-Disclaimer Inuyasha pertence a Rumiko-sense, faço essa fic apenas por diversão.
-Disclaimer Um Golpe de Cupido pertence a Jo leigh , eu fiz uma pequena adaptação apenas por diversão e por que gostei da historia.
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Um Golpe de Cupido
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Capitulo IX – Outro dia... mais loucuras...
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Sesshoumaru dormira até depois da hora do café. Não estava em sua sala na empresa quando Miroku batera na porta. Não fora o primeiro a chagar ao escritório e não se encontrava lá quando Jakotsu Toyamichi ligara do Japão.
Eram nove e quinze, e ele jamais acordara tão tarde. Não era para menos: só conseguira pegar no sono às seis da manhã.
Kaede já devia ter chegado, será que encontrara Rin?
Durante o banho, Sesshoumaru se sentiu de novo envolvido pelos problemas que haviam alterado tão profundamente a rotina de sua vida. Será que Rin já acordara? Será que se lembrava de como se comportara no dia anterior? Se lembrasse, haveria de estar envergonhadíssima, ele teria de convencê-la de que aquilo não tivera importância alguma, que a culpa havia sido amnésia. Mas como explicar os beijos selvagens que dera em Rin? Hakudoushi. Ele ligaria para Hakudoushi e lhe pediria para vir. O amigo saberia como fazê-la entender tudo aquilo.
Preocupado, Sesshoumaru terminou rapidamente o banho, enxugou-se às pressas e saiu do banho, a barba teria de esperar para ser feita mais tarde.
E se Rin ainda não se lembrasse de nada e continuasse a pensar que era Kagura? Ele não podia passar mais um dia tomando conta dela, tinha de ir para o escritório trabalhar.
Kaede. Kaede era uma mulher sensível e compreensiva, Sesshoumaru lhe pediria para cuidar de Rin.
Ao entrar em seu closet e tentando não se estressar diante da "arrumação" que Rin fizera, ele se perguntou que destino dar às roupas que ele comprara. Talvez pudesse devolvê-las à loja. Ou talvez o melhor fosse deixá-la ficar com elas, afinal, não podiam ter custado assim tão caro.
Sesshoumaru vestiu-se em tempo recorde, maldizendo o fato de ter de usar uma camisa amarrotada, depois saiu da suíte para avaliar a situação.
Não encontrou ninguém no corredor, e foi espiar pela porta aberta do quarto de hóspedes. Rin não se encontrava lá, e a cama estava arrumada.
Ele atravessou o corredor e entrou na sala. Então, antes mesmo de ir procurar na cozinha, ouviu a conversa que vinha de lá. Eram duas vozes femininas, uma mais madura e calma, a outra mais jovem e animada. Mas quem ele iria encontrar lá, batendo papo com a governanta? Rin ou Kagura?
Ao se aproxima da cozinha a primeira pessoa que Sesshoumaru viu foi Kaede, de pé junto à pia e com uma xícara de café na mão. E com um largo sorriso nos lábios, coisa que ele jamais vira antes.
Sesshoumaru deteve-se por um instante. Talvez a providência mais inteligente a tomar fosse simplesmente ir embora, sair correndo daquele apartamento e chamar Hakudoushi para vir dar um jeito naquela confusão.
Mas não, não podia fazer isso. O que era ele, afinal de contar? Um youkai poderoso ou um saco de batatas?
Por fim entrou na cozinha e...
- E então, Sesshoumaru, vai ficar parado aí o dia todo ou vem me dar um beijo de bom-dia?
- Eu... Ah... – Sesshoumaru não sabia o que responder, mas sua dúvida desapareceu: era evidente que Rin ainda não recuperara a memória. Ainda bem, entretanto, que não estava mais usando a calcinha e a camiseta regata da noite anterior. Vestia novamente uma calça jeans e, dessa vez, em lugar da blusinha curta, preferira uma camiseta também branca, porém larga e comprida.
- Ora, ora... – suspirou ela, aproximando-se dele. – Você primeiro dorme demais, depois fica olhando para mim como se eu fosse um fantasma. O que foi, Sesshy? Será que pegou um resfriado?
