N/A:Gente surpresinha ganhei uma capa pra fic *-*

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quem fez foi a Janaa B. Weasley *-*

CAPÍTULO IX

Curto? — Hermione repetiu horrorizada. — Liso? E preto? Tem certeza de que Draco disse que preferia assim?

— Seu amigo foi bem insistente, linda — o alegre cabeleireiro confirmou. — E ele está certo. Você vai parecer mais séria.

Hermione não queria parecer séria. Queria parecer feminina e sexy.

— Mas eu queria pintá-los de loiro — murmurou contrariada. — Ondulados e na altura dos ombros.

— Sinto muito, linda, mas suas pontas estão danificadas demais, e as raízes manchadas não vão aceitar outra tintura clara. Mas não se preocupe. Vai ficar fabulosa. Cabelos curtos estão na moda, você sabe. — Ele segurou a massa de cabelos com ambas às mãos e inspecionou o rosto de Hermione. — Olhe no espelho. Vai combinar com seu rosto, veja... Você tem ossos largos, sem mencionar esse pescoço comprido e maravilhoso... Até parece a Audrey Hepburn, só que mais alta... Mas aqui está Janine. Vou checar com ela outra vez antes de começar, certo?

Janine, a proprietária do lugar, era uma loira com cerca de cinqüenta anos.

— O Sr. Malfoy foi muito insistente — ela confirmou instante depois. — Bem curto, e totalmente negro, foi o que ele pediu. Certamente ficaria muito decepcionado se não seguíssemos suas ordens. O cavalheiro claramente tem uma visão bem clara de como prefere vê-la, minha cara. Mas se preferir podemos falar com ele outra vez...

A última frase tranqüilizou um pouco Hermione. Talvez Draco estivesse começando a achá-la atraente. Na noite anterior o surpreendera várias vezes olhando-a com uma expressão indecifrável. Se ao menos pudesse ler os pensamentos daquele homem por um segundo... Ela suspirou.

— Faça exatamente como o Sr. Malfoy mandou.

E foi o que fizeram... e demoraram quase oito horas no processo! Seus cabelos foram praticamente tosados, e em seguida colorido com uma tonalidade negro-azulada, além da pele ter sido impiedosamente esfoliada e passado por um sem-número de máscaras. Tudo o que podia ser mexido, foi mexido. O corpo dela foi massageado e hidratado, e a certa altura Hermione começou a sentir-se mimada como uma boneca de luxo...

Felizmente, lembraram-se de alimentá-la também, caso contrário teria desmaiado de inanição. Céus, nunca imaginara que um tratamento completo de beleza pudesse ser tão extenuante! Que coisa mais irônica!

— Estou usando uma base bege clara — Chelsea disse enquanto aplicava o produto. — Ela tem fator de proteção solar 30, para proteger sua pele de futuros danos. Vou aproveitar para fazer uma maquiagem noturna — a mulher continuou em seguida. — Fiquei sabendo por intermédio de Janine que o Sr. Malfoy pretende levá-la para jantar hoje à noite. Durante o dia sugiro tonalidades mais neutras, com um delineador cinza e pouca sombra. Seus olhos não precisam de excessos... são naturalmente maravilhosos...

Como uma aluna aplicada, Hermione tentou prestar atenção a tudo o que aquelas especialistas lhe diziam, pois eram conselhos muito práticos para uma pessoa que estava prestes a entrar no mundo da moda.

Ela sabia muito bem que, daquele momento em diante, não poderia errar de maneira alguma. Vários olhos a observariam diariamente, olhos acostumados a modelos internacionais e mulheres extremamente sofisticadas. Céus, que desafio!

Quando o cabeleireiro retornou para remover o capuz usado para hidratar os cabelos, o espanto de Hermione foi ainda maior.

— Está vendo? — ele disse ao terminar, pegando um espelho de mão para que ela visse a parte de trás da cabeça. — Fabuloso, querida! Simplesmente o máximo!

