PROFECIA

Título: Profecía

Autora: Paula Moonlight

E-mail: paula (underline) sg13 (a) yahoo (ponto) com

Original: www. slasheaven .com/ viewstory. php?sid (igual) 13496

Tradutora: Allexa Black

Beta: Miyu Amamyia

Resumo: Uma nova profecia de Trewlawney fará que a luz e a escuridão lutem para ganhar o coração de Severus.

Cap 9: seguimos com algo de Gui e um Voldemort... algo violento.

Parejas: Severus / Vários

Classificação: NC-17 (M)

Advertências: slash (relação homem x homem), violação e grandes surpresas.

Disclaimer: Os personagens e o universo de Harry Potter são propriedade de J.K. Rowling, Scholastic & Editoras Associadas e Warner Brothers. Esta fanfic não possui fins lucrativos.

Isso é uma fic SLASH, S-L-A-S-H , então se não lê esse tipo de história essa é a hora de fechar essa janela.

BOA LEITURA!!!!!!!!!

POV Ponto de Vista.

Parcel

-Diálogo-

Ênfases ou lembranças

oOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOo

Capítulo 9: Ninguém toca a propriedade de Lorde Voldemort

POV Gui Weasley

Depois de me banhar, vestir e ordenar o quarto de Severus, como única ocupação ficou xeretar. Digo, de alguma forma tinha que me distrair de todos os maus presságios que tinha sobre Severus e Voldemort, e que melhor forma quê conhecer um pouco mais de Severus?

A habitação já a havia observado um pouco o dia anterior. Para surpresa de muitos, não era tão lúgubre como se podia esperar do temível professor de poções. O quarto estava decorado em tons terra, com uns toques de branco, dando um ambiente acolhedor, se não fosse pela excessiva ordem que Severus possuía, dando a impressão de que ninguém vivia ali. Parecia que tudo tinha seu lugar naquela habitação, a muralha que usava de biblioteca estava ordenada por tema e dentro de cada tema ordenada alfabeticamente, a chaminé quase não tinha fuligem e a madeira que usava para esta estava cuidadosamente apilhada a um lado; e a cama, antes de desfazê-la, estava pulcramente feita, como para fazer ricochetear uma moeda... Essa habitação me lembrava a de Percy.

E esse não era o único detalhe surpreendente. Ao contrário do seu escritório, na habitação não havia nenhuma poção a vista, excetuando algumas poucas que guardava no velador: uma para a dor de cabeça, uma para ressaca, uma para dormir sem sonhos, outra para efeitos pós-cruciatus e o lubrificante usado à noite. Assim que decidi investigar o closet.

Voltei a me surpreender.

Eu esperava encontrar os trajes negros que usava habitualmente, isso não seria estranho. O que não esperava é que seu closet estivesse composto unicamente deles. E obviamente tudo estava ordenado: as capas todas em um só lado, as calças em outro, os casacos e suéter em outro e abaixo as botas e sapatos. Todos eles negros, o único que ressaltava nesse closet era outra série de ordenadas camisas brancas.

Eu também gostava me vestir de preto, mas isso era uma exagero. Uma coisa era vestir de preto e outra que todas suas roupas fossem iguais (NT: Eu tenho um professor na faculdade que é igualzinho só usa calça jeans e camisa branca, ele diz que é pelo calor, mas sei lá!). Ou Severus odiava preocupar-se de minuciosidades, como eleger o quê colocar cada manhã e tinha escolhido vestir-se todos os dias igual ou tinha um péssimo gosto para vestir-se. Eu pensava pessoalmente que era essa última alternativa.

Eu não podia permitir que meu futuro noivo, tivesse tão mau gosto ao vestir-se. Era certo que o negro combinava muito bem com Severus, seus olhos, seu cabelo e sua personalidade, mas não era possível que não tivesse nem uma só túnica de festa.

Bem isso me dá algo com que entreter-me. Com um passe de varinha, encolhi o closet de Snape e o meti em meu bolso. Hoje irei almoçar com minha família, para o que planejo fazer necessitarei muita ajuda.

- Essas são as roupas de Snape! – gritou minha irmã em quanto aumentei o closet e o abri. Depois de almoçar lhe havia dito que tinha que mostrar algo em particular. Com certeza esperava algo mais divertido.

