Capítulo 9 - Promete?
Bella POV.
"Não olhe para mim assim, não Edward eu te proíbo. Vou morrer, a meu Deus estou morrendo" Edward me encarava do outro lado da mesa de café da manhã, até agora as coisas estavam incrivelmente estranhas. Eu fui a primeira à acordar essa manhã, levantei de vagar para não acordá-lo e fui ao banheiro para minha higiene matinal. Quando voltei ao quarto ele estava acordado, esparramado na cama olhando pra mim com um sorriso bobo, disse-me um bom dia com a voz rouca mais sensual que eu já havia escutado. Corando como uma idiota eu sorri para ele e disse um fraco bom dia antes de marchar meu caminho para a cozinha. Preparei uma boa porção de panquecas, suco de laranja e café. Edward desceu no meio da minha sessão cozinheira e ficou me observando sem dizer nada, o sorriso não estava em seus lábios, porém seus olhos ainda tinham aquele brilho bobo e descontraído. Agora eu estava sendo forçada à assistir Edward Sensual Cullen comer panquecas com mel, não era para ser tão difícil me concentrar em minha própria comida a não ser pelo fato da língua dele sair repetidas vezes para limpar o mel que ficava em seus lábios, ou o sorriso que ele me dava em algumas mordidas e aquele pequeno gemido que vinha de sua garganta enquanto mastigava. A Deus, ele ainda estava me encarando fixamente, isso era injusto com meu pobre coração.
Quando terminamos ele se levantou e disse que tudo estava muito bom, antes mesmo que eu respondesse ele estava caminhando em direção à sala. Recolhi as louças e coloquei na máquina de lavar e fiz meu caminho atrás dele, que agora estava jogado no sofá com o controle da televisão nas mãos. Sentei-me no sofá à sua frente. Agora eu quem o encarava e ele como um covarde evitava meu olhar.
-Então... - sugeri.
-Então? - ele repetiu sem tirar os olhos da televisão.
-Você sabe!
-Não, eu não.
-Sim, você sim - ele estava fugindo disso tanto quanto eu queria fugir, tudo poderia ser tão simples se deixasse essas conversas complicadas para lá, poderíamos seguir e deixar tudo para trás. Porém eu precisava delas, por mais que fosse ser difícil eu precisava da segurança de que não acordarei um dia e ele terá sumido. Precisava realmente saber dele, os sentimentos, a vida, ele. Eu precisava conhecer realmente Edward Cullen. Até agora eu só tinha visto o que ele me deixava ver. - Eu não sei por onde você quer começar, Edward, mas eu preciso dessa conversa agora.
-Acho que seria mais fácil apenas responder suas perguntas - murmurou sem me olhar.
-Por que você foi embora desse jeito?
-Isabella, acredite em mim quando eu digo que o melhor para você era ter deixado tudo do jeito que estava quando eu voltei, você e eu sabemos que o plano não iria funcionar como planejamos e você... - suspirou ele virando a cabeça para que seus olhos encontrassem com os meus - Isabella você é especial demais para que eu estrague tudo, é por isso que me afastei... E droga não deveria ter deixado você se aproximar tanto, mas com você... Bem, acho que você percebeu que fico fraco e se aproveitou disso... - disparou, me atingindo com emoções que eu nem mesmo sabia que poderiam se misturar, ele me considera especial, ele queria ter ficado longe, está se arrependendo de ter me deixado aqui, suas palavras me atingiram com a intensidade certa para me desmaiar de tanta confusão. Eu queria falar alguma coisa, qualquer coisa que fosse, mas não falei.
-Você parece confusa - ele comentou - Deixe-me explicar - riu sem humor - Eu sou completamente problemático Isabella, acho que você já percebeu isso. Nunca deixo ninguém chegar tão perto como você fez e... - parou.
-E? - sussurrei apressada, minha cabeça rodando com suas palavras confusas, eu queria dizer para ele falar tudo de uma vez, para que parece de enrolar tanto e me confundir desse jeito.
