Capítulo 9
As palavras que Sesshoumaru quisera ouvir desde primeiro momento que tinha visto Rin finalmente foram pronunciadas. Uma fome voraz e frenética cresceu dentro dele, mas se obrigou a não ceder a seu instinto.
Rin podia parecer um guerreiro experiente no exterior, mas no interior seguia sendo virgem, e como tal, iria tratá-la com supremo cuidado.
Reduziu a intensidade do beijo, lambendo seus lábios e esfregando-os ligeiramente com uma carícia de sua língua. Deliberadamente, permaneceu sobre sua boca, acariciando-a pelas costas pausadamente tranqüilizando-a.
Os batimentos frenéticos de seu coração diminuíram, ao igual ao dele. Sesshoumaru lutou para conseguir manter o controle, sabendo que o que ele desejava não seria apropriado para sua primeira experiência sexual. Mas, pelos deuses, era difícil manter este propósito. Ao sentar-se em seu regaço, colocando seu sexo em contato direto com sua ereção, colocou-se justo debaixo da entrada úmida de sua vagina, e com apenas empurrão poderia enterrar-se completamente dentro dela.
Mas este momento era para ela, não para ele. Envolveu-a meigamente com seu braço ao redor, logo a empurrou obrigando-a a apoiar-se contra seu antebraço. Com a outra mão acariciou seus seios, bebendo com a vista os tensos picos que se elevavam para ele.
Que mulher tão curiosa era, observando cada movimento, lambendo os lábios e prestando tal atenção que o conduziu quase ao precipício. Quando tomou seus mamilos entre os dedos e os acariciou, seus olhos foram à deriva, fechando-se pouco a pouco e inclinando a cabeça para trás... arqueou-se de novo quando sua mão acariciou seu peito, lhe fazendo cócegas com o cabelo em seus joelhos.
Esta imagem tão erótica dela, conservá-la-ia em sua memória para sempre. Seu corpo eram curvas de perfeição feminina, pernas fortes e seios formosos.
— Sabe que tem o corpo mais perfeito que já vi? — Ela se inclinou para frente, franzindo o cenho como se não entendesse sua declaração.
— Sim?
— Sim. Sem o cabelo que recobre seus órgãos genitais, posso ver quase tudo, sua fenda molhada, seu clitóris duro que me olha às escondidas, me pedindo que o toque.
Demonstrou-o, alcançando-a e deslizando o dedo entre as dobras de sua vagina, logo pressionou circularmente sobre seu clitóris até que ouviu seus gemidos.
— Você gosta quando te acariciou, Rin?
— É obvio que sim, muitíssimo.
— Você gostaria de gozar outra vez?
Ela mordeu o lábio inferior com seus dentes.
— Não sei se consigo.
— Ah, confie em mim. Você pode. Seu néctar já flui em minhas pernas, sua vagina treme com a necessidade de sentir meu pênis profundamente dentro de ti. É isto o que deseja?
— Sim. — Sua resposta saiu em um rouco sussurro, enquanto que com seus dedos recolhia seu cabelo e puxava sua cabeça para ela. Beijou-o com uma paixão que só as mulheres mais experimentadas sabiam, mas também com a impaciência de alguém que ainda não conhece os prazeres carnais.
Quando se separou e o encarou, seus lábios estavam inchados, seus olhos chocolate lhe enviavam nada mais que desejo.
— Cansou-me toda esta conversação, Sesshoumaru; não sou nenhuma mulher ignorante que não sabe nada do que acontece um homem e uma mulher. Pode ser que nunca antes o tenha experimentado com minha pessoa, mas sei o que é. Foda-me.
Ele estremeceu com sua ordem valente, compreendendo que na verdade estava ante a uma mulher que se igualava em suas necessidades. Mais preocupado de se pudesse ser terno ou não, elevou seus quadris para levantá-la e dirigi-la para o extremo de seu membro, que clamava por ela.
