Nota da Autora: a música que é a personificação deste capítulo: Fearless, de Taylor Swift. Eu adoraria se você pudesse ouvi-la durante a leitura dele. Eu acho que a música sempre traz as palavras vivas. :)

Quanto ao lemon neste capítulo, gostaria de sugerir Untouched, de The Veronicas.

Links para as músicas:

* Fearless: http:/ www. youtube. com/ watch? v=ptSjNWnzpjg (retirar os espaços)

* Untouched: http:/ www. youtube. com/ watch? v=ykW4rtW2eu0 (retirar os espaços)


Capítulo 9 – Carnaval

Tradutora: Ju Martinhão

Bella POV

As aulas foram brutais no dia seguinte. Eu notei que ontem tinha sido quase normal. Ele não agiu como um prostituto contratado e eu estava grata por isso. Eu odiava sentir como se eu estivesse usando-o. Ele era um homem amável, carinhoso, que era bom demais para ser um prostituto. Era uma vida muito degradante para alguém viver.

Alice tinha sido convidada para jantar com Jasper naquela noite, então ela não poderia vir para o carnaval conosco. Rosalie disse que ela e Emmett estavam indo para sua garagem. Aparentemente, ele era dono de carros que eram "fodidamente pecaminosos", de acordo com Rose.

De certa forma, eu estava um pouco chateada pelo fato de que nós não teríamos um outra encontro em grupo, mas isso significava mais tempo a sós com Edward. Eu tentei prestar atenção, mas pensamentos dele continuavam correndo pela minha cabeça - a maneira como seus lábios fechavam sobre o garfo quando ele comia, a pequena sarda que ele tinha em seu ombro direito, o sorriso deslumbrante que me fazia derreter.

Finalmente, chegou a hora de ir embora e eu saltei da cadeira. Alice riu. "Ansiosa para o carnaval, Bella?" Ela balançou suas sobrancelhas sugestivamente. Eu corei.

"Vejo vocês mais tarde." Eu murmurei, correndo para o meu carro. O pedaço de lixo quase não queria ligar, mas eu estava determinada a chegar em casa para ver o rosto angelical de Edward novamente. Uma bola de tensão estava enrolando dentro de mim. Parecia anos desde que eu tinha estado perto dele.

Quando eu abri a porta do meu apartamento, vi que a porta do meu quarto estava aberta. Eu não o vi em nenhum outro lugar, então supus que ele estava no quarto. Na esperança de surpreendê-lo, eu suavemente fechei a porta atrás de mim e cuidadosamente fui ao limiar da porta do meu quarto. Vi que ele tinha mudado para um par de jeans que abraçava sua bunda pecaminosamente, mostrando a redondeza deliciosa do seu traseiro, e uma camiseta preta apertada. Ele era tão bonito que eu achei difícil acreditar que ele era real. Ele estava afastado de mim, colocando sua carteira em seu bolso.

"Boa tarde, Bella." Ele disse suavemente, ainda não me encarando.

Eu suspirei em derrota. Eu tinha sido muito alta

Edward POV

O carnaval começava cedo, as quatro em ponto. Enquanto Bella e eu esperávamos na fila para conseguir ingressos, eu olhei para o carnaval diante de nós. A primeira coisa que vi foi a roda-gigante. Era, pelo menos, da altura de um edifício de quinze andares, com o tipo de carros que podem acomodar mais de duas pessoas. Eles não eram os caixões como minúsculos carros que eram comuns nos anos oitenta e noventa. Estes carros eram mais seguros. Então eu vi o turbilhão inclinado*, já em andamento. Havia uma casa de pula-pula**, a coisa como casa que era, basicamente, apenas um balão grande e fechado, uma montanha-russa de criança, jogos, prêmios, barracas de comida e muitos outros passeios. L.A. sempre teve um dos melhores carnavais da existência.

*Turbilhão inclinado: http:/ upload. wikimedia. org/ wikipedia/ commons/ 5/ 57/ Tilt-A-Whirl_in_Saskatchewan. jpg (retirar os espaços)

**Casa de pula-pula: http:/ www. hindutemplefresno. org/ assets/ images/ (retirar os espaços)

"O que você quer?" O homem no balcão resmungou. Ele era um homem pardo de cabelos que mal precisavam ser raspados.

"Vou levar duas pulseiras." Eu respondi. As pulseiras permitem que você monte qualquer passeio quantas vezes você quiser.

