Nome: Negócios à parte
Autora: Delly black fenix
Tipo: Romance/ comédia
Censura: T
Ships: Edward / Bella
Criada em: 18 de dezembro de 2009
Resumo: É fácil nós escolhermos o que queremos quando temos que passar por cima das pessoas que mais amamos?
Capa: http:// picasaweb. google. com. br/miih .com /NegociosAParte #slideshow/ 5418033189762928546 (muito obrigada a Mih Brandon Cullen)
Disclaimer: Baseado nas obras de Stephanie Meyer e de Emelie Rose.
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CAPÍTULO OITO
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— O gângster está aí com você?
O coração de Bella parou de bater ao ouvir o som da voz profunda e rouca no telefone.
— Edward.
Bella se revirou na cama, apertando o lençol contra o peito e segurando o fone com tanta força que sua mão chegou a doer. Foi então que se lembrou da pergunta que ele havia feito.
— Isso não é da sua conta.
— Você está sozinha.
— Não foi isso o que eu disse. — Ela olhou para o relógio de cabeceira. — Já é meia-noite. Por que foi que você ligou?
— Para dizer que você estava linda essa noite.
Ela ficou tão desconcertada que quase deixou o fone cair.
— Obrigada. Lauren também estava muito bonita — disse ela, encolhendo-se ao perceber a nota de ciúme na voz.
— É mesmo? Nem reparei.
Ela queria acreditar nele, mas o fato é que ele tinha saído com uma mulher que fora suficientemente sem-vergonha para lhe passar seu telefone praticamente na cara de Bella.
— Você não deveria ter ligado, Edward.
— Queria que eu lhe dissesse o quanto você estava bonita, ali mesmo, no jantar, com o seu cão de guarda pronto para me atacar?
— Você andou bebendo?
— Eu não tomei uma gota de álcool além daquele vinho péssimo do jantar, mas não consegui dormir.
Bella conhecia a sensação.
— Então decidiu me ligar e me acordar também?
— Você estava dormindo?
Seria melhor mentir e dizer que estava sonhando com os anjos, mas não foi o que ela fez.
— Não.
Ela se enfiou novamente sob as cobertas e deitou a cabeça sobre o travesseiro. Sabia que não devia perguntar, mas pelo jeito, sua boca não estava obedecendo aos comandos do seu cérebro.
— Por que é que você não conseguiu dormir?
O som de sua respiração pesada e o farfalhar dos lençóis atravessou a linha telefônica e chegou até os ouvidos de Bella. Ela fechou os olhos e o imaginou nu, ajoelhado sobre ela em sua cama enorme. Decidiu acender o abajur. Se continuasse a ouvir a voz aveludada de Edward na escuridão do quarto, lembrando dele daquela maneira, certamente não conseguiria adormecer nunca mais.
— Eu não consegui dormir porque estava pensado em você. Pensando na tarde de segunda-feira.
Seu coração ia acabar sofrendo danos irreparáveis de tanto bater com força. Ela se agarrou aos lençóis e mordeu o lábio.
— Foi bom.
— Bom? — Ele quase engasgou, sem acreditar. — Foi muito mais do que isso. Foi fabuloso.
Ela sorriu.
— É um termo bem mais apropriado.
— Incrível. Estupendo. Fenomenal. É uma pena que não vá acontecer mais.
O sorriso de Bella desapareceu com a seriedade e a veracidade contidas na afirmação.
— Nós não podemos.
— Eu sei, mas não tenho de gostar disso.
Nem ela.
— Não.
Houve um momento de silêncio e, então, ele disse:
— Boa noite Isabella. Sonhe com os anjos.
— Você também.
Ela apagou a luz e se virou de lado, sem conter um sorriso. Essa foi a primeira vez que Edward a telefonou, mas vê-lo novamente estava fora de cogitação. Seu pai, certamente, iria querer que ela arrancasse dele informações a respeito da Editora Volturi, e ela não tinha coragem para fazer esse jogo duplo.
Ela não podia continuar decepcionando o pai. Havia feito de tudo para ser a filha e a funcionária ideal que ele queria, mas fracassara. Bella sabia que tinha uma dívida com o pai por tê-la aceito em sua casa, mesmo a contragosto, depois de seu padrasto ter pulado em sua cama, oferecendo-se para não deixá-la sozinha enquanto sua mãe estava fora da cidade.
Ângela revelara o terrível segredo a seu pai a portas fechadas, em seu escritório, mas Bella pôde ouvir seu grito do lado de fora.
— O que é que eu vou fazer com uma adolescente em casa?
Ela não ouviu mais nada, até algumas horas depois, quando sua mãe entrou enfurecida no escritório de Charlie Swan e jogou as coisas de Bella no chão.
— Olhe só o que você fez com suas mentiras! — disse ela, enfurecida, para a filha. E foi embora.
Renne Swan não quisera ouvir a versão de Bella, optando simplesmente por acreditar na de seu jovem marido. Ele alegava que Bella o havia convidado a entrar em seu quarto e que andava flertando com ele havia semanas.
Ao fim de tudo, Bella acabou com uma mãe que não a queria mais por perto e um pai que nunca a havia querido realmente.
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No próximo Capítulo:
— Eu lhe dei uma ordem direta, Isabella. Você conhece Edward Cullen. Use-o como seu contato lá dentro.
— Vou ver o que consigo descobrir.
N/A:
Obrigada a Ana Krol, loli, marinapz4, Janice e MaCullenSalvatoreBelikov pelos comentários.
Desculpem-me por ter demorado com o capítulo de ontem, mas eu estava viajando. Eu sei que os capítulos estão pequeninos, mas me dêem um desconto: eu posto todos os dias – agora de novo. E eu já tenho uma previsão de quando a fic vai acabar, mas não vou relatar isso agora porque não importa "quando" e sim "como", certo?
~° delly °~
p.s.: não esqueçam de olhar a ficha técnica.
p.s.s.: meu twitter é (arroba)marauthers e do fan clube é (arroba)_weareparamore se vocês quiserem seguir me manda um mention que eu te sigo de volta, ok?
A fic tem cerca de 500 leitores assiduos, mas quase ninguém comenta. Por favor me dê uma forcinha... Os reviews anônimos estão liberados!
