Capítulo 9
Rin estava dolorida. Seu corpo inteiro palpitava, protestando por sua insônia. Os músculos de suas pernas estavam rígidos e ardidos, seus braços e até seus peitos estavam doloridos.
— Abra os olhos, Rin. Temos que tirar o vibrador e necessita um banho quente. — A voz de Sesshoumaru era firme, não tolerando nenhum rechaço.
Seus olhos se abriram, sua cabeça girou para ele, seus olhos enfocando os traços selvagens de sua cara.
— Deixou isso dentro de mim? — disse ela entre dentes com incredulidade.
Ele arqueou uma só sobrancelha.
— Seu traseiro era estreito, Rin. Precisa acostumar-se a estirar-se antes que seja capaz de tomar meu pênis ai.
Seu coração pulsou ruidosamente contra suas costelas.
— Vá ao banheiro e retorne logo. Se tentar tirá-lo você mesma, atar-te-ei outra vez e te deixarei ali o resto do dia.
Ele pensava. Ela viu sua determinação nas duras linhas de sua cara.
— Tira-o primeiro – disse ela em troca.
Ele sacudiu sua cabeça.
– Faz como eu digo, Rin. Tenho uma razão para minhas demandas, neném.
Rin franziu o cenho, mas ela sabia que não queria experimentar a tortura de estar atada e babando de necessidade. E ela sabia que ele a faria babar-se. Torturá-la-ia, logo a abandonaria para que sofresse em sua excitação. Ela não estava pronta para correr esse risco ainda, não depois de ontem à noite.
Então ela se levantou da cama, e caminhou com cautela para o banheiro. Depois de aliviar sua necessidade mais premente, escovou seus dentes e lavou sua cara, logo retornou ao dormitório. Seu estômago era um nó de nervos, perguntando-se como planejava Sesshoumaru seguir com a sensual tortura que tinha começado a noite anterior.
— Sobre seus joelhos. — Ele fez um gesto para a cama, estava de pé ao lado dela, nu e luzindo uma ereção que parecia uma arma.
Seu membro era o maior que ela alguma vez tivesse visto, quase tão grosso como sua boneca, com uma torcida e brilhante cabeça que fazia sua boca encher de água ao vê-lo.
Rin foi para a cama, assumindo a posição que ela sabia que ele queria. Ela tremeu enquanto sua mão acariciava os socos de seu traseiro. Seus dedos percorreram seu ânus até que ele agarrou o invasor anal, tirando devagar, com cuidado, liberando-o de seu traseiro.
— Fique quieta — lhe ordenou antes que ela pudesse mover-se. — Sob seu gabinete há algumas provisões pessoais que comprei para você. De agora em diante as usará sempre que eu te diga para fazê-lo. Entendido?
— Sim – sussurrou ela, sentindo arder sua vagina, umedecendo-se enquanto ele passava suas mãos por seu traseiro.
— Não vou te comer agora porque para ser honesto, não acredito que possa manter meu pau fora de seu traseiro. Mas necessito de alívio, neném.
Ele se moveu ao redor da cama então, girando-a para ficar de frente, seu pênis apontando para sua boca. Rin lambeu os lábios. Ela os abriu enquanto a cabeça púrpura golpeava contra eles. Escutou seu forte gemido enquanto ela fechava os lábios ao redor de seu membro, tomando-o, abrindo sua garganta para esses últimos centímetros possíveis.
Uma das mãos dele agarrou seu pênis, para assegurar-se de não lhe dar mais do que ela podia tomar, a outra retorceu seu cabelo. O agudo bordo de dor o fazia apertar sua boca ao redor de sua ereção, sua garganta trabalhava sobre a cabeça e ele gritava de prazer. Ele não estava disposto a prolongar seu próprio prazer esta manhã. Empurrou dentro e fora de sua boca com golpes profundos e duros, mantendo-a quieta enquanto ele gemia repetidamente ante o prazer que lhe dava. Então, ela sentiu seu pênis sacudir-se, palpitar e logo seu esperma enchendo sua boca enquanto ele gritava sua liberação.