"Sessenta dólares".

O preço tinha aumentado do ano passado. Mas não era como se eu estivesse com pouco dinheiro, então eu rapidamente tirei três notas de vinte e entreguei ao homem. Bella estava quase saltando para cima e para baixo com entusiasmo. Eu olhei para ela quando o homem entregou-me as pulseiras de plástico. Seus olhos se iluminaram com alegria e expectativa. Eu estava feliz que tivemos esse tempo para passar juntos, para simplesmente estar um com o outro. Eu não perderia isso por nada.

Ajudei-a a colocar sua pulseira e coloquei uma em mim.

"Vamos!" Então ela começou a puxar-me para o carnaval.

Ela não sabia por onde começar. Eu esperei que ela decidisse para onde nos levar, simplesmente contente em observar a gama de emoções voando em seu rosto. Finalmente, eu a vi estabelecer no turbilhão inclinado perto de nós.

"Que tal...?" Ela fez um gesto em direção a ele.

"Claro. Que tal nós alternarmos." Eu sugeri. "Você escolhe alguma coisa, então eu escolho. O que você acha?"

Ela assentiu, então deu um sorriso que fez meu coração acelerar quase imperceptivelmente. Eu escolhi um assento ao lado de Bella no turbilhão inclinado, segurando nas barras ao lado da minha cabeça. Ela gritou de prazer quando ele começou a girar. Foi a primeira vez que eu realmente me senti livre nos últimos anos. Era quase como se a carga caísse dos meus ombros e eu pudesse ser apenas um homem normal, levando uma bela mulher para sair no carnaval.

Nós cambaleamos para fora do passeio. Meu braço direito segurava Bella para mim, suas pernas estavam bambas e ela estava um pouco tonta com o passeio. Sua risada saltava ao redor de mim como a luz solar irregular, brilhante com possibilidades.

"É a sua vez." Ela disse rapidamente, risadinhas ainda borbulhando de sua garganta.

Examinei as enormes multidões que nos rodeavam. Então eu vi. A casa do pula-pula. "Lá." Eu apontei para ela, não tirando meus olhos das suas orbes chocolate. Ela gritou de prazer.

"Eu sempre quis ir em um desses." Ela riu. "Mas você não acha que estamos um pouco velhos para isso?"

Eu sorri. "Não em tudo. Vamos lá." A mulher que tomava conta da casa de pula-pula não pareceu satisfeita com a nossa vontade de ir nela. Eu não pude deixar de notar a forma como seus olhos se moveram do meu rosto ao meu peito e, finalmente, à frente das minhas calças. Eu estava acostumado com os olhares curiosos das mulheres, mais acostumado do que eu gostaria. Ela assentiu com a cabeça tristemente e eu puxei Bella na estrutura de balão, nossos sapatos ficando de fora.

No momento, nós éramos os únicos no interior. Bella e eu seguramos as mãos e começamos a ver quão alto poderíamos saltar. Então nós saltamos ao mesmo tempo e ela se inclinou para me dar um rápido beijo na boca, ainda sorrindo alegremente. Eu parei de saltar e puxei-a em um beijo suave, esquecendo-me do fato de que me apaixonar por ela era proibido. Neste momento, tudo que eu queria fazer era mostrar a ela o quanto ela já significava para mim. Eu ainda não tinha estado em torno dela nem por uma semana e aqui já estava eu, caindo na emoção que poderia arruinar minha vida. Então, por que é que eu não me importava?

Minhas mãos cobriram seu rosto suavemente, os nossos lábios se movendo em conjunto com ternura. Sua pele era suave como a seda sob meus dedos, encantando-me e fazendo-me desejá-la de uma forma que era quase espiritual. Ela gemeu suavemente, seus dedos emaranhando no meu cabelo. Nossos corpos estavam moldados em conjunto. Eu não sabia se alguém podia nos ver do lado de fora, mas eu queria que este momento fosse doce. Ela merecia isso. Eu tentei negar o fato de que eu precisava deste pequeno pedaço de doçura, esta pequena ternura, mas meu coração sabia a verdade. Depois de todos as uniões apaixonadas e rudes que meu corpo havia executado, eu queria ter um momento de doçura que realmente significasse alguma coisa.

Um momento que falasse profundamente em meu coração deformado, trazendo-o à vida e libertando-o de sua gaiola de ferro.