Hermione mal podia acreditar nos próprios olhos. Os cabelos negros e curtos até que não haviam ficado tão mal, especialmente com seu rosto maquiado daquela forma. O contorno de seus olhos tinha sido salientado e, com os cabelos daquela forma, fazia seu pescoço parecer incrivelmente longo. Ela virou e inclinou a cabeça várias vezes, e gostou de cada ângulo do novo penteado.

— Ficou satisfeita? — o cabeleireiro perguntou num tom afetado.

— Muito.

— Acho que o Sr. Malfoy também vai ficar feliz com o produto final — o homem disse com uma piscadela significativa.

O uso que ele fez da expressão "produto final" terminou com as tolas esperanças que Hermione ainda alimentava. Porque era exatamente assim que Draco a via. Como um produto.

Ele queria que ela representasse um papel numa elaborada farsa, o papel de uma mulher de negócios competente e confiante. Por mais que o penteado lhe caísse bem, ainda era um visual bastante profissional, e a fazia parecer mais velha. Draco não estava interessado nela pessoalmente, nem fisicamente.

Por outro lado, a nova aparência tinha restaurado um pouco da auto-estima de Hermione. Pelo menos poderia entrar no escritório da Femme Fatale na manhã seguinte sem parecer uma caipira ingênua. Aquilo já era alguma coisa.

Draco foi até o Janine para buscar Hermione precisamente às cinco da tarde, depois de um dia que poderia ser chamado de tudo, menos de produtivo. O que não foi uma surpresa para ele, claro.

Não havia sido capaz de se concentrar em nada criativo ou construtivo. E agora lá estava ele, estacionando diante do salão de beleza para esperar aquela mulher. E sentindo-se muito, muito apreensivo...

E o que o preocupava de fato era não se importar mais com a aparência de Hermione. Era a própria garota que o deixava daquela forma. A pessoa adorável com quem tinha dividido uma pizza na noite anterior, aquela criatura deliciosa que sorria como um anjo e tornava doces até mesmo as palavras mais tolas.

A verdade era que alguém podia jogar um balde de lama sobre ela, e Draco continuaria achando-a atraente. Talvez o truque de cortar os cabelos bem curtos já não funcionasse para ajudar a conter seu desejo.

A porta do salão se abriu e ela saiu para a calçada, caminhando na direção do carro com charme, não se parecendo nem um pouco com a querida garotinha do Augusto, mas uma criatura muito diferente. Uma mulher fatal e sofisticada, que os cabelos curtos tinham tornado ainda mais sexy.

Ele engoliu em seco de desgosto. Que destino cruel! Em seguida, desceu e abriu a porta do passageiro para aquela verdadeira ninfa.

— Você não gostou do resultado — ela disse assim que se ajeitou no banco dó carro.

— Não ficou exatamente como eu imaginava.

A expressão desanimada do adorável rosto feminino fez com que Draco se sentisse terrível. Mas ele se recusou a elogiá-la, apesar da linguagem corporal de Hermione indicar que ela considerava sua aprovação muito importante. Já era ruim o bastante desejá-la. Se a atração passasse a ser mútua as coisas certamente iriam fugir ao seu controle bem depressa.

— Mas você vai conseguir, Hermione — ele encorajou-a brevemente. — Vai conseguir. Agora, vamos para casa encontrar algo para vesti-la amanhã. Harry já deve ter entregado as coisas de sua tia. Também fiz algumas compras, e o entregador do mercado deve tê-las levado. Pretendia levá-la para jantar fora hoje, mas surgiu um imprevisto e vou ter que sair sozinho...

E aquilo também não era verdade!

— Oh... — O desapontamento de Hermione era aparente, o que fez Draco concluir que estava fazendo a coisa certa ao evitá-la naquela noite.

Mas ainda havia um problema. Um mês inteiro de convivência pela frente. Será que conseguiria evitar aquela garota adorável por tanto tempo?

Era uma pergunta na qual Draco nem mesmo queria pensar no momento. E o motivo era simples... a resposta provavelmente o deixaria ainda mais preocupado.

— Bem, o que você achou?

Draco ergueu a cabeça ao ouvir a voz melodiosa de Hermione. Estivera andando em círculos na sala de estar nos últimos minutos, fumando como uma chaminé para tentar se acalmar.

