Torceu o braço de Sayuri fazendo a faca caiu no chão, rapidamente empurrou a mulher contra a parede. Pegou a faca do chão e ainda segurando-a jogou a faca pela janela, na varanda da casa.

– Como você pode fazer isso? Perguntou.

– Vingança, quer que eu te conte como tudo aconteceu? Riu de sua própria fala. – Primeiro, solte-me, prometo que não vou fazer nada! Sasuke hesitou, mas precisar realmente saber o que estava acontecendo, acabou soltando.

– O que quer saber? Passou a mão no local machucado, encarando o jovem.

– Por que matou a Mãe da Sakura? Sentou no braço do sofá, ficando de frente da mulher.

–... Ela descobriu meu envolvimento com o líder de uma organização... Ela ameaçou contar para meu marido que eu o traia com seu inimigo numero um... Naquela época, Sakura só tinha três meses... Eu sempre soube que ela era filha bastarda do Aiko Haruno, meu marido, sim ele fora casado comigo... Eu havia roubado ele dela, mas foi só o corpo por que a alma e coração eram de Nanami. Caso ela contasse, só seria um motivo para ele se separar de mim... Nunca Iria deixa os dois serem felizes... NUNCA, DEIXARIA VIVER FELIZ COM AMOR DA SUA VIDA, então numa sexta feira, coloque drogas no remédio dela com a ajuda do meu amante a levamos para a sala de tortura. Um brilho de prazer passou pelos os olhos de Sayuri, que sorria. – Torturei-a dia e noite, QUANDO ela morreu. A risada macabra ocupou a sala toda.

– Você é um monstro, mesmo! Como nunca descobriram a verdade? Falou friamente.

– Podei a culpa em Aiko... E sabe o melhor tudo acreditaram, quando viram o cadáver da minha meia irmã, acreditaram que tinha sido ele que havia a matado, tão cruelmente. Destilava insanidade, estava fora de si há muito tempo. – Quem matou, pai daquela porcaria foi... Tossiu sangue, sabia que se falasse o nome de quem a protegia morreria naquele exato momento, respirou fundo.

– Foi? Repetiu, tentado saber quem seria o comparsa de Sayuri. – Diga quem foi o assassino?

– Mate-me... Nunca revelarei seu nome! Disse ainda tossindo.

Vários, carros pararam enfrente da casa, quando uma batida na porta, se Sasuke despertar de um ser pensamento que estava passando em sua cabeça.

–Itachi, finalmente por que demorou tanto? Abriu a porta já sabendo quem estaria ali.

– Calma, não tenho culpa. Brigue com Pain ele que é o Delegado do estado! Apontou para o ruivo, com vários piencers pelo rosto e estranhos olhos lilás.

– Iai pirralho, como você cresceu hein! Pain deu um leve soco no braço do Uchiha mais novo. – Soube que casou quem foi a vitima? Deu um tom de ironia a fala.

– Bom te ver também barra de ferro! Encarou com um sorriso sínico no rosto.

– Então Sasuke, por que falou que estava em perigo, cause recrutei a marinha e aeronáutica de tanta preocupação... Que arranhão no rosto é esse? Itachi era o tipo de irmão, coruja era muito protetor e qualquer machucado era motivo da sua superproteção aflorar. – Tem que limpar isso ai, trouxe álcool em gel serve? Tirou um pequeno frasco do bolso do sobre tudo preto.

– Não, Sayuri Haruno, não é mãe da Sakura Haruno e sim tia, ela matou a mãe dela! Tenho provas, gravei confessado o crime. Tirou o bolso da calça um minigravador e entregou na mão do seu irmão. – Escutem! Apertou o play.

– A levaremos, sob custodia... Logico que ela terá direito a um advogado! Quando chegamos à delegacia assinarei o pedido de prisão preventiva. O moreno mais velho falou andando com policias atrás de si levando Sayuri presa.

– Falou, pirralho vem visitar a gente de vez enquanto. Pain acenou entrando no carro da policia federal. Pegou seu caminho também, Sakura havia se tirada do coma induzido e podia acordar a qualquer momento, e queria esta por perto quando esta hora chegasse, entrou no seu mustang e seguiu o caminho de volta para o hospital.

– Hein, teme! Gritou um loiro assim que viu seu amigo estacionar o carro na garagem. – Platão hoje?

– Fala, dobe... Não estou aqui, para ver uma paciente! Saiu do carro com um boque de flores na mão.

– Sasuke, na boa você está apaixonado? Ficou supresso com o buque que o amigo segurava na mão.

– E se estiver, qual o problema? Arqueou uma sobrancelha.

– Fico até feliz... Pensei que você fosse casar com a megera da Karin... Ela pode ser minha prima, mas ainda sim nunca gostei dela! Disse francamente, seguindo o outro para dentro do elevador.– Mas, quem é garota que ganhou seu coração hein? Pareceu curioso.

– O nome é Sakura! Disse.

– Nome familiar... Esquece-se de te falar, Hinata esta gravida de novo! Disse alegremente.