- Sim são... reconhecíveis em qualquer parte. Verdade?... e isso é o que me proponho trocar, não posso permitir que meu noivo vista assim todo o tempo.

- SNAPE É SEU NOIVO?! – gritou Gina a todo pulmão.

Se minha mãe não tinha escutado isso, seria um verdadeiro milagre.

- Bom, noivo... o que se chama noivo, ainda não... mas vamos por bom caminho.

- Pois se quer chegar a ser, sugiro que não toque suas roupas. Os sete anos que passei em Hogwarts o vi vestir-se igual e duvido que queira trocar de estilo a essas alturas.

- Pois por isso mesmo desejo fazê-lo. Severus necessita um câmbio, mas nunca fará, porque pensa que não o necessitava e que suas roupas estão bem tal como estão. Quando ver seu novo roupeiro e o provar, pensará melhor. Ademais, não penso fazer nada drástico.

Gina me olhava não muito convencida. Eu sabia que fazer isso me traria problemas com Severus, mas realmente ele não podia seguir vestindo assim e para trocar seu vestuário necessitava convencer a Gina disso. Eu sozinho não poderia fazê-lo.

Como boa família pobre, sabemos utilizar muito bem o pouco que se tem. Sobretudo Gina, que como qualquer garota com talento em transformações e encantos, sabe como transformar o mesmo vestido em 10 versões diferentes para 10 encontros diferentes. Nem sequer mamãe podia superá-la e era justo o talento que nesses momentos necessitava para dar um novo look para Snape.

- Bom, como queira, não é a mim a quem vai chutar o traseiro. O que planeja fazer?

- Lembra o feitiço que usou no seu vestido de graduação?

- Usei muitos, especifica.

- Esse em que quando lhe dá a luz tem um certo brilho em outra cor, como se a destruição fosse azul tornassol.

- Oh sim! Esse é um efeito muito bonito... Em que o aplicaremos? Nas capas?

- E também nas calças e nos casacos, para que façam jogo. Poderia ser reflexos azuis, violetas, verdes... e talvez um prateado ou chumbo metalizado.

Assim Gina foi trabalhando até deixar uma de cada cor e o resto decidimos deixá-las negras.

- Mmm... mas temos que fazer algo com o resto – disse.

- Acho que pelo seu bem, seria bom que essa metade do guarda-roupa ficasse como está ou Snape praticara muitos feitiços sobre você.

- Não exagere Gina... Oh já sei! Podemos colocar certos detalhes como botões mais elegantes ou bordados no colarinho e punhos.

- Isso não é má idéia.

- E também elimina alguns botões!... tem muitos – disse pensando em quanto demorei em tirá-los a noite anterior.

Gina começou a trabalhar e admirei a habilidade da minha irmãzinha. Pôs alguns bordados na borda das capas e os botões simples e negros, passaram a ser prateados e dourados com figuras de dragões, serpentes, unicórnios, pegásus e hipogrifos e outros com desenhos abstratos, runas ou símbolos chineses.

- Acho que com as camisas deveríamos fazer o mesmo. Quer dizer, só agregar uns bordados no colarinho e punhos e talvez trocar os botões... o branco combina com tudo – sugeria minha irmã.

- Está bem, já lhe comprarei alguma camisa nova quando tenha possibilidade.

- Gina, Gui a janta está servida! – se escutou dizer a voz da minha mãe.

Já era hora do jantar?

- Já baixamos mamãe! – disse minha irmã, voltamos o closet a seu tamanho normal e descemos.

Ao chegar ao andar de baixo o esquisito aroma da comida da mamãe me invadiu.

- A tarde passou voando – disse ao chegar à cozinha. – Já deveria estar em Hogwarts.

- Porquê? – perguntou mamãe.

- Bom é tarde, tenho tarefas que corrigir...

- Nada que não pode fazer amanhã – disse mamãe. – Faz muito que não passa um fim de semana com sua família. Hoje ficará para dormir aqui.

- Mas...

