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°o Perverse Beat o°

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Capítulo 8

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Inuyasha fechou a cortina de seu beliche e enterrou a cabeça debaixo do travesseiro. Ele a queria. Kagome. Queria vê-la tocar a si mesma novamente. Porra, aquilo tinha sido tão quente. Ele tinha visto um monte de coisas no seu tempo, bem, principalmente suas noites, mas assistir o prazer de Kagome o havia excitava como nada em sua experiência. Ele não só quer vê-la embora. Ele queria tocá-la. Beijá-la. Gosto dela. Sentir o cheiro dela. Segurá-la. Rir com ela. Chorar com ela. Ele queria a ela. E ela queria a porra do Ash. Todo mundo queria foder Ash.

Inuyasha gritou: "Porra!" Em seu travesseiro e jogou-o de lado.

Ele sabia que seria uma tortura assistir Ash tocar Kagome, prová-la, fazer amor com ela. Ver Ash fazer todas as coisas que ele queria fazer. Mas Inuyasha não podia resistir ao convite. Ele sabia que ela quis dizer que queria que ele assistisse, não que realmente queria ele, mas Inuyasha não podia deixar de ter esperanças. Quando Ash terminasse com ela, Inuyasha poderia tentar juntar o que restava dela e fazer dela sua. Nunca tinha funcionado no passado, mas talvez desta vez seria diferente.

Inuyasha puxou sua boxer até suas coxas e colocou seu pênis semi-duro em sua cueca. Ele não deveria ter se masturbado na frente de Kagome. Ela provavelmente pensava que ele fosse um perdedor desesperado. Ele localizou a calcinha e a escondeu debaixo do travesseiro antes de abrir sua cortina e descer de seu beliche. Ele encontrou seu livro no chão e empurrou também debaixo do travesseiro, antes de ir pelo corredor em direção à porta do quarto aberta. Ele já podia ouvir os suspiros de prazer de Kagome.

Congelado no limiar, Inuyasha olhou para a cama. Kagome estava deitada de costas, com os braços abertos enquanto se agarrava aos lençóis, as costas arqueadas para empurrar os globos perfeitos de seus seios para cima. Seus olhos estavam fechados com força, mas sua boca estava aberta em abandonado êxtase. O que quer que fosse que Ash estava fazendo na carne entre as pernas dela devia ser incrível.

"Oh, oh, oh," ela gritou. "Estou gozando. Estou gozando!"

A boca de Inuyasha ficou seca, seu pênis duro.

"Feche a porta!" Seshoumaru insistiu, e um travesseiro bateu na parte de trás da cabeça de Inuyasha.

Inuyasha tropeçou na soleira, fechou a porta e apoiou as costas contra a sua superfície fria por apoio.

Ele podia sentir o cheiro de excitação almiscarado da fenda molhada de Kagome — como o cheiro da calcinha dela, mas mais pronunciado. Inuyasha estremeceu e apertou seu pênis contra sua coxa para não arrancar sua cueca e começar a se masturbar novamente.

Ash levantou a cabeça e olhou por cima do ombro para Inuyasha.

"Aí está você. Venha aqui, onde você pode ver."

Inuyasha hesitou, poupando um olhar para o rosto corado de Kagome por sinais de protesto. Ela olhou para ele através das pálpebras abaixadas, mordendo o lábio enquanto mexia os quadris, em antecipação do piercing na língua de Ash. Quando Inuyasha não fez um movimento, ela chamou-o mais perto com dois dedos.

Inuyasha correu para a ponta da cama e parou repentinamente ao lado de Ash. Ash pegou Kagome pelos quadris, puxou-a para a beira da cama, e abriu suas pernas.

"Ela não é linda?" Ash murmurou. Ele traçou a pele lisa de suas dobras interiores vermelhas e inchadas, com um dedo.

"Sim," Inuyasha concordou. O pênis de Inuyasha se contorceu conforme o dedo de Ash continuava a explorar a carne excitada de Kagome.

"Ela está quente," disse Ash.

"Sim."

"Molhada."

Inuyasha assentiu. Sua vagina estava tão molhada, que seus sucos estavam escorrendo de suas dobras internas sobre sua bunda. Ajoelhado no chão, entre as coxas separadas de Kagome, Ash se inclinou para frente e esfregou o piercing em sua língua ao longo de um lábio escorregadio. Seus quadris se dobraram. O outro lábio agora. Ele deslizou a ponta da língua dentro dela, e ela gritou. Inuyasha não aguentava. Ele enfiou a mão em sua cueca e segurou a carne quente de seu pênis, apertando a cabeça para tentar diminuir sua excitação.

A língua de Ash deslizou de sua fenda e brincou sobre o clitóris. Kagome gritou e agarrou a cabeça de Ash com as duas mãos.

"Oh Deus, Ash. Mais rápido. Rápido e mais duro!" Quando ela apertou o rosto de Ash contra ela, seus braços bloquearam a visão de Inuyasha, o que provavelmente era uma bênção disfarçada.

Ash capturou suas mãos e entrelaçou os dedos com os dela. Ele empurrou as mãos dela para que Inuyasha pudesse ver a língua de Ash sacudindo aquela pequena bola de metal de prazer sobre seu clitóris inchado.

"Oh, oh, oh, oh, oh!" Kagome chorou, cada sílaba cada vez mais alta e mais aguda. Quando seus quadris dobraram, Ash mergulhou sua língua dentro dela. Ele girou sua língua, sua perfuração traçando a borda de sua abertura em arcos largos. Ela soluçou e lutou para libertar as mãos das dele.

Ash se afastou.

"Não," ela gemeu. "Não pare. Por favor. É tão... Tão... tão bom." Um soluço quebrado irrompeu entre seus lábios.

"Inuyasha não pode ver se você pegar minha cabeça, querida. Você quer que ele veja, não é?"

Ela assentiu com a cabeça vigorosamente.

"Inuyasha, por que você não vem aqui para olhar mais de perto?" Disse Ash, olhando para Inuyasha através de sua longa franja com esses olhos verdes esmeralda. Os lábios de Ash estavam escorregadios com os sucos de Kagome. Sucos que Inuyasha queria provar.

Inuyasha forçou a mão em seu pênis — porra, ele estava duro — e se sentou na ponta da cama ao lado de Kagome. Ele inclinou a cabeça para um olhar mais atento. Observando-o sob pálpebras pesadas, Kagome moveu sua perna para que sua pele nua tocasse a coxa de Inuyasha. Seu corpo inteiro ficou tenso. Ash esfregou a língua sobre seu clitóris novamente, e ela estremeceu. Com vários lambidas rápidas ele teve seus quadris ondulando em tormento. O cheiro dela se intensificou. Inuyasha respirou fundo pelo nariz, seus pensamentos grossos com luxúria. Ele queria mergulhar nela. Tocá-la.

A mão de Inuyasha tremeu quando ele deslizou através do ventre de Kagome. Suas costas arquearam, e ela arquejou.

"Inuyasha."

"Inuyasha?" Ash murmurou com um sorriso torto. "Eu estou fazendo todo o trabalho aqui." Ele piscou para Inuyasha e voltou ao trabalho. O que Ash estava aprontando? Ele não colocava aquele brilho travesso nos olhos a menos que tivesse algum motivo. Inuyasha não conseguia pensar bem o suficiente para entender no momento. Não com o corpo nu da mulher bonita à vista.