– Você dois são coelhos? Falou ironicamente.

– Que maldade, teme é só o terceiro, mas vai ter festa lá na casa dos meus pais, você vai né? Olhou para Sasuke com os olhos brilhando.

– Claro, dobe não perderia isso, por nada! Falou desaminado.

– Leva, sua namorada minha mãe vai gosta muito!

– Karin, não vai está-la não?

– Talvez, ela disse que ia sair com a vô nesse final de semana.

– Se ela estiver bem até lá eu a levarei.

– Domingo às 13h30min, até teme, cheguei à minha ala. Saiu do elevador deixando Sasuke sozinho pensativo.

O elevador parou no penúltimo andar onde ficavam as pessoas internadas, saiu do mesmo tenso, criar ver sua amada, queria que ela estivesse acorda assim que abrisse a porta. Caminhou apressadamente, pelo longo corredor até para no numero queria girou a maçanete e abriu de uma vez.

– Sasuke... Olhou supressa.

– Sakura, me Deus você acordou, como está! Ignorou completamente a presença de Tsunade que se enfureceu um pouco.

– Sasuke, ela não ficará com sequelas, só algumas cicatrizes... Tente deixa-la o máximo deitada recuperando-se! Disse saindo do local "Play boy, metido!" pensou furiosa.

– Esta, foi a primeira vez que você falou meu nome! Sentou-se na cama lhe entregando o buque de rosa vermelhas.

– Esta é a primeira vez que recebo rosas! Segurou, colocando ao lado de seu travesseiro.

– Sakura, fique tão preocupado, estava com medo de te perder... Ignorou o Tsunade disse e abraçou, fazendo o possível para não machuca-la.

– Eu fique com muito medo, de não te ver novamente, achei que dessa vez ela iria me matar. Pensei até que depois de tudo que aconteceu você iria me abandonar, como fez... Retribuiu o abraço sentindo seu corpo relaxar.

– Quer que eu faça como os Yakuzas e corte meu dedo em fidelidade, lealdade para com você? Nunca faria isso! A culpa foi minha, não deveria ter ti levando.

– Não, eu sabia que isso ia acontecer, ela sempre me bate quando chega esta data, do ano!

– Como assim? Ficou um pouco confuso.

– Este é o dia da morte da minha irmã Safira, ela sempre me bate por que ela morreu me salvando de uma facada que levaria! Olhou triste para algum ponto do quarto.

– Agora, tudo ficará bem! Descanse eu estarei aqui até você pegar no sono.

Uma fina chuva cobriu a cidade de Konoha, o presidio que tinha mais uma nova detenta, estava no mais absoluto silêncio.

– Senhora, Sayuri Haruno seu advogado acabou de chegar. Um homem de preto falou destrancando a porta. Algemou a mulher e a levou para a sala de visitas. Tirou as algemas e saiu deixando apenas os dois sozinhos na sala.

– Sayuri, que garota má você não acha? O homem cobria o rosto com um capuz, enquanto falava com a mesma.

– Sim, eu falhei... Perdoei-me! Falou chorosa diante da figura.

– Você falhou, não será mais útil no futuro! Colocou a maleta que carregava em cima da mesa.

– Isso, não é justo servir anos a você! Como pode fazer isso comigo? Chorava, enquanto o homem segurava uma risada maléfica.

– Minha bonequinha, você nunca me deixar enjoa de ti! Deu uma gargalha e mirou a frente, pensativo. – Escute, deixarei você, aqui até segunda ordem! Entendido?

– Sim!

– Um presente, da melhor qualidade, 70% puro! Jogou em cima da mesa, um pacote com um pó branco dentro. – Faça bom uso! Fechou a maleta e levantou saindo pela porta sem olhar para trás.

Sayuri enfiou o pacote dentro da blusa, esperou o guarda leva-la novamente para cela. Quando o policia saiu tirou o presente que havia ganhando de dentro da blusa, abriu colocou um pouco em cima de um jornal velho, e com um caco de vidro chegou a primeira carreira, depois a segunda, terceira na quarta sua visão ficou turva. Notou um bilhete colado no plástico que envolvia a cocaína, com certo esforço tirou e leu.

" Espero, que tenha gostado do presente, 100% pura uma experiência minha! Pois será a ultima, pode ter certeza que isso não cocaína."

Leu aquilo, sentido algo escorrer pelo seu nariz, passou a mão e comprovo sangue escorria com cachoeira, a cabeça começou a gira, as vistas começaram a escurecer, estava perdendo as forças. Quando abriu os olhos novamente deu de cara com um monstro destorcido e assustador, ele a olhava o um sorriso macabro no rosto, os dentes afiados desaram a mulher mais assustada ainda.

– Quem é você onde estou? Gritava desesperada.

– Eu... Tenho vários nomes, mas isso não importa por que vim busca você, para o inferno! Ele puxou o pé de Sayuri que começou a grita desesperadamente, enquanto ele a carregava para sua nova casa.