- Nada de mas!... desde que é professor quase não te vemos. A última vez foi porque eu fui à Hogwarts no Halloween, e apenas me manda cartas. Que do Egito não viesse me visitar o aceito, mas estando aqui passará ao menos um dia da semana com sua família. Entendido?

Deixava alternativa?

- Eu tenho que regressar hoje.

- Hoje fica com sua família.

E agora o que fazia? Dizer não para sua mãe quando estava com esse caráter era muito difícil.

- Parece que Severus estranhara sua roupa essa noite – sussurrou Gina ao ouvido.

Eu só rogava porque também estranhasse a mim.

POV Severus Snape

Esse idiota do Lucius. Disse dúzias devezes que não, mas ele segue insistindo uma e outra vez. Mais em cima o Senhor Escuro nos viu... e não se via feliz. Esperava que descarregasse sua fúria em Lucius e não em mim.

- Crucio! – escutou a voz do Lorde.

E me estremeci ante os gritos de Lucius e quando esses acabaram senti a porta abrindo-se. Coloquei a máscara e ajoelhei para recebê-lo, mantendo a cabeça baixa.

Tinha sido só um crucio, isso significava que o Lorde não estava muito molesto. A idéia era tranqüilizante.

Os passos ressoaram na habitação, senti que falava em parcel e logo Nagini se deslizou muito próximo de mim. Os passos se escutaram outra vez, cada vez mais perto, até que as botas entraram no meu campo de visão.

Uns largos dedos retiraram a máscara, e instintivamente alcei meu olhar e centrei nos olhos cor fogo. Já não havia raiva neles, se encontravam perturbadoramente tranqüilos, como lava que borbulhava tranqüila antes de entrar em erupção. Fiquei em silencio contemplando aqueles hipnotizadores olhos; todo o corpo do Senhor Escuro emanava força, poder e vontade, mas seus olhos pareciam concentrar todo aquele poder.

- Ele não se atreverá a molestá-lo novamente – sussurrou a fria voz do Lorde Voldemort, enquanto sua mão acariciava minha bochecha e levantava meu queixo, guiando meus lábios ao encontro dos seus. Nossos lábios se uniram, as línguas se acariciavam sensualmente, por apenas uns segundos e logo se separaram - ...e se o faz encontrará a morte, porque eu não perdôo quem tenta roubar o que é meu.

Um estremecimento me recorreu dos pés a cabeça.

Um segundo toque dos seus frios lábios me fez novamente tremer e o medo me fez separar os lábios docilmente, como sempre aquele beijo era firme e exigente, mas, por sua vez, cálidos, sedutores e persuasivos. Percorreu meus lábios com a ponta da língua em uma carícia, cálida e subjugante, que me deu máximo grau de prazer e me prendeu novamente em sua rede de paixão.

De bem pouco me servia meu orgulho e autocontrole quando aqueles lábios me prendiam.

Os fortes braços do Lorde, me levantaram e me aprisionaram contra seu rejuvenescido corpo. O murmúrio de minha capa caindo ao chão foi o indicio das ações do Lorde.

O calor aumentou e derreteu toda resistência. Suspirei e abri os lábios, cedendo a sua sensualidade e poder.

- Severus... – meu nome, pronunciado com voz profunda e aveludada, sempre conseguia me fazer estremecer – Quem te fez isso? – e o tom gelado da sua voz sempre me fazia congelar-me.

Os dedos aprisionaram minha garganta com força de ferro e me apertaram contra a parede. Os olhos novamente resplandeciam de fúria e intui que nada conseguiria evitar a erupção. A fria voz voltou a me falar:

- Lucius não chegou a tanto, vi como lutava contra ele... diga então. A quem deixou morder seu pescoço?

Meu pescoço?

As imagens de um brincalhão e sensual ruivo jogando-se sobre mim inundou minha mente.

...e se o faz encontrará a morte, porque eu não perdôo a quem tenta roubar o que é meu.

Um frio de morte me recorreu por completo.

- Que acaso Lorde Voldemort não é suficiente para brindar-te prazer, que tem que ir buscá-lo em outro lado? – continuava dizendo a fria voz, enquanto a mão se fechava mais fortemente em meu pescoço.

- Não, não meu amo.

- Pretende que acredite em tão ridícula mentira?