Inuyasha deslizou sua mão sobre a barriga de Kagome novamente. Arrepios subiram ao longo de sua carne macia. Ela gemeu em tormento.

"Mostre-me que você me quer, Inuyasha," ela sussurrou. "Mostre-me."

Seus olhos vidrados de paixão moveram-se para a protuberância na cueca boxer de Inuyasha. Ela queria ver? Muitas mulheres ficavam um pouco assustadas quando percebiam que ser vista sendo fodida por um de seus amigos o excitava tão completamente.

Inuyasha empurrou sua cueca boxer preta para baixo, de modo que metade do seu pênis apareceu acima do elástico da cintura. Sua respiração ficou presa, e ela esfregou seus mamilos com as duas mãos. Imaginou suas mãos tomando o lugar dela. Sua língua contra aqueles botões tensos. Delicadamente raspando os dentes sobre eles. Chupando-os até que ela se agarrou a seu cabelo.

"Você quer saboreá-la, Inuyasha?" Perguntou Ash.

O pênis de Inuyasha se contorceu. Ele virou a cabeça para olhar para Ash.

"Sim."

"Quanto?"

Sua respiração parou.

"Muito."

Ash levantou-se do chão e parou perto de Inuyasha. Ele se inclinou perto até que seus narizes quase se tocavam. Inuyasha considerou se afastar para tirar Ash fora de seu espaço pessoal, mas ele podia sentir o cheiro dela. O cheiro de Kagome. Nos lábios de Ash. Os olhos de Inuyasha se fecharam. Ele agarrou o cabelo na nuca de Ash para mantê-la o cheiro perto. Ash não se afastou. Ele se inclinou mais perto.

"Você a cheira, não é?" Ash murmurou. Seu nariz esfregou o de Inuyasha. Sua longa franja fez cócegas no rosto de Inuyasha. Inuyasha não podia se mover. Só conseguia respirar sua essência. Mesmo que estivesse misturada com a de Ash.

"Mostre a ela o quanto você estaria disposto a ir para prová-la, Inuyasha."

Inuyasha queria saboreá-la. Ele queria. Não tinha certeza se poderia fazer o que Ash estava sugerindo, mas o que queria estava tão perto. Tudo o que tinha que fazer era fechar a polegada escassa entre sua boca e a de Ash, e ele poderia provar seu sabor.

"Mostre a ela," Ash sussurrou.

A língua de Inuyasha deslizou entre os lábios dele. Quando ele tocou o lábio de Ash, ele recuou um pouco. Sua doçura registrou no paladar de Inuyasha, e ele gemeu de prazer. Inuyasha correu sua língua ao longo do lábio superior de Ash. Chupou delicadamente. Ele encontrou mais do doce gozo de Kagome na ponta da língua de Ash. Inuyasha provou mais do que ele queria da boca de Ash. Mais do que precisava. Ela. Queria ela. Precisava dela. Kagome fez um som de tormento. Inuyasha só conseguia se concentrar em uma coisa, no entanto. O gosto de seus sucos na boca de Ash. Inuyasha chupou os lábios de Ash e depois acariciou a língua de Ash para coletar mais de seu néctar. Inuyasha se asustou quando encontrou o piercing na língua de Ash, mas logo foi se aprofundar novamente.

"Oh," Kagome ronronou. "Por que é tão sexy? Beije-o, Inuyasha. Prove-me lá."

Uma mão rodeou o pênis de Inuyasha. Por um segundo, ele pensou que Ash estava prestes a seduzi-lo como tinha seduzido tantos homens no passado, mas não era a mão de Ash acariciando seu comprimento hesitante. Era Kagome.

Muito em breve, o gosto de Kagome não era mais perceptível quanto o de Ash. Inuyasha sacudiu a cabeça para trás.

"Você não beija mal, Sutikku," disse Ash com um sorriso torto.

Inuyasha não conseguia nem pensar sobre o quão perturbador achou aquele elogio. Ele nunca tinha beijado um cara antes. Tudo que Inuyasha podia pensar era provar mais do gosto de Kagome.

Inuyasha empurrou Ash de lado e se soltou do aperto suave de Kagome em seu pênis para se ajoelhar no chão entre suas pernas. Ele agarrou sua bunda com as duas mãos e puxou a deliciosa buceta contra seu rosto. Ele lambeu e chupou como um homem faminto. Não conseguia se saciar. Ele contorceu a língua dentro dela que parecia estimular seus sucos a fluir mais livremente. Os gritos excitados de Kagome o fizeram lambê-la mais rápido. O jeito que ela se moveu contra sua língua buscando, pediu-lhe para mergulhar mais profundamente. Seus pés pressionando suas costas o encorajaram a adicionar mais sucção para sua sondagem. Depois de um longo momento, alguém empurrou contra a testa de Inuyasha até que ele perdeu o contato com a pele de Kagome.

"Eu acho que você já teve o bastante," disse Ash. Novamente com o sorriso diabólico e cintilantes olhos verdes.

"Mais," Inuyasha rosnou. Ele às vezes se assustava quando ficava fora de controle desse jeito, mas no momento não estava com medo de sua luxúria. Ele apenas queria ser apaziguado.

"Por que você não deixa que ela prove a si mesma em seus lábios?"

O coração de Inuyasha bateu e depois começou a correr. Isso implicaria em beijá-la. Inuyasha lançou-se sobre a cama e pousou ao lado de Kagome. Ela riu baixinho e sorriu para ele.

"Posso te beijar?" Questionou.

Ela afundou os dedos nos longos cabelos em sua nuca e levantou a cabeça para reclamar seus lábios. Ele tomou isso como um sim. Inuyasha se perdeu em seu beijo. Esses lábios eram tão doces quanto aos outros, e seu cheiro ainda se agarrava à sua pele. Cada inalação de seu almíscar aumentava seu desejo a um nível mais elevado. Ele queria ela. Muito. Sua mão deslizou sobre suas costelas e segurando o peito pequeno. Quando seu polegar roçou seu mamilo endurecido, ela suspirou em sua boca.

Inesperadamente, ela virou a cabeça para o lado e separou suas bocas.

"Espere," ela gritou e deslizou seus quadris em cima da cama. "Não."

Inuyasha olhou para Ash. Ele não tinha certeza do que Ash estava fazendo a Kagome, enquanto estava distraído com seus beijos, mas Ash parecia nada satisfeito sobre sua súbita recusa.

"O que quer dizer com 'não'? Você não vai nos deixar na mão de novo, não é?"

"Quero dizer, não. Não aí," disse ela, suas palavras quebrando por suspiros irregulares.

Inuyasha olhou para ela e encontrou seus olhos se enchendo de lágrimas. Seu coração tropeçou como um cavalo de corrida descendo em alta velocidade. Ele passou os braços em volta dela e colocou a cabeça em seu peito.

"Nós vamos parar," Inuyasha prometeu. Ele definitivamente precisava gozar, e em breve, mas sua satisfação não valia as lágrimas desta mulher. Ele beijou o topo de sua cabeça.