Sesshoumaru respirava com força quando se retirou dela, seu pênis ainda estava ereto, ainda preparado para ela, mas ele não fez nada mais.
— Vá banhar-se, Rin, antes que faça algo para o qual nenhum dos dois está preparado. Depois desça para tomar o café da manhã quando tiver terminado.
Rin se levantou, olhando-o lutar por controlar-se.
— Papai está em casa? — perguntou.
— Não ainda —e lhe sacudiu sua cabeça. — Ele retornará a noite antes da festa. É minha até então, Rin. Pode agüentar?
Seus olhos se estreitaram ante seu tom de voz, sugerindo que ela não poderia.
— Posso te agüentar qualquer dia da semana. - Condenada sua boca, ela gemeu ante as palavras que brotaram de seus lábios.
Seus lábios se torceram. Ambos se conheciam melhor.
— Veremos. - Ele assentiu com a cabeça. — Vá tomar um banho. Deixar-te-ei o que quero que leve esta manhã. Deram aos criados o resto da semana livre, assim seremos somente você e eu por um tempo.
Rin mordeu seu lábio. Ela não estava segura se isso era algo bom ou não.
— Vê. - Ele indicou a porta do quarto de banho. — Desça quando estiver preparada.
Uma hora mais tarde Rin desceu pela escada espiral, com os pés nus e vestindo mais roupa do que ela pensou que ele deixaria para ela, mas decididamente menos do que ela quereria ter posto. O negligé comprido, de seda a fazia sentir sexy, feminina. Cobria seus peitos, mas estava talhado o suficientemente baixo para que se ele os quisesse tirar, não tivesse nenhum problema. Não havia calcinha incluída, mas a seda negra escondia esse fato. Ela teria estado incômoda vestindo algo que fosse transparente.
Sua nota havia dito que a esperaria na cozinha, e ali estava ele. Vestido com calças de ginástica e nada mais, seu espesso cabelo negro ainda estava úmido, e parecia mais sexy que qualquer homem tinha direito a parecer. E estava lhe sorrindo. Inclusive seus olhos estavam cheios de uma expressão preguiçosa, cômoda enquanto ele colocava dois pratos de ovos, toucinho e torrada ao lado de taças cheias de café.
— O café da manhã está preparado, chegou bem a tempo. - Ele tirou sua cadeira, indicando que ela deveria sentar-se.
Rin tomou seu assento com cautela, à dor de seus músculos estava muito melhor, mas suas coxas e traseira ainda estavam sensíveis.
— Dolorida? — Ele deu um beijo sobre seu ombro nu, lhe produzindo uma sacudida de sobressalto.
Ela girou sua cabeça, elevando a vista para ele enquanto se endireitava e se dirigia a sua própria cadeira.
— Um pouco. - Ela clareou a garganta.
— Ficará mais fácil – lhe prometeu. — Agora coma. Falaremos mais tarde, depois que tenha terminado.
O café da manhã, apesar de suas dúvidas iniciais, foi cheio de risadas. Sesshoumaru era agradável e seu humor fácil começou a mostrar-se. Seu engenho árido a manteve rindo e o malvado brilho em seus olhos manteve seu corpo crepitando, lhe antecipando o que viria, rogando que a comesse. E quanto mas tempo ele esperava, mais quente ficava ela. Não sabia se o suportaria muito mais tempo.
Finalmente, depois de que os pratos estiveram limpos, ele a dirigiu pela casa até a cômoda sala de estar. Um fogo crepitava em um canto do quarto onde um grande colchão e travesseiros tinha sido posto.
— Sente-se, temos que falar. - Ele a sentou sobre o colchão, logo a fez recostar sobre suas costas enquanto ele se sentava ao lado dela.
