harry tentava desfazer aquele olhar psicótico do loiro.

- Então você no meu lugar, o que você faria?

- Eu... - "pense rápido, pense, pense..." - Eu acho que isso foi um bom começo...

- Um bom começo do que, sua estúpida?

- Hey! Eu ainda estou tentando te ajudar e você fica me insultado? - Harry disse.

- Tá tá, desculpa. Mas então. Um bom começo do quê?

- Você não ia seduzí-lo? Já começa por aí... Ele não sabe que você é bi, mas você sabe que ele é. Pode usar essa informação pra alguma coisa.

Draco parou de franzir o cenho e sua expressão agora era mais calma. Apenas olhou para a mesa da Grifinória, observou o movimento... Alguns alunos iam chegando para comer inclusive Hermione, Rony e Pansy.

- Você... Sim, é verdade! - disse num tom de quem sabe tudo - Posso até usar essa informação e não posso negar que a Granger é uma boa opção também...

- Por que ela? - Harry disse agressivamente.

- Por que eu acho que ela tem uma beleza, digamos... Exótica! Com aqueles cabelos castanhos e enrolados... Não é qualquer garota nessa escola que usa um quase black-power e fica tão bonita quanto ela.¹

"Quase black-power? O que esse louco está dizendo? Tsc tsc...". Harry tinha que admitir. Até nas horas mais críticas, Draco o surpreendia e o fazia rir de coisas tão idiotas. Sim, ele era bem sincero e dizia tudo que achava na lata. Talvez fosse essa a essência do loiro que Harry tanto gostava. Esse jeito de deixar as coisas mais gostosas e "vivíveis", menos tediosas, mais loucas ou idiotas...

- Bom, você que sabe. Agora vamos para a aula de Poções.

- Você quer mesmo ir? Vamos matar essa aula.

- Não!

Draco olhou para Harry desconfiado. Pansy nunca recusaria uma oferta dessas.

- E posso saber por que não?

- Porque...

- Eu sabia. Nem precisa falar que você está com saudades do seu professor predileto!

"Draco... Te amo!".

- É... Mais ou menos.

- Tá bom... Se o Snape perguntar por mim, diga que eu estou passando mal e estou na enfermaria.

- Você não vem?

- Não. Tenho algumas coisas para investigar. Até! - o loiro se levantou e saiu do Salão Principal.

E Harry ficou para terminar seu café da manhã e ir para a aula de Poções.

ººº

No caminho do corredor, Harry percebeu que estava andando mais rápido que os outros alunos, mas não intencionalmente... Era como se uma força puxasse ele para aquela aula. A aula em que ele trocara de corpo com Pansy, a aula em que fez ele ver o quanto seus amigos eram importantes, a aula em que o fez conhecer seu outro lado... A experiência realmente mexera com seus hormônios, seu modo de ver os outros e claro, sua sexualidade. Ele estava com pressa para trocar de corpo novamente e de sentir o excitamento na verdadeira pele.

Ao chegar na sala, procurou por Pansy, mas esta ainda não havia chegado. Apenas alguns Sonserinos conversavam e jogavam bolinhas de papel uns nos outros. Harry se dirigiu para o seu lugar no fundo e aguardou. Suas mãos estavam suando e seu coração acelerado. Nunca em sua vida desejou tanto ver Pansy como naquele dia. E alguns pensamentos começaram a invadir sua mente... "Ela não vai fazer a troca... Será que ela vai me chantagear outra vez? Não, tenho que estar preparado... E se o Snape desconfiar? E se meus amigos descobrirem? E se ela já tiver contado a verdade? MERLIN!". Sua mente estava a mil, como sempre ficava quando estava ansioso ou nervoso. Mas se acalmou um pouco quando avistou Hermione e Ron entrando na sala e mais alguns Grifinórios atrás. Logicamente Pansy estaria atrás...