"Não," ela disse, "Eu não quero que você pare, Ash. Apenas não aí. "

"Nem todo mundo gosta de anal, Ash," disse Inuyasha, puxando-a mais firmemente contra ele. Ele não estava certo porque segurá-la fazia seu coração correr tão rápido. Ele só a queria mais perto. Para absorvê-la em seu corpo. Que pensamento estranho.

"Eu não estava tocando em sua bunda. Eu estava — "

"Sim, anal. Quero anal," disse Kagome, sua voz abafada pelo peito de Inuyasha. "Eu amooooo anal. Eu quero na bunda, Ash."

"Cinzeiro?" Inuyasha repetiu, confuso.

O corpo de Kagome balançou contra ele quando ela riu.

"No cu, Ash, não no cinzeiro. "

"Ah." Por algum motivo Inuyasha preferia que Ash fodesse um cinzeiro.

"Não na fenda? Você tem certeza?" Perguntou Ash. "Isso é o que Inuyasha realmente gosta de assistir."

Verdade. Isso é o que Inuyasha geralmente gostava de assistir — a fenda de alguma garota ficar inchada sendo recheada pelo pênis de algum de seus amigos, mas essa não era uma garota qualquer. Esta era Kagome. Ele ficaria totalmente bem em ver Ash sumir e apenas assistir Kagome dar prazer a si mesma novamente. Isso tinha sido bonito. Magnífico. Sexy. E o mais importante, para ele apenas.

"Talvez você possa soltar ela agora, Inuyasha," disse Ash, puxando o tornozelo de Kagome.

Não, não realmente, mas ele fez mesmo assim. Inuyasha capturou seu lindo rosto entre as mãos e beijou seu nariz.

"Se você não quer, pode dizer não a Ash."

"Eu quero," disse ela, sem fôlego.

Droga.

Kagome se afastou de Inuyasha e rolou sobre sua barriga. Ela abriu as nádegas com ambas as mãos e disse:

"Ok, faça. Estou pronta. "

Inuyasha deslizou para baixo da cama para ver melhor. Nunca tinha visto uma fenda mais inchada e molhada. Como ela poderia dizer que preferia na bunda? Era uma bunda muito agradável, mas não havia comparação com suas dobras femininas.

Ash riu.

"Nem de perto. Eu estava preparando o buraco errado o tempo todo. Agora tenho que começar de novo." Ele molhou a ponta do seu dedo médio, recolhendo os fluidos encharcando a carne entre suas pernas e, em seguida, colocou-o dentro de seu rabo apertando até a primeira junta.

Kagome ficou tensa.

"Assim como eu pensava," disse Ash. "Você nunca fez isso antes."

"Sim, eu fiz. Muitas vezes."

Inuyasha assistiu dedo de Ash deslizar mais profundo em sua passagem, e então ele lentamente retirou antes de mergulhá-lo em seu corpo novamente. Ash estava certo. Ela estava inteiramente tensa para quem amavaaaaaa anal. Não importava para Inuyasha, no entanto. Assistir Ash afrouxar sua passagem era malditamente sexy. O pênis de Inuyasha começou a latejar incessantemente. Se ele não se preocupasse que Kagome ficaria chateada por suas ações, Inuyasha teria se acariciado no tempo da suave sondagem de Ash.

Ash inclinou-se sobre o corpo de Kagome para sussurrar no ouvido de Inuyasha,

"Mostre a ela que ela o excita, Inuyasha. Isso é o que ela realmente quer. Melhor ainda, diga a ela." Ash se inclinou para trás e piscou para ele.

O que? Dizer a ela. Dizer o que a ela?

"Sua bunda é tão sexy, Kagome," disse Inuyasha, sentindo-se muito estúpido por dizer isso.

"É?" ela ofegou e se balançou para trás para levar o dedo de Ash mais profundo. O pênis de Inuyasha se contorceu com a visão.

"É. Só de olhar para ele me faz querer me tocar."

Kagome o surpreendeu, agarrando a frente de sua cueca e puxando-a para baixo até que seu pênis rígido saltou livre.

"Oh, Inuyasha, você está tão duro. É para mim?"

Por quem mais poderia estar tão duro? Ash? Sem chance. "Sim. Para você."

Ela correu um único dedo para cima no comprimento dele e colocou a ponta do dedo na pequena abertura na ponta. Inuyasha soltou uma respiração que saiu por entre os dentes.

"É isso aí, Kagome. Relaxe." Ash tinha dois dedos dentro da bunda dela agora. "Eu estou duro para você também."

"Você está?" Ela olhou por cima do ombro. "Mostre-me, Ash."

Ash arrancou seu pênis duro para fora da cueca, e a mão de Kagome mudou-se para circundar o pênis de Inuyasha, enquanto olhava para a evidência da excitação de Ash. Ela puxou o pênis de Inuyasha algumas vezes, e seus olhos se fecharam.

"Toque-se, Inuyasha," ela arquejou. "Por favor."

Ela soltou e agarrou sua mão, dirigindo-a para a carne quente suave de seu pênis.

"Olhe para mim e toque-se," ela instruiu.

Ele definitivamente queria tocar a si mesmo, quando olhava para ela.

Ash se afastou e se moveu ao redor da cama para uma gaveta de mesa lateral.

"Eu me pergunto se alguém pensou em reabastecer nossa gaveta de diversão." Ele abriu-a e encontrou-a vazia. "Ah, isso é uma merda."

Miroku e Seshoumaru eram os que reabasteciam seu estoque de brinquedos sexuais, preservativos e lubrificantes. Agora que os dois estavam comprometidos em relacionamentos, Inuyasha supôs que eles tinham menos necessidade das fontes habituais.

"Eu já volto," disse Ash. "Mantenha-a quente, enquanto eu estiver fora, Inuyasha." Ele enfiou o pênis em sua cueca e deixou o quarto.

Os olhos de Kagome encontraram Inuyasha.

"Você gostou de assistir eu me tocar na minha cama?" ela sussurrou, um rubor adorável manchando suas bochechas.

"Foi a coisa mais quente que eu já vi na minha vida." Ele caiu de costas ao lado dela e agarrou-se às cobertas para que não ficasse tentado a bater uma punheta até Ash voltar.

Ela riu.

"Eu duvido disso."

"Estou falando sério."

"Qual é a parte que você mais gostou?"

"Tudo."

"Você gostou quando eu brinquei com meus mamilos?"

Inuyasha engoliu em seco e assentiu.

"E quando eu tirei minha calcinha?"

Ele pensou que seu coração fosse pular para fora do seu peito quando ela as tinha jogado para ele. E quando sentiu o cheiro de sua vagina. Droga.

"Sim." Inuyasha fechou os olhos e bateu a parte de trás de sua cabeça repetidamente no colchão. Ele, obviamente, precisava de algo um pouco mais duro do que uma cama para bater algum sentido em si mesmo. Ele ainda podia sentir a textura sedosa de sua calcinha sobre as pontas dos dedos. Suas mãos se lembravam de cada carícia contra sua pele quente e macia. Lembrou-se do gosto de sua fenda. Seu cheiro. Ele estremeceu quando a lembrança de cada sensação erótica fundiu para aumentar sua excitação.