"Ei, vocês dois." A mulher gritou. "Nada de fornicação na casa de pula-pula!"

Nós nos separamos. Bella corou loucamente e eu não pude fazer nada além de rir levemente enquanto a puxei para fora. Quatro crianças subiram para dentro, gritando loucamente com a emoção de saltar a 2,5 metros do chão.

Bella POV

Eu nunca o tinha visto tão alegre. Eu desejava que pudesse ser assim para sempre. Mas nada dura para sempre, nem mesmo a felicidade.

Então eu vi o jogo clássico de carnaval e os meus pensamentos problemáticos evaporaram. "Oh! Edward, olhe! Quer ganhar para mim um urso de pelúcia?" Eu agitei meus cílios, divertidamente flertando.

"Por que não, é justo, Bella".

O jogo consistia em três garrafas empilhadas em forma de pirâmide. O objetivo era derrubá-las com uma bola, então você ganhava o jogo. Claro, todo mundo sabia que era fraudada, mas não havia mal nenhum em se divertir.

O homem que estava no comando da cabine caminhou em nossa direção, sorrindo agradavelmente. Ele olhou para mim, então para Edward. "Será que o moço forte quer ganhar o prêmio da amada?" Eu quase ri, o homem tinha um forte sotaque escocês, claramente não nativo de Los Angeles. "Tudo o que você tem a fazer é derrubá-las e você ganha este urso lindo e macio." Ele entregou a Edward três bolas e colocou-o a 3 metros para trás das garrafas empilhadas.

Eu assisti cuidadosamente, incapaz de parar meus olhos de observarem a forma como seus músculos se moviam sob sua camiseta apertada enquanto ele puxava seu braço. Edward jogou a primeira bola e bateu a garrafa superior para fora, as outras duas ainda eretas. Ele pegou meu olhar e piscou. Corei, mas soprei para ele um beijo de boa sorte.

"Ela está dando-lhe um beijo, filho." Disse o homem. "Agora você tem que vencer".

Eu poderia dizer que Edward queria se mostrar um pouco. Ele jogou a segunda bola de baseball e eu ofeguei quando as outras duas garrafas quebraram completamente com o impacto. O homem na cabine congelou, chocado. Dei uma risada e lancei-me em Edward.

"Você ganhou!"

Ele me pegou com facilidade, girando-me ao redor em seus braços. Olhei para os dois olhos verdes que sorriam para mim e eu sabia que eram profundos. Eu estava totalmente imersa no mundo que era Edward. Eu o amava.

"Aqui está o seu ursinho de pelúcia." Disse o homem, cutucando o urso para nós. Eu beijei Edward mais uma vez antes de me afastar para que eu pudesse pegar o urso em meus braços. Enterrei meu rosto em sua pele macia. Ele cheirava a pipoca.

"Obrigada." Eu disse para o homem antes que Edward me puxou para fora em outra direção depois de pagar. O homem me deu uma piscadela cúmplice e eu ri, piscando de volta.

Percebi que o céu estava ficando escuro. Eu não tinha percebido que tínhamos estado aqui por tanto tempo. Estrelas estavam começando a sair, cintilando como pequenos faróis de riso e esperança. A lua estava começando a sair, cheia e abundante de promessas. De repente, eu não conseguia pensar em outra noite que me fez tão feliz. As luzes à direita estavam acesas agora, iluminando a noite escura. Eu ouvi os gritos dos passeios ao redor de nós. Um bebê estava chorando sem parar em algum lugar e um cão não se calava. Alguém me deu uma cotovelada nas costas por acidente. Foi a melhor noite da minha vida.

"A casa dos espelhos." Eu ouvi Edward murmurar. Eu saí fora dos meus pensamentos a tempo de nos ver entrar em um edifício. A entrada principal era pintada, então parecia como se você estivesse entrando pela boca de um palhaço. O braço dele era quente contra a minha cintura e, de repente, o mundo ficou escuro quando entramos na casa de espelhos. A única luz vinha das luzes negras pregadas ao teto, tornando tudo surreal. Então eu vi milhares de pessoas. Mas era só Edward e eu. Havia simplesmente tantos espelhos que parecia que havia outros aqui também.

Nós tropeçamos em nosso caminho, batendo em paredes claras de vidro por acidente, tentando encontrar o nosso caminho para sair do labirinto. Então eu tropecei.