Mais alguns alunos, a sala foi se enchendo e nada de Pansy. "Claro, se ela não vir eu vou ter que fazer a poção... Mas talvez ela esteja fugindo de mim... Ou preparando uma armadilha...". Seus pensamentos foram interrompidos ao vê-la, entrando pela sala. "Oh, até que enfim!". Harry só queria a confirmação de que tudo ia dar certo naquele dia. Olhou para ela com intenção de que ela o notasse, mas esta simplesmente sentou com os outros dois e lhe virou as costas.

"Vadia!".

Logo em seguida Snape apareceu. Fechou a porta da sala e rapidamente se sentou na mesa.

- Quero os trabalhos da poção Troca de Corpos na minha mesa. - disse com sua voz etérea.

Os alunos se levantaram e deixaram os trabalhos na mesa de Snape e em seguida voltaram aos seus lugares. Harry tentou chamar atenção de Pansy, mas esta parecia estar ignorando propositalmente. Então ele apenas aguardou ansiosamente pelas instruções de Snape.

- Hoje como vocês sabem vamos fazer o antídoto da poção. Espero que tenham prestado atenção em seus trabalhos, já que é muito importante seguir as regras à risca. Vamos. Peguem suas duplas da aula passada e os ingredientes que vou colocar no quadro. - Snape acenou com a varinha e o que estava escrito no quadro rapidamente se transformou no procedimento da poção.

Harry se aproximou de Pansy, mas ela o esnobou e disse em voz alta e audível:

- Hermione, já que seu parceiro não veio, faça comigo.

- Ok Harry.

Harry a olhou com uma cara de raiva, mas se aproximou de Hermione:

- Não é porque Draco Malfoy faltou que você tem que fazer par com o Potter. - sua raiva era transparente... E real.

- Mas Harry é meu amigo. E eu quero fazer com ele. Algum problema?

- Todo o problema! Ele é o meu parceiro, o seu faltou. Deu pra ligar as coisas?

- Mas o que é que está acontecendo aqui? - a voz de Snape calou-os.

- Professor... - Harry fez uma voz de coitado - A senhorita Granger fez questão de roubar o meu par só porque o dela faltou. Eu não posso ficar sozinha.

Hermione quase o matou com os olhos, e Pansy permanecia olhando para um lugar que ele não sabia onde, mas que parecia estar bem mais interessante que aquela discussão.

- Senhorita Granger, se seu parceiro faltou, faça sozinha. E Parkinson, já que faz tanta questão assim da ajuda do Potter - fez uma careta - o que não é muita coisa... Ande logo e volte pra sua mesa.

Harry pegou Pansy pela mão e voltou para o outro lado da sala. Hermione ficou com cara de bosta, mas ela tinha muita capacidade de fazer sozinha. Harry nem tanto... Mas ele precisava descobrir o que estava acontecendo com Pansy.

Ela foi em direção ao armário com uma cara fechada. Parecia estar triste.

- O que você tem, hein? Achou que esse dia nunca fosse chegar? - Harry sussurrou para que os outros não ouvissem.

Pansy apenas o encarou. Harry não estava entendendo sua reação. Será que ela não queria mais trocar?

- Como você é chato, Potter! Não está vendo que estamos na aula de Poções?

- Mas você não se esqueceu da troca, né? Porque hoje vamos tomar ela, custe o que custar.

- Que entusiasmo. - Pansy virou os olhos - É claro que eu não esqueci, seu babaca. Agora cala a boca e pega os ingredientes.

Harry ainda a encarou por um tempo, mas ajudou com os ingredientes.

A poção era bem complicada e como Snape dissera, precisava de muita atenção. Se Harry não tivesse feito o trabalho e apenas seguisse as intruções do quadro ele não iria conseguir fazer. Mas quando a poção chegou ao fim, ele se sentiu aliviado ao entregar seu vidrinho para o professor. Mas esquecera de um detalhe: Snape iria verificar as poções antes de tudo, e com certeza não iria fazer isso agora. "Merda. Vou ter que fazer alguma coisa pra conseguir essa poção hoje!".