Kagome se arrastou mais perto até que seu corpo cobria parcialmente o dele. Seu peito nu contra o seu peito nu tinha-o à beira do orgasmo. Por que ele não poderia ser como os outros Zuìrén e foder por horas sem cansar? Oh, não. Uma garota toca nele, e ele está arruinando outro par de jeans. Porra. Não era justo. Ele engoliu em seco o ar, e tentou reduzir sua excitação antes de começar a jorrar por todo o seu ventre. Ela pegou um punhado do cabelo de Inuyasha em cada punho e obrigou-o a olhar para ela.

Ela era tão bonita, que mal podia suportar manter os olhos abertos.

"O que mais você gostou?" Ela exigiu.

"Tudo," ele insistiu. "Especialmente quando você gozou." Oh meu Deus. Seu corpo inteiro tinha tremido, e seus dedos haviam sido enterrados dentro de sua vagina. E. E... Inuyasha fechou os olhos e tentou não pensar que bela vista. Ou o cheiro dela. Ou os pequenos suspiros de prazer que ela fez. Ou seu gosto. Ah Deus. Ele ia gozar. As primeiras pulsações de liberação já estavam causando espasmos de prazer profundo.

"Você achou que eu estava sexy?" Ela sussurrou. "Quando eu gozei para você?"

Ela gozou para ele? Inuyasha pegou a cabeça de seu pênis e apertou. Esperando que a dor fosse acalmar sua excitação um pouco.

"Tudo sobre você é sexy, Kagome," ele suspirou.

"Sério?" Sua voz falhou. Parecia que ela ia chorar de novo.

O coração de Inuyasha doeu, e ele soltou seu castigado pênis para tocar o rosto dela com as pontas dos dedos.

"O que há de errado? Eu não suporto quando você está triste."

Ele não tinha notado os traços de pré-sêmen na palma de sua mão, mas ela sim. Ela virou a cabeça e lambeu-o de sua mão.

"Mmm. Isso é para mim?"

"Ah, merda," ele gemeu. Não goze. Não goze. Não goze, ele repetiu para si mesmo silenciosamente.

"Você está bem?" Ela perguntou.

Ele mordeu o lábio inferior e balançou a cabeça.

"Não exatamente. Se você fizer mais uma coisa sexy, eu vou me envergonhar ainda mais do que o habitual."

"O que você quer dizer?" Ela perguntou.

Ele não podia dizer-lhe que tinha problemas de controle.

Ela virou a cabeça e olhou para baixo de seu corpo.

"Você ainda está muito duro," observou ela. Ela soltou seu cabelo e pegou...

Inuyasha se mudou de lado ao longo da cama, até que seus pés encontraram o chão. Ela ainda tinha um punhado de seu cabelo apertado em um punho, mas soltou quando ele fez uma careta de dor.

"Eu estou indo ver onde Ash foi. Ele já deveria ter voltado," disse Inuyasha.

"Mas..."

Inuyasha correu para fora do quarto e fechou a porta atrás de si. Ele bateu a parte de trás de sua cabeça contra a porta até que pudesse se lembrar de como respirar de novo.

"O que você está fazendo?" Ash sussurrou em voz alta do banheiro aberto para a esquerda de Inuyasha. Pela aparência das coisas, Ash tinha acabado de bater uma punheta. Ele não tinha deixado o quarto para pegar lubrificante anal ou algo assim? Por que ele estava se masturbando no banheiro?

"E você ainda está duro." Ash entrou no corredor para bater Inuyasha no braço.

"Volte para lá e coma ela, seu idiota."

Inuyasha olhou para ele.

"O quê?"

"Você gosta dela, não é?"

"N-não. Você pode — "

Ash deu um soco no ombro.

"Não. Eu não desisti de um doce pedaço de rabo para que você possa ser um covarde. Volte para lá. Como é que você não a fodeu até agora? Eu tinha certeza que ela estava excitada o suficiente antes de eu sair."

Ash arrancou Inuyasha longe da porta para que ele pudesse abri-la e empurrar Inuyasha dentro. A porta se fechou atrás dele, e por um segundo de pânico, Inuyasha empurrou contra a porta tentando escapar. Aparentemente, Ash estava encostado do lado de fora.

"O que está acontecendo?" Perguntou Kagome.

O som de sua voz fez seu pênis muito excitado contrair.

Ele virou-se para encará-la. Poderia muito bem soletrar tudo, não importa o quão embaraçoso fosse.

"Só de olhar para você me excita ao orgasmo."

"Sério?"

"É. É patético, não é?"

Ela balançou a cabeça.

"Eu estou contente."

Ela estava deitada de costas. Enquanto ele observava, ela abriu as coxas. Usando os dedos, ela separou seus lábios para revelar sua abertura. Ele pegou seu pênis na mão e fechou os olhos.

"Se você não parar de me mostrar essas coisas, eu vou gozar."

"Chegue mais perto, Inuyasha," ela murmurou. "Você vai fazer alguma coisa para mim?"

"Qualquer coisa." Ele quis dizer isso.

"Você pode gozar no meu clitóris?"

Ele acenou com a cabeça.

"E, em seguida lamber até eu gozar também?"

A boca de Inuyasha ficou seca. Ele se aproximou da cama, como se seu pênis fosse uma mangueira e a fenda de Kagome fosse o poço artesiano mais puro e profundo já descoberto. Ele puxou-a para o final da cama e ficou entre suas coxas bem abertas.

Ela sentou-se para poder ver o que estava acontecendo.

Inuyasha se inclinou sobre ela, de modo que a cabeça de seu pênis estava perfeitamente alinhada com seu clitóris. Ele podia sentir seu calor úmido e sabia que, se se deslocasse para baixo um par de centímetros e avançasse, estaria dentro de sua doce fenda. Possuindo ela. Fodendo ela. Ele sugou uma respiração através de seus dentes. Apenas o pensamento de entrar nela era demais. Ele imaginou como aquela quente, lisa abertura seria em torno dele. Ele coletou seus fluidos lisos com as pontas dos dedos e acariciou-os sobre a superfície de seu pênis lentamente. Ele repetiu o movimento até que todo o seu comprimento estava molhado com seus sucos. Ele teve o cuidado de manter seu pênis em linha para que jorrasse em seu clitóris como ela tinha pedido. Ele lutou contra o orgasmo, quanto pôde, querendo que a antecipação aumentasse.

"Oh Deus, Inuyasha. Depressa. Depressa. Eu quero seu gozo em mim agora". Ela se moveu para a frente alguns centímetros e esfregou seu clitóris sobre a cabeça de seu pênis. "Eu quero vê-lo sair."

Inuyasha gritou quando as pulsações de prazer tomaram conta da base de seu pênis. Jorro após jorro de esperma entrou em erupção de seu corpo. Eles observaram banhar seu clitóris. Ambos prenderam a respiração. Ambos estremeceram de emoção.

"Oh Deus, Inuyasha, isso é tão quente. Lamba agora. Por favor."