Mas a visão das curvas estonteantes daquele corpo feminino num modelo escarlate muito justo reverteu o efeito dos últimos seis cigarros, fazendo o coração dele disparar de maneira alucinada.

Ele tentou fingir que estava calmo ao dar o último trago no cigarro que segurava, mas seus olhos não se desviaram dela por um segundo. Droga, tinha que sair de casa. E rápido!

— A etiqueta de preço ainda está aqui — Hermione informou, com o rosto ligeiramente enrubescido. — E posso dizer que é indecentemente caro.

E indecentemente sexy...

— Achei que não seria uma boa idéia aparecer no escritório de minha tia com algo que ela já havia usado — ela murmurou. — Então este deve ser perfeito, não concorda?

— Perfeito — ele repetiu por entre os dentes cerrados. Provavelmente os olhos de Ronny Weasley iriam saltar das órbitas.

— Todas as roupas servem em mim como uma luva — Hermione continuou. — Até mesmo os sapatos. Estes são lindos, não acha?

Ainda chocado, Draco limitou-se a assentir com um gesto de cabeça.

— Os acessórios que encontrei também são maravilhosos... havia até uma caixa com jóias, imagine só! O que achou dos brincos? — Ela tocou nas peças de ouro penduradas em seus delicados lóbulos.

Os dedos de Draco retorciam-se nervosamente. Uma onda de calor percorreu todo o seu corpo. Podia imaginar perfeitamente aquela mulher, não num vestido escarlate, mas nua em seus braços, desejando ser acariciada, beijada e...

— Eu realmente tenho que sair agora, Hermione — ele murmurou, num tom frio que contrastava com o incêndio que dominava suas entranhas. — Já passa das seis e meia... Sinto muito deixá-la sozinha, mas providenciei tudo para o caso de você querer cozinhar, e pode se distrair vendo a televisão a cabo, se preferir.

Subitamente, o brilho que havia nos olhos dela desapareceu.

— Você vai sair com Pansy, não é? — perguntou num tom acusador.

— Sim — Draco mentiu.

A expressão desanimada dela quase o matou.

Hermione encolheu os ombros. Em seguida virou-se e caminhou lentamente para o corredor.

Por um instante ele a observou em silêncio, e antes que percebesse estava correndo, não para a porta, como a decência mandaria, mas atrás dela.

Draco segurou-a pelos braços já na entrada do corredor que dava para os quartos, virando-a para que o encarasse.

— Eu menti — disparou sem fôlego. — Não vou sair com Pansy. Nós rompemos nosso relacionamento ontem à noite. Pretendia sair para ficar longe de você.

— De mim? — Hermione estava perplexa.

— Sim, de você, sua tola. Isso está me deixando maluco. Já era ruim o bastante antes que você aparecesse vestida assim, mas pelo menos eu achava que podia resistir. Descobri que não posso. E estou cansado de tentar...

— Mas... mas eu achei que não tinha gostado do que fizeram com minha aparência...

— Eu adorei. E quis fazer amor com você no mesmo instante. Mas prometi ao Augusto que cuidaria de você, droga, e não creio que sexo entre nós dois era o que se passava na mente dele quando me pediu isso!

Diabos, por que estava agindo como um perfeito idiota? Já tinha tomado sua decisão, não tinha? E passara dos limites mesmo assim...

Mas foi Hermione quem fez o próximo movimento, passando os braços ao redor do pescoço de Draco e puxando-o para junto de si.

— Augusto sempre acha que sabe o que é melhor para mim — ela murmurou. — Mas não sabe. Eu, por exemplo, acho que estaria cuidando muito bem de mim se fizesse amor comigo agora mesmo.

Embora ainda hesitasse, Draco sentia-se compelido a aceitar o que lhe era oferecido.

— Lembre-se sempre de que se trata apenas de sexo para mim, Hermione. Nada mais. Nunca tenha qualquer outra idéia a meu respeito.

Uma sombra obscureceu os olhos azuis, mas mesmo assim ela não desviou o olhar.

— Sei disso, Draco. Não sou uma criança. Nem uma garota ingênua e tola.