— Olhe, não tenho muitas vontades de falar — ela finalmente disse frustrada. – Cortemos a perseguição aqui, Sesshoumaru. Há coisas que evidentemente eu gosto, que você desfruta fazendo. Não quero falar sobre isso. Somente fazê-lo.
Ela levantou o olhar para ele, estreitando seus olhos, lhe advertindo que ela também tinha seus limites.
Ele apoiou a cabeça em sua mão, respeitando-a com uma expressão curiosa.
— Esperava uma briga – disse ele, um vago tom de pergunta em sua voz.
Rin suspirou, sentando-se, olhando fixamente o fogo enquanto ela passava os dedos de uma mão por seu cabelo.
— Até que extremo tem a intenção de chegar? — perguntou ela finalmente, lhe jogando uma olhada enquanto ele ainda se reclinava ao lado dela.
Ele alcançou seus dedos que se arrastavam pelo cabelo.
— A que extremos quer que eu chegue, Rin? — perguntou ele em troca. — Posso te dar algo que queira, o que seja. Mas tenho minhas próprias necessidades, e elas terão que ser satisfeitas também.
— Como quais? — perguntou-lhe, mantendo sua voz baixa, aquietando o tremor que ameaçava sacudindo-a.
— Eu gosto dos brinquedos, Rin. Eu gosto de usá-los, e morro por usá-los em você. Eu gosto de te açoitar. Eu gosto de olhar sua bonita vagina e os contornos arredondados de seu traseiro ficarem vermelhos. Eu gosto de te ouvir gritar porque não sabe, se for dor ou se for prazer, o que lhe esta matando. Quero ver seus olhos cheios de prazer, aturdidos, enquanto empurro seus limites. - Ele o apresentou bastante claro, pensou ela com um toque de silenciosa brincadeira, e ainda assim não tinha respondido uma maldita coisa.
— Quanto longe irá? — lhe perguntou.
— Quanto longe me deixará ir? — perguntou-lhe ele.
Rin pressentia que ela teria poucos limites, mas não estava disposta a lhe dizer isso.
— Evidentemente tem planos. Eu gostaria de saber quais são.
Sesshoumaru suspirou. — Algumas idéias são melhores se as deixar ao prazer do momento. vamos esperar e ver que acontece.
Rin lambeu seus lábios com nervosismo. Evidentemente seu pai lhe tinha contado sobre a catástrofe com os livros que sua mãe tinha encontrado. Ele não saberia sobre eles de outra maneira. Ela respirou profunda e profundamente.
— Isto concerne a outros homens? – perguntou ela finalmente.
Os olhos dele se acenderam com excitação. Rin baixou a cabeça a seus joelhos. Deus, ela não sabia se poderia.
— Seu quer isso, Rin. - Ele se moveu detrás dela, sentando-se para atirar dela contra ele enquanto sussurrava as palavras em seu ouvido. — Desejaste-o durante um comprido tempo, neném, tudo o que planejei. Somente te tranqüilize, e iremos passo a passo.
Rin lutava por controlar sua respiração, seu coração pulsava freneticamente. Ela estava aterrorizada dele, e dela.
— Não posso, se papai averiguasse...
— Rin, seu pai sabe – disse ele com cuidado. — Por que pensa que sua mãe se divorciou dele? Ela não desejava sexo, muito menos o que ele necessitava. Seu pai soube, quando esses livros foram encontrados, o que você necessitava. Tal como ele sabe o que eu necessito.
A vergonha transpassou seu corpo. Ela se lembrava indo do colégio para casa, sua mãe enfurecida com ela, a humilhação das acusações que ela tinha dito a Rin. Essa foi uma das poucas vezes que seu pai tinha intervindo. Ele a tinha levado a seu estudo e incomodamente lhe tinha informado que a sexualidade era uma coisa pessoal, e que não era de incumbência nem dele nem de sua mãe.
— Sua irmã...? — ela deixou a pergunta pendente.
— Sabe o que deseja e desfruta disso. Esse é o ponto chave, Rin. Tem que desfrutá-lo, se não, isto não me traz nenhum prazer. Seu prazer é o mais importante, Rin. Que desejas, o que necessita.