- Não foi nada, estou muito bem.
- Ótimo. Então não corro risco nenhum se lhe desejar bom-dia como se deve.
Rin tomou o rosto dele entre as mãos e beijou-o na boca. Mas que "beijo de bom-dia", que nada, foi, isso sim, mais uma daquelas explosões de sensualidade que o deixava totalmente desnorteado.
Como seria de esperar, os hormônios de Sesshoumaru reagiram. Ainda mais porque, como se não bastasse o beijo, ela colou o corpo ao dele, fazendo pressão no local mais sensível de todos.
Sesshoumaru queria afastá-la de si. Quando a segurou pelos ombros, porém em vez de empurrá-la, abraçou-a ainda com mais força,esmagando-lhe os lábios com redobrada energia.
- Puxa... E eu pensava que já tinha visto de tudo na vida!
Ao som da voz perplexa de Kaede, Sesshoumaru finalmente se afastou de Rin, sentindo o rosto arder de vergonha.
Rin olhou para ele, depois para a governanta. E então deu de ombros e sorriu, como se as duas estivessem partilhando algum segredinho.
- Desculpe-me, Kagura – disse Sesshoumaru, lembrando-se a tempo de chamá-la delo nome correto -, mas eu estou atrasado para o trabalho.
- Ah, Sesshy, deixe disso. Você fica lindo desse jeito...
- Escute, eu...
- Pelo menos tome o seu café da manhã – interrompeu-o Rin. – Kaede-san preparou uma fritada maravilhosa!
Fritada? O que dera na cabeça da governanta? Kaede sabia muito bem o que ele gostava de comer no desjejum.
A mulher provavelmente percebera que o deixara contrariado, pois se voltou para a pia e começou a lavar uma xícara que, ele notou, já estava limpa. A mesa se achava posta, mas o jornal não se achava em seu devido lugar.
- Onde está meu... – Sesshoumaru tentou perguntar, mas Rin saiu correndo, voltou dali a alguns segundos e colocou o Times ao lado da xícara dele.
- Está melhor assim? – perguntou ela com um sorriso.
- Bem melhor, obrigado.
- Ótimo. Mas será que posso lhe pedir uma coisa?
- Sim, o que é?
- Será que você se importaria de ler o jornal mais tarde? Nós dois precisamos conversar.
Às costas de Sesshoumaru, Kaede deu uma tossidela. Mas não foi uma tosse de verdade, foi, isso sim, uma forma de disfarçar uma risada.
- Precisamos conversar sobre o quê? – perguntou ele.
- Ora, sobre o casamento. Por acaso acha que as coisas vão acontecer por mágica? Temos que fazer nossos planos.
Sesshoumaru abriu a boca para falar, e então percebeu que não fazia a menor idéia do que dizer.
- Pode me dar licença um segundo? – pediu por fim, em tom constrangido.
- Claro... – concordou Rin, estranhando aquele comportamento.
- Preciso dar um telefonema rápido e volto já. Pode servir meu café enquanto isso?
- Com certeza, querido.
Ele girou nos calcanhares e foi correndo para o quarto.
Hakudoushi.
Sesshoumaru precisava de privacidade para fazer aquela ligação. Não apenar para que Rin não ouvisse a conversa, mas também porque ele pretendia dizer ao seu melhor amigo algumas verdades que ninguém podia ouvir.
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- Ele não é uma gracinha? – perguntou Rin.
- Ah, sim – concordou a governanta -, o sr. Warren é uma ótima pessoa.
Kaede chegara às seis e meia, e tentara insistentemente convencer "Kagura" a acordar Sesshoumaru, ela, porém, não de deixara persuadir. O coitado precisava dormir, explicara: o dia anterior havia sido muito cheio de emoções e muito cansativo para ambos.
- Puxa – disse Kaede -, estou admirada até agora. Do jeito como ele a descreveu, imaginei que você era uma pessoa completamente diferente.
- O que foi que Sesshy disse? – perguntou Rin.
- Disse que você era sensata, boa anfitriã... O sr. Warren nunca mencionou esse seu sorriso de menina, esse seu jeitinho...
