POV Thalia

Estava me divertindo com as meninas, conversando e dançando. Até que me dá uma vontade extrema de ir ao banheiro. Fui, e na hora de voltar já não acho mais Sam e Clarisse. Pelos deuses, onde essas meninas foram? Fico uns dez minutos procurando, e nada. Me estresso com isso, e vou ao bar e tomo dois copos de sei la o que era.

Volto a procurar elas, mas o que eu encontro é um Nico caído no chão, muito embriagado. Fico preocupada com ele, se continuar nesse lugar vai ser pisoteado.

– Nico você está bem? – pergunto erguendo as mãos para ajuda-lo a levantar e ele só ri. Ele realmente está muito bêbado, penso. – Vou te levar para um quarto no outro andar, tudo bem? – digo preocupada e ele assente sorrindo. O sorriso dele era muito bonito.

Ele apoia em mim para subir as escadas, e finalmente chegamos no segundo andar. Ouço vozes conhecidas vindo de um outro quarto mas não tenho tempo para descobrir de quem é.

Seguimos para um quarto vazio e falo para ele se sentar na cama e ele me obedece.

POV Nico

Thalia me deixa em um quarto vazio no andar de cima. Cara, essa é a minha chance! Acho que os Deuses torcem por mim, penso rindo. Me levanto e me aproximo dela, fazendo um bico engraçado para tentar beija-la e ela me empurra de volta para a cama, emburrada.

– Por que não? Thalia eu te amo tanto… – digo com os olhos marejados. (N/A: O Nico fica sentimental bêbado, que bonitinho.)

Ela balança a cabeça. – Não Nico, você está bêbado. Não sabe o que está dizendo. – diz com uma certa tristeza no tom de voz e eu não entendo o motivo.

– Eu estou bêbado, não louco! Eu sei bem o que eu sinto. – digo e ela fica me encarando escarlate. É agora. – Eu sei que você me quer. – digo sorrindo maliciosamente e me arrependo na mesma hora. Ficou parecendo que eu sou convencido, embora eu seja normalmente mas nesse caso eu sou bastante inseguro.

Depois de um tempo, a expressão dela de vergonha muda para raiva. Ela me preensa na parede com uma expressão um tanto agressiva. Uma palavra: FODEU. Ela vai me bater.

Fica me encarando por um tempo, prende os meus braços com suas mãos e me beija ferozmente. Eu não poderia ter mais sorte, penso, e retribuo com uma intensidade ainda maior.

Continuamos beijando feito selvagens, enquanto a empurro rapidamente até que ela desaba na cama. Ela me olha maliciosamente e arranca a minha blusa, distribuindo beijos sobre o meu peitoral.

Quando finalmente a minha consciência volta, vejo que já estamos apenas de roupas íntimas e eu olho para ela e hesito.

– Eu… me desculpa. – digo suplicando para ela. Eu acho que se fizermos isso não valerá a pena, pois amanhã ela irá me odiar profundamente por usar ela. Afinal ela também não estava em um estado sóbrio.

POV Thalia

Nico me pede desculpas e eu fico confusa. Por que está pedindo desculpa? Não é como se ele estivesse fazendo algo errado, afinal eu estou aqui por vontade própria, coro um pouco ao pensar nisso.

– Tarde demais para isso. Só… continue tudo bem? – digo e ele assente exasperado.

Ele beija ao redor do meu pescoço e depois morde a minha orelha. Gemo baixinho, e ele ri. Suas mãos se deslizam pelo o meu corpo. Pela barriga, pela cintura, pela cocha… Ele pressiona sua ereção ainda usando cueca sobre a minha calcinha e eu gemo novamente.

– Por favor… – suplico, mas ele não tira a maldita cueca.

– Esperei tanto por esse momento… – ele sussurra em meu ouvindo e retira o meu sutiã e a minha calcinha.

Desliza as suas mãos pelo meus seios e começa a massageá-los não muito forte. Pressiono os meus seios contra suas mãos, deixando meus mamilos sensíveis. Ele se entretém com eles apenas por alguns minutos.

Volta a sua atenção aos meus lábios e o beija, pressionando sua língua e explorando cada parte possível da minha boca. Aos poucos ele vai descendo o beijo pelo meu corpo. O pescoço, os seios, a barriga. Até que chega em meu sexo. O observa maravilhado, e de repente sinto sua língua em meu clítoris. Grito alto, saboreando o prazer do momento, e Nico para. Maldito bastardo, por que parou? E então percebo o motivo: ele estava me provocando. E agora era a minha vez.

Arranco sua cueca num segundo e olho para o seu membro ereto. Tão grande… Me inclino, colocando os meus lábios ao redor de seu membro e o chupo, deslizando a língua.

– Porra Thalia. – geme e eu continuo chupando o mais forte possível.

Movo minha boca para baixo, empurrando a maior parte possíve dele para a minha boca. Está muito duro e ele começa a gemer, me deixando satisfeita. Estou jogando o jogo dele muito bem, pelo que parece.

Vou pressionando a minha boca mais e mais, utilizando minha língua para tampar meus dentes.

– Thalia, eu vou gozar. – me avisa e eu paro, o encarando.

Ele me deita na cama com um empurrão, e eu abro as minhas pernas. Ele coloca a ponta de seu membro na entrada do meu sexo e então me penetra.

– Ahhh. – eu gemo.

– Tão apertada… – Murmura. Ele retrocede e penetra, fazendo isso diversas vezes aumentando a velocidade. Levo minhas mãos até suas largas costas e a aperto forte, arranhando e provavelmente vai deixar as marcas por alguns dias.

Ele urra de prazer e temos um orgasmo ao mesmo tempo. Estamos cansados e deitamos um do lado do outro, ofegantes.

Foi realmente uma boa festa. Penso, antes de cair no sono com um sorriso brotado em meus lábios.