Suas mãos estavam em seu abdômen, acariciando brandamente os nervosos músculos dali. Seus lábios roçavam seu ombro, seu pescoço.
— Não desejo um brinquedo, Rin — lhe prometeu. — Ou uma mulher que não saiba quem é e fale em conseqüência. Menos no dormitório, que é onde quero à mulher que sei que é. Se quer brigar, então briga. Se te quer submeter, então o faça. Se quer ser atada e violada, me avise. Tudo isso, posso te dar e desfrutar. Mas se alguma vez chegar ao limite, tem que me dizer isso Se alguma vez sugerir algo que não deseja ou não pode agüentar, então tem que me dizer isso. E depois disso, a não ser que o peça, nunca o abordarei outra vez. Só se muito cuidadosa nos prazeres que te negue.
Ela levantou a cabeça de seus joelhos.
— E quando se fartar de mim? — perguntou-lhe.
— E se você se cansar de mim primeiro? — perguntou-lhe ele então. — Isto vale em ambos os sentidos, Rin. Se não pudermos dar ao outro o que necessita, então não há nenhuma razão em continuar. Está de acordo?
Suas mãos se apertaram em seus joelhos.
— Estou de acordo –sussurrou ela.
— Não há regras, Rin. Mas de agora em diante, não significa não. Se não o quiser, então diz a palavra. Entendido?
Ela cabeceou nervosamente.
— Cada noite, empurrar-te-ei mais longe. Cada noite, aprenderá algo novo sobre você. - Suas mãos se moveram a seus braços, acariciando os músculos tensos, aliviando o nervosismo que se fechava neles. — Não fique assustada comigo, Rin. Ou com você.
— Nenhuma outra mulher. - Ela o queria claro desde o começo. — Não sei sequer se possa agüentar a outro homem. Mas não pode ter nenhuma outra mulher.
— Não quero outra mulher, Rin — lhe assegurou ele. — E não haverá nenhum outro homem, a não ser que seja algo que dita. - Sua voz se endureceu. — Há um prazer particular em compartilhar a sua mulher que você, talvez, nunca possa entender. Mas não qualquer homem será digno do privilégio, neném, confia em mim.
— Se não me comer agora, sairei desta casa e não voltarei — sussurrou ela rudemente. — Estou farta de esperar, Sesshoumaru.
Ela tinha girado as costas para ele, então se moveu antes que ele pudesse pará-la, girando e apertando seus ombros contra o colchão até que ele jazeu sobre suas costas. Ele já estava duro, e ela já estava molhada. Seu pênis se esticava defronte de suas calças, oculta dela. Enganchando suas mãos na cintura ela as abaixou, levantando-os sobre a grossa ereção e atirando de suas pernas.
— Perguntava-me quando te cansaria da espera — disse ele.- Renda-se - embora seu olhar estivesse quente, com malvada lascívia.
Rin tirou sua vestimenta por sobre sua cabeça, logo subiu a seu corpo. Ela ouviu sua dificultosa respiração quando sua úmida vagina roçou seu membro, mas seguiu. Ela queria seu beijo. Ela morria por um beijo.
Enquanto os lábios dela tocavam os seus, os braços dele a rodearam, girando-a, atirando-a sobre suas costas enquanto se elevava em cima dela. Sua língua perfurava sua boca, seus lábios se inclinaram sobre os seu enquanto ele convertia a carícia em um banquete carnal. Rin gemeu longamente, sentindo a ternura, o calor completo de seu toque, seu corpo em cima do dele, a força de seus músculos enquanto ele a mantinha contra ele.
— Meu pênis está tão duro que não durarei cinco minutos dentro de você — disse ele entre dentes. — Está tomando a pílula ou necessito usar camisinha?
— Pílula – ofegou ela. Não queria nada entre eles. Queria senti-lo quando ele gozasse, sentir sua semente entrando com força dentro dela.
