Descrevendo uma história:

Cap. 9 - Fome

-Você já conseguiu algum progresso, idiota? –perguntou o jovem do outro lado da linha.

-Não tantos...

-Você sabe que precisa fazer isso logo. Conquiste a macaca, pois, somente assim, eu posso ter a donzelinha.

-Eu vou conquistá-la.

-Aí, eu te dou toda a grana. É a aposta. A grana que você me deve... Você vai ganhar em dobro.

-Eu sei disso. Mas, conquistar alguém não é tão fácil assim.

-Fala sério, você que é um retardado. –após, isso a linha ficou muda e Hugo pode ouvir o característico "tu tu tu" de quando alguém desliga na sua cara.

-Merda. –praguejou. Precisava ser mais rápido.

Inuyasha afastou-se do laptop, sentiu a barriga roncar (depois comia), havia decidido colocar mais sentido na tal aposta misteriosa de Hugo, na história. Só havia dito que havia uma aposta misteriosa e que ela precisava ser cumprida para que tudo desse certo. Porém, até então, não havia muita certeza de que se tratava realmente a aposta. Sendo ainda mais sincero, ele ainda estava em dúvida do que realmente tratava a aposta.

Por isso, precisava mais uma vez correr atrás de Kagome. Para entender o que era essa aposta e como a história seguia. Só conseguiria isso se vivesse tal coisa. Seria tudo mais fácil se fosse somente pancada e pancada como nos seus antigos livros. Era só por matanças e matanças, sangue e mais sangue e tudo ficava bem. Colocava um romance pobre sem muita "enrolação" e complexidade, como se a paixão viesse no primeiro olhar, o segundo fosse um beijo e o terceiro a cama. Entretanto, num livro de romance água com açúcar isso era proibido. Ao menos que houvesse uma grande paixão desenrolando-se. O que não estava acontecendo... Aliás, que raios de paixão havia até agora em seu livro? Nenhuma.

Descobrir isso serviu como um balde de água fria. Quando percebeu estava mais uma vez na frente da floricultura da velha Kaede, sentado na praça, esperando ver Kagome mais uma vez.

Nem sabia o que ia dizer ou fazer. Principalmente, por ter ido embora sem nem dizer tchau. Imaginava que ela nem havia percebido sua ausência. Miroku estava lá para ajudá-la. Aquele sujeitinho super estranho. Além, de amiguinhos de infância o que ele era mais dela? Queria realmente saber.

-Inuyasha. –sentiu uma mão pousar sobre o seu ombro. Olhou para ver quem era. Era a sua musa.

-Veio falar com minha irmã?

-Ah, sim... É que da última vez... Não deu e... –ele sentiu uma tontura. Mas, ignorou... Era besteira.

-Entendemos, com certeza. Kouga apareceu, não é? Ele sempre faz isso nas horas mais impróprias. Não dá para saber se ele a ama ou só a vê como um objeto.

-Objeto? –outra vez, uma tontura.

Kikyou sorriu. –Não ligue para minhas palavras. A questão é que ele é inconveniente.

-Ah, eu percebi isso já.

-Eu tenho pena de minha irmã. –ela sentou no banco ao lado de Inuyasha. –Porém, ela precisa amadurecer. Não é assim que se resolve nada. Fugindo.

-Entendo...

A verdade era que ele não entendia absolutamente nada. Para ele, Kagome não fugia de nada, apenas, ignorava. Talvez, ele fosse tão insensível que nunca havia percebido. Não, ele já havia notado. Que atrás daqueles óculos imensos e idiotas, haviam olhos azuis totalmente entristecidos. Extremamente diferentes daqueles olhos apaixonados e felizes que viu no retrato...

Olhos felizes e apaixonados... Junto a um sorriso tão doce e alegre... Que ele nunca havia recebido de ninguém. Que ele nunca havia visto nela.

Sentia um vácuo no estômago. Não sabia descrever se era porque estava pensando em Kagome, ou porque Kikyou estava ao seu lado. Sua musa... Ou talvez, porque não estava se alimentando bem há dias. Era patético, não era? Pensar que o sorriso de Kagome podia alimentá-lo... O quê? Ele não sabia mais o que estava pensando.

-Você e minha irmã... Estão mesmo saindo?