E eu caí de costas no chão, minha pernas abertas e a minha saia atrelada ao redor do meu quadril.

De repente, havia tanta eletricidade dentro desta casa de espelhos que eu não conseguia respirar. Seus olhos escureceram com o desejo quando se moveram descendo pelo meu corpo, parando no local exposto entre as minhas pernas.

"Eu odeio essa falta de jeito." Eu resmunguei, lutando para levantar-me, corando furiosamente. Naquela manhã, tentando ser sexy, eu tinha optado por usar só a minha tanga. Era de renda azul e transparente.

"Eu não." E os lábios dele bateram contra os meus apaixonadamente. Ele me empurrou contra um espelho, sua língua se movendo dentro da minha boca. Eu gemi e arqueei contra ele, agarrando seus cabelos, puxando seu rosto ao meu. Um grunhido alto retumbou em seu peito e minha calcinha ficou mais úmida. "Na verdade, eu acho a falta de jeito muito sexy." Ele disse baixinho em meu ouvido. Sua língua lambeu a concha da minha orelha de forma sexy antes de sugar o lóbulo entre seus dentes. "Especialmente quando você acaba assim. Totalmente aberta para mim".

Eu corei levemente, mas ele não me permitiu tempo para ficar envergonhada. Senti sua mão se mover do meu rosto para os meus seios, quase rude demais. Ele apertou meus seios de repente arfantes antes de mover para baixo. Senti seus dedos quentes roçarem sobre a minha calcinha, me provocando. Eu ofeguei.

Eu não pude deixar de notar que os espelhos à nossa volta estavam embaçando.

Então, ele arrancou a tanga do meu corpo e eu parei de respirar. Acho que o meu coração parou também.

Edward POV

Toda a doçura desta tarde se foi, substituída por pura paixão. Minha boca estava com fome na dela, como se eu estivesse morrendo de fome e eu pudesse retirar o alimento de suas profundezas. Minhas mãos levantaram sua saia ao redor da sua cintura novamente. Eu comecei a esfregar rudemente seu clitóris. Gemidos altos inundaram a garganta dela, girando ao redor de mim. O calor da sua pele e a suavidade da sua carne me embriagavam. Eu precisava de mais. Eu queria mais.

Determinado a fazê-la gritar meu nome, eu comecei a bombeá-la. Meus lábios queimavam em sua pele enquanto eu chupava e mordiscava seu pescoço. Ela estava muito ofegante, sua voz apenas um murmúrio fraco ao meu redor.

"Vamos, Bella." Eu censurei. "Você pode fazer melhor que isso. Deixe-me ouvir você gritar meu nome".

Eu sabia que alguém podia entrar na casa de espelhos a qualquer momento e me ver fodendo-a com meus dedos. Eu quase sorri ao pensar nisso. Se o fizessem, eles não saberiam o que era real e o que era um reflexo. Eu olhei em volta para ver, pelo menos, quarenta reflexos dos meus dedos bombeando sua boceta molhada.

Eu estava tão duro, tão fodidamente duro, que meu pau pulsava com a minha necessidade.

Suas paredes apertaram meus dedos enquanto eu bombeava nela. Ela estava perto de gozar. Mas eu queria esperar, para extrair tanto o seu prazer que ela estaria gritando para mim pela libertação. Quem eu estava enganando, eu simplesmente queria ouvir seu grito glorioso.

Tirei meus dedos da sua boceta inchada e vermelha e tracei os lábios da sua abertura. Suas pernas balançaram incertas, mas eu continuei. Então ajoelhei-me e empurrei-a para trás duramente no espelho. Sua bunda achatou contra o vidro. Minha boca desceu sobre a sua fenda, chupando forte.

Ela gritou, arqueando drasticamente. O gosto dela excitando-me tremendamente. Meus dentes rasparam sobre o seu clitóris antes de puxar delicadamente em suas dobras molhadas. Ela se fundiu à minha boca. Estendi minha mão e massageei sua bunda com minhas mãos enquanto eu trabalhava nela com a minha boca. Mergulhei minha língua dentro dela. Enrolei minha língua para que eu pudesse escavar seus sucos para fora.