Inuyasha realmente só queria cair na cama e recuperar o fôlego, mas não podia deixá-la na mão. Ele queria dar a ela o que a excitava. O que ela queria. Necessitava. Mesmo se significasse que ele tinha de lamber o seu próprio esperma. Ele caiu de joelhos no chão e timidamente projetou sua língua, tentando acabar com sua inquietação. Sua primeira experiência não foi agradável, não era doce como os fluidos dela, mas seus gemidos excitados acabaram com sua hesitação rapidamente. Ele a limpou, engolindo seus fluidos misturados, e continuou a lamber até suas coxas travarem em suas orelhas, e ela gozou contra o seu rosto com um grito assustado. Ele soprou respirações frias sobre sua fenda quente até que ela finalmente relaxou. Ela caiu de costas na cama, com o corpo tremendo esporadicamente.

Inuyasha cambaleou aos seus pés. Ele estava no pé da cama, olhando para ela. Sua beleza roubou todo pensamento coerente e fez o seu pênis mexer com renovado entusiasmo. Inuyasha podia não durar horas, mas ele não tinha problema em levantar uma dúzia de vezes em seguida. Não que isso importasse. Agora que Kagome estava satisfeita, era hora de voltar para sua cama e tentar dormir um pouco.

"Boa noite," disse Inuyasha.

Ela rolou para o lado e se enrolou em posição fetal, parecendo vulnerável e irresistível.

"Boa noite," ela sussurrou.

Ele hesitou, com o coração aos pulos. Ele realmente não queria sair.

"Posso ficar?"

Ela olhou para ele e balançou a cabeça.

"Se você quiser."

"Eu quero."

Ele apagou a luz e tropeçou no escuro até encontrar a cama. Ele entrou debaixo das cobertas. Ouviu-a mover-se um momento mais tarde. Ela se juntou a ele entre os lençóis, mas ele forçou-se a não alcançá-la. Ele sabia que ele tinha acabado de ficar duro de novo, e, em seguida, iria acabar tentando transar com ela e, finalmente, desapontá-la com a sua falta de controle.

O calor de Kagome se aproximou. Seu coração bateu mais rápido. Sua mão fria tocou sua barriga, e ele ficou instantaneamente duro novamente. Droga. Ela ia pensar que ele era um perdedor que só queria uma coisa. E talvez ele fosse.

"Desculpe, por obrigar você fazer isso," ela sussurrou.

"O quê?"

"Lamber seu esperma de mim."

Inuyasha riu.

"Você não me obrigou. Se eu não quisesse, teria recusado."

"Eu estou feliz que você não recusou. Eu fantasiava sobre isso há anos. Foi tão quente." Ela se aproximou. "Você. Você é muito quente."

"Você não tem ideia." Mais alguns centímetros, e ela descobriria que ele já estava duro novamente. Ele rolou sobre a sua barriga e esmagou a evidência no colchão. Sua mão deslizou sobre suas costas e ele ficou tenso. Ela aninhou-se contra seu braço, apertando seu peito nu em sua carne.

Por que Ash o deixou sozinho com ela? Não podiam espera que ele ficasse com suas mãos para si mesmo sob essas condições. Ela estava nua. E ele ainda estava com tesão. Ele estava sempre com tesão. Por que ele tinha tesão o tempo todo? Kagome se aconchegou mais perto, pressionando o rosto em seu ombro. Ah Deus, ele estava tão duro novamente. Ele queria foder com cada centímetro dela. Portanto, não muito romântico. Não o que ela merecia.

"Eu deveria ir," ele murmurou.

"Ash vai voltar?" Ela perguntou em voz baixa.

O coração de Inuyasha deu uma guinada desagradável.

"Eu acho que não."

"Eu acho que ele mudou de ideia."

"Eu posso ir buscá-lo, se você quiser."

"Ele não está interessado."

"Claro que está. Ele só se afastou porque ele sabe..." Que eu quero você. Inuyasha mordeu o lábio para se impedir de revelar muito.

"Sabe o quê?"

"Nada."

Sua mão deslizou mais baixo em suas costas. Ele sugou uma respiração através de seus dentes. Ia perder o controle em tipo cinco segundos.

"Diga-me." Sua mão deslizou mais baixo sobre sua bunda. "Inuyasha?"

Ele agarrou-a pela cintura e puxou-a embaixo dele. Seu pênis roçou o interior de sua coxa, e ele estremeceu.

"Ele sabe o quanto eu quero você."

"Você quer?"

"Eu não acho que já quis mais alguém em toda minha vida." Nem mesmo quando a esposa de Miroku, Sango, excursionou com a banda e ele andou com bolas azuis perpétuas por meses.

A boca de Kagome encontrou o sua na escuridão. Ela beijou-o como se precisasse aprender uma lição. Não conseguia ter o suficiente dela.

"Eu não posso te dizer o quanto preciso ouvir isso," ela sussurrou.

"Então eu vou te dizer um milhão de vezes."

"Mas eu não posso fazer sexo com você."

"Oh." Ele supôs que não devia se surpreender por ela não partilhar de sua atração.

"Eu quero fazer outras coisas com você embora."

"Outras coisas?"

"Eu realmente gosto quando você me olha."

"Você gosta?"

"Sim."

Seu coração batia com uma mistura de ansiedade e expectativa.

"Posso olhá-la novamente, agora?"

"Se você prometer que vai ficar bem sem sexo."

Ele não tinha um problema com isso, mas se perguntou por que ela estava relutante.

"Por que não quer fazer sexo? Você é virgem ou algo assim?" Ele cobriu a boca com uma mão. Por que as coisas voavam para fora de sua boca assim?

"Algo assim."

"Que tipo de coisa?"

"Eu não quero dizer."

"Você pode me dizer."

Seu corpo estava todo duro embaixo dele agora. Ela suspirou, exasperada.

"Perdi totalmente o clima agora."

"Sinto muito. Eu vou ficar quieto."

Ela riu.

"Tarde demais para isso."

"Eu deveria ir embora, eu suponho."

"Ou você pode me excitar novamente."

"Eu não tenho certeza se sou o homem certo para o trabalho."

"O que você quer dizer?" Seus dedos roçaram seu cabelo na escuridão, e ele estremeceu.

"Eu não sou bom nisso. Não como os outros caras. Eu fico muito excitado com muita facilidade."

"Eu gosto disso sobre você."

"Você gosta? Eu sempre gozo muito rápido."

"Muitos caras fazem."

Talvez, mas nenhum dos caras do Zuìrén fazia. Eram todos malditos garanhões, e Inuyasha se sentia como mais um fracasso. Ele se lembrou de quão feliz tinha ficado quando Shippo tinha se juntado à banda. Caras verticalmente desafiados deveriam ter problemas no departamento de tamanho. Quando Inuyasha tinha visto o tamanho do pênis enorme de Shippo, pela primeira vez, ele havia pensado em suicídio.

"Talvez possamos ajudar um ao outro," ela sussurrou.

"Ajudar um ao outro? Como?"

Ela tomou uma respiração profunda.

"Talvez você possa me ajudar a relaxar e me sentir confortável com o meu corpo de novo, e eu posso ajudá-lo a durar mais tempo."

"O que há de errado com o seu corpo?" Parecia perfeito para ele. Sentiu perfeito também.

"Eu não quero dizer. Se eu enojar você — "

"Você está brincando comigo? Você é a mulher mais quente que eu já vi na minha vida."

Ela deu uma risadinha.

"Então, nós temos um acordo?"