-E eu sempre estrago tudo o que é bom, eu sempre estraguei, nunca vai funcionar e eu não posso estragar tudo com você.
-Então não estrague - gaguejei, levantando e caminhando para ele.
-Não é assim tão simples... - se levantou também.
-É sim - enfrentei-o - É tão simples quanto parece Edward, você é quem gosta de complicar e toda vez que estamos indo bem você dar um jeito de estragar.
-Isso por que me preocupo com você, mesmo que não deveria - disse mais alto.
-Não - minha vez de gritar - Se realmente se importasse não teria ido embora, não faria nenhuma dessas coisas!
-Vê como é ingênua? Por isso mesmo é que me importo, você não aguentaria certos tipos de coisas - disse com uma intensidade diferente na voz, não estava gritando, pelo contrário estava falando baixo e frio, mas não assustadoramente era tão verdadeiro e seguro no que dizia.
Dessa vez ele quem se aproximou, devagar, os olhos alertas e a respiração calma. Uma mão alcançou minha cintura, o toque tão leve e suave quase imperceptível, a outra mão veio em direção ao meu rosto. Ele suspirou, seu hálito quente tocando meu rosto - Eu sei o que está acontecendo - sorriu melancólico - Você não é tão boa em esconder sentimentos quanto pensa - falou puxando meu corpo levemente para o seu, estávamos a um fio do contato máximo - Já eu consigo esconder tudo tão fácil de você, até fiz você achar que não te queria, huh? - ele conseguia me surpreender a cada palavra um pouco mais, eu estava em choque por que nunca pensei ter realmente demonstrado meu sentimentos, eu quis, tentei até falar, porém ele sempre me impedia antes que o fizesse. Ele me impedia por que já sabia, ele sabia. Balancei a cabeça positivamente para sua pergunta. - Você, Isabella, é a única a quem algum dia eu realmente quis, é por isso que tenho... medo - sussurrou pausadamente, a voz quase sumindo conforme falava - Por que quando... Quando você não me quiser mais - manteve o sussurro, eu quase não podia ouvir, mesmo estando - Eu também sentirei - concluiu com os olhos perfurando os meus, um brilho diferente me foi mostrado naquele mar confuso.
E então rápido como pisquei, seus lábios estavam pressionados aos meus, doce e suave. Melhor do que eu lembrava. Seus lábios puxaram o meu lábio inferior e ele sugou e mordeu me arrancando altos suspiros. Sua língua saiu e brincou pedindo passagem e meus lábios traidores cederam prontamente. Eu ainda não tinha tido o suficiente, eu não tinha entendido quase nada que se passava em sua cabeça, mas eu sabia que ele me queria, ele disse isso e eu não poderia deixar de me sentir eufórica. Ainda tinha aquela voz irritante no fundo da mente, me amedrontando. Mas meu corpo não ligava para a voz, ele nem sequer se importava com o que eu estava pensando, tudo que eu queria era estar mais e mais perto de Edward. Meu coração batia tão rápido que eu podia sentir a pulsação em meus ouvidos.
Envolvi seu rosto em minhas mãos, eu queria toca-lo tanto quanto poderia, puxei seus cabelos. Doce Deus. O grunhido que saiu de sua garganta enviou uma deliciosa sensação elétrica por todo meu corpo, que logo foi presenteado com mãos insistentes em todas as partes me puxando para mais perto. Estávamos amassados um contra o outro e sim, era a melhor sensação que eu já tinha provado até agora. Seu lábios desceram acariciando minha mandíbula, meu pescoço, ele mordia e sugava e sua língua deixava um quente rastro molhado onde passava.
-Edward - sussurrei, sem ao menos pensar no que realmente queria dizer.
-Shh - colocou um dedo sobre meus lábios - Eu prometo que não vou fazer mais isso - sussurrou segurando os olhos nos meus - Vou tentar ser o melhor que posso, você tem minha palavra Isabella.
