LEGENDA:
Itálico - pensamentos
Negrito - sonhos/lembranças
By Kinomoto Sakura
Já havia passado alguns dias desde que Syaoran saíra do hospital. A mãe e as irmãs dele estavam na casa deles que ficava próximo ao Centro da cidade. Nós saíamos nos horários que não tínhamos aula e confesso que nos divertíamos tanto que esquecíamos Syaoran.
Shieffa e Fuutie eram muito engraçadas, o que nos fazia ter altas crises de risos e passar por situações bem constrangedoras.
- Por favor, - respirei fundo - nunca mais façam isso! - ouvi risadas das 4 e corei mais ainda.
- Mais foi tão fofo o cara te ajudando a procurar a pelúcia do Snorlax. - Shieffa pisou pra mim.
- Ele ficou com pena de você. - Meiling resmungou.
- Isso é culpa de vocês duas. - apontei acusatoriamente para Fuutie e Tomoyo.
- Nossa? - elas disseram em uníssono e caíram na risada.
- A ideia de procurar pela pelúcia foi de vocês.
- Calma Sakura-chan! Você acaba se acostumando. - Shieffa enlaçou seu braço ao meu e continuamos andando.
Durante aquela semana rodamos as principais lojas, fomos a todos os shoppings e feiras que Kyoto possuía. Fuutie se mostrou uma ótima motorista, Shieffa era a versão feminina de Syaoran, Meiling estava um pouco mais agradável que o normal e Tomoyo, como sempre, registrava cada momento.
Syaoran estava passando a recuperação em casa junto com suas irmãs e mãe, por isso só o visitei 3 vezes, estava passando mais tempo com suas irmãs do que com ele.
...
- Vai rolar festa do pijama esse final de semana? - Fuutie perguntou assim que a comida chegou.
- Aonde? - Tomoyo perguntou enquanto colocava açúcar no suco.
- Não que eu saiba... - Meiling comentou de boca cheia.
- Temos que ver com mamãe quando vamos embora. - Shieffa lembrou.
- Hun... É verdade.
- Vocês já vão? - eu perguntei.
- Syaoran já está melhor, não 100%, mas bom o suficiente para Wei cuidar dele. - Fuutie comentou numa mistura de alegria e tristeza, enquanto brincava com a comida.
- Será que mamãe libera ser lá em casa? Como uma festa de despedida?
- Eu não sei Shieffa... Mas não custa tentar! Mamãe gostou muito delas! - as irmãs conversavam entre si como se nos três não existíssemos.
Naquele mesmo dia, após o almoço, resolvemos ir para o nosso apartamento e o sono nos venceu. Estávamos tão cansadas que as cinco dormiram espalhadas pela pequena sala.
...
- Sim, tia... - ouvi uma voz um tanto quanto distante devido ao sono - Estamos no apartamento de Tomoyo e Sakura... Não, elas ainda estão dormindo... Sim tia, eu aviso. - me levantei e olhei para Meiling - Pensei que você seria a última a acordar.
- Também pensei. - me espreguicei e depois cocei meu olho - Quer comer alguma coisa?
- Aceito, obrigada. - fomos para a cozinha e começamos a cortar as coisas para preparar yakisoba.
Todas as vezes que Syaoran ou alguma das mulheres Li estavam aqui no apartamento rolava alguma especiaria chinesa. Era engraçado, mas já havia me acostumado com a agitação que a cozinha ficava todas as vezes que fazíamos algo juntas.
- Esta bom? - perguntei apontando para o brócolis. Ela olhou em direção a tábua e confirmou com a cabeça.
- Sim... Pode passar pro frango. Já estou terminando com a carne e o macarrão.
- Hun... O cheiro me acordou de tão bom! - Shieffa veio até a bancada e espiou por sobre os nossos ombros. Eu nunca havia interagido com gêmeos, então pra mim era impressionante como ela e Syaoran tinham atitudes parecidas. - Querem ajuda?