Essa pergunta fez com que Inuyasha voltasse à atenção para Kikyou novamente. Estava do lado de uma deusa e não parava de pensar em Kagome e como estava com fome. Isso soava ridículo.

-Não sei. –foi sincero ao responder. Ele não sabia o que estava acontecendo.

Kikyou riu de um jeito estranho que ele não conseguiu decifrar o real significado. –Quando souber me avise. –levantou. –Kagome! –berrou ao ver a irmã varrer as folhas das plantas caídas ao chão.

Kagome olhou para a irmã e depois, viu Inuyasha. O sorriso que havia formado ao perceber sua irmã se desfez com facilidade ao notar quem estava ao lado dela.

-Vim lhe entregar meus novos papéis para você dar uma olhada. –Kikyou abriu a bolsa e tirou um amontoado de folhas encadernado. Atravessou a rua e entregou para a irmã.

-Olá, Kikyou. –disse Kaede ao se aproximar.

-Será que você a libera para ler isso, Kaede?

-Claro... Claro... Hoje o movimento está péssimo.

-Deve ser porque morreram poucas pessoas ou que ninguém é tão romântico como antigamente.

-Língua afiada a sua. –Kaede riu com a mal-criação de Kikyou.

-Eu preciso ir agora, por favor, maninha, me diga o que acha, ta? –beijou a face da irmã e saiu apressada, entrou no carro que estava estacionado próximo e deu partida.

-Estou indo ler... Kaede...

-Certo. Pode tirar o dia livre. Eu fiquei sabendo de certas coisas e...

-Obrigada por se preocupar. –Kagome a cortou, queria ir embora logo. Desviar-se do olhar atencioso dele. De Inuyasha.

-Fique bem.

Kagome se afastou e ao ver isso Inuyasha levantou e foi até ela, quando reparou que Kaede nem havia o notado e que estava de costas, seguiu-a. Caminharam até chegar naquele mesmo café de antes. Kagura's.

Ela entrou e ele ficou para fora. Estava sem condições para entrar ali. A verdade era que estava sem dinheiro algum. Tinha que ter tirado dinheiro no banco. Talvez, ainda tivesse alguma coisa... Mas, não. Esqueceu-se com tudo isso. Estava faminto. Não podia fazer absolutamente nada. Apenas, esperar que ela saísse.

Isso era ridículo. Queria falar com ela... E teria que esperar ela sair daquele café após ter lido sabe se lá quantas folhas de um livro inteiro (grande e grosso)... Ele não ia suportar. Sentou-se na sarjeta. Seu estômago estava roncando. Não havia tomado café algum... Somente água. Talvez, fosse melhor passar num banco e sacar algum dinheiro. Poderia perdê-la de vista. Não, ele agüentaria era forte...

Passou uma hora e nada. Sua barriga estava roncando ainda mais...

Estava perdido.

Passou duas horas e meia. Ela morreu lá dentro? Perguntou-se.

Três horas e meia. Seus olhos começaram a pesar. Mais e mais...

Quatro horas e quinze minutos. De repente, já estava quase no pôr-do-sol.

Cinco horas... Ele sentia tontura.

-Você... –era ela. Enfim, ela havia saído daquele café idiota. Maldito.

-Eu... –ele sorriu e foi levantar, mas, acabou vacilando.

-O que você tem? –ela aproximou-se.

-Nada. –ele tentou levantar mais uma vez, estava quase caindo quando ela o segurou.

-Meu Deus, vamos para um médico.

-Não! –ele disse com raiva. Não queria ir a porcaria de médico algum. Sabia que estava assim porque estava se alimentando de maneira miserável.

-Tudo bem... Você tem idéia do que você possa ter?

Ele corou. –F... Fome.

-Fome? –ela não conseguia entender. Ficou confusa. –Vamos... Eu te levo para casa.

-Como? Carregando-me? –ele riu. Estava delirando de fome. –Você não me agüenta idiota.

Ela encostou a mão sobre o rosto dele. –Deus, você está com febre. Vamos para um hospital.

-Não! –ele berrou outra vez. –Esquece, eu não vou. Vamos para minha casa. Carrega-me super mulher.

Ela não sabia se ria ou não. Chamou um táxi e colocou-o dentro com ajuda do motorista.