"Oh Deus, Edward." Ela gemeu. "Ahhh." Ela gritou quando eu fixei minha boca para baixo diretamente na sua boceta e chupei tão forte quanto eu poderia. De repente, eu queria foder a merda fora desta mulher. Então ela gozou, suas paredes apertando em minha língua e ela derramando em minha boca. Eu lambi o líquido doce como mel antes de me levantar. Eu rapidamente soltei meu cinto e desabotoei minha calça, permitindo que meu pau latejando saltasse para fora.

Eu dei um longo olhar para Bella. Sua boca estava ligeiramente aberta quando ela desceu do seu clímax, seus seios arfando em sua camisa e sua saia ainda em torno de sua cintura. Era a cena mais excitante que eu já tinha visto. O vidro à nossa volta estava completamente embaçado. O suor estava começando a se formar em nossos corpos pelo esforço, mas eu não me importei. Eu não terminei com ela.

As pernas dela desistiram, mas eu rapidamente a peguei.

"Enrole suas pernas em volta da minha cintura." Ordenei. Ela obedeceu e eu segurei sua bunda em minhas mãos quentes. Tive a certeza que fiz uso de um dos preservativos no meu bolso, lançando a embalagem no chão. Com um único golpe, eu mergulhei profundamente, rudemente dentro dela.

Eu gemia profundamente e cerrei meus olhos fechados para o prazer quente já batendo em mim. Meu pau estava gritando para que eu continuasse, para fodê-la. Mas eu não era completamente insensível. Eu esperei até que eu a senti arranhar minhas costas com suas unhas pelo prazer. Então eu puxei todo o caminho para fora dela, exceto a cabeça do meu pau, e bati de volta dentro dela. Suas costas bateram no espelho e pensei ter ouvido uma fratura começar no vidro. Eu esperava que não a tivesse machucado.

Mas ela gritou e mordeu forte no lóbulo da minha orelha.

Eu não conseguia mais me controlar o suficiente para manter o meu ritmo de provocação de rapidamente para dentro e lentamente para fora. Com suas pernas ao meu redor e suas costas contra os espelhos, eu comecei a bater nela tão rápido que o ritmo era difícil de acompanhar.

"Porra, Bella." Eu rosnei, apertando as bochechas da bunda dela. Suas paredes cerraram e soltaram em volta do meu pau como se estivesse me ordenhando. Meus olhos estavam bem fechados e eu deitei minha cabeça no ombro dela, sem poder fazer nada além de estocar para dentro e fora dela. Seus quadris encontraram cada uma das minhas estocadas enquanto eu mergulhava nela, querendo enterrar meu pau fundo dentro de sua boceta.

"Oh, Deus." Ela gritou. "Oh, porra!"

No momento, eu não conseguia me lembrar se essa era a primeira vez que eu alguma vez a ouvi praguejar, mas eu fodidamente amei isso. Eu renovei o meu esforço em sua boceta dolorida e inchada e ela gritou de prazer. Eu cobri sua boca com a minha, agora ciente do fato de que alguém poderia nos ouvir e decidir investigar o que estava acontecendo na casa de espelhos.

Eu levantei os quadris dela mais alto para que ela estivesse em um ângulo com o meu pau. E, bingo. Eu bati seu ponto G e ela gritou novamente, gozando pela terceira vez em uma extensão do que foi, provavelmente, vinte ou trinta minutos, no máximo. Sua boceta era como uma presa em volta do meu pau quando ela gozou violentamente.

Então ela se abaixou, agarrando meu pau em suas mãos, e me puxou mais para dentro dela. Rosnei apaixonadamente e liberei dentro da camisinha. Luzes brancas explodiram atrás dos meus olhos cerrados. Eu calei dentro dela.

Quando fomos capazes de andar, nós nos movemos rapidamente de lá. Os espelhos ainda estavam embaçados e alguém poderia nos encontrar. Nós provavelmente seríamos colocados na cadeia por fornicar em público e exposição indecente. As pernas de Bella eram como geléia, então eu a ajudei a caminhar, passando meus braços ao redor dela. Com meu pau fechado com segurança dentro da minha calça e a calcinha rasgada de Bella no meu bolso, fomos para obter um bolo de funil. A noite estava brilhante com as luzes. A lua estava alta no céu e eu não pude deixar de pensar sobre todas as coisas que poderiam ser feitas nos cantos escuros e isolado deste carnaval.

*Bolo de funil: http:/ pocketchange. become. com/ wp-content/ uploads/ 2009/04/ funnel-cake. jpg (retirar os espaços)

O bolo de funil foi consumido, mas eu não via como isso era importante. Eu esperei até que ela tivesse comido um pouco até que eu falei.