-Promete? - sussurrei também. Ele sorriu, largo e feliz, um verdadeiro sorriso, esse alcançou seus lindos olhos e me contagiaram também. Nós dois estávamos sorrindo feito bobos um para o outro, nos beijando e sorrindo ao mesmo tempo, tanto quanto possível. Ele me abraçou forte e seguro descansando a cabeça na curva do meu pescoço.
-Viu como não resiste a mim - disse mordiscando o lóbulo da minha orelha.
-Não seja convencido senhor Cullen - sussurrei em seu ouvido - Só não resisto à você por que estou apaixonada - imitei suas mordiscadas, ele gemeu me fazendo tremer, não sabia de onde vinha minha confiança para falar, talvez veio dele mesmo tão entregue no momento quanto eu - Se fosse em outra época estaríamos brigando como cão e gato.
-Ainda vamos brigar, você sabe - disse rouco, apertando os braços em mim.
-Não gostaria, mas sei que sim - puxei seu rosto para que me olhasse.
-A melhor parte serão as pazes - ele piscou, o canto de sua boca puxando em um sedutor sorriso torto. Minhas bochechas arderam e eu tinha certeza que estava pateticamente corada.
-Sabe, acho que estamos fazendo as pazes agora - eu disse tentando ao máximo não parecer envergonhada ou boba. Seu rosto de rasgou em um largo sorriso, sua testa apoiada na minha.
-A é? - provocou-me. "Uhum" murmurei sorrindo para ele. Oh, Deus eu estava completamente apaixonada por ele e estava gostando disso. Ele manteve os olhos nos meus enquanto tirava meus pés dos chão, envolvi meus braços em seu pescoço para me sustentar. Minhas pernas foram puxadas ao redor de seu quadril. Ganhei alguns beijos estalados enquanto me carregava escada acima, demorou uma eternidade até que finalmente reconheci seu quarto. Ele fechou a porta atrás de nós, mesmo sem necessidade, então senti o lençol gelado de sua cama sob minhas costas. Ele me olhou durante todo tempo, talvez esperando algum sinal de dúvida em mim. Eu sorri um pouco acariciando seus cabelos sedosos, ele suspirou soltando o peso sobre mim.
-Eu poderia passar horas assim com você fazendo isso.
-Nós podemos se quiser... - puxei seu rosto para o meu para um rápido beijo.
-Nah - ele balançou a cabeça quase divertido - Eu sei que disse que deixaria você cuidar de mim, mas hoje sou eu quem vai cuidar de você. - falou arrastando os lábios nos meus.
-Oh!
-Esta de acordo com isso? - perguntou sedutor, mas eu sabia que ele queria o sinal verde para continuar. Nós éramos adultos, se continuássemos daqui não pararíamos. Eu sabia disso, mas estava começando a me assustar um pouco. Não que eu fosse totalmente virgem, tecnicamente eu era virgem, mas já tinha tidos algumas experiências consideradas sexuais, apenas não havia ido de fato até o fim. Porém agora era diferente, eu estava apaixonada, eu estava quase cem por cento segura de que era Edward, tudo o que eu queria daqui pra frente era com ele. Eu só podia imaginar com ele.
-Sou toda sua - disse baixo, sem acreditar que eu realmente tinha dito aquilo. Ele suspirou pesadamente.
-Diga de novo... - pressionou-se contra mim. Prendi um gemido em minha garganta, que insistiu em sair como um som estrangulado, eu tinha certeza de estar assumindo um tom de pimentão.
-Sou toda sua. - consegui dizer.
-Só minha - declarou antes de voltar a atacar meus lábios, com gentileza e intensidade. Doçura e desejo, tudo me invadindo ao mesmo tempo, me tirando o fôlego. Suas mãos invadiram minha blusa, queimando rastros em minha pele que implorava mais e mais por seu toque. Arqueei as costas enquanto ele puxou a blusa cobre minha cabeça, estava sendo tão gentil e cuidadoso. Eu nem poderia acreditar, tudo parecia um sonho, tão perfeito quanto um. Ele arrastou os olhos por meu corpo, umedecendo os lábios com a língua. Oh. Eu estava envergonhada e maravilhada ao mesmo tempo, esse homem não podia ser real. Não com toda essa beleza. Corri minhas mãos em suas laterais agarrando a barra de sua blusa, ansiosa para ter mais de sua pele. Afastou-se minimamente levantando o braço para que eu puxasse seu caminho para cima.