Tentou uma aproximação na mesa de Snape. Este o olhou com um rosto indecifrável e disse:

- O que quer?

- Professor... Tem como você fiscalizar minha poção agora? Ainda faltam alguns minutinhos para acabar a aula... Eu só queria ter certeza de que acertei tudinho.

Snape não entendeu o interesse da aluna, mas pegou o frasco. Os alunos da sala, por incrível que pareça estavam conversando e distraídos já que ele não falava nada e nem chamava atenção. Fez algumas anotações, mexeu o vidrinho pra esquerda, despejou em outro frasco, colocou outra substância por cima e finalmente encarou Harry:

- Sim, a poção está muito boa. Apenas coloquei um neutralizador para ficar cem porcento.

- Ah, obrigada professor! - Harry sentiu alívio - agora, pode me devolver a poção?

- Senhorita Parkinson... Por acaso você está usando a poção Troca de Corpos?

Harry engoliu seco. "Ele não percebeu... Ele só tá jogando verde. Droga, ele é legilimente!"

- Não professor. Eu só queria guardar porque realmente foi uma das melhores poções que eu já fiz. Eu senti isso, sabe?

- Hum... Não posso discordar. Tome.

Harry pegou a poção na mão como se fosse um pomo. Tamanha era a sua felicidade quando chegou perto de Pansy. A aula acabara e Harry a puxou pelos corredores apressado para trocar de corpo antes da próxima aula.

- Vamos ao banheiro fazer a troca.

- Você acha que eu vou fazer essa maldita troca?

- O QUE VOCÊ DISSE SUA ESTÚPIDA? VOCÊ SABE MUITO BEM QUE EU NUNCA QUIS QUE ISSO ACONTECESSE! - Harry estava gritando nos corredores e alguns alunos correram assustados. Sua paciência havia se esgotado. Toda a fúria e ansiedade subiram à cabeça.

Pansy pegou Harry e o puxou para dentro do banheiro o jogando bruscamente contra a parede. Parecia querer bater nele, mas ela apenas gritou:

- EU NÃO QUERO TROCAR ESSE MALDITO CORPO, NÃO QUERO VOLTAR PRA MERDA DA SONSERINA, ENTENDEU? VOCÊ NÃO SABE COMO EU ODEIO SER SONSERINA, COMO ODEIO FICAR PERTO DOS SONSERINOS, COMO ODEIO TUDO QUE ENVOLVA A MALDITA SONSERINA!

- O... O que disse?

- NÃO QUERO! - Pansy agora segurava o colarinho da camisa de Harry e vagarosamente despencava para o chão frio do banheiro. Estava em prantos.

Harry não conseguiu sentir pena nem raiva. Mas queria entender o que estava acontecendo. Nunca achou que Pansy não gostasse de ser o que era. Ela esbanjava sensualidade, era sempre metida, cheia de si... Sem contar que ela sempre estava ao lado de Draco.

- Você quer me contar o que está acontecendo? - Harry se sentou em sua frente.

Pansy estava sentada com as pernas de lado, e as lágrimas caiam por seus olhos como torneiras abertas. Harry nunca soubera lidar muito com isso. Claro, já vivera muitas vezes essa situação nas épocas mais difíceis como na volta de Voldemort, mas também não soube lidar com o medo e insegurança de seus companheiros.

E agora Pansy... Chorando em sua frente, mas com seu próprio corpo. "Onde isso foi chegar?". Aproveitou o momento de fraqueza de Pansy e retirou sua poção do bolso. A tocou levemente no braço e tomou um gole. Sentiu seu corpo sendo puxado, uma dor na nuca e um frio sobre seu rosto. Quando abriu os olhos, estava devolta, em seu corpo. Mas quando olhou para Pansy, ela estava totalmente desnorteada e segurava em sua mão:

- Harry, eu te imploro, não quero voltar para a Sonserina! Não quero, não quero!