- E quando foi que Sesshy me descreveu para você?
Kaede ficou ligeiramente ruborizada.
- Bem, ele não a descreveu exatamente para mim. – explicou em tom meio sem graça.- Eu estava fazendo a faxina e o ouvi conversando com o dr. Hakudoushi pelo telefone.
- Ah, sim. E você vem trabalhar todos os dias?
- De segunda a sexta.
- Para fazer faxina e o que mais?
- Também para cozinhar, fazer compras no supermercado, ir buscar as roupas dele na lavanderia.. Essas coisas.
- Coisas que deveriam ser feitas por uma esposa... – disse Rin com ar pensativo.
- Pois é – concordou Kaede. – E agora imagino que vou ter de sair por aí procurando outro emprego.
- Ora, por quê?
- Porque vocês vão se casar e não precisarão mais de mim.
- Ora, Kaede, deixe disso! Você já faz parte da família. É claro que vamos continuar precisando de você, sobretudo quando os bebês começarem a chagar.
- Bebês? –perguntou Sesshoumaru, que acabava de entrar. – Que bebês?
- Venha se sentar, querido – pediu Rin. – Coma antes que esfrie.
- Não estou com fome.
- Ah, não? – perguntou ela com uma risada, sentando-se na cadeira junto à dele. – Pois espere só até experimentar esta fritada.
Sesshoumaru sentou-se de má vontade e apanhou o garfo. Rin não disse uma única palavra até que ele finalmente levou à boca um pedaço da fritada de ovos, queijo, bacon e cogumelos, mastigou um pouco e acabou arregalando os olhos com uma expressão de grata surpresa.
- Nossa, mas que delícia... – murmurou Sesshoumaru de boca cheia.
- Eu não lhe disse?! – exclamou Rin em tom de triunfo.
- Disse, sim, só não me disse que bebês eram aqueles de quem estava falando.
- Os nossos, ora. Nossos filhos.
- Não temos filho nenhum, que eu saiba.
- Mas vamos ter. Eu quero no mínimo quatro, duas meninas e dois meninos.
- Quatro?! – Sesshoumaru engasgou-se com um bocado da fritada, e Kaede lhe deu tamanho tapa nas costas que o garfo dele saiu voando por cima da mesa.
- Uau! – exclamou Rin, caindo na risada e batendo palmas.
- Bem, chega – disse Sesshoumaru afastando sua cadeira, embora mal tivesse comido duas ou três garfadas. – Preciso sair para trabalhar.
- Mas você nem tocou no seu café e...
- Não, não, estou atrasadíssimo – ele a interrompeu, levantando-se com uma expressão séria no rosto. – Escute, Kagura, não quero que você saia de casa. Não ponha os pés na rua, está me ouvindo? Kaede vai ficar aqui com você e, depois que ela sair, não levarei mais de meia hora para chegar.
- E como você espera que eu organize um casamento ficando presa dentro de casa?
- É para isso que servem os telefones – retorquiu Sesshoumaru.
- Espere... – disse Rin. – Você tem computador? – E então se lembrou: - Ah, sim, há um laptop no seu quarto. Tudo bem, existe milhares de sitesna Internet sobre esse assunto. Só não entendo essa sua insistência para que eu não saia à rua. Já sou bem crescidinha, não acha?
- Eu sei por quê, lindinha – intrometeu-se Kaede lá da pia. – Com um galo desse tamanho na cabeça, o melhor é você não abusar e passar o dia em casa descansando.
Rin levou imediatamente a mão à testa, fazendo uma careta de dor.
- Puxa, é incrível que eu não me lembre como fiquei com este galo. Que coisa esquisita...
- Isso é perfeitamente natural, querida – garantiu a governanta. – Não se preocupe com isso e fique em casa sossegadinha mexendo no computador.
- Então está bem – concordou Rin voltando-se para Sesshoumaru. E, para sua surpresa, ele sorriu.
Que sorriso, o daquele homem... Seu rosto se iluminava, transformava-se completamente. Quando Sesshoumaru sorria, ela conseguia enxergar o menino que existia dentro dele, o garoto travesso em vez do empresário carrancudo.