Sabia que naquele momento meus olhos refletiam terror e que talvez era muito fácil utilizar legelimância comigo, mas não podia preocupar-me por isso, a única coisa que percebia era a fúria naqueles olhos, do bater violento do meu coração e do trabalho que me custava encher meus pulmões de ar para contestar-lhe.

- Por favor, meu Lorde, não é...

- Cale-se! – rugiu Lorde Voldemort, a lava de suas íris agitando-se furiosamente – Pensei que a primeira vez havia ficado claro a quem pertencia, mas vejo que não foi suficiente... talvez devia ser mais claro.

Lábios do Lorde Voldemort pressionaram dolorosamente sobre os meus, sua língua exigindo a entrada. Assustado, tentei resistir e neguei a entrada, provocando que me mordesse o lábio, já lastimado por Lucius, para poder abrir-se passo. Meus lábios foram bruscamente divididos e uma língua furiosa possuiu cada esquina da minha boca. Minha cabeça dava voltas e o feito de que Voldemort me tivesse beijado em vez de maldizê-lo só entendi quando senti o membro duro pressionando quase dolorosamente contra minha cadeira.

Talvez o que se aproximava seria ainda mais doloroso que um cruciatus.

Tentei mover os braços, mas a força de Voldemort resultou ser muito maior que a minha. Durante aqueles segundos, o único em que podia pensar era em algum escape e quase instintivamente mordi a língua que invadia.

Má idéia.

Os olhos do Senhor Escuro resplandeceram de fúria enquanto desgarrava a túnica e me desabrochava as calças, como esses não se abriam facilmente, simplesmente os empurrou bruscamente junto a roupa interior até que acabaram ao redor dos meus tornozelos. Ele deslizou sua mão ao redor do meu pênis flácido, e ele falando atropeladamente disse:

- A muito poucos ofereci a oportunidade de estar comigo, e de todos é o único a quem acolhi e respeitei... te ofereci um lugar a meu lado, meu poder, minha proteção e meu carinho. E dessa forma é como me paga? Indo-se em um dois por três com outro? Rejeitando o que te ofereço? Te dei a oportunidade de me amar e me desprezaste ao ir com outro... Isso não se faz ao Lorde Voldemort.

Eu tremia enquanto as palavras do Lorde chegavam a minha mente. Eu realmente era algo especial para o Lorde? Não tinha sido só uma noite de sexo? Não tinha sido tratado como aos outros?... Por quê?... Por que eu?... havia muitos mais influentes, mais bonitos, mais ricos que eu, aos quais escolher... Por que agora?... por que não se acercou a mim quando era mais jovem quando lhe era fiel... Seria porque o ajudei a recuperar seu corpo?...

Não entendia nada. O único que conseguia entender era que o Lorde havia soltado meu pênis e agora desfazia rapidamente das suas calças, preparando-se para me violar. Ante esse pensamento me senti nauseado e horrorizado, mas não ia lhe dar a satisfação de notá-lo.

Uma mão quente continuou acariciando-me, procurando astutamente uma resposta do meu corpo. Mas me encontrava demasiado assustado para reagir, minha mente ainda dava volta as palavras pronunciadas pelo Lorde.

De repente, Voldemort lhe deu a volta colocando-o de cara para a parede e com uma perna se abriu passo entre as minhas, separando-as o máximo possível, devido as calças que ainda se enredavam nos meus tornozelos e me impediam um movimento livre e logo introduziu um dedo salivado dentro do meu ânus.

Graças à Merlin tinha ânimo para me preparar.

Os dedos circundavam e acariciavam meu interior e, por instinto, eu tentava separar minhas cadeiras longe das mãos do Lorde. Sua voz enojada e fria me falou próximo do ouvido.

- Fique quieto ou não perderei tempo em prepará-lo...

Cerca de um minuto depois senti como os polegares separavam minhas nádegas, enquanto o resto dos dedos se cravavam nas minhas cadeiras. Com um movimento brutal, ele se enterrou dentro de mim, enquanto eu lançava um grito de dor, pois não me encontrava muito excitado e a preparação não tinha sido suficiente. Meus joelhos cederam ante a entrada brutal e minha mente dava voltas, a única coisa que me sustentava era o apertão firme do Lorde em minhas cadeiras. Me aferrei como pude a parede e fechei meus olhos enquanto a dor se expandia pelo meu corpo, ainda assim meu corpo começava a responder ao trato violento e sentia como lentamente meu membro começava a despertar.