-Tem certeza que não quer levá-lo a um médico, senhorita?

-Ele disse que não quer.

-Ele parece anêmico, se quer saber. –disse o motorista sentando no banco e colocando o cinto. Ela fez o mesmo.

-Como sabe disso?

-Eu fiz enfermagem quando era mais novo... Porém, não levava muito jeito para coisa.

-Ah certo... Você pode passar no mercado antes?

-Posso.

-Obrigada.

Quando Kagome abriu a porta daquele apartamento não sabia se sentia aliviada ou não. O lugar era um cubículo. Era podre.

A porta de entrada dava para uma sala minúscula, com uma mesa que tinha o laptop, no chão havia milhares de papéis e roupas, nem dava para ver o chão. Tinha duas cadeiras na frente e havia também mais ao centro um sofá de dois lugares, azul, rasgado que era de frente para uma tv de vinte polegadas que não apresentava bom funcionamento... O telefone ficava ao lado do laptop, era fixo. Com dificuldade colocou Inuyasha sentado sobre o sofá velho. Ao lado esquerdo havia duas portas, abriu a primeira e deu de cara com um quarto miúdo com só uma cama e um armário, havia uma porta que dava para um banheiro menor do que qualquer outro que ela havia visto. A privada que era branca estava encardida, o boxe era tão pequeno que ela duvidou que ele conseguisse entrar ali e a pia ficava tão colocada na privada que dava nojo. Saiu apressada e se dirigiu para a outra porta - que não possuía porta, apenas, uma cortina de contas, era a cozinha: pia, geladeira lascada e fogão que mal acendia.

Kagome sentiu aquilo como um verdadeiro desafio. Olhou pela cortina Inuyasha que estava sentado sem se mover. Parecia hipnotizado. Ela ficou com dó dele. Ele vivia em condições totalmente miseráveis. Não era de se estranhar que estivesse assim... Desse jeito.

Não conseguia entender como ele havia conseguido sobreviver até agora. Ele só escrevia livros... Não possuía outro trabalho. Então, com certeza só ganharia dinheiro após a publicação do livro. Coitadinho...

Ela fez uma sopa com muitos legumes. Sorte ter pensando em passar no mercado. Ao abrir a geladeira e o armário que ficava debaixo da pia, não encontrou nada. Somente uma frigideira, uma panela de pressão e uma panela de porcelana velha. Só a panela de pressão possuía tampa. Como ele se alimentava? O pior foi ver somente garrafas de água na geladeira e um queijo podre e malcheiroso. Jogou o queijo no lixo.

Esperou a sopa esfriar e levou-a na panela mesmo... Não achou os pratos. Somente talhares. Ele teria que comer sopa na panela de pressão e com uma colher de arroz, não achou nada, além disso, e garfos.

-Tome. –ela disse ao colocar a panela sobre a mesa.

Ele a olhou debilmente. Sorriu. Tentou levantar e não conseguiu. Sentia-se idiota por estar tão fraco... Estava faminto, agora seu corpo todo pesava, seu estômago doendo implorando um pedaço de alimento. Nem que fosse alguma migalha...

Ela sorriu. Foi até ele. Ajudou-o a levantar, a sentar-se na cadeira, alimentou-o como uma mãe faz a seu filho.

Ele olhou espantado a cada colherada que ela lhe dava. Sentiu-se tão feliz de poder degustar uma comida tão deliciosa... Tão gostosa. Como da vez que a visitou em casa. Da vez que ele se escondeu no quarto dela... Da vez que ele a viu... Naquela foto, lá pousando de uma maneira tão bonita. Apenas, um sorriso. Aqueles olhos brilhando... Corou, enquanto ela lhe dava mais uma colherada.

Quando já estava empanturrado afastou o rosto e sussurrou um obrigado. Kagome sorriu satisfeita e levou a panela para a cozinha. Ele permaneceu ali sentado a ouvindo abrir a torneira e lavar a colher, colocar a panela na geladeira e voltar.

-Você está melhor?

Ele olhou para ela. Estava na dúvida se a agradecia outra vez ou não. Não sabia o que pensar naquele momento estava feliz por ela ter o ajudado e ao mesmo tempo não conseguia esquecer duas coisas: o retrato e o seu livro. Balançou a cabeça positivamente. –Estou. Obrigada.