Parecia um arranjo estranho, mas se isso significava que ele teria que passar mais tempo com Kagome na capacidade sexual, então estava dentro.

"Como posso ajudá-la?" ele perguntou.

"Toque-me. Apenas não lá."

"Onde?"

"Você pode me tocar em qualquer lugar. Só não dentro... não dentro da minha... f-fenda." Ela disse a última palavra em uma corrida, como se a excitasse apenas falar.

Ele queria tocá-la dentro de sua f-fenda. Muito.

"Por quê?"

"Eu não estou pronta para dizer-lhe ainda." Ele podia sentir seu coração batendo como uma britadeira no peito.

"Tudo bem. Eu vou tocar em você. Acho que posso lidar com isso." Ele riu. Ah, sim, ele definitivamente poderia lidar com isso. "Mas como é que você vai me ajudar?"

Ela ficou em silêncio por um longo momento. Ele estava começando a pensar que ela decidiu que ele estava além da ajuda, quando ela disse:

"O que faz você gozar mais rápido?"

"Fenda nota 10." Um segundo mais tarde, ele percebeu que não deveria ter dito isso. Ugh, eu sou um idiota! Ele fez uma careta, esperando que ela o xingasse. Ela apenas riu.

"Bem, eu não posso te ajudar com isso. Minha fenda está fora dos limites. E quanto a oral? Você gosta disso?"

Havia um homem na existência que não iria querer seus lábios rechonchudos em volta do seu pênis? Se houvesse, ele não era um deles.

"Oh sim, eu gosto de oral."

"Então você me toca, e eu vou chupar você."

"Você vai chupar o meu pênis?" Só o pensamento o fez estremecer de emoção.

"Você gostaria?"

Ele gemeu em tormento. Não podia formar um som inteligível, embora quisesse dizer-lhe exatamente o quanto gostaria.

"Ok, primeira lição." Ela se encolheu. "Vire de costas."

"O quê? Agora? "Suas bolas apertaram.

"Por que não? Você tem algo melhor para fazer?"

Oh. Meu. Deus. Ele amava a espontaneidade da mulher.

"Não."

Ele rolou de costas. Quando sua mão delicada deslizou sobre sua barriga, ele gritou. Droga. Já estava tão fodidamente excitado, o segundo que seus lábios tocassem seu pênis estaria gozando.

"Você é muito sensível, não é?" Ela murmurou.

Cada centímetro dele, mas vinte centímetros em especial.

Ela deslizou para baixo de seu corpo e beijou sua barriga. Ele se contorceu de lado ao longo da cama. A este ritmo, ela não teria sequer que tocar seu pênis para fazê-lo gozar.

Ela riu.

"Fique quieto."

"Deus, eu quero você, Kagome."

"Eu realmente excito-o tanto assim?"

Ele acenou com a cabeça vigorosamente.

"Sim. Não posso evitar. Quero foder cada centímetro de você." Ele mordeu o lábio, desejando que ela o amordaçasse para que ele parasse de revelar merda inapropriada.

Sua mão deslizou por seu quadril. Ele puxou uma respiração profunda através de seus dentes.

"Tente pensar em outra coisa," ela aconselhou, antes de dirigir seu pênis nos confins quentes de sua boca.

Pensar em outra coisa? Ela estava brincando? Como ele poderia pensar em nada, além da sensação da cabeça de seu pênis alojado em sua garganta? Sua língua acariciando a parte de baixo de seu eixo? Sua mão pequena contra a base de seu pênis para mantê-lo firme, enquanto ela se afastava com uma forte sucção?

"Ah foda, Kags. Vou gozar. Tipo agora."

Ela continuou recuando até que ele apareceu livre de sua boca. "Não, você não vai. Quanto mais você segurar, mais cedo nós vamos fazer isso de novo."

"O quê?" Ele não podia pensar bem o suficiente para raciocinar através de sua declaração.

"Se durar cinco minutos, vamos tentar a lição dois amanhã. Se durar dez minutos, nós vamos passar para a lição dois, logo que você puder ficar duro de novo."

"O que é a lição dois?"

"Eu não tenho certeza ainda, mas garanto que você vai gostar." Ele podia ouvir o sorriso em sua voz.

"E se eu durar 10 segundos?" Porque, honestamente, ele ficaria surpreso em durar tanto tempo.

"Sem lição dois."

"Nada?"

"Não. Estou cronometrando com o relógio lá. Lute contra a liberação, o quanto puder."

Ela tomou seu pênis em sua boca de novo, e ele gritou. Mas não gozou. Ele mordeu o lábio e tentou pensar na coisa menos sexy que podia. Escolheu resolver equações matemáticas complexas em sua mente. Ele manteve a sua grande cabeça ocupada (mais ou menos), mas atenção a sua pequena cabeça estava cem por cento sobre o puxão prazeroso dos lábios de Kagome enquanto ela o chupava. O contorcer de sua língua. A umidade. O calor.

Kagome estava chupando seu pênis.

Chupando ele. Kagome.

Chupando. Em sua boca. Seu pênis estava na porra da boca dela.

Graças a Deus, que estava escuro, então ele não podia ver isso acontecendo. Estremeceu músculos duros e apertados, lutando contra o orgasmo. Não muito bem. Muito excitado. Era tão bom.

Kagome...

"Ok, eu estou pronto," ele suspirou. "Eu vou..."

Ela chupou com mais força. Oh Deus. Ele ia gozar em sua boca. Sem camisinha. Será que ela engoliria? Ou cuspiria? Merda.

"Pare. Você tem que parar. Kags."

Sua mão suave deslizou sobre suas bolas. Ele perdeu toda a aparência de controle. Entregou-se ao prazer. Para os espasmos de êxtase que tomaram conta de todo o seu corpo. Ele inundou a boca com seus fluidos. Em vez da reação de surpresa ou nojo que ele esperava, ela o engoliu e acariciou suas bolas com a ponta dos dedos até que ele estava gritando em triunfo.

Infelizmente, esse sentimento foi de curta duração. Ela levantou a cabeça e ele caiu de sua boca quente.

"Três minutos."

Ele corou de vergonha. Droga. Ele não tinha sequer durado cinco. Isso significava que não teria mais aulas? Ele não podia culpá-la se ela não quisesse tocá-lo novamente. Que mulher queria estar com um homem que não tinha absolutamente nenhum controle?

"Eu realmente o excito tanto assim?" Sua voz tinha uma ponta de orgulho e felicidade.

Ele levantou a cabeça, mas não podia ver a expressão dela na escuridão.

"Porra, mulher. Estou surpreso que durei tanto tempo. O segundo que seus lábios tocaram meu pênis, eu pensei que ia explodir."

Ela riu, e seu coração aqueceu. Se fazia feliz vê-lo gozar rapidamente, ele estava certo de fazê-la a mulher mais feliz existência.

"Bem, o negócio foi um mínimo de cinco minutos, embora eu estivesse realmente esperando para dez, para que pudesse começar a lição dois esta noite. Isso foi divertido."

Divertido? Fazia fan-foda-tástico.

Ela deslizou para cima de seu corpo e beijou-o. Ele podia sentir-se em seus lábios. Em sua língua. Seu pênis se contraiu com renovado entusiasmo. Ela puxou os lábios dos dele. "Você tem um gosto bom, hein?"