- Por aqui esta tudo sob controle. Mas você pode fazer a sobremesa, se quiser. - Meiling sempre comandava a cozinha. Aquele jeito mandão dos Li sempre aflorava mais nela.
- Sim senhora! - Shiefa piscou pra Meiling e passou a caçar coisas interessantes pelos armários para elaborar alguma coisa.
...
- Mamãe deixou! - Fuutie voltou saltitando da cozinha.
- Deixou o quê?
- Elas dormirem lá em casa! - Fuutie sacudiu os ombros de Shieffa como demonstração de alegria.
- Então assim que terminarmos de comer vamos pra lá! - Tomoyo se juntou a animação das duas.
- Festa do pijama! - era impossível não se contagiar com a animação de Fuutie.
...
- O QUÊ?
- Shiiiiiii - as quatro me pediram silêncio.
- Você não é surda, Sakura. - Meiling disse delicada como sempre.
- Eu não vou fazer isso! - resmunguei.
- Ah vai sim! Você escolheu desafio. - Shieffa estava com um sorriso maléfico de dar medo. Droga! Pare de ser parecida com ele!
- Mas você falou duas coisas! - tentei a todo custo fazê-la mudar de ideia.
- Essa é a graça do "verdade ou desafio". - Fuutie ficou do lado da irmã - E além do mais, não dá pra comprovar uma coisa sem a outra.
- Você está vermelha, Sakura! - Tomoyo, ao invés de me apoiar, ficou caçoando de mim.
- Aceita logo e vai! - Meiling já estava impaciente - Quanto mais rápido você for, mais rápido acaba com isso.
...
- Syaoran? - bati na porta e fiquei esperando pela resposta.
- Pode entrar. - escutei a voz dele abafada. Entrei e meus olhos demoraram a se acostumar com o ambiente.
- Ai! - esbarrei em alguma coisa e como resposta, Syaoran ascendeu o abajur ao lado de sua cama. Reparei que ele voltou com certa dificuldade a posição anterior.
- O que faz aqui uma hora dessas, Sakura? - ele me perguntou enquanto coçava o olho. Sorri pela expressão infantil que ele demonstrava.
- Tenho que pagar um desafio. - me aproximei de onde ele estava e percebi que ele estava sem camisa.
- Desafio? - concordei - Deixe-me adivinhar, Shieffa sugeriu o jogo e Fuutie te desafiou?
- O contrário. - estava envergonhada, não sabia como explicar a situação.
- Então me conte, - ele indicou o outro lado da cama de casal - aonde eu entro nisso? - sentei na cama e respirei fundo, tentando organizar meus pensamentos, procurando uma forma mais fácil de contar - Sakura? Só me fale... Pare de enrolar.
- Meu desafio é ficar com você. Mais especificadamente, aparecer com um chupão no pescoço feito por você.
- Depois as mulheres são mais maduras. - vi ele balançar a cabeça em negação.
- Tentei fazê-la mudar de ideia, mas ela é teimosa feito você.
- Gene Li. - ele piscou pra mim e eu sorri. Cheguei mais perto dele e toquei nos curativos.
- Como você está?
- Bem melhor. - ele mudou de posição - Só não me olhe assim, não estou inválido ou coisa do tipo. Ainda posso dar uma surra nas minhas irmãs.
- Aposto o contrário. - ri da expressão de descrença dele.
- Quando você perdeu o medo de mim? - ele cutucou minha costela e eu reagi por reflexo, me retraindo. Perdi o equilíbrio e caí deitada ao seu lado. Ele aproveitou e deitou também. - O que você vai fazer com relação ao desafio?
- Eu não sei. - fui sincera. Ao mesmo tempo que o meu lado competitivo tratava de forma fria, meu lado fraternal temia que de alguma forma aquilo pudesse me afastar dele.
- Não sou tão ruim assim, sabia. – ri do comentário.