A sim, sua pele brilhou com a fraca iluminação. Os braços definidos e o peitoral estufado, o abdômen descia reto até o cos da calça. Depois de seu umbigo uma fina linha de pelos se formava e desaparecia sob a calça, a que homem. Puxei-me em seu pescoço até que estava ajoelhada na cama assim como ele, capturando seus lábios nos meus. Ele me agarrou, apertando-se ao meu redor. Eu estava ansiosa para beijar cada parte de seu corpo, de sentir e tocar. Minhas mãos trabalhavam em suas costas nuas, meus lábios em seu pescoço, ombros, tórax, eu beijava e sugava assim como ele havia feito e o som que saia de seus lábios me fazia tremer. Seu perfume maravilhoso me inundava enquanto eu saboreava sua pele. Ele me empurrou sobre a cama de novo descendo os lábios até os meus, seus dedos enroscando no fecho de minha calça, me fazendo perder o ar.
-Prometo ir com calma - ele sussurrou espalhando beijinhos em meu pescoço, ombros, entre os meus seios. Meu corpo arqueou involuntário para ele, enquanto sua língua trabalhava na parte descoberta pelo sutiã, seus dedos ágeis soltaram rapidamente a primeira parte do fecho. Eu o impedi que tirasse à tempo, olhando-o envergonhada.
-O que foi? - me olhou confuso.
-De sutiã - falei fraca. Eu tinha minhas muitas inseguranças, a pior delas era sobre os meus seios e seu tamanho.
-Você não precisa ter vergonha - disse rouco, levantando meu corpo com um braço. Outros beijos estalados em meus lábios, ele sorriu - Eu não sei se mencionei antes, mas estou apaixonado por você - os olhos nos meus, meu coração saltitando e as milhares de borboletas dançando ai mais em meu estômago - Por isso, tudo em você é completamente perfeito para mim - o olhar sedutor estava de volta, os dedos arrastaram leves em minhas costas fazendo com que eu tremesse em seus braços, o ultimo fecho do sutiã foi solto e as alças escorregaram em meus ombros, puxei forte o ar desviando de seus olhos. Ele deixou que nossos corpos caíssem sobre a cama, as mãos massageando minhas laterais, suas pernas entre as minhas, seu membro pressionado no lugar certo, empurrando e pressionando sobre a calça. Os lábios em meus ouvidos.
-Olhe pra mim, baby - pediu, melhor ordenou. Levantei a cabeça para que pudesse encara-lo, um mar de luxúria me arrastando para dentro de seus olhos, ele beijou cada pequena parte até o centro de meus seios. Seus longos dedos arrastaram minha pele até meus seios, ele os agarrou com um grunhido, o gemido que estava preso saiu descontrolado de minha garganta e tive que forçar meus olhos para que ficassem abertos, para não perder sua língua se arrastando até meu seio esquerdo. Provando meu mamilo, sugando e mordiscando. Agarrei seus cabelos em aprovação.