"Não é tão bom quanto você. Tem certeza de que só durou três minutos? Talvez você leu o relógio errado. "

"Eu tenho certeza."

"Isso significa que não há mais aulas?" Ele sentiu vontade de chorar. "Nunca?"

"Eu não quis dizer isso. Você durou mais do que dez segundos. Porque você não chegou até cinco minutos, não haverá lição amanhã. Vai ter que esperar até o dia seguinte."

Ele estava sorrindo com alívio e felicidade, mas ele disse:

"Não há nenhuma maneira no inferno que eu possa esperar tanto tempo."

"Você não tem uma escolha. Esse era o nosso negócio. E agora é a sua vez de cumprir sua parte do acordo."

Sim, era.

"Apenas me diga o que você quer que eu faça."

Este acordo entre ela e Inuyasha era perfeito. Ele podia ser capaz de ajudá-la a superar seu medo de relações, e então ela poderia voltar para seduzir Ash. Exceto que Kagome não tinha certeza se ainda estava realmente interessada em Ash. Ele obviamente saiu porque ela o assustou quando sentiu seu pênis contra a abertura de sua vagina, e ela o fez parar. Mais uma vez. Tão quente e sexy como Ash era, ela estava sentindo algo mais substancial por Inuyasha. Não tinha certeza do que era ainda. Sua emoção e entusiasmo a faziam se sentir bonita. Desejada. Irresistível. E ele era divertido. E generoso. E quase tão espontâneo como ela. Ela gostava dele. Provavelmente, iria desgastar rapidamente, — a felicidade às avessas que ele trazia borbulhando para a superfície. Este tipo de emoção esmagadora nunca durava. Mas enquanto durasse, eles certamente poderiam ter um monte de diversão juntos. E ajudar um ao outro com as suas inadequações sexuais ao mesmo tempo.

"Toque-me, Inuyasha," ela insistiu.

"Onde?"

"Em todos os lugares."

Ele usou essas mãos fortes, maravilhosas para despertar cada centímetro de sua pele.

"Beije-me, Inuyasha."

"Onde?"

"Em todos os lugares."

"Posso ligar a luz," ele perguntou, seus lábios contra um ponto sensível logo abaixo de sua orelha. "Quero olhar para você."

"Se você quiser."

Ele encontrou o abajur sobre a mesa do lado e ligou-o. Eles piscaram um para o outro como seus olhos se adaptaram à claridade. Ele sorriu e tocou-lhe o rosto. Ela virou a cabeça ligeiramente para beijar o dedão enfaixado.

"Como está o seu corte?"

"Está tudo bem."

Ele não se moveu por um longo momento. Apenas olhou para ela. A fez sentir como a mulher mais bonita do mundo.

"Isso é real?" Ele murmurou.

"Parece real."

Ela levantou a mão e brincou com a longa mecha de cabelo azul de enrolada em torno de sua garganta. "Você está realmente bem com isso? Eu não quero que você se sinta usado."

"Por que eu iria me sentir usado?"

"Eu faço você me tocar — "

Ele cobriu seus lábios com as pontas dos dedos.

"Você não está me fazendo fazer nada. Eu quero tocar em você."

"Mas o que você ganha com isso?"

"Eu posso estar com você. Isso é tudo que eu quero."

Seu coração derreteu. Ela não sabia que ele tinha um lado doce. Ela acrescentou na crescente lista de coisas que adorava nele.

Ele sorriu torto.

"Além disso, eu já tive um fantástico boquete e só tenho que esperar dois dias para o outro."

Ela riu. Não demorou muito para ele para encobrir esse lado doce.

"Eu sinto como se estivesse manipulando você, Inuyasha."

"Se isso é o que você quiser chamar, tudo bem comigo. Por favor, continue a me manipular. Eu tenho prazer nisso."

Ela o abraçou e esfregou o nariz contra sua clavícula.

"Se você quiser sair deste negócio, prometa que vai me dizer."

"Eu prometo. Você vai fazer o mesmo por mim?"

Ela assentiu com a cabeça.

"Bom. Agora, pare de se preocupar com isso e me diga o que você quer que eu faça."

"Eu já lhe disse. Beije-me."

"Em todos os lugares?"

Ela assentiu com a cabeça.

"Você se importa se eu disser o quanto você é linda o tempo todo?"

"Eu acho que posso viver com isso."

Ele beijou-lhe os lábios, deliciando-os com uma sucção suave.

"Estes são os lábios mais suculentos que eu já provei," ele sussurrou. Acariciou seu cabelo com ambas as mãos quando ele a beijou novamente. "E eles são ainda melhores em volta do meu pênis." Ele mergulhou a língua entre eles.

Ela riu.

"Você é como o Sr. Romance e Sr. Estrela Pornô envolto em um."

"Desculpe. Eu tenho este mau hábito de dizer tudo o que vem à minha cabeça. Eu sei que é um desvio total. Vou me esforçar mais para ficar quieto."

"Na verdade, eu meio que gosto disso."

Ele arqueou uma sobrancelha para ela.

"Você gosta?"

Ela assentiu com a cabeça.

"Você é estranha."

"Você é estranho também," disse ela defensivamente.

"Eu acho que isso significa que somos perfeitos um para o outro." Ele olhou-a nos olhos, desafiando-a a negar.

"Acho que sim," disse ela.

Ele sorriu. Ela podia sentir seu coração batendo contra o peito.

"Onde eu estava?" Ele arrastou beijos em seu rosto. "Esse é o rosto mais bonito que eu já vi." Ele beijou-lhe as pálpebras. "Esses são os olhos azuis mais bonitos." Seus dedos, emaranharam em seus cabelos, massageando seu couro cabeludo. "O cabelo mais sedoso, com a cor mais impressionante que corresponde a minha."

Ela deu uma risadinha. Ele deslizou para baixo para beijar seu pescoço. Ele sugou suavemente e explorou a carne tenra lá até que ela suspirou de prazer quando ele descobriu um ponto mais sensível abaixo da orelha. Ela gemeu quando sua aspiração se intensificou, e sua língua esbanjou esse ponto até que seus mamilos apertaram insuportavelmente e uma enxurrada de calor correu entre suas coxas.

"Inuyasha."

"Eu adoro quando você diz meu nome." Ele soprou em seu ouvido.

"É tão sexy." Seus lábios voltaram ao seu ponto doce para deixa-la em um frenesi.

"Inuyasha," ela engasgou novamente.

"Oh, por favor. Chupe os meus peitos." Todo o seu corpo estremeceu e ele levantou a cabeça.

"Porra, mulher, não diga coisas desse tipo." Ele moveu seus quadris e ela sentiu a cabeça de seu pênis contra sua fenda latejante.

Ela ficou tensa.

"Não. Não faça isso."

"Eu não vou colocá-lo," ele prometeu. "Não até que você me peça. Pode confiar em mim, Kagome."

Ela assentiu com a cabeça, o estômago em nós, mas ela confiava nele. Mesmo que tudo o que ele tinha a fazer era empurrar para a frente e estaria enterrado dentro dela, ela confiava que ele não iria fazê-lo. Sua vagina se apertou com o pensamento dele dentro dela. Queria ser preenchida com ele, mas emocionalmente, não estava pronta ainda.