- Sim, eu sei. - mudei de posição, ficando de frente pra ele. - Só não me sinto confortável.
- Tenho três soluções pra você. - aquilo chamou minha atenção. - Podemos executar o desafio, - ele começou a enumerar - você pode se recusar e voltar pra lá ou pode dormir aqui.
- Dormir aqui? Como isso vai ajudar?
- Elas vão desistir de te esperar.
- E vão imaginar coisas.
- E...? - olhei indignada pra ele - Não vamos fazer nada, você só vai dormir no mesmo quarto que eu. Só. - continuei o observando - Então tudo bem, qual das outras duas?
- Eu não sei.
- Pra mim é claro que a primeira opção é a mais proveitosa. - fiquei vermelha com o comentário. - Além do mais, seria engraçado ver você andando com blusa gola alta.
- Você também.
- Como?
- Eu também tenho que deixar provas em você.
- Isso é injusto.
- Sua afirmação soou machista.
- Mas é verdade. E totalmente normal nós deixarmos marcas em vocês e não o contrário.
- Continua sendo machista.
- Tanto faz. Não terei uma mesmo.
- Não sei quem é pior, você ou Shieffa. - ele deu um meio sorriso e virou o rosto pra mim.
- Ou você vai me marcar?
- É muito estranho você falar assim. - ele riu do meu desconforto, se mexeu novamente e apagou o abajur.
- Apenas durma Sakura, ou me deixe dormir. Boa noite. - ele se ajeitou melhor, continuou com a barriga pra cima e colocou o braço direito atrás da cabeça.
Não sei quanto tempo se passou, mas meu estômago dava voltas. Minha curiosidade lutava contra o meu medo. Medo de estragar uma amizade, de perdê-lo. Mas não sei se terei coragem ou oportunidade de beija-lo novamente. Me surpreendi pelo rumo dos meus pensamentos. Eu o queria, mas não sabia ao certo o que sentia por ele.
- Ainda pensando nisso?
- Sim. - ouvi ele fungar e algo se movendo sobre o tecido do lençol. Senti quando ele me cobriu e fez menção de se afastar.
Virei de costas pra ele e de tanto pensar acabei dormindo.
...
Acordei no outro dia, com ele se mexendo.
- Bom dia. - sua voz estava rouca e grossa.
- Bom dia. - não abri os olhos e me aconcheguei mais ainda nele.
- Gostou do travesseiro?
- Uhun. - balancei a cabeça sorrindo. Ouvi sua risada e resolvi abrir os olhos. Eu havia abraçado ele durante a noite, ou o contrário.
- Cabelos bagunçados, olhos grudentos, mau hálito... - ele começou a enumerar. Escondi meu rosto e ele riu de minha reação. - Não é pra tanto, Sakura! Todas as pessoas na face da Terra são assim quando acordam. - ele segurou meu queixo e eu me recusei a abrir meus olhos. Senti quando ele beijou minha testa. Sorri.
Encostei meu nariz em seu maxilar. Senti quando ele moveu a cabeça, fazendo com que seus lábios tocassem meu nariz. Sorri pelo movimento e ele fez graça beijando o local.
Meu coração falhou uma batida quando senti seus lábios sobre os meus. Foi um simples contato, mas minha mente se concentrou em apenas sentir.
...
- Bom dia sumidos. – fomos recepcionados dessa forma no café da manhã. Tanto Shieffa quanto Fuutie lançavam sorrisos cúmplices, Meiling estava irritada como sempre e Tomoyo, bom, eu não sabia onde ela estava. Ajudei Syaoran a se sentar e fui para a cadeira vaga ao seu lado. Yelan também não estava presente.
- E então, cadê? – Shieffa chegou perto de mim, afastando meu cabelo, procurando por qualquer marca. Me afastei um pouco, mas não rápida o suficiente.