- Calma Pansy. Me explica o que está acontecendo.

- Você nunca vai entender. NUNCA!

- Eu nunca vou entender se você não me explicar.

- Eu... Eu me tornei o que eu sou hoje. Nada do que você vê é real... Eu... Eu não era assim!

- Assim como?

- Harry... Eu não quero que você conte pra ninguém... Não quero! Prometa pra mim! - Pansy segurava mais forte em sua mão.

- Claro. Pode... Confiar em mim.

Pansy então limpou algumas lágrimas e começou a contar:

- Quando eu cheguei em Hogwarts... A única família bruxa que eu conhecia era a família Malfoy. Os meus pai tinham negócios com a família Malfoy e eu acreditava que uma amizade também. - parou um instante. Tomou fôlego e prosseguiu - E eu conheço o Draco desde pequena.

- Sim...

- Só que quando eu cheguei aqui... Eu era inocente, era boba. E... E eu queria muito estudar aqui, sabe? Era meu sonho! Queria ser uma bruxa forte, assim como a mãe do Draco. Eu a idolatrava! Eu era mais apegada a ela do que a minha própria mãe... - Pansy olhou para Harry furtivamente. Parecia calcular as palavras que saíam de sua boca - E então... Eu mantinha um laço com a família Malfoy como se... Como se eu fosse mesmo da família. A irmã de Draco. Nas férias, me lembro... Quase todas as férias eu ia pra casa dele. Só pra ver a Narcisa, a mãe do Draco.² Ela me ajudava com as poções, com os estudos, os feitiços... Coisas que a minha mãe nunca fez por mim. Eu amava minha família, mas eles nunca poderiam me dar o apoio que a família Malfoy deu pra mim.

Harry apenas acompanhava os pequenos movimentos de Pansy. Quando limpava os olhos, ou segurava na manga do sobretudo...

- E então um dia, no meu segundo ano em Hogwarts... Minha mãe pediu pra que eu fosse pra casa. Passar o natal com a família, já que no outro ano eu tinha passado com o Draco. Foi um saco... Minha mãe sempre me falando coisas que eu não queria ouvir. E então no dia seguinte, eu estava escrevendo uma carta pra Narcisa, desejando um Feliz Natal e minha mãe entrou no quarto. Eu não queria que ela soubesse. Eu sabia que ela ia ficar com ciúmes, ela demonstrava isso. Mas eu não me importava, porque ela não me fazia feliz como eu queria ser. Então... Eu tentei esconder a carta, mas ela pegou a carta e leu. - Pansy parou. E Harry sentiu que talvez ela fosse parar por ali.

- E então? O que você escreveu na carta?

- Eu... Eu desejava um feliz natal e também desejava que ela me levasse daquele lugar pra bem longe dali. E a minha mãe partiu pra cima de mim. Cheia de perguntas... Perguntas que eu não tinha como responder, eu só sentia. Eu sabia que ela não gostava de mim... E nem eu dela! E então a gente brigou, brigou, até meu pai chegar e me ver em prantos... E então ele me mandou devolta pra Hogwarts e a partir desse dia eu comecei a frequentar mais a casa do Draco. Eu nem gostava muito dele antes, mas sim da presença materna, do carinho que a casa dele oferecia.³

- Ele não tinha ciúme?

- Não... E como não tinha irmãos, ele gostava que eu estivesse ali, sempre por perto, que dividisse os mimos com ele.

- E o que isso tudo tem a ver com a Sonserina?