Rin tomou-o com impaciência, olhando como se introduzia pela abertura de seus lábios inferiores, centrando-se em como seu membro deslizava e roçava, polegada por polegada, dentro de seu calor. Quando encontrou a barreira, deteve-se brevemente. Seus olhares se buscaram e encontraram. Logo assentiu, segura. Com um impulso rápido, ele rompeu seu hímen e se empalou dentro dela.
Seus olhos brilharam com lágrimas não derramadas, mas riu para ele, para mais tarde suspirar.
Por Kame, ela era apertada. Sua vagina se fechou ao redor dele, espremendo-o com força. Resistiu a mover-se dentro dela, desejando que seu corpo se acostumasse a seu tamanho.
— Ainda dói? — Perguntou, retirando o cabelo de seu rosto para poder ver melhor sua expressão.
— Não. — E para demonstrar-lhe isso, levantou-se logo abaixando-se sobre seu pênis, embainhando-o profundamente dentro dela, até que suas nádegas tocaram seu escroto.
Sesshoumaru gemeu com a sensação de ser rodeado, incapaz de acreditar que ela pudesse tomá-lo tão completamente. Sua umidade caía sobre os dois, caindo sobre seu escroto e tentando-o para empurrar para cima. Rin puxou seu cabelo, aproximando sua boca à dele e devorando-o com um beijo cheio de paixão.
Fazer amor com Rin não era absolutamente o que tinha esperado, e ainda sim era tudo o que ele quisera, e mais.
Criaram um ritmo juntos, tocando um ao outro em cada lugar que podiam alcançar, compartilhando suspiros e gemidos de prazer. Seu clitóris escovou sua pele, balançava-se contra ele. Ele podia sentir a tensão que se acumulava dentro dela.
Nele também. Seu escroto se apertou, e sabia que sua liberação era iminente. Aumentou os movimentos, querendo que alcançassem o clímax ao mesmo tempo. Suas unhas se cravaram em seus ombros quando atraía seu pênis para dentro, espremendo-o sem piedade até que ela se enrijeceu, lançou a cabeça para trás e gritou, seu orgasmo enviando espasmos ao redor do pênis rígido, pressionando-o mais.
Ver como se convulsionava pelo prazer era mais do que poderia suportar. Com um grito ensurdecedor, esvaziou sua semente dentro dela, agüentando as ondas de seu orgasmo até que também o alcançou, ficando vazio.
Sesshoumaru rodou sobre a grama, levando Rin com ele. Ela se reclinou em cima dele, a respiração pesada e fatigante era como a dele. Acariciou-a nas costas, beijou seu cabelo, querendo que se reclinasse sobre ele, desejando dormir com ela em seus braços.
Logo, sua respiração igualou a dele e soube que adormecera. A chuva finalmente tinha deixado de cair, o céu ficou limpo. O calor do sol junto com a mulher que dormia sobre ele, encheu-o em um sentido de paz que nunca havia sentido antes.
Realmente, ela era seu ideal em todos os sentidos. Era forte, inteligente, formosa, sensual e agora sabia que nunca a deixaria ir, nunca.
— Será minha para sempre, Rin — sussurrou sobre seu cabelo. — Logo, farei de você minha rainha.
Conforme como seus destinos, juntaram-se no lugar exato no momento exato, e deixou ao sono alcançá-lo.
Rin estivera flutuando, indo à deriva a um lugar mágico de fantasia. Os braços fortes de Sesshoumaru a rodeavam, seu corpo era um amortecedor. Suas mãos teceram uma tapeçaria mágica de agradar sobre sua pele. Como não poderia ser acalmada em seu sonho?
Mas então ele disse aquelas palavras. Será minha. Sempre. Minha Rainha. A felicidade que encontrara em seus braços desapareceu. Tentou não mostrar a tensão que sentiu, e esperou até que ouviu sua respiração compassada e soube que estava dormido.
— Sesshoumaru? — Sussurrou, esperando para ver se dormia profundamente. Quando não respondeu, perguntou outra vez. E outra vez. Quando confiou que não despertaria, com cuidado deslizou para longe, ajoelhando-se para olhá-lo.
Por Kame, era glorioso. Nunca poderia cansar de olhá-lo. Seu rosto masculino, o corpo de guerreiro e suas mãos mágicas a hipnotizaram.