- Não adianta procurar, Shieffa. Não há nada aí. – Syaoran tratou daquilo com a maior naturalidade. Ainda me pergunto como ele consegue.
- Você não cumpriu o seu desafio?! – Fuutie balançou a cabeça em negativa.
- Desafio infantil e imaturo, diga-se de passagem.
- Então, você barrou ela, Syaoran? – Meiling finalmente se pronunciou.
- Na verdade ela ficou enrolando e acabou dormindo. – todas olharam pra mim e eu corei.
- Fala sério, Sakura! – Shieffa veio até mim e beliscou minhas costelas.
- Poxa! E eu achando que tinha acontecido alguma coisa de interessante. – Fuutie parecia decepcionada.
- A culpa não é minha se já estava tarde e eu estava com sono. - tentei me defender, mas pela expressão delas, não foi o suficiente.
- Você sabe que terá que pagar outra coisa, não sabe?!
- Não posso Fuutie, tenho exercício valendo nota pra semana que vem e é bem puxado.
- Ao contrário de vocês duas, elas estudam. - Syaoran não perdeu a oportunidade.
- Pare com a chatice Xiao Lang! - Shieffa bagunçou seu cabelo.
...
O restante da semana eu tive que estudar, muito. Havia matéria acumulada, exercício e trabalho para serem feitos. Tomoyo não tinha tanta coisa e pode acompanhar as garotas. Era estranho estudar sozinha, porém eu conseguia me concentrar melhor.
Já beirava 22h quando um dos estagiários da biblioteca passou por mim avisando que já estavam fechando. Estalei meu pescoço e comecei a juntar minhas coisas. Assim que saí da biblioteca, aquela sensação de estar sendo observada voltou. Eu sei que já deveria estar acostumada, mas é muito difícil agir como se nada estivesse acontecendo.
...
- Onde você está?
- Oi? - perguntei confusa.
- Onde você está? - a voz do outro lado falou pausadamente.
- Touya?
- Não, o primeiro ministro. - revirei os olhos.
- Saindo da biblioteca, indo pro apartamento.
- A essa hora? - respirei fundo.
- Estou a caminho, papai.
- Não use esse tom comigo, mocinha. - não aguentei e gargalhei. Acho que ele entendeu o motivo da graça e riu também. Continuei com a sensação de estar sendo seguida, parei e olhei para os lados, mas logo me lembrei do que Tomoyo havia dito sobre os guarda-costas. Respirei fundo e voltei a me concentrar no que Touya estava falando. Conversamos até chegar ao alojamento.
...
- Cheguei! - entrei no apartamento e não encontrei ninguém. Elas ainda estão fora. Aproveitei pra tomar um banho e lavar os cabelos.
Algum tempo depois escutei barulho da porta sendo aberta e vozes femininas.
- Cadê a Sakura?
- Está no banheiro, Shieffa. - escutei Tomoyo responder.
Ainda estava secando os cabelos, mas abri a porta. Segundos depois Shieffa se chocou contra mim numa espécie de abraço.
- Oe! Calma ai! - consegui dizer, mesmo rindo muito.
- Eu não quero te soltar nunca mais! - olhei para ela.
- O que houve?
- Estamos indo embora amanhã. - Fuutie respondeu por ela.
- Já?
- Aquele crápula do Xiao Lang convenceu mamãe de que está bem. Então, temos que voltar. – achei graça da voz chorosa de Shieffa e apertei sua cintura. Ela reclamou pela pressão e me soltou.
- Espero que voltem logo. – saí com Shieffa do banheiro e me sentei no sofá ao lado de Fuutie. Ela estava emburrada, enquanto Shieffa estava chorosa.
- Sim! Não sei como sobrevivi até hoje sem apertar você e Tomoyo. – a gêmea de Syaoran segurou minhas bochechas e balançou de um lado para o outro.
- Mas você tem a Fuutie. – tentei dizer, mesmo com a boca totalmente esticada.