"Eu conheço algo que tem o sabor melhor do que este bolo de funil." Eu disse provocativamente, olhando para ela através dos meus cílios.

Ela ficou paralisada e parou de respirar. Eu quase podia ouvi-la ficando molhada. Ela se mexeu desconfortável em sua cadeira à minha frente na mesa de piquenique.

Eu continuei. "É mais doce que este açúcar." Eu toquei o açúcar de confeiteiro sobre o bolo de funil. "É mais grosso do que xarope. E eu ainda estou duro pelo gosto dele".

Seus olhos encontraram os meus e eu olhei de volta para ela, sem vergonha. Ela esqueceu de mastigar.

"Oliver!" Uma mulher gritou atrás de nós. Ela estava correndo atrás da sua criança, que estava agora caminhando para o turbilhão inclinado, prestes a ser atropelado pela multidão.

Nós fomos na roda gigante e todos os outros passeios do carnaval pelo menos uma vez. O favorito de Bella foi o turbilhão inclinado. Nós fomos nele pelo menos doze vezes. A noite passou em um borrão de risos, calor e felicidade. A casa dos espelhos foi a única vez que realmente tínhamos ficado sozinhos, exceto pela roda-gigante. Mas nada sobre esse passeio lento seria demasiado clichê. Toda vez que eu pegava seus olhos chocolate olhando para mim, eu sentia um arrepio percorrer meu sistema.

Quando eu finalmente chequei meu relógio de novo, era uma hora da manhã.

"Você está cansada?" Eu perguntei.

Nós estávamos sentados em uma outra mesa de piquenique. Ela sentou no meu colo, mas desta vez eu não fiz nenhum movimento. Esse momento era perfeito demais para o sexo. Ela bocejou e assentiu. Sorri levemente, escovando os cabelos do seu rosto. Caminhamos lentamente para o seu carro, de mãos dadas. Eu percebi que era a primeira vez que eu já estive de mãos dadas com alguém na minha vida. Quando as mulheres me compravam, elas queriam fazer mais coisas do que ficar de mãos dadas.

"Eu não estive em um carnaval desde que eu tinha cinco anos." Ela riu levemente.

"Sério? Você foi privada quando criança." Eu brinquei. "Sua mãe nunca a levou para o carnaval?"

De repente, seu rosto escureceu com dor e eu me odiei por ter dito alguma coisa. "Desculpe, Bella." Eu rapidamente acrescentei. "Eu não queria dizer nada para deixá-la chateada, eu estava só-"

Ela colocou sua mão suavemente sobre a minha boca, seus olhos sérios, não mais sonolentos. "Eu quero... eu quero dizer a você." Ela tirou a mão e eu esperei. A dor em seus olhos era evidente. Eu odiava que eu tinha estragado uma noite tão maravilhosa. Continuamos a caminhar pelo estacionamento, em busca de seu carro lixo patético.

"Meu pai morreu quando eu era jovem." Ela começou. "Minha mãe recebeu isso especialmente difícil. Quando meu pai se foi, algo dentro dela morreu e ela não era melhor do que uma concha. Eu a peguei com a arma do meu pai muitas vezes, simplesmente olhando para ela como se ela pretendesse se matar. O que, provavelmente ela fez. Ela não tem falado por anos agora. Certa vez, ela tentou cortar sua garganta".

Bella POV

Eu estava perdida nas memórias dolorosas. Elas machucam. As memórias eram pedaços recortados de vidro cortando meu coração. Mas quando o vidro passava, eu me sentia melhor, mais leve.

"Eu cuidava dela, mas era sempre difícil. Ela nunca sorria, nunca falava. Ela nem sequer comia às vezes. Tive que forçá-la a comer até mesmo um pouco de aveia. Seu espírito estava morto, seu coração dolorido pela dor. Teria sido melhor se ela chorasse, mas ela sempre foi calma e vaga, segurando toda a tristeza lá dentro. Isso foi pior do que se ela tivesse chorado por semanas".

Eu achei que as lágrimas estavam caindo pelo meu rosto sem parar. Eu era patética. Sobre o que eu tenho que chorar? Minha mãe foi aquela que sentiu a dor, não eu. Ela foi a única que foi forte. Eu sempre tinha sido fraca, tímida.