-Que isso. Inuyasha se você tivesse me contado que sua situação estava tão ruim assim, eu poderia ter te ajudado antes...

-Não. Não... É que eu acabei me deixando levar escrevendo meu livro, entende? Esqueci que eu tinha que fazer outras coisas. –mentiu.

-Mesmo? –ela perguntou preocupada.

-Sim. –ele deu um sorriso maroto cheio de falsidade como todas as suas outras ações e falas. Era mentiroso, falso, dissimulado. Mal sabia Kagome a crápula que ele era.

Ela observou-o com mais atenção. –Você está mais corado, graças. Bem, Inuyasha, eu preciso ir para casa... –ela sorriu tímida ajustando óculos sobre o nariz. –Já está tarde e minha família vai ficar preocupada...

-Ah... Sim. –ele levantou-se bruscamente, sentia-se melhor, porém, ao levantar sentiu um pouco de tontura. Talvez, foi porque tinha levantado rápido. Acabou sentando novamente.

-Está passando mal?

-Não... Não... Foi só porque levantei rápido e não estou cem por cento ainda, mas, relaxa...

-Bem, melhoras, eu vou indo... –ela dirigiu-se a porta.

-Sobre aquele dia... Desculpa ter ido sem ter dado ao menos um tchau. –ele disse.

Ela parou de andar. Virou para encará-lo. –Tudo bem. Eu peço desculpas, também. Por causa de tudo. Acho que no fim foi bom você ter ido sem me dar tchau.

Ele engoliu o seco. Não sabia se aquilo era um comentário ofensivo ou não. Como se dissesse que a presença dele não era importante. Se assim fosse, o seu plano para fazer o seu livro ia por água abaixo. Não... Ele precisa dela para criar situações. Situações como essa de agora.

-O que você teve com aquele cara?

-Que cara? –ela fingiu não entender.

-Kouga. –ele falou cuspindo as palavras. Ele sabia da história... Porém, ele queria ouvir dos lábios dela.

-Ele... Você sabe... É... Ele era meu ex-namorado e tudo acabou.

-Não sei... –Inuyasha levantou-se outra vez, porém, lentamente. Então, em passos pequenos e contidos foi andando até chegar perto de Kagome. Ainda bem que seu apartamento era um ovo e ele não precisou dar mais que cinco passos.

Ela começou a ofegar. Inuyasha percebeu que ela estava começando a se desesperar. Tocar naquele assunto a deixava imensamente frágil. Ele sentiu-se mal por fazê-la sentir essa sensação (seja ela qual for). Como se ele fosse um lobo preste a capturar o cordeiro com seus dentes pontiagudos.

Os olhos dela começaram a marejar e lágrimas saíram deles. Então, foi aí exatamente aí que ele sentiu-se como um monstro. Não conseguiu se conter e abraçou-a num ato impensado tentando acalmá-la. Agora, era um pai que abraçava a filha tentando acalmá-la da dor. Tentando mostrar que estava tudo bem. Que ele estava ali e estava tudo bem.

Então, no meio daquele abraço ele lembrou-se da palavra chave:

Livro.

Pensou em afastá-la em se despedir e expulsá-la. Porém, travou. Não conseguiu fazer absolutamente nada. Ela não retribuía o abraço. Estava estática, com os braços para baixo, sentindo uma lágrima após a outra rolar por sua bochecha e uma dor de cabeça ameaçava sua testa.

-Kagome...

Ela não teve coragem para erguer o rosto e encará-lo.

-É... Ah... Fica... –Inuyasha encostou sua testa na dela.

-Hã? –ela então, levantou a cabeça. Queria entender o que ele estava querendo dizer. –Fica?

-É. Kagome fica aqui comigo essa noite.

-O quê? –ela espantou-se e acabou o empurrando. –O que você está pensando?

Ele fechou os olhos. –Não... Não é isso. É que... –abriu os olhos novamente. Ainda estava fraco. Uma sopa não melhoria sua situação. Ele ainda estava fraco. –Eu... Eu... Você fica aqui, por favor. Eu... –fechou os olhos mais uma vez e caiu com tudo no chão desmaiado.

Kagome berrou assustada. –Inuyasha!