-Eles são perfeitos - disse voltando a sugar meus lábio, ainda massageando meus mamilos com seus dedos dos céus. Minha calça foi arrancada para fora seguida da calcinha. - Tão linda! - disse ele. Seus toques e beijos não pararam, nós continuamos nisso por muito tempo, lábios sugando e mordiscando sensualmente. Eu ficava impossivelmente mais excitada a cada toque seu, seu corpo deixou o meu por um segundo para que ele tirasse a calça, quando eu fui para ajuda-lo com sua boxer me impediu. Balançou a cabeça divertido e voltou a se instalar sobre minhas pernas. - Não vai ser sobre mim - pressionou-se no lugar onde eu mais o queria, eu quase gritei. Seus lábios voltaram a me explorar, percorrendo cada centímetro do meu corpo, ele não se deteve em minha barriga, sua boca se arrastou corpo abaixo, minhas pernas se abriram para ele. Ele beijou a parte interna de minhas cochas, demorando uma eternidade em casa uma. A essa altura eu era uma confusão de gemidos, suspiros, receios e vergonha. Ele deitou o corpo por completo na cama, a cabeça no meio e as mãos agarrado minhas pernas por baixo. Seus olhos focaram nos meus, sorriu torto.
-Você não tem ideia de como a visão daqui é linda - sua cabeça volta a abaixar, um rosnado surgiu em sua garganta ele encarava meu sexo de frente, sua língua saiu umedecendo seus lábios avermelhados por nossos beijos. Minha cabeça se esqueceu de como se respirava e tudo em que eu poderia me concentrar era em Edward me devorando com os olhos.
-Ó sim! - ouvi um gemido atrás do outro, seus lábios estavam em mim, sua língua brincando com meu centro pulsante. -Ó - outro gemido, sim para cima e para baixo, um lado e outro, sugando-me. Os gemidos eram meus, eu estava gritando sem controle. Mas o que? Um dedo me penetrou, incomodando e doendo um pouco. Mas ele era paciente e o moveu devagar até que se tornou tão bom quanto seus lábios que voltaram a me devorar, outro dedo. Eu estava indo à loucura, nunca havia sentido tanto prazer de uma só vez. Forcei a cabeça para que continuasse à olha-lo, seus olhos brilharam segurando os meus. Ele se tornou mais rápido, meu corpo arqueando sem controle, minha virilha empurrando para ele. Agarrei sua cabeça para que não saísse do lugar, tentando controlar minhas pernas que insistiam em se fechar. Um de seus braços as manteve aberta. - Edward! - gritei seu nome, minha cabeça se chocou com o travesseiro. Empurrei-me uma última vez para ele antes de meu corpo cair tremulo, minhas pernas estavam balançando e minha barriga puxava para dentro enquanto eu tentava respirar. Fechei meus olhos forte agarrando o lençol a minha volta, não podia ouvir meus gritos nem os gemidos dele, só meu coração batendo tão rápido que achei que iria morrer. Morrer de prazer. Depois de alguns segundo meu corpo parou de tremer e meus músculos relaxaram. O ar voltou aos meus pulmões e eu respirava como se tivesse corrido uma maratona. Edward fez seu caminho para cima traçando beijos que me fizeram tremer um pouco. Eu sorria bobamente para ele, seus olhos brilharam.
-Como se sente? - beijou-me nos lábios. Eu não podia falar, não ainda. Balancei a cabeça positivamente devagar, ele sorriu largo - Bom, bom - atacou meus lábios com urgência, tirando-me o pouco de fôlego que ainda restava. Ficamos nos beijando até eu estava completamente recuperada. Envolvi sua cintura e ou puxei para mim, ele aceitou de imediato se instalando entre minhas pernas. Arrastei meus dedos em suas costas até alcançar sua boxer e a empurrei para baixo, ele sorriu entro o beijo levantando um pouco o corpo e terminando de arrancar o único tecido que havia entre nós. - Você não sabe o quanto espero por isso - disse mordiscando meu ombro. Me mexi embaixo dele alcançando seu membro duro, envolvi minha mão ao seu redor, ele gemeu, subi e desci devagar, pressionando o dedos no topo e voltando para baixo. Ele rosnou parando minha mão com a sua - Está pronta agora?