- O problema... É que eu comecei a me tornar uma mulher muito rápido. Peguei hábitos e manias e... Acho que foi um pouco de desprezo da minha mãe e as influências do Draco. Eu não me importava com mais nada. Só queria saber de ser desprezível e insinuante com todos. Depois que perdi minha virgindade com Draco, eu esperava que tivesse uma consideração maior da parte dele, mas não. Ele apenas me desprezou e... E o único jeito de correr da minha tristeza foi assumindo uma personalidade que não era minha. Me tornei uma vadia, tentando sempre ocultar minha tristeza... Meu desprezo por aquelas pessoas.

- Mas... E a Narcisa?

- Ela ainda é minha... Heroína. Porque todos que se envolvem com a família Malfoy são podres. Mas ela sempre soube disso e conseguiu ocultar, conseguiu ser forte, indiferente. Ela é muito especial pra mim... Aprendi muito com ela.

Harry apenas pensava. Não entendia ao certo o ódio que ela sentia por Sonserinos... Mas ela se dava muito bem com Draco. Também não entendia seu fascínio pelo professor de Poções, já que ele pegava o Lucius Malfoy.

- E o Draco?

- Ah... O Draco foi meu primeiro amor, meu primeiro namorado, meu primeiro homem. Mesmo sabendo que ele é um cafageste, sempre vou estar ao lado dele. Aprendi a gostar, a lidar. Somos apenas amigos hoje.

- E por que você queria ficar na Grifinória?

- Porque... Porque... Pra falar a verdade eu me acostumei com o estilo da Sonserina, mas ao passar uma semana com a Grifinória, percebi que o lugar onde eu realmente gostaria de estar era ali. Eu gosto do Draco, mas... Mas ele sabe sobreviver sem mim.

- Eu... Entendo agora o seu lado, mas... Você sabe que as coisas não são assim.

- Eu tenho inveja de você, Potter. Dos seus amigos, da amizade, da coragem...

Harry se aproximou para um abraço. Pansy retribuiu naturalmente, como se eles já fossem amigos de longa data.

- Você vai ficar bem. Não precisa se preocupar, a Grifinória vai estar sempre de portas abertas pra você.

- O... Obrigada Harry. Você é uma pessoa realmente... Legal!

Fim do Capítulo IX

ººº

N/A: ¹ Black-Power... Porque eu sempre achei que fosse ficar interessante a Hermione de Black-Power. Tá, o Draco é exagerado... ¬¬'

² Um bom shipper, Narcisa/Pansy, não?

³ Eu imagino uma família bem estruturada sim. Draco sendo paparicado pelos pais. Mais pela Narcisa, lógico.

Aos leitores:

...Makie...: O Harry é versátil, ou seria volúvel? Porque ora ele está ativo, ora passivo. Que coisa, não?? Obrigada pela review!!! Beijo!

M. Sallaberry P.: Então trate de aparecer mais nas reviews, viu? Hahaha, tudo bem! Se eu souber que continua acompanhando, tô feliz!! Obrigada e um beijo!

Thais Potter Malfoy: Ele faz charme (o Draco), mas ele só tem olhos pro Cicatriz... HAHAHAH! Obrigada e continue lendo!!!

Maga do 4: Acho que ele não vai seduzir Ron e Hermione... (Spoiler? Será, será?) xD Beijo e obrigada!!!

Angelines: Sim, eles merecem... Mas se eles ficarem juntos mesmo, será mais pro final (se...), então eu tenho que fazer o suspense! xD Obrigadaa e beijo!

Sy.P: As coisas vão ficar... Acompanhe o próximo capítulo!!! HAhahahaha, beijos e obrigada!

Bella Potter Malfoy: Nossa, obrigada mesmo, viu? Sabendo que você e vários outros estão lendo, mesmo sem comentar, eu tô feliz! (Mas com review é bem melhor, né? xD). Mas oh, a Pansy não é má não, deu pra perceber isso nesse cap. Ela não apronta pra ele não, pode ficar sossegada!!! Beijos, até o próximo!

Roberta K. Schmidt: Ahh, obrigada por ler Erótica também! Fico feliz de estar gostando. Beijos!!