Fora paciente com ela em sua primeira vez. Reconheceu que sua natureza terna a tinha surpreendido. Esperava que ele fosse como tinha ouvido, como a maioria dos homens, que estavam interessados apenas em sua própria satisfação. Mas Sesshoumaru colocara deliberadamente seu prazer antes do dele. Repetidamente, uma e outra vez, até que não teve nenhuma força.
Não tinha esperado sentir algo por ele, não tinha esperado cair sob nenhum encanto que ele lançasse. Entendia porque suas concubinas o seguiam como animais domésticos. Havia uma magia nele que era quase selvagem, e totalmente irresistível.
Mas devia resistir. Quando sussurrou que seria para sempre dele, que pensava em fazê-la sua rainha, a realidade voltou.
Não podia permanecer ali um momento mais. Não só sua gente a necessitava, como devia proteger seu coração. Já se sentia como um acessório para Sesshoumaru, o que a fez sentir culpada do que devia fazer.
Mas o faria, não havia dúvida.
Não poderia seguir vivendo a vida de um escravo. Não viveria assim. Nascera como uma mulher livre e morreria assim também.
Agora ele confiava nela. E eles se encontravam ali, sozinhos no bosque, com Sesshoumaru dormindo profundamente a seu lado. Se houvesse alguma oportunidade de escapar, este era o momento ideal. Sabia que o bosque eventualmente a conduziria aos subúrbios de Dognelle. Séria uma longa caminhada, mas poderia fazê-lo a pé.
Mas por que ainda estava ali? Por que não podia mover seu corpo? Esta era a possibilidade de fuga que tinha procurado desde primeiro momento. Estaria considerando que queria ser era uma escrava de Raynar?
Na verdade, por que não tinha fugido antes, quando se ocultou dele no bosque? Nunca a teria encontrado. Poderia estar de caminho de Dognelle agora mesmo.
Mas não quisera abandoná-lo, então. Ela queria sua risada, o passeio silencioso, o modo com que eles pareceram encaixar juntos, tão bem, que simplesmente tinha desfrutado do momento. Tinha pensado como uma mulher, não como um guerreiro. Um guerreiro teria tomado aquela oportunidade de conseguir sua fuga. Mas não pôde então, e não queria agora. Mas, tinha que fazê-lo.
O pensamento de não voltar a ver Sesshoumaru outra vez apertou seu coração de maneira inesperada, a sensação deixou um sentimento vazio em seu estômago.
Uma sensação que se obrigou a deixar de lado. Tinha que ir. Seu povo a necessitava, e eles eram mais importantes que os sentimentos tolos de uma mulher. Acabava de fazer um sexo fabuloso pela primeira vez. Não era estranho que sentisse uma obrigação para com Sesshoumaru. Mas se continuasse mais tempo como sua escrava, terminaria por odiá-lo.
Retiro seu cabelo prata longe de seu rosto, e com sua mão cobriu sua fronte. Baixando-a, acariciou sua bochecha; ele gemeu, e ela se congelou um momento, esperando não tê-lo despertado.
Seus olhos não se abriram, e não se moveu outra vez.
Ficaria furioso quando descobrisse que o abandonara, que tinha traído a confiança posta nela. Uma pontada de pesar apertou seu peito, abastecendo de combustível a culpa que residia ali. O que poderia fazer? Teve que tomar uma decisão, e esta foi a fuga. Não seria rainha Raynar. Nunca poderia viver como uma escrava, não importava como o necessitasse...
Não. Não mais pensamentos a respeito de Sesshoumaru e sobre como poderia chegar a ser. Eles nunca poderiam ser nada. Com cuidado, ficou de pé, estirando seus músculos endurecidos. Quando olhou para baixo, em suas pernas, viu a evidência sangrenta de sua virgindade. Mas não havia tempo para lavar-se. Agarrou sua roupa e se vestiu rapidamente, cuidadosa para não fazer nenhum ruído. Felizmente, eles tinham se colocado sobre um banco de grama onde nenhuma folha rangeria quando seus pés se afastassem de Sesshoumaru. Só poderia esperar que os pássaros Reevlo não grasnassem quando entrasse de novo no bosque.