A verdade é que não seria a primeira vez que teria sexo de forma tão brutal. Lucius podia ser igual de sádico algumas vezes.

As cadeiras de Voldemort me investiam com força, com possessividade, luxúria e desejo. Seus empurres marcavam suas palavras, a medida que ele continuava me invadindo a um ritmo vicioso.

- O sente, Severus?... Me sente entrando em você?... Enchendo-o de prazer... de desejo... Você é meu... é a mim a quem pertence... Entende?... Você é meu... É MEU!

- Sou seu – sussurrei para a parede.

Que outra coisa podia dizer naquela situação?

Tinha que tentar acalmá-lo ou terminaria muito machucado ou pior: morto. Para isso devia dar-lhe a razão, já tinha tratado de lutar e havia resultado pior... devia entregar-se a ele, era o único que podia fazer. Comecei a empurrar para trás um pouco, indo ao encontro dos ásperos empurrões e senti meu membro começando a inchar-se enquanto me entreguei a luxúria do Lorde Voldemort.

Senti o corpo duro atrás de mim trocar levemente de posição e começar novamente a um ritmo mais controlado, em cada investida minha próstata era golpeada certeiramente e comecei a desfrutar e gemer de prazer.

O Lorde talvez se deu conta de que já não me resistia, pois seu agarre se soltou e me guiou até o chão, caindo ambos de joelhos, sem que seu pênis saísse de mim. Sussurrou um encanto e nossas roupas desapareceram totalmente, antes de me colocar em uma posição mais cômoda. Me sentou sobre ele, deslizando uma mão pela minha cintura, me sustentando firmemente, enquanto a outra alcançava meu pênis e começava a acaricia-lo ligeiramente, provocando que rapidamente começasse a excitar-me.

Não soube quando comecei a gemer e arfar ante as caricias de Voldemort, sua mão bombeava bruscamente ao mesmo tempo que seus empurrões. A fúria do Lorde havia desaparecido, só ficava sua força, sua luxúria e sua paixão, pelo que permiti que meu medo diminuisse e me concentrei em desfrutar... o Lorde não tinha deixado de ser um grande amante.

Inclinei minha cabeça até apóia-la em um dos seus ombros tentando controlar minha respiração, enquanto agarrava fortemente o braço que circulava minha cintura. Meu outro braço se estirava até alcançar a nuca do Lorde e acariciar seus cabelos, sustentando-o tão próximo como seja possível. Comecei a mover minhas cadeiras ao ritmo que ele me impunha, empurrando-me duramente e tomando o membro de Voldemort tão profundamente como meu corpo podia. Arfavacom força cada vez que o Lorde empurrava com força contra minha próstata, tanto que as vezes tinha que usar minhas mãos para impedir que minha cabeça golpeasse contra a parede diante da força da paixão do Lorde. Gemia audivelmente, as vezes de dor pela rudeza com que sujeitava minha cabeça e outras de prazer quando ele começou a masturbar firmemente meu membro já excitado.

Seus empurrões chegaram a ser mais e mais desiguais, e quando quase chegava ao clímax, o senhor escuro, inclinando-se sobre minhas costas me disse:

- É meu, Severus... sempre será MEU! – terminou gritando enquanto me assaltava o orgasmo.

Foi um dos orgasmos mais intensos que posso recordar, meu sêmen lançado com força entre as mãos de Voldemort, enquanto ele se vinha no meu interior. Cai ao chão, saciado e esgotado com o peso do meu amo pressionando-me. Tentei não me mover, ainda incerto do que faria o Lorde e decidi ficar onde estava, empapado de suor, sentindo o corpo quente atrás de mim e tentando não fazer caso da frialdade da pedra.

POV Lorde Voldemort

Ainda sobre seu corpo, a frustração e cólera que tinha sentido por esta nova traição de Severus foi diminuindo. Agora me sentia satisfeito, cômodo, e certa parte de mim também se sentia culpado... atirar toda minha fúria contra Severus não faria nada por conseguir que continuasse a meu lado, mas não podia evitar ser quem era e saber que alguém mais o tinha tocado, quando eu o queria para mim, me exasperava.