Ele moveu-se, a cabeça do seu pênis perdendo contato com sua pele molhada e inchada. Ela estava a ponto de pedir-lhe para fazê-lo. Para simplesmente colocá-lo dentro e acabar logo com isso. Suas mãos se moveram de seu cabelo para os seios. Ele segurou-os e olhou para eles, como se em reverência.

"Você tem esses seios perfeitos, Kagome. Eu adoro a forma como os seus bonitos, bicos rosados ficam duros quando eu olho para eles." Eles estavam duros por sua atenção até agora. Ele abaixou a cabeça e puxou sua língua sobre um mamilo e depois o outro. Ele então soprou uma respiração fria sobre suas superfícies molhadas e ela estremeceu.

"Chupe-os, Inuyasha," ela sussurrou. "Por favor."

Ele bufou várias respirações excitadas e, em seguida, abaixou a cabeça para sugar um mamilo ansioso em sua boca quente. Ela gritou e agarrou seu cabelo. Suas costas arquearam, e ela segurou-o contra o peito, miando em delírio enquanto as sensações prazerosas de suas duras chupadas rodavam de seu peito para a barriga de sua fenda latejante e clitóris. "Oh, sim. Assim," ela ofegava. Ele sugou até que ela tinha certeza que não aguentaria mais prazer, e depois ele mudou para o outro seio. Ela gritou e respirou seu nome.

"Inuyasha. Inuyasha."

Ele arrancou sua boca.

"Ah merda, estou prestes a gozar de novo," ele gemeu, seus olhos espremidos bem fechados.

"Goze nos meus peitos. Eu quero."

Ele se moveu tão rápido, que a deixou desorientada. Ele montou seu peito e deslizou seu pênis duro até seu peito. Ele apertou seus seios juntos, para que eles cercassem seu pênis, e começou a empurrar. Os olhos de Kagome se arregalaram. Ela nunca teve um homem fodendo seus seios antes. Não tinha certeza de como responder. A cabeça de seu pênis parecia incrivelmente convidativa conforme desaparecia e reaparecia a partir do topo de seus seios. Ela inclinou o pescoço e estendeu a língua para lambê-lo. Inuyasha gemeu. Fodeu mais rápido. Sua excitação alimentou a dela. Ela se agarrou a sua bunda, de repente querendo que ele bombeasse assim em sua fenda. Ela sacudiu a língua sobre seu pênis quando ele ficava á seu alcance. Ele gritou e recuou. Sua mão soltou seus seios e agarrou seu pênis para jorrar aquele primeiro pulso de esperma em um peito e um segundo jorro sobre o outro.

Sua mão livre moveu-se para a cabeceira da cama para se firmar conforme seu corpo tremeu com a liberação.

"Ah, Kags," ele engasgou entrecortado. "Você é boa demais para mim."

"Isso foi muito quente," disse ela. "Eu preciso gozar. Estou tão excitada no momento."

Ele saiu de cima de sua barriga e deitou ao lado dela. Ele descansou a cabeça em seu ombro, ainda respirando com dificuldade de seus esforços. Sua mão se moveu entre suas coxas e deslizou sobre suas dobras molhadas antes de encontrar seu clitóris. Esfregou lentamente com uma pressão firme em primeiro lugar. Ela fechou os olhos e se concentrou na sensação. Nada mais. Apenas o prazer pulsando através de seu clitóris. Seus dedos se moviam mais rápido. Mais rápido. Seu prazer cresceu e cresceu. Quando ela estourou, ela gritou e estremeceu em êxtase. Ele a esfregou todo o tempo que ela gozou forte e rápido, prolongando seu prazer. Sua vagina se apertou em espasmos encantados, mas ela se sentiu tão desesperadamente vazia. Ela deslizou dois dedos dentro de sua vagina para aliviar a dor. Inuyasha levantou a cabeça de forma inesperada e moveu-se para investigar.

"Isso é tão bonito," ele sussurrou. "Você não tem ideia do quanto eu quero deslizar meu pênis aí dentro."

Ela deslizou seus dedos dentro e fora de sua passagem lisa, e Inuyasha estremeceu. Seus movimentos sobre seu clitóris intensificaram novamente.

"Goze para mim de novo," ele insistiu. Levou algum tempo, mas as caricias implacáveis em seu clitóris e seus próprios dedos de impulsionando a levaram ao orgasmo novamente.

"Droga, eu estou tão duro de novo," ele murmurou. "Mulher, você está me deixando louco."

Ele caiu de costas e pegou seu pênis com as duas mãos, acariciando seu comprimento lentamente. Kagome nunca tinha tido sexo tão gratificante em sua vida, e tecnicamente eles ainda não tinham tido sexo. Ela ergueu o corpo da cama e beijou uma trilha em seu peito duro e barriga tanquinho. O homem não tinha um grama de gordura. Ela supôs que todo o exercício naquela bateria o manteve em boa forma. Ele sugou uma respiração através de seus dentes quando ela deu um beijo logo abaixo do umbigo. Quando ela se moveu entre suas pernas, ele soltou seu pênis e ficou lá tremendo em antecipação.

"Você não acha que eu vou chupar seu pênis, não é?" Ela brincou.

"Não?"

"Você não quer que eu vá contra o nosso negócio, não é?"

Ele sorriu para ela.

"Na verdade, sim, eu queria."

"Continue a se acariciar," disse ela.

Ele começou a esfregar-se novamente. Ela abaixou a cabeça para sugar a pele solta cobrindo suas bolas.

"Ahhh," ele gritou em protesto e se afastou.

"Você não gosta disso?" Ela perguntou.

"Porra, sim, eu gosto disso," disse ele.

"Então fiquei parado." Ela amou sua resposta exagerada quando chupou e lambeu seu saco. Ele estava batendo punheta com tanta força que tinha certeza que ia gozar novamente em segundos. Ela colocou uma bola cuidadosamente em sua boca e chupou suavemente. Ele acariciou-se mais rápido, gemendo de tormento. Ela repetiu o tratamento em sua outra bola. Levou um bom tempo para gozar, embora, obviamente, ele adorou cada minuto. Quando finalmente entrou em erupção, ela se afastou para vê-lo jorrar sobre sua barriga. Mesmo depois de ficar completamente gasto, ele continuou a gemer e tremer de prazer. Quando ela se moveu para coletar seu sêmen com a língua, ele soltou seu pênis e acariciou seus cabelos.

"Oh, bebê, isso foi tão bom."

"Então por que você demorou tanto tempo para gozar dessa vez?" ela perguntou, encontrando seus deliciosos sucos no meio de sua barriga e lambendo.

Ele hesitou, fazendo uma pausa para refletir sobre o que tinha acontecido.

"Eu não sei."

Ela pensou que talvez soubesse. Ajudá-lo com o seu problema ia ser um inferno de muito mais fácil do que tinha previsto. E levando em conta quanto já o queria dentro dela, seu problema também podia se fácil de corrigir.


Avisos: Isso é uma adaptação de livro, sem créditos ou fins lucrativos.

O nome do livro e de quem o escreveu será revelado ao final da postagem do livro.

Nomes, algumas palavras e até algumas cenas foram editadas, uma delas foi cortada.

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