— Não diga que me ama. Nunca diga que me ama.

— Draco — ela replicou, ao mesmo tempo exasperada e frustrada —, por favor, cale a boca e me beije.

Ele respirou fundo e então beijou-a, repetindo aquilo várias vezes, como se tivesse medo de ir adiante. Mas finalmente beijá-la já não era o suficiente. Ele precisava sentir todo o seu corpo cobrindo o dela, não apenas os lábios.

A medida que era dominado pela luxúria, a confusão emocional de Draco diminuía. Despi-la era essencial, e suas mãos trabalharam automaticamente ao desabotoar as costas do vestido. Logo Hermione estava nua até a cintura, o sutiã jogado no chão, os seios deliciosamente fartos ao alcance dos dedos dele, os mamilos rígidos projetando-se de forma impossível.

Quando ela gemeu, os olhos de Draco ficaram vermelhos e o pouco pudor que lhe restara desapareceu. O zíper da saia foi uma vítima indefesa para os dedos másculos, e logo a peça escorregava para o chão.

— Tire seus sapatos — ele ordenou num sussurro, e foi o que ela fez, ficando completamente nua, a não ser pela minúscula calcinha de cetim branco.

Ele tomou-a nos braços carregando-a até a cama, que infelizmente estava coberta pelas roupas da tia. Mas aquilo não o deteve por muito tempo. A paixão o dominava por inteiro, e com apenas um gesto livrou-se de tudo num instante.

E então inclinou-se sobre Hermione, admirando por um instante o lânguido corpo feminino sobre os lençóis, como já fizera com tantas outras mulheres.

Mas nunca havia sido daquele jeito...

Hermione engoliu em seco, como se ficasse surpresa quando os lábios de Draco finalmente encontraram um mamilo. E corou quando ele livrou-a da calcinha. Ela passou a respirar rapidamente quando os dedos dele a tocaram entre as pernas, e então passou a tremer de maneira incontrolável no momento em que os lábios dele tocaram seu ponto mais íntimo.

Quando Draco a abandonou por um instante para ir até o próprio quarto buscar preservativos, ela não moveu um músculo. Ele encontrou-a deitada exatamente como a deixara, com as pernas abertas, os braços abandonados e os olhos faiscando. A intensidade da excitação de Hermione era perturbadora, mas ao mesmo tempo estimulante. Draco desabou sobre o corpo feminino sem maiores delongas, incapaz de esperar mais para satisfazer seu incontrolável desejo. Um pequeno grito escapou dos lábios de Hermione, um grito que se transformou num gemido de prazer quando ele a penetrou impetuosamente. Como ela era quente! Deliciosamente quente. Era difícil concentrar-se em qualquer outra coisa a não ser no prazer que o dominava. Seu coração ainda estava acelerado vários minutos depois do orgasmo. O adorável corpo feminino agora descansava em seus braços.

Foi naquele momento que sentiu um pequeno aperto no peito. Sentia-se culpado, embora fosse um pouco tarde para aquilo... Hermione ergueu a cabeça, encarando-o com olhos brilhantes. — É sempre assim com as mulheres, quando estão com você? — ela perguntou num sussurro.

Draco sabia exatamente sobre o que Hermione falava. Não era tão comum quanto às revistas femininas proclamavam a mulher ter um orgasmo tão intenso durante a relação.

Na verdade, os orgasmos começavam no cérebro, não no corpo. Mas a excitação de Hermione já era intensa no instante em que ele a beijara pela primeira vez.

Draco até gostaria de receber o crédito por ter dado a ela tanto prazer, mas a verdade era que aquela mulher já estava pronta para o inevitável antes mesmo que tudo começasse.

— Nem sempre — ele murmurou sinceramente. — Acho que você queria muito fazer amor direito...

— Pensa mesmo assim?

— Sim, eu penso. Não acho que Ronny tenha feito um bom trabalho ao introduzi-la ao sexo, Hermione.

As sobrancelhas dela arquearam-se sensivelmente.

— Você acha que Ronny foi o primeiro homem com quem fiz amor?