Com um último olhar a Sesshoumaru, desapareceu na segurança das árvores.
* * * * *
Sesshoumaru despertou devagar, sorrindo, seus sonhos ainda cheios do doce aroma de Rin e da magia que tinham compartilhado. Sua paixão o surpreendeu, e compreendeu que eles podiam compartilhar anos de prazer, explorando-os simplesmente. Seu pênis se endureceu só com o pensamento de deslizar-se em seu interior novamente, e quis alcançá-la, esperando que não se encontrasse muito dolorida para voltar a fazer amor.
Mas a única coisa com que encontrou foi com a grama fresca.
Abrindo os olhos, levantou-se e a buscou, pensando que poderia estar banhando-se no lago.
Não, nenhuma ondulação danificou a superfície da água. O sol que baixava se filtro através dos ramos das árvores. Era quase pôr-do-sol.
— Rin? — Chamou descuidadamente, não querendo assustá-la.
Mas ela não respondeu.
— Rin! — Desta vez mais convincentemente, com uma preocupação que começava a fixar-se em seu interior.
Ficou de pé, compreendendo que a roupa dela não estava por perto. Vestindo-se rapidamente, pensou no modo em que eles tinham chegado, retrocedeu sobre seus passos pelo bosque com a esperança de que talvez devesse certificar se seu cavalo estava lá. Quando alcançou à criatura, seu sangue fervia.
Não havia nenhum sinal dela. E se ele conhecia Rin, sabia exatamente onde tinha ido.
De volta à Dognelle.
— Mulher enganosa, mentirosa! — Gritou, muito enfurecido para reter sua ira. Ninguém poderia ouvi-lo ali, de qualquer forma.
Uma miríade de emoções cruzou por ele. Como poderia ter-lhe feito isto, depois de tudo o que tinha feito por ela? Confiou nela, e defraudou sua confiança. Quanto lhe deu um pouco de liberdade, ela fugiu.
Como pôde ser tão estúpido? Deveria saber que não podia confiar em uma guerreira Dognelle. Nunca tinha se preocupado por ele, simplesmente se aproveitado como se fosse uma marionete, esperando seu tempo e uma oportunidade de voltar correndo com sua gente.
Ela não podia ter muita vantagem sobre ele. Se a rastreasse, poderia encontrá-la antes que alcançasse Dognelle, e logo levá-la de volta a Raynar.
Quando a devolvesse a seu reino, colocaria-lhe grilhões, seria muito cauteloso, e logo pensaria em uma forma de domesticá-la.
Se isso fosse possível, claro.
Não importava. Encontraria uma forma para fazer sua vontade. Nada de lhe dar sua confiança.
Ou seu coração.
Aquela parte dele nunca seria dela outra vez.
* * * * *
Rin se arrastou pelo bosque, esperando que alcançar as cercanias do território Dognelle não levasse muito tempo. Seria perigoso ser encontrada vagando no deserto, fora de seus muros depois que o sol baixasse. Só poderia esperar que suas instruções para manter as sentinelas nas bordas do bosque tivessem sido levadas a cabo. Embora estivesse uma distância longínqua da propriedade Dognelle, Rin sempre tinha temido um ataque dos bosques.
Esperançosamente, tinha desejado encontrar a um de seus guardas assim que alcançasse o final das árvores.
A caminhada lhe tinha tomado bastante tempo, os arbustos eram grossos e as árvores lhe tinham reduzido a marcha em seu passo. Sua saia se enganchou no espinheiro e teve que parar-se e tratar de libera-a. Mas perseverou, sabendo que quanto mais cedo chegasse, mais rápido poderia preparar a seus guerreiros para um possível ataque pelos Centuri.
Quando já estava perto da beirada bosque, os muros de pedra do reino Dognelle apareceram na distância, uma visão que sempre havia lhe trazido grande alegria.