-Sim - sussurrei. Levantei um pouco as pernas até que ele estava completamente acomodado entre ela. Ele balançou o quadril, roçando seu sexo no meu algumas vezes. Apoiou o peso em seus cotovelos e deslizou lentamente para dentro de mim. Ele estava ofegante me fazendo imaginar o quanto era difícil para ele manter todo esse controle, tudo por mim. Amassei o lençol em minhas mãos e mordi o lábio inferior tentando evitar qualquer barulho de dor quando ele terminou todo seu caminho para dentro. Ardência consumiu meu interior e eu gemi de dor. Ele ficou lá parado, gemendo com a cabeça enfiada no travesseiro, tempo depois puxou devagar para fora e empurrou seu quadril de novo, devagar. Outro gemido me escapou. Sua cabeça levantou do espaço no meu pescoço e ele me encarou - Te machuquei? - sua mão estava acariciando minha cabeça agora.
-Estou bem - murmurei para tranquiliza-lo. Envolvi seu pescoço com as mãos e o trouxe para baixo, ele me beijou deliciosamente como todas as vezes. Outro movimento com os quadris, rosnou mordendo meus lábios. Ele manteve o ritmo calmo de vagar enquanto entrava e saia de mim, eu sabia que na primeira nenhum prazer que sentisse se compararia ao que seus lábios haviam me proporcionado, mas não me incomodava mais, ele me preenchia perfeitamente, nem mais nem menos. Seus rosnados se tornaram mais altos, seus dentes deixaram meus lábios e trabalharam mordendo qualquer parte entre meus pescoço e ombro, suas mordidas estavam fortes e eu sabia que ele estava perto. Ele saiu uma última vez, envolvi seu membro com a mão apertando e fazendo os mesmo movimentos, ele empurrou seu quadril para mim até que seu líquido escorreu em meus dedos. Seu corpo caiu cansado sobre mim, o rosto suado afundando em meu pescoço. Segundos depois rolou para o lado e se esticou alcançando a mesa de cabeceira, envolveu minha mão e a limpou com um papel toalha após descarta-lo ele voltou para mim acariciando minhas bochechas e sorrindo. Ficamos alguns bons minutos nos acariciando e contemplando, nos olhando sem falar nada. Minha pálpebras estavam começando a ficar a ficar pesada, então ele me puxou para cima arrancado o primeiro lençol da cama e jogando longe, estava manchado de sangue. Eu lutei contra minha pele corando de vergonha. Quando ele se levantou para pegar o cobertor me deu um privilegiada vista de seu bumbum perfeitamente redondo, até suas costas pareciam ter saído de um ensaio fotográfico da Dior ou sei lá. Virou-se para mim, caminhando despreocupado com a sua nudez. O. Que. Era. Aquilo? Tenho certeza de estar parecendo assustada como uma idiota, por que ele esta sorrindo todo presunçoso para mim, chegou até a cama e atirou o cobertor em meus pés.
-O que? - disse fingindo falsa inocência.
-Como... Coube? - eram duas perguntas que não foram formadas direito.
-Não tudo, baby - declarou dando de ombros, como se dissesse algo simples, eu ri nervosa, por que nenhum dia aquilo caberia tudo em ninguém. Ele se jogou na cama, pegando-me pela cintura e me virando para ele depositando um doce beijo no topo da minha cabeça. Seus braços me envolveram por completo e ele nos cobriu com o cobertor.
-Agora pode voltar ao meu cabelo? - pediu fazendo beicinho. Eu sorri largamente para aquela criança à minha frente.
-Você gosta, huh?
-Eu amo - ele sussurrou me aninhando mais em seus braços, sorri bobamente em seu peito, voltando à acariciar seus cabelos macios. Assim ficamos agarrados um ao outro até cair no sono.
_T_T_T_T_T_T_T_T_T_T_T_T_T_T_T_T_T_T_T
N/A: Finalmente consegui, amém! Amores me desculpem, estava totalmente sem criatividade para esse capítulo, fiquei acordada até as três da manhã tentando fazer alguma coisa que não fosse uma Bella chorona (haha). Acho que consegui, estava muito ansiosa pra escrever capítulos dos dois juntos de verdade. E ai o que acharam?
Beijinhos até o próximo.