- Ela não me deixa apertá-la!
- Encoste em mim e você será uma Li morta. – Fuutie cruzou os braços e vestiu uma máscara de frieza.
- VIU! – Shieffa apontou pra Fuutie – Ela é má e chata, Saki-chan.
- Vocês conseguem ser bem irritantes quando querem, não é? – Meiling voltou da cozinha com um copo com água e se sentou na poltrona.
- Também te amo, prima. – Fuutie e Shieffa falaram ao mesmo tempo. Assim que terminaram, olharam uma para a outra e caíram na gargalhada.
...
Já havia alguns dias que as irmãs e mãe de Syaoran haviam partido, e com elas os passeios diários acabaram. A semana de prova havia enfim terminado, levando para o fim do período. Meu Kami! Faz quase seis meses que me mudei pra cá! Me mantive tão ocupada, seja estudando ou passando tempo com meus amigos que nem percebi o tempo passar. Daqui a pouco vou voltar pra casa e poder passar um mês com o povo lá de casa. Meu celular vibrou e, após conferir o display, percebi que era uma mensagem de Pietro. Ele havia pego o número do meu celular no dia do karaokê e desde então nós conversávamos às vezes, seja por mensagens ou por ligações.
"Livre hoje?"
Gelei um pouco após ler a mensagem. Um encontro? Ai meu Kami!
"Relativamente. Só tenho que terminar um relatório pro anatômico, mas é pouca coisa. Por quê?"
Eu suspeitava da resposta, mas queria ter certeza do que se tratava. Ele não respondeu de imediato, me deixando um pouco nervosa e ansiosa pela resposta. Pra ocupar o meu tempo, coloquei algumas das minhas roupas para lavar e ajudei Tomoyo com a louça suja.
- Seria tão legal se você e Syaoran namorassem. – ela comentou pela enésima vez.
- Pare com essa ideia Tomoyo, por favor. – choraminguei.
- Mas por quê? – ela escorou a cabeça em meu ombro – Seria tão bonitinho. – respirei fundo.
- Não tente bancar o cupido, Tomoyo. Eu sinto um carinho muito grande por ele, mas não dessa forma e não nesse nível.
- Ok, sem problemas! – ela se desencostou de mim – Ainda tenho três anos pra te convencer.
...
"Topa tomar um sorvete lá no aquário?"
Prendi a respiração assim que li a mensagem de Pietro. Não se assuste, não é um encontro. Calma!
"Claro! Que horas?"
"Pode ser às 16h?"
Olhei para o relógio, levemente espantada pela rapidez da resposta e confirmei o horário.
...
- E aí, como foi? – Tomoyo me abordou assim que cheguei em casa.
- Divertido. – sorri enquanto deixava a bolsa em cima da poltrona – Conversamos bastante, principalmente sobre família e faculdade.
- Ele te beijou? – ela perguntou animada. Rolei os olhos.
- Não Tomoyo. Ele é só meu amigo, ok?! Como já te disse, ele é só meu amigo, nada de mais.
- Uhun, sei. – ela piscou pra mim e voltou a prestar atenção ao programa que passava na televisão.
Bom, pelo menos é nisso que acredito. Fui para o banheiro tomar uma ducha. Em momento algum ele tentou me beijar ou coisa do tipo. Só ficamos sentados na lanchonete, conversando, e tomando sorvete. Esfreguei o sabonete com mais força do que o habitual. Será que ele é gay? Ou será que ele realmente não gosta de mim dessa forma? Parei. Eu quero que ele goste de mim ou é apenas orgulho ferido por ele não ter se apaixonado por mim?
N/A: Olá pessoas!
Mais um capítulo ON! #Uhuuuu Tem a versão de Sakura sobre o beijo e a convivência dela com as irmãs Li s2 Muito amor envolvido, cara! kkkkk
Bom, qualquer dúvida ou sugestão, me falem, ok?!
#Beijos