Mas Severus ao final me havia respondido, suas palavras poderiam ser mentiras (eu nunca me fiava de palavras), mas seu corpo me respondeu, tinha deixado de temer-me, havia se entregado a mim e tinha desfrutado. Talvez não estava tudo perdido e lhe serviria de lição para não ir com outro novamente.

Severus se moveu levemente abaixo de mim e decidi fazer algo para aplacar a leve culpa que sentia por como o havia maltratado. Tinha desfrutado certamente, mas isso não tirava que agora seu ânus estivesse lastimado e sangrando. Atrai minha varinha e lhe joguei um encanto curativo, não o curaria completamente, mas certamente aliviaria as feridas mais graves.

Queria aplacar minha culpa, mas também queria que não esquecesse a dor facilmente.

O corpo de Severus tremia ligeiramente, se era pelo frio da habitação ou porque o medo tinha voltado não sabia e não desejava sabê-lo. Me levantei para ir em busca de uma poção curativa para as feridas internas e logo me ajoelhei a seu lado, apenas fora do alcance de Severus, e a ofereci silenciosamente.

Coloquei-me em pé, enquanto ele a bebia e me fixeina roupa desgarrada, com dois encantos a reparei e o vesti, sempre em silencio.

Severus se pôs de pé olhando para o chão. O tomei suavemente do queixo e fiz que seus profundos olhos negros se encontrassem com os meus.

Não me surpreendeu que seus olhos refletissem medo.

- Regresse a Hogwarts, Severus – ordenei, acariciando sua bochecha - ...e não esqueça a quem pertence.

Fez com dificuldade uma reverência e saiu do quarto sem dizer nada.

Eu permaneci desnudo olhando a porta por onde Severus tinha saído até que as frias escamas de Nagini roçando minhas pernas e suas palavras desviaram minha atenção.

- Novamente perdoou sua traição, e isso que esta foi de uma classe mais... intima. Inclusive o curou... a qualquer outro já o teria matado – notei um tom surpreendido em sua voz – Está abrandando, Tom... ou talvez... Se apaixonando?

Olhei para baixo, reflexionando suas palavras e lhe disse:

- E como posso sabê-lo, querida?... nunca soube o que é o amor.

Continuará...

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N/B: WOW!! Cara, eu sinto pena do Sevie. Meu professor lindo sexy e gostoso sofre muito!!! Agora... sinto pena do Gui quando o Sevie pegar ele. Muita pena mesmo. E quem diria? O Lord se apaixonando. Essa é que é uma surpresa. Vamos continuar acompanhando essa fic maravilhosa para saber o que acontecerá!!!

NT: Tadinho do Sev!!! Ele devia dizer: "Oh, quem poderá me salvar agora?" e o Harry diria: "Eu o Harrylin Colorado!!!"; meu Deus dá onde tirei essa asneira!!!! Me internem que estou ficando louca. Heem!! Bom, espero que tenham gostado do capítulo e espero vê-los todos daqui duas semanas. Bjokas para todo mundo que está lendo a fic!!!!!!!!!!!!!

Desculpem mais uma vez, mas foi impossível responder as reviews antes.

Nandda: Tão querendo abusar do Sev, mas ele é forte e sempre consegue alguém na hora H pra salvar ele. Apesar dele não precisar dessa ajuda, onde já se viu!!? Quanto ao futuro do Gui e do Sev só o tempo e os capítulos seguintes dirão. Brigadão pelo seu review e espero que continue gostando da fic até o final. Bjokas!!

POTOlover: Olá!!! Obrigada pela review e sua ânsia de ler um novo capítulo da fic! Ainda temos muito caminho pela frente, mas já vamos abrindo as apostas para ver quem vai ficar com Mary,... quer dizer Severus?? Infelizmente nessa fic não haverá mais nada entre o Sev e o Lucius, afinal ele não é louco de arriscar o pescoço dele depois dessa clara ameaça do Lorde. Nós vemos logo, logo!!

Bjus

Alexa

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