À exceção de que pela primeira vez, olhou as torres de pedra e se sentiu vazia, como se Dognelle já não fosse seu lar, seu refúgio. Sua visão foi tampada por um guerreiro nu, dormindo, com o cabelo cinzento e os olhos da cor de favos de mel. Um homem que a enfurecia, que a desafiava, que ao final tomara cada liberdade que alguma vez conhecesse.
Mas também a tinha tratado como igual, mesmo sabendo que isto estava contra cada lei em sua terra. Tinha pedido seu conselho sobre assuntos que só os guerreiros falavam. E lhe tinha feito amor de uma maneira que foi além de algo que pudesse ter sonhado.
Seu coração sempre estaria com ele, não importava se nunca mais o visse outra vez.
Afastando os pensamentos de melancolia, descobriu que um cavaleiro se aproximava à distância, agradecida de ver que era uma de suas guerreiras. Se se movesse para o claro, poderia agitar sua mão, chamando-a. Mas antes de poder sair do bosque, uma mão cobriu sua boca, cortando a chamada que estava por sair. Um forte braço rodeou sua cintura, arrastando-a novamente dentro do bosque coberto por árvores.
O pânico curto sua respiração. Quem a pegara? Os pensamentos de um guerreiro Centuri que a transpassasse com uma adaga, tirando sua vida sem poder lutar, vieram-lhe à mente.
— Se gritar ou se mover, quebrarei seu pescoço.
O alívio se propagou sobre ela, quando reconheceu o som da voz de Sesshoumaru.
Uma voz muito zangada, mas seguia sendo Sesshoumaru.
A liberdade estava a menos de uma milha de distância, e o homem que poderia levar sua independência a sustentava em um forte abraço a seu redor.
— Pensou que poderia se afastar de mim? Pensa que sou um inepto no bosque, Rin? Que eu não saberia onde te buscar?
Retirou a mão de sua boca. Por uma fração de segundos pensou em gritar, mas se perguntou quantas de suas guerreiras exploravam a área. Poderia ter tido suas diferenças com Sesshoumaru, mas não queria vê-lo morto.
E o estaria, assim que suas guerreiras vissem que um homem sustentava a sua rainha cativa.
— Fiz o que deveria saber que eu faria. Correr por minha liberdade.
Ele negou, enquanto a girava e a confrontava.
— Não tem nenhuma liberdade. Pertence-me.
A raiva a encheu e lutou esta vez.
— Não pertenço a ninguém! Sou uma mulher livre e tenho o direito de escolher!
— Uma vez que te trouxe para Raynar, tornou-se minha responsabilidade. Não discuta mais sobre isto. Vamos.
Agarrou seu pulso e puxou-a, mas esta cravou seus calcanhares no chão, com seus pés afundados na terra.
— Não! Não vou com você!
— Sua opinião já não me importa. — Sesshoumaru agarrou-a e a lançou sobre seu ombro, o golpe abrupto mas eficaz cortou-lhe o fôlego. Não só não podia respirar, não podia falar.
Tampouco poderia gritar.
Mas quando conseguiu levantar a cabeça, viu que estavam rodeados por cinco guerreiras Dognelle, com as espadas desembrenhadas e todas apontavam a Sesshoumaru.
Ela ouviu a voz de Kikyou, uma das capitãs.
— Deixa a nossa rainha no chão, ou morre.
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Rin fujona e Sesshoumaru possessivo....... uhu! O que será que vai acontecer no encontro com as guerreiras Dognelle? Só lendo pra saber. Bjus.
Reviews:
Ana Spizziolli – Oi Aninha, ainda vem outros por aí. Bjus.
Rin Taisho Sama – Amiga, pode ter certeza que eu sei como vc se sente.
Sandramonte – E vc achava mesmo que eles iriam se agüentar? Afinal estamos falando do Sesshoumaru aqui. Huahuahua!!
Hachi-chan 2 – Se fosse por ele tenho certeza que ele a fazia gozar mai do que isso, mas o pobre nem teve chance de por suas habilidades em prática. Rsrsrs. Bjus.
A todos os que leram e não deixaram reviews, espero que continuem e que gostem.
Beijão.