— Maldição, Rin, estou quase assustado para te foder, é tão condenadamente apertada – disse ele enquanto sua mão patinava sobre sua vagina, seu dedo provando-a.
Rin se arqueou ante a penetração, seu gemido faminto a sobressaltou enquanto seu corpo pedia mais.
Seus lábios se arrastaram ao longo de seu pescoço, movendo-se para baixo, para as pontas duras, sensíveis de seus peitos. Quando sua boca cobriu um seio, seu corpo se contraiu dolorosamente. Oh sim. Isto era bom. Tão bom. Sua língua raspava a ponta, sua boca a chupava com um movimento forte que a deixava tremendo. Então ele mordiscou o pequeno mamilo, o beliscão leve levou sua excitação ainda mais alto pelo fio da dor.
— Maldição, está tão quente que está me queimando vivo – grunhiu ele, movendo-se para trás, para seus lábios, chamuscando-os com seu beijo.
— Se queime mais então – ofegou ela. — Por favor, Sesshoumaru. Tome agora.
Ele se elevou em cima dela movendo-se entre suas coxas, separando-as, enquanto ela olhava seu pênis palpitar.
— Isto poderia doer — a advertiu, respirando duro. —Maldição, Rin, nunca tive uma vagina tão apertado que queimasse meu dedo antes.
Ela fez rodar seus quadris, atormentada pela ponta de seu pênis enquanto esta dava pequenos golpes contra sua vagina.
— Está bem – choramingou ela. - Você pode dirigi-lo.
Ele se afundou nela.
O fôlego abandonou o corpo do Rin enquanto se dobrava, um grito estrangulado rasgou sua garganta pela forçada separação dos sensíveis músculos da vagina. O ardente prazer e dor que a consumia, viajando por ela enquanto se retorcia contra o grosso pênis agasalhado em sua vagina.
— Doce Misericórdia, Rin – gritou Sesshoumaru enquanto se acomodava sobre ela pesadamente, seus cotovelos firmando-se para suportar seu peso. Seus quadris rodaram em um suave movimento entre suas coxas enviando dardos agudos de êxtase a viajar por seu corpo.
Ele não ia durar muito tempo. Sesshoumaru sabia que ele não tinha um rogo para isso. o melhor que podia esperar era que Rin tampouco pudesse. Ele agarrou seus quadris, sua cara se enterrou na curva úmida de seu pescoço enquanto começava um movimento forte, firme, dentro de seu corpo.
Sua vagina era tão apertada que o queimava, tão escorregadia e doce que ele poderia ficar dentro dela por sempre, se só pudesse conter sua liberação o suficiente. Não houve possibilidade. Ela se retorceu contra ele, seus quadris se levantaram para encontrá-lo, suas pernas se envolveram ao redor de sua cintura enquanto ela tomava mais profundo, gritando pelas sensações que seus duros impulsos enviavam sobre ela.
Sesshoumaru gemeu ante seu calor. Ele empurrou nela mais duramente, seus impulsos ganharam velocidade, lançando-se dentro dela, deslizando-se pela sensível malha que o agarrava, lutando para sustentá-lo. Seu corpo se apertou mais para o final, sua vagina começou a tremer ao redor dele enquanto ela gritava, sacudindo-se entre seus braços, seu orgasmo golpeando nela ao mesmo tempo em que ele perdia o controle.
Sesshoumaru escutou seu grito de êxtase, seu grito estrangulado de liberação enquanto ele começava a ejacular dentro dela. O calor o envolveu, chamuscou-o, enchendo seu corpo e alma enquanto ela o sujeitava fortemente.
— Rin. Deus, Rin, neném... - Ele não acreditava que as labaredas de prazer se terminassem alguma vez. Rezava para que nunca o fizessem. Estas subiram por sua coluna vertebral, por seu membro e dissolveram o duro e solitário dentro de seu coração. Esta mulher era dela. E antes que a semana estivesse terminada, ele o demonstraria.