-.-Continua-.-

Olá! Quando tudo parecia ruim... Eis que surge uma oportunidade para Inuyasha. Está mais do que explícito que a fome uniu laços. Quem imaginaria que o Inuyasha estava assim tão escasso. O coração bom de Kagome nunca permitiria que ele viesse a perecer. Agora, o que acontecerá? O que fará Kagome? O pobre Inuyasha desmaiou, estaria ele começando a pagar por seus pecados?

Novamente o meu msn não foi! Deve haver algum complô. Mas, vamos novamente tentar.

Eu vou deixar tudo escrito, porque se eu ponho ponto com complica é tudo.

Daiane12 (arroba) (ponto) (hotmail) (ponto) (com). Pronto! Podem me adicionar só me digam que estão lendo minha fic. Certo? Porque eu não costumo aceitar todos e tal, só para facilitar as coisas mesmo.

Agora vamos para um trechinho do próximo capítulo:

-Eu... Eu te amo. –ele murmurou.

Kagome não evitou corar.

-Por quê?

-Porque não é certo. Quando eu estou com você, eu fico feliz... Mas, meu coração dói demais.

-Não precisa... –Kagome disse fazendo um movimento como se fosse levantar. Inuyasha segurou o ombro dela.

-Tudo bem, eu estou melhor. Era só fome mesmo e um pouco de cansaço.

-Mas...

-Não pense nisso. –pediu Inuyasha. –Você sempre se prende ao seu passado... Como se fosse incapaz de viver no presente ou de aceitar o futuro.

-Não... Kagome... Eu não tenho certeza de como você...

-Olha, nem eu como você é. Vamos dormir...

O que acontecerá a seguir?

Agora vamos aos comentários! Obrigada mais uma vez, saibam que sou extremamente grata a todos. Obrigada!

Lilermen. – OI, tudo bem?Olha, esse Inuyasha está um pouco lerdo mesmo! Mas, aos poucos as coisas vão melhorando, olha eu não sei o tamanho do capítulo estava do mesmo tamanho desse. Esse também foi um pouco pequeno? Bem, o Kouga talvez demore um pouco para voltar em ação, mas, em conseqüência mais pessoas vão aparecer nos próximos capítulos. Aguarde. Beijos e até.

Kagome Juju Assis. – Olá! Como vai?Tudo bem sobre não comentar, só de ler, já estou feliz. Hmm... Vejamos, não sei quando ele vai perceber o quão a Kagome é linda. Mas... Não posso contar o que vai acontecer. Muita coisa ainda vai rolar. Não se preocupe. Espero te ver aqui no próximo capítulo. Beijos e até.

Lore Yuki. – Olá! Tudo bem? Ah! Parece que o pessoal gostou dos fragmentos da memória da Kagome, acho que vou por mais alguns. O que acha? E todo mundo disse que o capítulo estava pequeno, mas, o tamanho estava normal. Não quis ser má, mas, confesso que como qualquer escritora eu possuo um grau de crueldade. Espero que tenha gostado beijos e até.

Lory Higurashi. – Olá! Como vai? Você logo vai saber o porquê da Sango ter parado no Hospital. Uma coisa interessante foi que só você comentou o caso, para os outros ou passou despercebido, ou ignoraram, não sei. Mas, logo você saberá o que houve. Fui rápida dessa vez? Espero te ver no próximo capítulo, beijos e até.

Kaori – sann. – Oi, tudo bem? O meu problema é ser uma pessoa dorminhoca, eu não gosto de dormir exageradamente, não durmo a tarde e não durmo até tarde, mas, gosto de dormir umas oito horas por noite. Mas, eu estou me esforçando, eu só não posso parar, não é? Eu também não posso atualizar demais ou daqui mais para frente vou demorar ainda mais para postar, porque estarei escrevendo, agora existe um número de capítulos que estou à frente e faz com que eu possa atualizar no mínimo uma vez por semana. Com toda a certeza as coisas estão fugindo do plano inicial. Obrigada! Espero te ver logo. Beijos.

Opa, por enquanto é só pessoal.

Quem falava isso? "Por hoje é só pessoal", quem falava isso? Eu esqueci mesmo.

Espero ver todos em breve.

Mil beijos

Boa semana para todos

Tchau

Dani