Edward me puxou delicadamente para ele. Estávamos no meu carro agora, mas ele não fez um movimento para abrir a porta. Suas mãos em concha sobre o meu rosto, seus polegares esfregando minhas lágrimas. Eu olhei para baixo, me recusando a olhar para cima e ver o desgosto que estaria em seu rosto.

"Oh, Bella." Ele murmurou, beijando minha testa. "Você está segurando tanta dor. Eu sei o que é perder seus pais, mesmo que sua mãe ainda esteja viva".

Desta vez eu não podia lutar contra isso. Olhei para cima. Seus olhos estavam dolorosos, mas gentis. "Você sabe?"

Ele balançou a cabeça. "Sim, eu sei." Ele suspirou profundamente e eu podia sentir a luta dentro dele. Eu senti como se estivéssemos perigosamente perto de um ponto de ruptura. Ele confiaria em mim? Sua voz, quando ele falou, era tão suave que eu mal podia ouvi-lo. "Meus pais morreram quando eu era muito jovem, com apenas treze anos. Fui morar com um casal de pais adotivos. Eles eram muito gentis, mas eu estava de luto e os odiava por serem tão alegres. Meus pais foram espancados até a morte enquanto voltavam do cinema uma noite e tudo que meus pais adotivos faziam era sorrir como se tudo estivesse bem." Seus olhos se afastaram de mim, como se ele estivesse apenas expondo fatos a si mesmo, não me contando a história do seu passado. "No meu aniversário de quatorze anos eu fugi, decidindo que eu preferia viver nas ruas do que com aquelas pessoas. Eu estive morrendo de fome até atingir dezoito anos, roubando e assaltando as pessoas para conseguir o que eu precisava." De repente, ele parou. Seus olhos focaram em mim novamente e eu sabia que ele tinha voltado para o presente.

Fiquei em silêncio. Claro, eu senti muito por ele, mas não havia mais do que isso. Sua dor era como uma agulha em meu coração, o minúsculo ponto causando uma ferida mais profunda do que um edifício. Ele confiava em mim. Eu queria abraçá-lo, para limpar todos os seus medos.

"Então, Emmett me encontrou e me ofereceu uma carreira de modelo." Ele concluiu rapidamente. "A prostituição começou mais tarde." Seus olhos se encheram de auto-repugnância. "Eu sinto muito por ter sobrecarregado você com isso".

Desta vez fui eu quem segurou seu rosto de forma segura em minhas mãos, forçando-o a olhar nos meus olhos. "Não, Edward, não se desculpe." Eu murmurei. Seus olhos estavam tensos e eu beijei levemente o vinco entre suas sobrancelhas para fazer isso ir embora. Mas ele persistiu. "Você não vê? É melhor soltar as comportas, dizer a alguém. Armazenar luto e dor apenas arde lentamente, nunca sai completamente a menos que você o enfrente." Havia tanta coisa que eu queria dizer, tantas coisas que poderiam fazê-lo se sentir melhor. Mas eu não sabia como colocá-las em palavras. Meu cérebro estava desordenado e tudo que eu conseguia pensar era em quanto esse homem tinha passado. E ele ainda estava em marcha.

"Não desista agora." Eu disse suavemente. Então eu pressionei meus lábios contra os dele em um beijo terno e amoroso. Ele suspirou e passou os braços em volta de mim, seus músculos relaxando. Ele apertou-me contra o carro e nosso beijo cresceu lentamente para algo mais.

Quando ele se afastou, permitindo-me respirar, seu sussurro em meu ouvido, sua voz cheia de confusão. "Por que isso é desse jeito?"

"O que você quer dizer?"

"Por que parece tão bom contar a você sobre mim? Você não deveria estar correndo, gritando?" Seus grandes e graves olhos esmeralda olhando em meus olhos e eu falei a verdade.

"Eu não vou a lugar nenhum, Edward." Eu prometi. "Você está preso comigo agora".


Nota da Tradutora:

Uau, nunca mais ir a um parque será a mesma coisa... imagina uma casa dos espelhos... *suspira*... E esse finalzinho, com todas declarações sobre o passado de cada um, tão triste...

Leitoras, vc´s me surpreendem! Fiquei tão feliz com a quantidade de reviews que recebi depois que fiz minha "exigência"... vc´s são demais! Então continua na mesma, deixem pelo menos 12 reviews e posto o próximo cap. amanhã!

Bjs,

Ju