Draco foi pego de surpresa.

— Está dizendo que ele não foi?

— Eu... eu...

Ele notou que havia espanto nos olhos dela. E medo também.

— Sinto muito, querida — apressou-se em dizer. — Eu não devia ter tocado no assunto. Não é da minha conta com quantos homens você já foi para cama. Fiquei um pouco surpreso, só isso. Acredite, fico feliz por você ter um passado sexual, caso contrário eu não estaria aqui agora. Por mais que você me excitasse, dei a minha palavra a Augusto de que a levaria a Drybed Creek da mesma forma que você tinha partido. Ele pensa que você é virgem, e eu também pensava assim, até que me contou sobre Ronny. Foi por isso que concluí que ele tinha sido seu primeiro e único amante.

Ela continuou a encará-lo.

— Está querendo me dizer que não teria feito amor comigo se eu fosse virgem?

— Eu... hã... certamente teria lutado mais contra meus instintos básicos.

— Instintos básicos? — ela repetiu, retorcendo o nariz.

— Todos nós somos assim, Hermione. Veja o seu caso... você me desejava, querida. E me desejava da forma mais básica possível. Por isso não comece a negar.

Hermione não disse uma palavra, mas em seus olhos havia uma mistura de vergonha e confusão. Draco não conseguia compreender direito. Droga, por mais que as conhecesse, era sempre impossível entender as mulheres!

— Fizemos sexo, querida — ele murmurou —, e foi ótimo. Você teve um orgasmo tão forte que quase a fez desmaiar. Encare isso. Você é uma mulher muito sensual... Só precisava encontrar um homem capaz de despertar essa energia adormecida.

O queixo de Hermione ergueu-se impetuosamente.

— Não tente me manipular para conseguir o que quer, Draco Malfoy. Posso muito bem assumir minha parcela de responsabilidade por tudo que aconteceu entre nós. Por favor, não se sinta culpado por um segundo, se é isso que está lhe incomodando. Mas também não faça mais promessas tolas como a que fez para Augusto, porque ambos sabemos que você é incapaz de se controlar quando o assunto envolve sexo. É um grande mentiroso, como Ronny. Só um pouco mais maquiavélico.

— O quê? — ele trovejou.

— Sabe tanto quanto eu que não se sentiu atraído por mim desde o começo... aposto que Pansy é morena e tem cabelos curtos. Mas não se preocupe, não estou me queixando. Eu consegui o que queria, não é? Um orgasmo que quase me fez desmaiar, como você delicadamente observou. E tenho certeza de que pode me oferecer muito mais do que isso.

O ataque direto deixou Draco aturdido.

— Mas hoje não — Hermione continuou secamente, antes que ele pudesse protestar, revelando que na verdade Pansy era ruiva. — Tive um dia cansativo e preciso repousar para estar pronta amanhã. Vou ser apresentada a Femme Fatale, lembra-se? Tudo o que quero no momento é um belo banho e oito horas de sono. Por isso, se não se importa, gostaria de ficar sozinha...

Uma fúria incontrolável dominou Draco. Agora sabia por que tinha relutado tanto a se envolver com aquela... aquela... bruxa. Augusto o advertira de que Hermione era um pessoa difícil. E tinha acabado de receber a primeira lição! Na verdade, ela e Pansy fariam uma bela dupla!

— Ótimo! — Um plano surgiu em sua mente. Pretendia torná-la escrava do próprio desejo. Queria fazê-la implorar... — Como preferir — murmurou. — Me chame se quiser que eu esfregue suas costas.

E, dizendo aquilo, levantou-se da cama e saiu do quarto sem mais uma palavra sequer.


N/A:Meninas muito obrigada por lerem a Fanfic e obrigada por comentar também...

Mila Pink: a Mione é bem corajosa O.O , eu não deixaria eles cortarem meu cabelo T.T

Lally Sads: Ele praticamente tenta fazer ela ser o oposto do que ele gosta numa mulher, mas nom vai dar certo *-*

Claudia Malfoy: obrigada por comentar

Miss Perfection

PS: Participe da Campanha Faça um Autor Feliz. Comente! *-*