Foi, porém, um sorriso efêmero: Sesshoumaru logo se recompôs e ajeitou a gravata escura.
- Kaede – disse, voltando-se para a governanta -, muito obrigada por cuidar de Kagura para mim, ouviu?
- Imagine, sr Warren, vai ser um prazer.
- Ah, e você poderia vir até o meu quarto por um minuto? Quero lhe mostrar a mancha que apareceu em uma das minhas camisas.
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Preocupado, Sesshoumaru olhou mais uma vez para a porta fechada, pois temia que a qualquer momento Rin a abrisse e entrasse na suíte. Ele tentara explicar a situação a Kaede, mas, ao final da explicação, ela parecia ter ficado mais confusa que antes.
- Quer dizer então que vocês não vão se casar?
- Não, Kaede, não vamos. Isso tudo é imaginação da coitada da moça.
- Mesmo assim o senhor quer que eu a ajude a organizar o casamento.
- Sim, isso mesmo.
- Certo... – fez a governanta. Sesshoumaru, porém, conheci-a suficientemente bem e sabia que o que Kaede de fato queria dizer era que ele estava agindo como um idiota.
- Olhe, Hakudoushi vai chegar daqui a mais ou menos uma hora. Vai conversar com Rin, descobrir por que ela ainda não se recuperou da amnésia e dessa fantasia toda que criou em sua mente. E aí você poderá perguntar a ele tudo o que quiser.
- Sim, senhor. É isso o que vou fazer.
- Muito obrigada, Kaede-san. –disse Sesshoumaru, dando-lhe uma palmadinha no ombro. – Eu sabia que podia contar com você.
O olhar que ela lhe dirigiu deixou claro, mais do que mil palavras, quanto ele estava errado.
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Próximo capitulo
Capítulo X – Sua sorte.
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Yo!! Como estão moças?! Deixe reviews por gentileza...
Olha mais um capitulo prontinho!! Ta curtinho, mas e melhor que nada, ne? espero que agrade a todos e não tenha nenhum erro.. se tiver alguma coisa errada por favor me avisem...e nos vemos no próximo final de semana! Se Kami-sama deixar... X.X
Agradecimentos as minhas lindas e clamorosas leitoras que deixaram reviews!! Amo vcs!! Bjs
pequena rin, Rukia-hime, Hanari, Individua do mal
Individua do mal: Mas eu não esqueci de vc!! e sou super grata que vc perca seu tempo lendo essa fic! ahsuhaushaushau o Sesshy ta agindo como uma virgenzinha, sim, mas é porque ele não quer se aproveitar da Rin, afinal ela ta "machucada" .. Ele como um bom cavalheiro não quer tirar vantagem disso.. mas espera só, quanto ele não agüentar mais essa situação o que ele vai fazer... rsrsrsrs
Hanari: pensa comigo Hanari-chan.. o Sesshy nunca chamou a Rin! Ele chamou a Kagura o que significa que ele não esta louco por não querer fazer nada com ela, só esta agindo como cavalheiro não se aproveitando ta situação... só não posso afirmar que ele continuara agindo como cavalheiro por muito tempo, afinal ele não e te ferro e são muitas as tentações... rsrsrs continua a acompanhar a fic ainda tem muita coisa pra acontecer.
Rukia-hime: haushausha pra dizer a verdade o Sesshy nem se lembra da Kagura, ele só se lembrou que namorava com ela e que terminaram sem mais nem menos... acho que ninguém percebeu que o Sesshy só ta agindo dessa forma por que não que se aproveitar da situação...e verdade a Rin não é assim atirada na verdade e bem tímida por causa das irmãs dela... o resultado disso tudo vc vai ter que esperar e continuar acompanhando a fic (acho que vou chorar já me disseram que era bom eu me benzer e agora tão dizendo que tenho que exorcizar meu pc... kami-sama eu só sou um "poucadinho" desastrada..)
pequena rin: A cena e realmente única... quem diria que o Sesshy poderia agir dessa forma... haushaushua continua acompanhando
